29/11/2025
Nesta semana participei da 328ª Assembleia Ordinária do Conselho Municipal de Assistência Social do Rio de Janeiro (CMAS-Rio), no qual atuo como conselheira na Comissão de Política da Assistência Social.Na assembleia, a Coordenadoria Geral do SUAS apresentou um conjunto de pontos importantes sobre o desenvolvimento da política de assistência no âmbito dos trabalhadores — e fiz questão de reforçar aquilo que considero essencial para garantir dignidade, valorização profissional e proteção social.💬 Destaco, primeiro, um avanço significativo: psicólogos e assistentes sociais da rede municipal passarão a ser assinados com seus registros profissionais, e não mais como cargos administrativos genéricos. Essa mudança é uma vitória concreta para a categoria e reafirma a importância técnica e ética desses profissionais dentro do SUAS. Também questionei a presença de um psicólogo ligado ao gabinete do prefeito na equipe responsável pela escuta dos trabalhadores nas coordenadorias de assistência da cidade. Para mim, é fundamental que esse processo seja conduzido com autonomia, isenção e compromisso com o bem-estar das equipes, e não submetido a interesses políticos ou administrativos. Por fim, abordei a forma como muitos trabalhadores do SUAS são pressionados durante processos eleitorais. Esse tipo de exigência, direta ou velada, não apenas fere a liberdade individual, como adoece e fragiliza quem está na linha de frente garantindo direitos.Enquanto conselheira, e enquanto representante do , reafirmo: nosso lado é, e sempre será, o lado dos trabalhadores e trabalhadoras da assistência social. Seguimos firmes na defesa inegociável do SUAS democrático, profissional e comprometido com a proteção social da população carioca.