Dra. Marcia Babo

Dra. Marcia Babo Medicina Integrativa 💮

30/01/2026

Muitas mulheres acreditam que a progesterona existe apenas para atuar no útero.

Essa é uma visão incompleta.

A progesterona exerce ações importantes no intestino, no sono, no sistema imunológico, na modulação da dor e no humor, especialmente no climatério e na menopausa.

Alterações hormonais nessa fase aumentam inflamação, hipersensibilidade, distensão abdominal, piora do sono e instabilidade emocional. Ignorar o papel sistêmico da progesterona é deixar de olhar para o corpo como um todo.

Isso não signif**a que toda mulher deva fazer reposição hormonal. Hormônios precisam ser avaliados individualmente, com critério e segurança.

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24/01/2026

Muitas pessoas são orientadas a interromper a creatina após um discreto aumento da creatinina no exame de sangue — e f**am com medo de estar prejudicando os rins.

A creatina é uma substância produzida naturalmente pelo nosso organismo e também obtida na alimentação. Ela participa da produção de energia em tecidos que demandam alto consumo energético, como músculos, coração e cérebro.

A creatinina é um subproduto do metabolismo da creatina e é utilizada como marcador laboratorial da função renal.

Em pessoas sem doença renal prévia, o uso de creatina em doses adequadas (geralmente entre 2 e 5g/dia) não está associado a dano renal, mesmo que a creatinina apresente uma elevação discreta.

Interpretação de exames exige contexto clínico.

No processo de envelhecimento, e especialmente em mulheres na menopausa, a creatina pode ser uma aliada importante na preservação de massa muscular, força e funcionalidade.

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22/01/2026

Muitas mulheres chegam à consulta dizendo que, após a menopausa, a vida sexual simplesmente desapareceu.
Desejo zero, desconforto, distanciamento no relacionamento, e muita frustração.

Por muito tempo, esse assunto foi deixado de lado. Como se falar de libido não fosse prioridade ou como se “não tivesse mais o que fazer”.

Outras mulheres chegam com a resposta pronta: “é falta de testosterona”. Leram na internet, ouviram de amigas ou receberam orientações simplif**adas.

A realidade clínica é mais complexa.

A testosterona é, sim, uma das variáveis que devem ser avaliadas na mulher menopausada. Mas nem sempre é a causa principal, e nem sempre a reposição é necessária ou suficiente.

Libido feminina envolve múltiplos fatores: hormonais, metabólicos, inflamatórios, emocionais, relacionais e de saúde global.

Tratar apenas um ponto, de forma isolada, costuma gerar frustração.

Sexualidade também é saúde.
E merece uma abordagem médica cuidadosa, individualizada e sem simplif**ações perigosas.

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🌶️

20/01/2026

Muitas pessoas percebem mudanças importantes na libido após o início do uso de antidepressivos, e não entendem o que uma coisa tem a ver com a outra.

Tem tudo a ver.

Essas medicações, além de modularem o humor, podem interferir diretamente na resposta sexual. Em mulheres, é comum a queixa de diminuição do prazer, alteração da lubrif**ação e da sensibilidade ge***al ou dos mamilos. Em homens, podem surgir disfunção erétil, alteração da ejaculação e redução do desejo.

O que pouca gente sabe é que, em alguns casos, esses sintomas podem persistir mesmo após a interrupção do medicamento.

Isso não signif**a que a depressão não deva ser tratada, ela é uma condição séria e precisa de cuidado médico. Mas também não signif**a que a saúde sexual deva ser negligenciada.

Libido é saúde.
E impactos nessa área afetam autoestima, relacionamento e qualidade de vida.

Conversar abertamente com o profissional que acompanha o tratamento faz parte de um cuidado responsável e integral.

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17/01/2026

Hoje é cada vez mais comum vermos pessoas vivendo até os 80, 90 ou 100 anos.

Mas a pergunta que quase nunca é feita é: a que custo?

Longevidade não deveria signif**ar apenas prolongar o tempo de vida.
Deveria signif**ar viver mais anos com autonomia, funcionalidade, clareza mental e qualidade de vida.

O que vemos com frequência é o oposto:
pessoas longevas, mas dependentes de múltiplos medicamentos, convivendo com doenças metabólicas, inflamatórias, autoimunes, cânceres ou condições neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson.

Viver mais é relativamente fácil.
Difícil é chegar lá com saúde.

E esse caminho não começa aos 60 ou 70 anos.
Ele começa muito antes, nas escolhas feitas ao longo da vida, muitas vezes ainda na juventude.

Hoje temos informação suficiente para entender que longevidade saudável não é sorte.
É construção.

Se você busca viver mais anos com independência e qualidade, um acompanhamento médico com esse olhar faz diferença.

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13/01/2026

Muitas mulheres chegam à menopausa acreditando que dor no corpo é inevitável.
Que acordar com mãos rígidas, joelhos doloridos, quadris sensíveis e sensação de “corpo travado” faz parte da idade.

Não é bem assim.

A queda do estrogênio tem impacto direto na inflamação do organismo. Esse hormônio exerce um papel anti-inflamatório importante, inclusive nas articulações, modulando a produção de citocinas inflamatórias.

Quando ele diminui, a sensibilidade à dor aumenta. Soma-se a isso a piora do sono — que por si só amplif**a a percepção dolorosa —, a redução do líquido sinovial, a perda de colágeno, a diminuição da massa muscular (sarcopenia) e, muitas vezes, o ganho de peso.

O resultado não é “azar” nem apenas envelhecimento.
É um corpo biologicamente mais vulnerável à dor, instabilidade articular e lesões repetitivas.

A boa notícia é que isso pode ser prevenido e tratado com um olhar adequado.
Menopausa não deveria ser sinônimo de viver com dor.

Se você busca um acompanhamento médico individualizado para atravessar essa fase com mais qualidade de vida, o link da bio está disponível.

12/01/2026

Os Estados Unidos mudaram oficialmente a pirâmide alimentar em 2026.

Não é uma atualização estética.
É uma correção de rota depois de décadas de orientações que falharam em conter obesidade, diabetes tipo 2, inflamação crônica e doenças metabólicas.

Durante anos, profissionais foram treinados a recomendar um padrão alimentar que, na prática clínica, não melhorava sintomas, não normalizava exames e não prevenia adoecimento.

A nova diretriz reconhece algo essencial: a base da alimentação importa (e muito) para o funcionamento do metabolismo, da insulina e da inflamação sistêmica.

Quando políticas mudam, não é porque “descobriram algo novo”.
É porque o modelo anterior não funcionou.

Se você convive com resistência à insulina, ganho de peso persistente, alterações metabólicas ou sente que “faz tudo certo” e não melhora, esse assunto diz respeito a você.

Existe uma nova forma de olhar para a saúde: mais crítica, mais integrativa e baseada em fisiologia real, não em dogmas antigos.

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Se você sente que seu corpo mudou antes do esperado, confie nisso.Alterações no ciclo, no sono, na energia e no humor nã...
08/01/2026

Se você sente que seu corpo mudou antes do esperado, confie nisso.

Alterações no ciclo, no sono, na energia e no humor não deveriam ser normalizadas aos 30 e poucos anos.
Na prática médica, isso costuma ser um sinal de sobrecarga do organismo — não apenas do ovário, mas de todo o eixo hormonal.

Estresse crônico, inflamação silenciosa, alterações intestinais, resistência insulínica e sono ruim costumam estar por trás dessas mudanças.

O problema é que muitas mulheres aprendem a “aguentar” em vez de investigar.

Quando o corpo começa a avisar, investigar faz diferença.
Atendimento individual no link da bio.

07/01/2026

Menopausa precoce não é normal.
E também não costuma ser apenas genética, azar ou “história de família”.

Cada vez mais mulheres relatam alterações importantes no ciclo menstrual ainda na casa dos 30 anos, e isso é um grito de alerta do organismo de que algo não vai bem.

Na prática clínica, sabemos que diversos fatores contribuem para o envelhecimento precoce do eixo hormonal feminino, como:

* estresse crônico, com alteração do cortisol
* inflamação crônica silenciosa (subclínica)
* alimentação rica em ultraprocessados
* disbiose intestinal e aumento da permeabilidade intestinal
* resistência insulínica e síndrome metabólica
* exposição constante a disruptores endócrinos (plásticos, cosméticos, agrotóxicos)
* sono de má qualidade, com impacto direto na produção de melatonina
* dietas excessivamente restritivas, especialmente pobres em gordura e colesterol

Pouca gente explica isso, mas é impossível produzir estrogênio, progesterona e testosterona sem gordura e colesterol adequados.
O corpo feminino não funciona à base de restrição extrema.

O cérebro conversa com os ovários.
O intestino conversa com os hormônios.
O estilo de vida conversa com a longevidade hormonal.

Por isso, quando há alterações precoces, não faz sentido tratar apenas o sintoma.
É preciso investigar o contexto metabólico, inflamatório, intestinal e hormonal como um todo.

Se você tem mais de 35 anos e deseja atravessar a transição hormonal com saúde, clareza e qualidade de vida, o cuidado precisa começar antes.

👉 Salve este conteúdo para rever com calma
👉 Compartilhe com uma mulher que precisa dessa informação
👉 Consulta individual no link da bio

05/01/2026

Se você acha difícil praticar jejum intermitente, provavelmente o problema não é falta de disciplina.
É falta de estratégia clínica.

Jejum não começa com 12, 18 ou 24 horas sem comer, principalmente se você está acostumada a se alimentar de hora em hora, como a maioria das pessoas hoje.
Forçar esse processo só aumenta estresse metabólico e hormonal.

Na prática médica, o jejum é uma ferramenta terapêutica, não uma regra fixa.
E como toda ferramenta terapêutica, ele precisa ser individualizado.

Uma estratégia que utilizo com frequência para pacientes que estão começando é o caldo de ossos.
Ele nutre o organismo, não quebra o jejum e ainda oferece benefícios importantes, especialmente para mulheres:
• suporte à produção de colágeno
• melhora da qualidade do sono
• ação anti-inflamatória
• proteção da barreira intestinal
• auxílio no controle da inflamação crônica

Quando usado de forma automática e sem critério, o corpo se adapta e os benefícios diminuem.

Se você quer usar o jejum como uma ferramenta real de saúde, e não como mais uma tentativa frustrada, o acompanhamento faz toda a diferença.

🔗 Atendimento individualizado em medicina integrativa

03/01/2026

“Saco vazio não f**a de pé.”
Esse é um dos ditados mais repetidos( e menos questionados) quando o assunto é alimentação.

Mas a verdade é que nosso organismo não foi programado para comer de 3 em 3 horas o tempo todo.
Esse padrão moderno de ingestão constante não surgiu por necessidade biológica, e sim junto com uma lógica de consumo que ignora o funcionamento do corpo humano.

Ao longo da história, o jejum sempre esteve presente, não só em tradições religiosas como hinduísmo, budismo, judaísmo, cristianismo e islamismo, mas também como uma prática de organização metabólica e corporal.

Hoje, o que vemos é o oposto:
• estímulo contínuo ao consumo
• alimentos altamente palatáveis
• pouca percepção do próprio corpo
• e um aumento expressivo das doenças crônicas

⚠️ Isso não signif**a que jejum seja solução mágica, nem que funcione igual para todos.
Signif**a que comer o tempo todo não é sinônimo de saúde e, em muitos casos, pode estar atrapalhando mais do que ajudando.

Antes de perguntar “o que comer”, talvez a pergunta correta seja:
👉 “com que frequência eu estou comendo?”

Me conta nos comentários: você foi ensinado a comer de 3 em 3 horas?

Isso não se resolve com dica solta. Se você sente que precisa investigar seu metabolismo e sua saúde de forma individualizada, o link da consulta está na bio.

01/01/2026

Você sente o abdômen sempre distendido, pesado, como se a digestão nunca tivesse terminado?
Tem gases com frequência, fome o tempo todo e uma vontade quase incontrolável por doce, nem que seja uma frutinha?

⚠️ Isso pode ter um nome: permeabilidade intestinal, ou leaky gut.

De forma simples:
O intestino funciona como uma parede de tijolinhos.
Entre esses “tijolos”, existe um “cimento” que mantém tudo fechado e protegido.
Quando esse cimento falha, surgem pequenos espaços entre as células — e substâncias que deveriam ser eliminadas acabam passando para o sangue.

O resultado?
• Inflamação silenciosa
• Resistência à insulina
• Aumento do risco de doenças autoimunes
• Sintomas digestivos persistentes
• Desejo frequente por açúcar

E não, não é só sobre alimentação.
A frequência alimentar excessiva, como comer de 3 em 3 horas o tempo todo, também pode piorar esse processo intestinal.

Agora me conta:
Você também acredita que “saco vazio não f**a de pé”?
Ou já começou a desconfiar que isso pode não ser verdade?

Se você quer investigar a causa desses sintomas e tratar de forma individualizada, o link para marcar consulta está na bio.

Endereço

R. Almirante Cochrane, 280
Rio De Janeiro, RJ
20550-000

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