AG Pacheco Otorrinos

AG Pacheco Otorrinos Clínica especializada em Ouvidos, Nariz e Garganta Atendimento médico especializado e de excelência em Otorrinolaringologia.

Abordagem personalizada e humanizada em ambiente de troca e acolhimento. Profissionais qualificados, reconhecidos e focados na melhoria da qualidade de vida de pacientes e familiares.

Compartilhamos aqui ilustrações sobre os exercícios de reabilitação labiríntica (vestibular), uma das ferramentas mais i...
29/08/2025

Compartilhamos aqui ilustrações sobre os exercícios de reabilitação labiríntica (vestibular), uma das ferramentas mais importantes no manejo das labirintopatias.

São diversas opções, que podem ser feitas respeitando-se as possibilidades de cada um, não sendo necessário executar todos.

Recomenda-se, para os casos em que foram indicados, sessões diárias de 10 minutos todos os dias, podendo ser associadas a todo tipo de exercício da rotina ou até mesmo na cama, onde se tornam ainda mais seguros, especialmente para os mais idosos.

Muito importante salientar que tais exercícios só devem ser feitos sob orientação e indicação médica formal já que há indicação precisa para tal e um momento certo para serem iniciados durante a terapêutica anti-labiríntica.

Que façam bom proveito! Contem com a gente sempre!

A Covid19 se espalha quando muco ou gotículas (tosse ou espirro) contendo o vírus alcançam olhos, nariz ou garganta. Na ...
24/03/2020

A Covid19 se espalha quando muco ou gotículas (tosse ou espirro) contendo o vírus alcançam olhos, nariz ou garganta. Na maioria das vezes, isso ocorre por meio das mãos. Lavá-las corretamente é uma das maneiras mais fáceis de impedir a contaminação. Para eliminar todos os vestígios do vírus em suas mãos, uma ensaboada e uma enxaguada rápidas não serão suficientes.

Molhe as mãos e os pulsos com água corrente. Aplique sabão suficiente para cobrir as mãos e os pulsos molhados. Esfregue todas as superfícies, incluindo as costas das mãos, entre os dedos e as unhas, e punhos por pelo menos 20 segundos. Enxágue abundantemente com água corrente e e seque as mãos com um pano limpo ou toalha de uso individual ou descartável.

Amanhã, Segunda, dia 23, a semana se inicia, ou melhor, se iniciaria. Digo isso porque, a despeito de não estarmos de fé...
22/03/2020

Amanhã, Segunda, dia 23, a semana se inicia, ou melhor, se iniciaria. Digo isso porque, a despeito de não estarmos de férias, a sensação de se perder a noção dos dias que muitas vezes acompanha o merecido descanso, deve perdurar na quarentena.


Dados bioestatísticos indicam que os próximos 10 dias são de suma importância para o controle da disseminação do Coronavírus. A circulação do menor número possível de pessoas até o fim do mês de Março terá um grande impacto na incidência da Covid19 e será o grande divisor de águas a nosso favor na luta contra a doença.


Sigamos todos em nossos lares, sem sair para absolutamente nada - se puder, deixem até o supermercado para o início de Abril, nos mantendo reclusos, mas focados.


Vamos virar esse jogo!


A todos os colegas, mestres e amigos otorrinolaringologistas, nosso carinho e reconhecimento.
03/03/2020

A todos os colegas, mestres e amigos otorrinolaringologistas, nosso carinho e reconhecimento.

Muito comuns durante o calor, dores e desconfortos nos ouvidos associados a praia e piscina podem se tornar grandes prob...
29/01/2020

Muito comuns durante o calor, dores e desconfortos nos ouvidos associados a praia e piscina podem se tornar grandes problemas para a nossa saúde durante o verão. Vamos explicar como e porque isto ocorre e o que podemos fazer para prevenir, tomando alguns cuidados. Mas por que será que esta dor de ouvido acontece? Há uma explicação simples e que faz todo sentido: o ouvido é extremamente sensível; nada pode entrar em contato direto com ele. Assim, apesar de, em condições normais, estar o ouvido preparado para receber água, por vezes, uma grande exposição aquática pode levar a uma perda da proteção natural, o cerume, conhecido popularmente como cera de ouvido. Esta cera nada mais é do que uma secreção natural e protetora da orelha, atuando como barreira física e química contra contusões e micro-organismos. A Otite Externa é a infecção no canal auditivo causada por bactérias e fungos que podem surgir e começar a se multiplicar quando, por algum motivo, ocorrer uma diminuição na proteção ou um trauma no ouvido. Algumas orientações simples podem ajudar a prevenir este problema:


• Evite manipular o interior do canal do ouvido com hastes de algodão ou quaisquer outros instrumentos, já que, sabidamente, estes instrumentos geram pequenos traumas e não são eficazes nem necessários para a limpeza, mais comumente corroborando para o acúmulo do que para a remoção;
• Enxugue com uma toalha macia a parte externa do ouvido após o banho – esta sim é a forma adequada de se manter a higiene do local;
• Resista à tentação de utilizar sem a devida prescrição médica moldes de proteção contra água, pois na maior parte dos casos, além de não estarem indicados, podem gerar mais problemas do que soluções;
• Se há histórico prévio de otite externa, antes de iniciar uma atividade aquática regular ou uma sequência de mergulhos em piscinas ou praias, seja nas férias ou em viagens, consulte seu médico;
• Procure um médico otorrinolaringologista, especialista em doenças de ouvido, nariz e garganta, ao menor sinal de dor ou inflamação no ouvido.

O Problema das Amígdalas PalatinasSituadas estrategicamente na entrada da via aéreo-digestiva, amígdalas ou tonsilas pal...
20/01/2020

O Problema das Amígdalas Palatinas
Situadas estrategicamente na entrada da via aéreo-digestiva, amígdalas ou tonsilas palatinas têm uma função protetora, sobretudo até os primeiros 5 anos de vida, quando funcionam como uma espécie de “motor de arranque” do sistema imunológico. Em razão da grande demanda pela produção de células de defesa, nada mais natural, portanto, que estas estruturas encontrem-se aumentadas, o que denominamos hiperplasia linfóide fisiológica da infância. Nesta faixa etária, as infecções de vias aéreas são mais freqüentes e esta hiperplasia resulta do trabalho de reconhecimento destes microorganismos com os quais a criança está entrando em contato, o que promoverá, aos poucos, a confecção de uma memória imunológica, espécie de vacina natural. À medida que conquistamos certo status imunológico, o normal é que ocorra uma regressão no tamanho destes tecidos até o início da puberdade. No entanto, devido a fatores individuais, somados a condições do meio, alguns pacientes persistirão com suas amígdalas grandes e dilatadas, acumulando impurezas, levando ao crescimento de germes causadores de infecções e a graus variáveis de obstrução a passagem do ar e dos alimentos. Os critérios para se indicar a retirada cirúrgica das amígdalas se baseiam no número de infecções por ano, no grau de obstrução e no impacto que tudo isto está causando na qualidade de vida do paciente e de seus familiares. Em adultos, é comum a indicação por halitose quando se estabelece a amígdala como fator causal pelo acúmulo de caseo (substrato da reação de anti-corpos a restos alimentares e celulares retidos nas criptas das amígdalas). No próximo post, vamos falar sobre a cirurgia para retirada das amígdalas, a amigdalectomia ou tonsilectomia.

Segundo a OMS, sons a partir de 55 dB já causam stress e prejuízos a saúde. A partir de 85 dB já podem causar perda de a...
12/02/2019

Segundo a OMS, sons a partir de 55 dB já causam stress e prejuízos a saúde. A partir de 85 dB já podem causar perda de audição - o grau de acometimento também está relacionado à duração da exposição. Já o limiar de dor dos seres humanos para os sons está ao redor dos 120 db. Aqui está uma lista com alguns dos sons que mais danos podem causar à nossa saúde; o detalhe é que a maioria deles faz parte da nossa rotina diária. Para que tenhamos a noção do quão incrivelmente altos eles são, aqui vão 2 lembretes: a fala humana oscila em torno de 45 db e a sensação de volume dobrado para o ouvido humano é a cada 10 dB (portanto, 55 db representa um som 2x mais intenso que 45 db).

 choro de bebê: de 55 a 60 dB
 latido de cachorro: 65 dB
 campainha ou despertador: 70 a 80 dB
 culto religioso: de 70 a 90 dB
 sala de aula barulhenta: de 75 a 85 dB
 toque do celular: 75 a 85 dB
 carro ligado de vidros fechados em via movimentada: 80 dB
 com os vidros abertos ou à pé na mesma via movimentada: 90 dB
 aspirador de pó: 70 a 90 dB
 furadeira ou secador de cabelo: 85 a 95 dB
 fones de ouvido: 80 a 115 dB
 sirene ou buzina a 8 metros: 100 a 120 dB
 som em fones de ouvido: 100 a 120 dB
 bateria de escola de samba: 110 a 120 dB
 decolagem de avião: 120 dB
 show de rock em ambiente aberto: 100 a 125 dB
 bar lotado ou balada em ambiente fechado: de 110 a 125 dB
 fogos de artifício (do ponto de disparo): 135 dB a 145 dB
 arma de fogo: 135 a 155 dB

Ruído Ambiental e Poluição Sonora: uma ameaça constante à saúde.No mundo, atualmente, estima-se em mais de 1 bilhão o nú...
05/02/2019

Ruído Ambiental e Poluição Sonora: uma ameaça constante à saúde.

No mundo, atualmente, estima-se em mais de 1 bilhão o número de pessoas que apresentam problemas auditivos. A exposição ao ruído faz parte do cotidiano das grandes cidades e irá impactar diretamente na saúde auditiva de todos que nelas vivem. Só para se ter uma ideia, enquanto uma conversa entre 2 pessoas "normouvintes" em geral ocorre em 30 decibéis, uma avenida movimentada emite, em média, 90 dB! O que falar então dos tão comuns fones de ouvido? Eles podem chegar a 120 dB! Já na balada os níveis de pressão sonora podem atingir impressionantes 150 dB! A informação é a maior aliada na prevenção e a conscientização da população sobre os riscos da exposição frequente aos ruídos é muito importante, sendo recomendado que todos façam uma avaliação otorrinolaringológica com audiometria uma vez ao ano. O atraso no diagnóstico e no tratamento prejudica o cérebro, pois recebendo menos estímulo, este vai "desaprendendo a ouvir", acentuando o problema, levando a prejuízos no convívio social e aumentando sobremaneira as chances de desenvolver doenças como a depressão e demência.

O labirinto compõe o segmento interno do ouvido, sendo a unidade responsável pela noção que devemos ter da posição do no...
30/01/2019

O labirinto compõe o segmento interno do ouvido, sendo a unidade responsável pela noção que devemos ter da posição do nosso corpo no espaço. Para isso ele conta com o auxílio de importantes coadjuvantes, como a visão, a propriocepção (que compreende sensores periféricos situados nas articulações) e o cerebelo (que rege, sobretudo, a coordenação motora). A integração entre todos esses órgãos constitui o sistema vestibular e, da sua higidez, depende o nosso equilíbrio. Problemas no labirinto irão gerar um conflito de informações que se manifestará através de uma série de sinais e sintomas. Além da tonteira (vertigem), também poderão ocorrer mal-estar, náusea, vômito, boca seca, sensação de pressão baixa ou desmaio iminente, suar frio, tremores, palpitação, turvação visual. Devido às relações entre o sistema vestibular e as diversas áreas do sistema nervoso central, o paciente com tontura habitualmente relata dificuldade de concentração mental, perda de memória e fadiga. A insegurança física conduz à insegurança psíquica, irritabilidade, perda de autoconfiança, ansiedade, depressão e pânico. Embora errado, o termo labirintite designa tal distúrbio e assim foi popularizado e consagrado pelo uso. É em geral hereditária e incide mais em mulheres entre 30 e 50 anos de idade, atingindo 5% da população. Em boa parte dos casos há um fator desencadeante emocional ou metabólico, podendo alterar drasticamente a qualidade de vida. O diagnóstico é pelo exame físico otorrinolaringológico, com a complementação de te**es labirínticos e auditivos. O tratamento pode durar meses e inclui o uso de medicamentos, a adoção de medidas comportamentais dietéticas e exercícios específicos para a reabilitação do órgão. Acompanhamento psicoterápico pode ser recomendado. A indicação cirúrgica está reservada a casos excepcionais. O prognóstico em geral é ótimo.

Sangramento Nasal: o que fazer?Ao menos 1x na vida, 60% das pessoas terão sangramento nasal (epistaxe). Os fatores que i...
17/01/2019

Sangramento Nasal: o que fazer?

Ao menos 1x na vida, 60% das pessoas terão sangramento nasal (epistaxe). Os fatores que influenciam sua ocorrência são: flutuações de temperatura e umidade, infecções das vias áreas superiores, rinite alérgica, entre outros. São comuns no inverno, quando o ar está mais seco, mas o uso regular do ar refrigerado pode fazer as vezes da estação fria e resultar em secura e irritação das mucosas. Crianças entre 6 e 10 anos de idade, devido à auto-manipulação e traumas e idosos > 70 anos, pela menor elasticidade dos vasos sanguíneos, são os grupos com maior incidência, mas em muitos dos casos, pode ser identificada pré-disposição familiar, que em geral está associada a uma configuração "ingrata" e mais exposta dos vasos sanguíneos do nariz. É grave? Raramente e geralmente cessam espontaneamente. Quando procurar o Hospital? Você deve procurar o médico se for em grande quantidade, causando dificuldade para respirar, palidez, fadiga ou confusão mental, se não cessar com as medidas realizadas em casa, se acontecer logo após uma cirurgia nasal ou se você tem, sabidamente, alguma lesão intra-nasal, se vier acompanhado de dor no peito, se ocorrer após um trauma, se você fizer uso de algum anticoagulante ou anti-agregante. Como evitar? Use umidificador no quarto, sprays nasais/soro fisiológico e beba bastante água. Tome cuidado ao manipular o nariz, para evitar pequenos traumas, faça a higiene nasal sempre ao banho, com os dedos molhados. Qual o tratamento? Fique sentado ou de pé com a cabeça reta, levemente inclinada pra frente. Não deite nem coloque a cabeça para trás. Se o paciente estiver acamado ou impossibilitado de se levantar, eleve a cabeceira. Aperte as asas do nariz fechando as narinas por 5 min em crianças e por 10 em idosos, mantenha pressionado e respire pela boca. Se persistir, repita os passos. Se não parar de sangrar, procure atendimento. Importante: apesar de uma crise hipertensiva ser um possível fator desencadeante, é mais comum que o sangramento seja causa do aumento da pressão e não consequência.

15/01/2019

Cera e Limpeza dos Ouvidos

A frase “Doutor, como limpar os ouvidos?” talvez seja a mais ouvida pelo médico otorrinolaringologista em sua rotina diária. A cera é uma importante proteção e a sua produção só se faz na porção mais externa do canal auditivo: é neste local que deve permanecer de modo a desempenhar suas funções. Da mesma forma, é da sua manutenção nesta situação que depende a sua eliminação, feita por um mecanismo natural de migração da pele do ouvido. Ao introduzirmos objetos, sejam eles cotonóides, grampos de cabelo, tampas de caneta, agulhas de costura e tantos outros métodos "inovadores" que à todo instante nos chegam pela web, temos a sensação de limpeza ao ver a ponta destes artefatos borradas de cera, mas não é o que realmente ocorre, já que na maior parte das vezes estamos levando o conteúdo para uma situação mais interna, onde não desempenhará suas funções, gerando desconforto, déficit auditivo e obstrução. Não bastasse, tais manobras são tão arriscadas que, comumente, levam traumatismos da região, ocasionando otites, perfurações timpânicas e, dependendo da extensão e profundidade, variados graus de surdez. O conceito de que não se deve limpar os ouvidos é tão errôneo quanto a utilização desenfreada e inadvertida de hastes de algodão. Assim, além da secagem diária das orelhas com o dedo indicador revestido pela toalha no pós-banho, as famosas hastes devem ser empregadas 1x por semana na porção externa do pavilhão auricular, com movimentos circulares, jamais introduzindo no canal. Há pessoas que apresentam um excesso na produção, formando os chamados tampões de cera. Nestes casos, é recomendável acompanhamento periódico com o Otorrino para a prevenção de complicações advindas da formação e impactação da rolha. O aumento na incidência de eventos associados a cerume no verão está diretamente ligado à maior frequência da população a praias e piscinas, já que o eventual excesso de cera pré-existente funcionará como uma esponja, impedindo que a água que entra no canal, saia. Procure orientação com seu médico.

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