Dr.Renato Medeiros

Dr.Renato Medeiros Medico

Sintomas da inflamação no intestinoSão sintomas da enterite:Diarreia;Perda de apetite;Dor de barriga e cólica;Náusea e v...
28/05/2019

Sintomas da inflamação no intestino
São sintomas da enterite:
Diarreia;
Perda de apetite;
Dor de barriga e cólica;
Náusea e vômito;
Dor ao defecar;
Sangue e muco nas fezes;
Dor de cabeça.
Na presença destes sintomas, o indivíduo deve consultar o médico para fazer o diagnóstico da enterite e iniciar o seu tratamento, evitando complicações.
Nem sempre o médico solicita exames porque so sintomas podem ser suficientes para chegar ao diagnóstico, mas em certos casos, os exames que podem ser solicitados são, exame de fezes, para identificar o tipo de micro-organismo envolvido, colonoscopia e, mais raro, exames de imagem como tomografia computadorizada e ressonância magnética.

19/05/2019
Há 27 anos estávamos colando grau, continuamos juntos. Graduados de 1991 Valença RJ
06/12/2018

Há 27 anos estávamos colando grau, continuamos juntos. Graduados de 1991
Valença RJ

Nascer...Na infância, nosso ponto fraco é o sistema imunológico: para ele se fortalecer, vai precisar de muito treino. P...
16/11/2018

Nascer...
Na infância, nosso ponto fraco é o sistema imunológico: para ele se fortalecer, vai precisar de muito treino. Por isso as crianças são mais suscetíveis às infecções..amadurecer...
Aos 30 anos, o ser humano está no auge de suas funções mentais, físicas e se***is. Mas, no nível das células, o envelhecimento já está começando a se instalar..e envelhecer
Parkinson, Alzheimer e câncer, entre outras, são doenças associadas à idade avançada. A boa notícia é que, quanto mais um indivíduo se cuida ao longo da vida, menor a oportunidade de esses males o atacarem na velhice

Atualização de conteúdo padrão ouro ♦️
15/11/2018

Atualização de conteúdo padrão ouro ♦️

Medicina OrtomolecularA palavra Ortomolecular vem da junção de orthos, do grego, que significa correto, direito, reto e ...
15/11/2018

Medicina Ortomolecular
A palavra Ortomolecular vem da junção de orthos, do grego, que significa correto, direito, reto e molecular, vinda do latim, ou seja moléculas corretas ou direitas ou certas. Uma boa analogia para se entender o que é isto, podemos fazer com um par de sapatos. Quando colocamos o direito em nosso pé direito e o esquerdo em nosso pé esquerdo, podemos andar, dançar, caminhar, sem problemas. Mas, basta colocar o sapato direito no pé esquerdo e o esquerdo no pé direito (trocar os sapatos) ou então tirarmos o salto de um dos sapatos, que no final de alguns minutos teremos dores nos pés e se passarmos um dia assim, com eles trocados ou faltando um pedaço do salto em um deles, no final do dia, não só os nossos pés estarão sofrendo, mas também os nossos tornozelos, os nossos joelhos, a nossa bacia, a coluna e estaremos mal-humorados, estressados, etc.
Assim, também ocorre com nossas moléculas, bastando uma estar trocada ou estar faltando algo nelas,ou seja não estando "corretas", por qualquer motivo (stress, metais pesados, radicais livres, etc) que teremos as conseqüências disso em forma de doenças.

A surpreendente ligação entre o açúcar e a doença de AlzheimerDieta com alto teor de carboidratos e o concomitante alto ...
11/11/2018

A surpreendente ligação entre o açúcar e a doença de Alzheimer

Dieta com alto teor de carboidratos e o concomitante alto nível de glicose no sangue, estão associados ao declínio cognitivo.

Nos últimos anos, a doença de Alzheimer tem sido ocasionalmente referida como diabetes “tipo 3”, embora esse apelido não faça muito sentido. No final das contas, embora as patologias [diabetes e Alzheimer] compartilhem um problema com insulina, diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, e diabetes tipo 2 é uma doença crônica causada pela dieta. Em vez de outro tipo de diabetes, está parecendo, cada vez mais, que Alzheimer é outro potencial efeito colateral de uma dieta ocidental cheia de açúcar.

Em alguns casos, o caminho entre o açúcar e a doença de Alzheimer passa pelo diabetes tipo 2, mas como um novo estudo e outros mostram, isso nem sempre é o caso.

Um estudo longitudinal, publicado quinta-feira no periódico Diabetologia, seguiu 5.189 pessoas ao longo de 10 anos e encontrou que pessoas com nível elevado de glicose no sangue tiveram uma taxa mais rápida de declínio cognitivo do que aquelas com glicose normal – independente se os seus níveis de glicose sanguínea tecnicamente os tenham tornado diabéticos ou não. Em outras palavras, quanto maior a glicose sanguínea, mais rápido o declínio cognitivo.

“Demência é uma das condições psiquiátricas mais fortemente associadas com qualidade de vida pobre mais tarde”, disse o autor principal, Wuxiang Xie do Imperial College London, por e-mail. “Atualmente, demência não é curável, o que torna muito importante estudar os fatores de risco”.

Melissa Schilling, professora da Universidade de Nova York, realizou sua própria revisão de estudos conectando diabetes a Alzheimer em 2016. Ela buscou reconciliar duas tendências confusas. Pessoas que têm diabetes tipo 2 são aproximadamente duas vezes mais propensas a ter Alzheimer, e pessoas que têm diabetes e são tratadas com insulina também são mais propensas a ter Alzheimer, sugerindo que a insulina elevada desempenha um papel na doença de Alzheimer. Na verdade, muitos estudos encontraram que insulina elevada, ou “hiperinsulinemia”, aumenta significativamente seu risco do Alzheimer. Por outro lado, se acredita que pessoas com diabetes tipo 1, que não produzem insulina nenhuma, também têm um risco maior de Alzheimer. Como podem ambas as afirmações serem verdadeiras?

Schilling afirma que isto acontece por causa da enzima degradante da insulina (IDE - insulin-degrading enzyme), uma enzima que degrada a insulina e as proteínas amiloides no cérebro – as mesmas proteínas que se aglomeram e levam à doença de Alzheimer. Pessoas que não têm insulina suficiente, como aquelas cuja capacidade do corpo de produzir insulina foi esgotada pelo diabetes, não vão produzir enzimas suficiente para quebrar esses aglomerados no cérebro. Enquanto isso, em pessoas que usam insulina para tratar seu diabetes e acabam com excesso de insulina, a maioria dessa enzima é utilizada para quebrar essa insulina, não deixando enzima suficiente para realizar a quebra dos aglomerados de amiloides no cérebro.

De acordo com Schilling, isso pode acontecer mesmo em pessoas que ainda não têm diabetes – que estão em um estado conhecido como “pré-diabetes”. Simplesmente significa que sua glicose sanguínea é superior ao normal, e é algo que afeta aproximadamente 86 milhões americanos.

Schilling não é pesquisadora clínica; ela faz pesquisa básica e apenas se interessa pelo assunto. Mas Rosebud Roberts, professora de epidemiologia e neurologia na Mayo Clínica, concorda com a interpretação dela.

Em um estudo de 2012, Roberts dividiu cerca de 1.000 pessoas em quatro grupos com base em quanto de sua dieta era proveniente de carboidratos. O grupo que comia a maior quantidade de carboidratos tinha uma chance 80 por cento maior de desenvolver comprometimento cognitivo leve – uma parada no caminho para a demência – do que aqueles que comiam a menor quantidade de carboidratos. Pessoas com Comprometimento Cognitivo Leve, ou CCL, conseguem vestir e alimentar a si mesmas, mas têm problemas com tarefas mais complexas. Intervir no CCL pode ajudar a prevenir a demência.

Rebecca Gottesman, professora de neurologia na Universidade Johns Hopkins, alerta que os achados sobre carboidratos não estão tão bem estabelecidos como aqueles sobre diabetes. “É difícil ter certeza neste estágio, sobre qual seria a dieta ‘ideal’,” ela disse. “Há uma sugestão de que uma dieta mediterrânea, por exemplo, pode ser boa para a saúde do cérebro”.

Mas ela diz que existem várias teorias aí fora para explicar a conexão entre níveis elevados de glicose no sangue e demência. O diabetes também pode enfraquecer os vasos sanguíneos, o que aumenta a probabilidade de que você venha a ter mini AVCs no cérebro, causando várias formas de demência. Uma alta ingestão de açúcares simples pode fazer as células, incluindo as do cérebro, ficarem resistentes à insulina, o que poderia causar a morte das células cerebrais. Enquanto isso, comer demais em geral pode causar obesidade. A gordura extra em pessoas obesas libera citocinas, ou proteínas inflamatórias que também podem contribuir para a deterioração cognitiva, disse Roberts. Em um estudo de Gottesman, a obesidade dobrou o risco da pessoa de ter proteínas amiloides elevadas em seus cérebros ao longo da vida.

Roberts disse que pessoas com diabetes tipo 1, em sua maioria, apenas estão em risco se a sua insulina é tão mal controlada que elas têm episódios de hipoglicemia. Mas até pessoas que não têm qualquer tipo de diabetes devem estar atentas a sua ingestão de açúcar, ela disse.

“Só porque você não tem diabetes tipo 2 não significa que você pode comer tanto carboidrato quanto quiser”, ela disse. “Especialmente se você não é fisicamente ativo.” O que comemos, ela acrescentou, “é um grande fator na manutenção do controle do nosso destino”. Roberts disse que este novo estudo de Xie é interessante porque ele também mostra uma associação entre pré-diabetes e o declínio cognitivo.

Isso é um ponto importante que frequentemente é esquecido nas discussões sobre Alzheimer. Esta é uma doença tão terrível que pode parecer inevitável. E, é claro, existem fatores genéticos e outros fatores não nutricionais que contribuem para a sua progressão. Mas, como ela e outros pesquisadores apontam, as decisões que nós tomamos a respeito dos alimentos são um fator de risco que podemos controlar. E está começando a parecer que decisões nós tomamos enquanto ainda estamos relativamente jovens podem afetar nossa saúde cognitiva futura.

“A doença de Alzheimer é como um fogo que queima lentamente e que você não vê quando começa,” Schilling disse. Leva tempo para os aglomerados se formarem e para a cognição começar a se deteriorar. “No momento em que você vê os sinais, é demasiado tarde para apagar o fogo.”

(Traduzido de https://www.theatlantic.com/amp/article/551528/)

A glutamina é considerada um aminoácido condicionalmente essencial. Nosso corpo a produz mas, em algumas situações de de...
09/11/2018

A glutamina é considerada um aminoácido condicionalmente essencial. Nosso corpo a produz mas, em algumas situações de desequilíbrio metabólico e na prática de exercícios físicos intensos, a quantidade produzida não é suficiente.

Quando usada pela manhã, em jejum, a glutamina exerce um papel muito importante no equilibrio da flora intestinal, sendo muito indicada para fortalecimento do sistema imune e tratamento de disbiose intestinal.

A disbiose intestinal é o desequilíbrio da flora bacteriana intestinal, ou seja, as bactérias negativas se sobressaem em relação ás bactérias positivas, e esse quadro causa vários fatores negativos ao organismo como:

Falha na digestão dos alimentos, resultando em alimentos mal digeridos;
Fermentação de alimentos mal digeridos no intestino (formação de gases intestinais);
Diminuição da absorção de nutrientes, gerando carências nutricionais;
Mal-estar, cansaço, náuseas, mal humor, irritação ( isso porque as endorfinas, substâncias que geram bem-estar são produzidas nos intestinos e, se ele está em disbiose, a produção dessas substâncias também é comprometida).
Mal funcionamento intestinal: Constipação (intestino preso) ou diarréia (intestino solto).
A alteração da microbiota intestinal pode ser originada por alimentação inadequada, uso indiscriminado de antibióticos, ant-iinflamatórios, o uso abusivo de laxantes, excesso do consumo de alimentos processados, consumo de alimentos crus, excesso de exposição a toxinas ambientais, presença de fungos, quadros patológicos, como doenças crônicas, e o estresse.

No intuito de melhorar a microbiota intestinal, a suplementação de glutamina contribui diminuindo a translocação bacteriana, possuindo uma ação reparadora na mucosa, estimulando o crescimento das vilosidades intestinais e aumentando a capacidade absortiva. Estudos indicam que a baixa quantidade de glutamina pode ocasionar atrofia das células intestinais, prejuízo na função imunológica e aumento da suscetibilidade a infecções.

A glutamina deve ser suplementada pela manhã em jejum para fortalecimento do sistema imune e melhora no funcionamento intestinal. A dose recomendada pode variar de 5 a 10 gramas.

Parabéns colegas Médicos 👊🏻
18/10/2018

Parabéns colegas Médicos 👊🏻

Rio que eu amo❤️
19/09/2018

Rio que eu amo❤️

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10/09/2018

Grande dica da semana:
No Livro Digital Low Carb Receitas, você encontrará as melhores e mais variadas receitas para o Café da Manha, Almoço, Lanche da Tarde, Jantar e Sobremesa com o objetivo de obter melhor qualidade de vida e potencializar o seu emagrecimento. Prepare receitas deliciosas, emagrecedoras e o melhor de tudo: Receitas que vão te ajudar definitivamente a queimar gordura ! O Livro Digital Low Carb Receitas conta com 100 receitas totalmente voltadas para sua perda de peso, divido em 5 categorias: - Receitas para o Café da manhã - Receitas para o Almoço - Receitas para o Lanche - Receitas para o Jantar - Receitas para Sobremesa 3 Super Bônus: - Guia Jejum Intermitente para iniciantes - 3 passos para inciar sua dieta Low Carb - 10 Receitas Detox

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http://www.medicinageriatrica.com.br/2006/12/28/teorias-do-envelhecimento-celular/O envelhecimento é um dos maiores enig...
06/03/2018

http://www.medicinageriatrica.com.br/2006/12/28/teorias-do-envelhecimento-celular/

O envelhecimento é um dos maiores enigmas da vida e, ninguém consegue compreendê-lo totalmente. Muitos, em toda a história humana, têm feito as mesmas perguntas sobre o fenômeno: O que é envelhecimento? Por que as pessoas envelhecem? Por que em algumas pessoas determinados órgãos envelhecem mais rapidamente que outros? Podemos retardar, parar ou reverter o envelhecimento?

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