SOS HOSP. CÂNCER NOVA FRIBURGO

SOS HOSP. CÂNCER NOVA FRIBURGO SOS HOSPITAL DO CÂNCER NOVA FRIBURGO (Hospital Estadual Francisco Faria). Um homem que decidiu transformar dor em força, e adversidade em propósito.

🏥🚑 José Roberto Pacheco Folly é mais que um nome: é sinônimo de luta, esperança e compromisso com a vida. Em Nova Friburgo, sua missão se tornou clara: garantir o retorno e a conclusão do Hospital do Câncer, um projeto vital para toda a região.

🏥🚑 Esse hospital, que agora receberá o nome de Hospital Regional de Oncologia Francisco Faria, simboliza mais do que paredes e equipamentos. Ele representa um sonho coletivo. Uma promessa de cuidado, dignidade e acesso à saúde de qualidade para milhares de pessoas que enfrentam o câncer com coragem.

🏥🚑 José Roberto conhece de perto a batalha contra o câncer. Ele decidiu erguer-se como voz ativa de uma causa nobre: a luta por um sistema de saúde mais justo e acessível para todos.

🏥🚑 Durante anos, as obras do hospital ficaram paralisadas, enterrando sonhos sob o concreto inacabado. Mas José Roberto não se calou. Foi às ruas, mobilizou a sociedade, pressionou autoridades e uniu corações em torno de uma ideia: o hospital precisa sair do papel e se tornar realidade.

🏥🚑 Seu ativismo ultrapassou barreiras políticas e pessoais. Com determinação inabalável, ele construiu pontes entre diferentes setores, mostrando que quando a causa é justa, não há espaço para vaidades. Há apenas uma direção: em frente, rumo à concretização do hospital.

🏥🚑 O Hospital Regional de Oncologia Francisco Faria não é apenas um equipamento de saúde. É um símbolo. Um marco na história de Nova Friburgo e das cidades vizinhas. Um espaço onde vidas serão salvas, histórias serão reescritas e famílias encontrarão esperança onde antes havia desespero.

🏥🚑 E a liderança de José Roberto foi decisiva para reacender esse sonho. Suas palavras, sua presença e sua fé inspiram uma cidade inteira. Ele mostrou que um cidadão comum pode mover montanhas quando guiado pelo amor ao próximo e pela coragem de não desistir.

🏥🚑 Com uma campanha firme nas redes sociais, entrevistas em rádios, televisão e encontros com lideranças estaduais e federais, José Roberto reacendeu a luz sobre a obra esquecida. A cada passo, ele lembrou ao poder público de sua obrigação com a população.

🏥🚑 Hoje, o Hospital do Câncer de Nova Friburgo está mais próximo de se tornar realidade. Cada bloco de concreto reerguido carrega o peso da esperança. Cada metro quadrado construído representa a vitória de uma comunidade que não aceitou o abandono.

🏥🚑 E esse avanço tem nome e sobrenome: José Roberto Pacheco Folly. Seu nome será lembrado por gerações como o homem que não desistiu. Que fez da sua luta pessoal um legado coletivo. Que viu na dor uma oportunidade de mudança.

🏥🚑 Francisco Faria, nome que batiza o hospital, foi também uma referência de luta e compromisso com a saúde. A homenagem eterniza o trabalho de quem dedicou a vida à causa pública, e fortalece ainda mais o sentido social e humano desse projeto grandioso.

🏥🚑 O caminho não foi fácil. Houve obstáculos, críticas, promessas vazias. Mas José Roberto permaneceu firme, guiado por um propósito maior: oferecer dignidade a quem enfrenta o câncer. Um desafio que só quem viveu sabe o quanto é árduo.

🏥🚑 Seu exemplo já inspira outros movimentos pelo país. Em tempos de desconfiança, ele mostra que ainda há líderes autênticos. Gente que coloca o bem comum acima dos interesses pessoais. Que acredita no poder da mobilização e da fé na mudança.

🏥🚑 E essa fé tem se multiplicado. Comunidades inteiras estão se unindo. Doações, voluntários, apoio institucional. A obra que parecia esquecida agora é vista como prioridade. O sonho coletivo, liderado por José Roberto, finalmente encontrou seu caminho.

🏥🚑 O Hospital Regional de Oncologia Francisco Faria será equipado com tecnologia de ponta e equipe multidisciplinar. Um espaço de acolhimento, pesquisa, prevenção e tratamento. Um lugar onde cada paciente será tratado com respeito, cuidado e humanidade.

🏥🚑 A voz de José Roberto ecoa como um lembrete constante: “Vale a pena lutar”. Essa frase, mais do que um lema, é a essência do que ele representa. É o grito de quem não aceitou o silêncio da omissão, e escolheu agir, mesmo diante da dor.

🏥🚑 O futuro da saúde pública em Nova Friburgo será marcado por esse legado. Um hospital erguido por muitas mãos, mas guiado por uma vontade inquebrantável. A vontade de José Roberto, que se tornou símbolo de esperança para todo o estado do Rio de Janeiro.

🏥🚑 Cada tijolo colocado é fruto de resistência. Cada ala do hospital contará uma história de superação. E no coração dessa obra, estará para sempre a luta de um homem que decidiu fazer a diferença, não apenas por ele, mas por todos.

🏥🚑 Hoje, ao olhar para o horizonte e ver o hospital tomando forma, José Roberto sabe que a missão ainda não terminou. Mas já pode dizer, com a serenidade de quem não se rendeu: "Valeu a pena lutar. E seguirei lutando, até o último dia, por cada vida que ainda pode ser salva."

🏥🚑 Esse é o legado de José Roberto Pacheco Folly. Um guerreiro da vida real. Um líder que transformou sua dor em esperança. E que provou que, mesmo nas batalhas mais difíceis, com fé, coragem e amor ao próximo, é possível mudar o mundo.

11/02/2026

✊💚 VALE A PENA LUTAR / PRESTAÇÃO DE CONTAS 2026✊💚
✊💚 10 ANOS DE LUTA. PELAS VIDAS. 💚✊: A História do Hospital do Câncer de Nova Friburgo

“Desde 2017, uma luta pela vida mobilizou uma cidade.
Abandono, denúncias, mobilização popular e reconhecimento institucional.
Hoje, a obra avança.
Essa é a vitória de um povo.
Vale a pena lutar.”







10/02/2026

VALE A PENA LUTAR!!!

09/02/2026

✊💚 *VALE A PENA LUTAR / PRESTAÇÃO DE CONTAS, FEVEREIRO 2026*✊💚

✊💚 *10 ANOS DE LUTA. PELAS VIDAS.* 💚✊

Em 2017, o que se via aqui era abandono.
Portas fechadas.
Silêncio.
Dor.

Um hospital que deveria salvar vidas se tornou símbolo de descaso, de um sonho interrompido.
Mas onde muitos desistiram, nós permanecemos.

Foram 10 anos de luta.
10 anos de denúncias, caminhadas, abaixo-assinados, reuniões, cobranças.
10 anos enfrentando o silêncio com voz.
O abandono com presença.
A dor com esperança.

🔥 Houve incêndio.
🔥 Houve medo.
🔥 Houve cansaço.

Mas nunca houve desistência.

Hoje, em 2026, o cenário é outro.
A obra avança.
A vida renasce.
O sonho começa a se tornar realidade.

Este hospital não é apenas concreto e paredes.
Ele carrega a força de um povo,
o suor de quem acreditou,
e a coragem de quem lutou quando lutar parecia impossível.

💚 José Roberto Folly pela Vida
💚 SOS Hospital do Câncer
💚 Juntos, fazemos a diferença

Porque essa história prova uma coisa:

👉 VALE A PENA LUTAR.
👉 Sempre valeu.
👉 Sempre valerá.















Dia Mundial do Câncer - 04/02/2026INCA estima 781 mil novos casos de câncer por ano no Brasil entre 2026 e 2028Estimativ...
05/02/2026

Dia Mundial do Câncer - 04/02/2026

INCA estima 781 mil novos casos de câncer por ano no Brasil entre 2026 e 2028

Estimativas orientam o planejamento de políticas públicas e ações no SUS

OBrasil deve registrar 781 mil novos casos da doença por ano até 2028. Quando excluídos os tumores de pele não melanoma (de alta incidência, mas baixa letalidade), a projeção é de aproximadamente 518 mil casos anuais. Os dados constam da publicação Estimativa 2026–2028: Incidência de Câncer no Brasil (abre numa nova janela), do INCA divulgada nesta quarta-feira, 4, Dia Mundial do Câncer, no edifício-sede do Instituto, no centro do Rio de Janeiro.

As previsões confirmam que o câncer vem se consolidando como uma das principais causas de adoecimento e morte no Brasil, aproximando-se das doenças cardiovasculares. Os números refletem o envelhecimento da população, desigualdades regionais e desafios persistentes no acesso à prevenção, ao diagnóstico precoce e ao tratamento oportuno.

Entre os homens, os cinco tipos de câncer mais incidentes são os de próstata, cólon e reto, pulmão, estômago e cavidade oral, respectivamente.

Entre as mulheres, em ordem de incidência, predominam os cânceres de mama, cólon e reto, colo do útero, pulmão e tireoide.

O câncer de pele não melanoma permanece como o mais frequente em ambos os sexos, sendo apresentado separadamente em razão de sua alta incidência e baixa letalidade.

A publicação destaca ainda cânceres com grande potencial de prevenção e detecção precoce, como o do colo do útero e o colorretal, que seguem entre os mais incidentes no País. As estimativas mostram também diferenças regionais importantes, relacionadas a fatores socioeconômicos, ambientais, comportamentais e ao acesso desigual aos serviços de saúde.

Marcia Sarpa, coordenadora de Prevenção e Vigilância do INCA explicou que “as estimativas, mais do que estatísticas, demonstram a importância de planejar e executar ações de prevenção, detecção precoce e acesso oportuno ao tratamento do câncer”

Elaboradas e divulgadas pela Coordenação de Prevenção e Vigilância (Conprev) do INCA a cada três anos, a Estimativa tem o objetivo de apoiar o planejamento e a vigilância em saúde no curto prazo, com horizonte de até cinco anos, e concentra-se nos tumores de maior magnitude epidemiológica e relevância na saúde pública.

Estimativas não podem ser comparadas

O chefe da Divisão de Vigilância e Análise de Situação da Conprev, Luís Felipe Martins, destacou que as informações não se destinam à construção de séries históricas de incidência: parte das variações observadas ao longo do tempo podem decorrer da melhoria contínua das fontes de informação, como os Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), que vêm apresentando avanços em cobertura, qualidade dos dados e redução de sub-registros. Por essa razão, as estimativas publicadas em diferentes edições não devem ser comparadas diretamente entre si.

Além disso, a metodologia é periodicamente revisada, em alinhamento com recomendações internacionais da Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (Iarc), da Organização Mundial da Saúde (OMS), e do Observatório Global do Câncer (Globocan, na siga em inglês) com a incorporação de novos modelos estatísticos, como predição de curto prazo, uso da razão incidência/mortalidade (I/M) e ajustes por redistribuição de causas mal definidas. Assim, diferenças entre edições podem refletir mudanças metodológicas ou aprimoramento dos dados, e não necessariamente alterações reais na incidência da doença.

Para análises de tendência ao longo do tempo, o INCA recomenda a utilização de dados consolidados dos RCBPs ou de estudos de séries temporais, desenvolvidos com metodologia padronizada e comparável.

“Esse instrumento [a Estimativa] é fundamental porque ele é um farol que guia a capacidade de planejar no território a intervenção, entendendo, inclusive, o conjunto dos equipamentos, das ofertas assistenciais, dos recursos humanos que precisam ser dimensionados e articulados parta responder os casos esperados”, disse Mozart Júlio Tabosa Sales, secretário de Atenção Especializada à Saúde do MS.

Para Jonas Gonseth-Garcia, coordenador de Determinantes da Saúde, Doenças Crônicas Não Transmissíveis e Saúde Mental da Organização Pan-Americana da Saúde da OMS no Brasil, “não há boa política pública sem boa evidência”. A Estimativa 2026-2028 é um instrumento estratégico que ajuda “antecipar cenários, priorizar ações e orientar investimentos”.

Claudia Mello, secretária de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, considerou que “as estimativas deste triênio, 26-28, são uma chamada à ação. O dado de 781 mil casos anuais no Brasil é uma alerta, principalmente para nós, do Sudeste, onde a incidência é mais acentuada”.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lembrou da meta da sua pasta: “Fazer o Brasil ter a maior rede pública de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer do sistema público do mundo”. O ministério pretende “expandir o serviço – estamos fazendo isso –, vamos qualificar os serviços, com a coordenação (papel fundamental) do INCA”.

A diretora da Iarc, Elisabete Weiderpass, por vídeo, defendeu que “ao investir em informação, planejamento e prevenção baseado em evidência, é possível reduzir o sofrimento por câncer, otimizar recursos e avançar rumo a uma sociedade mais saudável e mais equitativa”.

A mesa de abertura do evento foi composta ainda por Daniel Soranz, secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro. A introdução da cerimônia do feita pela diretor-geral do INCA, Roberto Gil.

A servidora Marceli de Oliveira Santos, vítima de câncer, e uma das idealizadoras da primeira edição da Estimativa, em 1995, foi homenageada: a edição lançada este ano foi a primeira sem sua colaboração, mas com a permanência de seu legado.

A cerimônia foi apresentada pela jornalista Daniella Daher, do Serviço de Comunicação Social do INCA, e pode ser assistida na íntegra pela TV INCA.

PRINCIPAIS DESTAQUES
➔ 781 mil novos casos de câncer estimados por ano no Brasil em cada ano do triênio 2026-2028.

➔ 518 mil casos anuais da doença, excluídos os tumores de pele não melanoma.

➔ O câncer se aproxima das doenças cardiovasculares como principal causa de morte no Brasil.

➔ A doença segue como desafio central para o SUS nas próximas décadas.

TIPOS DE CÂNCER MAIS INCIDENTES
Homens

Próstata (30,5%)

Cólon e reto (10,3%)

Pulmão (7,3%)

Estômago (5,4%)

Cavidade oral (4,8%)

Mulheres

Mama (30,0%)

Cólon e reto (10,5%)

Colo do útero (7,4%)

Pulmão (6,4%)

Tireoide (5,1%)

DESIGUALDADES REGIONAIS
➔ Câncer do colo do útero está entre os mais incidentes no Norte e Nordeste.

➔ Câncer de estômago tem maior incidência entre os homens no Norte e Nordeste.

➔ Tumores associados ao tabagismo (pulmão e cavidade oral) são mais frequentes no Sul e Sudeste.

➔ Diferenças refletem acesso desigual à prevenção, rastreamento e tratamento. As diferenças observadas refletem desigualdades nos padrões de comportamento dos indivíduos, no acesso ao diagnóstico e ao tratamento.

PREVENÇÃO E DIAGNÓSTICO PRECOCE
➔ Vacinação contra o HPV previne câncer do colo do útero.

➔ Controle do tabagismo segue como uma das medidas mais eficazes de prevenção de diferentes tipos de câncer.

➔ Consumo de álcool deve ser evitado, pois está associado a diversos tipos de câncer, até mesmo em baixas doses, tendo seu risco ampliado quando combinado ao tabagismo.

➔ Alimentação saudável e atividade física reduzem risco de diversos tipos de câncer.

➔ Rastreamento e diagnóstico precoce aumentam chances de cura e reduzem mortalidade.


METODOLOGIA E AVANÇOS
➔ Estimativas baseadas em modelos de predição de curto prazo.

➔ Uso da razão incidência/mortalidade (I/M).

➔ Correção de sub-registros de mortalidade e incidência.

➔ Metodologia alinhada à Iarc/OMS.

➔ Dados dos Registros de Câncer de Base Populacional e do Sistema de Informações sobre Mortalidade.

Saúde e Vigilância Sanitária

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Como o teranóstico está mudando a luta contra o câncer Imagine enxergar a doença e, com a mesma tecnologia, tratá-la. Es...
01/02/2026

Como o teranóstico está mudando a luta contra o câncer

Imagine enxergar a doença e, com a mesma tecnologia, tratá-la. Essa é a proposta do Teranóstico, conceito que está transformando a medicina nuclear e abrindo novas perspectivas para pacientes com cânceres avançados. “Usamos a mesma substância para identificar a doença e, depois, para combatê-la. É como se a imagem se tornasse ação”, explica Paulo Almeida, coordenador do serviço de medicina nuclear do Real Hospital Português.

Essa estratégia tem revolucionado o tratamento do câncer de próstata avançado, além de beneficiar casos de câncer de tireoide e tumores neuroendócrinos. Em alguns centros, já é aplicada também para tumores hepáticos, um avanço que coloca o Brasil em sintonia com protocolos internacionais.

O Teranóstico representa um salto para a medicina personalizada, pois permite mapear a extensão da doença com precisão e direcionar a terapia exatamente para as células afetadas. Essa integração reduz efeitos colaterais, aumenta as chances de sucesso e oferece uma alternativa menos invasiva em comparação às terapias convencionais. Estudos internacionais apontam que essa abordagem está entre as mais promissoras da oncologia, com projeções de crescimento acelerado nos próximos anos.

Além de melhorar a eficácia, o Teranóstico também muda a experiência do paciente. Em vez de múltiplos procedimentos separados, o tratamento é planejado com base na imagem molecular da doença, garantindo maior assertividade. “Estamos diante de uma mudança de paradigma. É medicina de precisão aplicada à prática clínica”, reforça Paulo.

Onde isso já acontece

No Nordeste, o Real Hospital Português é um dos poucos centros que oferecem essa abordagem para tumores hepáticos e neuroendócrinos, além de protocolos avançados para próstata e tireoide e o único de Pernambuco. Com infraestrutura de ponta e equipe especializada, o hospital consolida sua posição como referência em alta complexidade, alinhado às melhores práticas globais.

“Nosso compromisso é trazer para Pernambuco tecnologias que antes estavam restritas a grandes centros internacionais. Isso significa que pacientes da região podem acessar terapias de última geração sem precisar sair do estado”, destaca Paulo Almeida.

Esse investimento reflete a estratégia do hospital de integrar inovação e cuidado humanizado. Além da tecnologia, há um esforço contínuo para capacitar equipes e garantir protocolos seguros, oferecendo aos pacientes não apenas tratamento avançado, mas também acolhimento e suporte em todas as etapas.

Fonte: Medicina S/A

O aumento do câncer colorretal entre jovens de 30 a 40 anos é uma tendência alarmante que especialistas associam forteme...
01/02/2026

O aumento do câncer colorretal entre jovens de 30 a 40 anos é uma tendência alarmante que especialistas associam fortemente ao estilo de vida moderno. Embora historicamente fosse mais comum após os 50 anos, a doença está se manifestando de forma mais agressiva em pacientes mais novos.

Por que está crescendo entre os jovens?

As principais causas investigadas incluem:

Alimentação Ultraprocessada: O consumo frequente de embutidos (presunto, salsicha, bacon), bebidas açucaradas e a chamada "dieta ocidental" pobre em fibras.

Metabólitos da Carne Vermelha: Estudos indicam que moléculas derivadas da digestão excessiva de carne vermelha são impulsionadores do risco precoce.

Sedentarismo e Obesidade: A síndrome metabólica e o excesso de gordura corporal criam um ambiente inflamatório propício ao tumor.

Fatores Emergentes: O uso excessivo de antibióticos (que altera a flora intestinal) e a exposição à poluição também são hipóteses em estudo.

Como evitar e detectar precocemente

A prevenção começa com mudanças de hábito e atenção aos sinais que muitos jovens negligenciam:

Atenção aos Sintomas: Não ignore sangue nas fezes, dores abdominais constantes, perda de peso sem motivo ou fezes afiladas (em formato de fita ou lápis).

Alimentação Rica em Fibras: Priorize frutas, verduras, grãos integrais e reduza o consumo de carne vermelha para menos de 500g por semana.

Rastreamento Antecipado: A recomendação geral de início para exames como a Colonoscopia baixou para 45 anos. No entanto, quem tem histórico familiar deve iniciar as avaliações ainda mais cedo, geralmente aos 35 anos ou 10 anos antes da idade em que o parente foi diagnosticado.

Estilo de Vida Ativo: Praticar atividades físicas regularmente ajuda a reduzir a inflamação e melhora o trânsito intestinal.

Você tem algum histórico de câncer colorretal na família ou apresenta algum desconforto abdominal persistente atualmente?

Esse texto é apenas para fins informativos. Para orientação ou diagnóstico médico, consulte um profissional.

Câncer colorretal em jovens e idosos: o mesmo nome para duas doenças?As pesquisas científicas estão em constante evoluçã...
01/02/2026

Câncer colorretal em jovens e idosos: o mesmo nome para duas doenças?

As pesquisas científicas estão em constante evolução, especialmente quando se voltam para entender as causas de um problema global crescente: o aumento alarmante, nas últimas décadas, de casos de câncer colorretal em adultos jovens — por definição, com menos de 50 anos.

A trajetória da cantora e empresária Preta Gil contra a doença chamou atenção para esse cenário. Um estudo publicado neste mês na prestigiada revista The Lancet trouxe novos insights sobre o padrão de mutações genéticas, buscando entender as diferenças entre pacientes jovens e idosos com câncer colorretal.

Conduzido pelo University Shanghai Cancer Center, na China, o trabalho analisou 17.133 amostras de tumores de pacientes brancos, asiáticos e negros diagnosticados com a doença em oito países. Desse total, 29,1% eram indivíduos com menos de 50 anos. A conclusão foi: os tumores de jovens e idosos não apenas se comportam de forma diferente, como também apresentam perfis genéticos distintos.

Para chegar a esse resultado, os cientistas examinaram alterações no DNA das amostras de pacientes da China, da Coreia do Sul, dos Estados Unidos, do Canadá, da Holanda, da França, da Espanha e da Nigéria.

Como o câncer é causado por mutações genéticas, os pesquisadores dividiram os casos em dois grupos, de acordo com a quantidade de mutações por megabase — unidade usada para medir o comprimento de sequências de DNA.

No primeiro grupo, ficaram os chamados hipermutados (com mais de 15 mutações por megabase). Os demais foram classificados como não hipermutados. Entre os hipermutados, os pacientes jovens apresentaram uma carga de mutações 11% maior do que os mais velhos. Além disso, nesse grupo, foram identificadas mais alterações em genes associados à iniciação e ao desenvolvimento do câncer.

Já no grupo não hipermutado, os pacientes jovens apresentaram menos mutações que os idosos, e não se observaram padrões tão distintos entre as faixas etárias. Isso reforça a hipótese de que, quando os tumores em jovens têm muitas mutações, eles se desenvolvem de forma mais rápida — sem a necessidade de um acúmulo progressivo ao longo dos anos, como costuma ocorrer em idosos.

O estudo chinês dialoga com outro trabalho relevante, publicado este ano na revista Nature, que investigou como os processos de mutação se associam à geografia e à idade dos pacientes. Ao avaliar quase mil genomas de 11 países — incluindo o Brasil —, os cientistas identificaram variações nas chamadas assinaturas genéticas do câncer colorretal conforme o país e a faixa etária.

Essas assinaturas são como “cicatrizes” deixadas no DNA por agentes danosos — químicos, metabólicos ou bacterianos. Muitas delas ainda têm origem desconhecida. As alterações causadas por esses agentes contribuem para o processo de transformação das células saudáveis em células cancerígenas.

Nos países com maior incidência de câncer colorretal, como Rússia, Canadá e Polônia, foram mais comuns duas assinaturas específicas, denominadas SBS88 e ID18. Ambas estão associadas à colibactina, uma toxina produzida pela bactéria Escherichia coli e por outras bactérias intestinais. Essa substância é capaz de danificar o DNA, favorecendo o aparecimento do câncer.

Essas assinaturas foram 3,3 vezes mais comuns em pessoas diagnosticadas antes dos 40 anos do que naquelas após os 70. Além disso, a presença da colibactina foi associada a mutações no gene APC, um dos primeiros a se alterar no processo de desenvolvimento do câncer colorretal.

Por que essas bactérias parecem afetar mais os jovens? Ainda não há uma resposta definitiva. Uma hipótese é que essas bactérias estejam presentes no intestino desde a infância ou a adolescência e causem danos de forma silenciosa por anos.

Fatores como obesidade, dieta rica em ultraprocessados e uso indiscriminado de antibióticos, especialmente na infância, podem favorecer a mudança na composição do microbioma intestinal — criando um ambiente propício ao câncer colorretal em idade precoce.

Esses dois estudos trazem uma mensagem poderosa: talvez não estejamos lidando com uma única doença, mas com duas formas distintas de câncer colorretal — uma que acomete idosos de forma mais lenta, e outra que surge nos jovens com maior agressividade e peculiaridades genéticas próprias.

Essa constatação pode mudar as estratégias de prevenção, rastreamento e tratamento. Já há países que reduziram a idade recomendada para a primeira colonoscopia para 40 anos. Além disso, identificar e controlar precocemente os fatores que favorecem certas bactérias intestinais pode se tornar uma estratégia preventiva.

Por fim, saber que muitos tumores em jovens são mais mutados e possuem mutações diferentes pode permitir o desenvolvimento de tratamentos específicos mais eficazes para esses casos, como novas imunoterapias e terapias-alvo.

À luz dessas descobertas, talvez seja hora de parar de pensar em “um só câncer colorretal”, e começar a tratá-lo como doenças diferentes, com abordagens distintas.

*João Fogacci, oncologista da Oncologia D’Or

Fonte: Veja Saúde

https://www.facebook.com/share/1BiTEUAqVs/ NOTA DE PESAR!!!É com profundo pesar, que os amigos e moradores da Ponte da S...
23/01/2026

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NOTA DE PESAR!!!

É com profundo pesar, que os amigos e moradores da Ponte da Saudade, faz esta nota de pesar pelo falecimento da amiga, MARIA ERLIANDRA VEIGA.

"O VELÓRIO ESTARÁ ACONTECENDO, NESTA QUINTA-FEIRA, 22/01/2026, A PARTIR DAS 17H, NO MEMORIAL SAF, NO BAIRRO DE DUAS PEDRAS, NO DIA 23/01/26, ÀS 11H, ESTÁ PROGRAMADO A CERIMÔNIA DE DESPEDIDA E ORAÇÃO, E ÀS 12H, SAIRÁ O CORTEJO FÚNEBRE PARA O SEPULTAMENTO ÀS 14H, NO CEMITÉRIO EM BARRA ALEGRE."

DESCANSE EM PAZ!!!

Deixamos em nome de todos os moradores e amigos, os sinceros pêsames, e desejamos força para superar este momento tão difícil, que DEUS conforte os nossos corações.

Atenciosamente,

José Roberto Pacheco Folly

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;
João 11:25



https://www.facebook.com/share/1BiTEUAqVs/ NOTA DE PESAR!!!É com profundo pesar, que os amigos e moradores da Ponte da S...
23/01/2026

https://www.facebook.com/share/1BiTEUAqVs/



NOTA DE PESAR!!!

É com profundo pesar, que os amigos e moradores da Ponte da Saudade, faz esta nota de pesar pelo falecimento da amiga, MARIA ERLIANDRA VEIGA.

"O VELÓRIO ESTARÁ ACONTECENDO, NESTA QUINTA-FEIRA, 22/01/2026, A PARTIR DAS 17H, NO MEMORIAL SAF, NO BAIRRO DE DUAS PEDRAS, NO DIA 23/01/26, ÀS 11H, ESTÁ PROGRAMADO A CERIMÔNIA DE DESPEDIDA E ORAÇÃO, E ÀS 12H, SAIRÁ O CORTEJO FÚNEBRE PARA O SEPULTAMENTO ÀS 14H, NO CEMITÉRIO EM BARRA ALEGRE."

DESCANSE EM PAZ!!!

Deixamos em nome de todos os moradores e amigos, os sinceros pêsames, e desejamos força para superar este momento tão difícil, que DEUS conforte os nossos corações.

Atenciosamente,

José Roberto Pacheco Folly

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;
João 11:25





*NOTA DE PESAR!!!*

É com profundo pesar, que os amigos e moradores da Ponte da Saudade, faz esta nota de pesar pelo falecimento da amiga, MARIA ERLIANDRA VEIGA.

*"O VELÓRIO ESTARÁ ACONTECENDO, NESTA QUINTA-FEIRA, 22/01/2026, A PARTIR DAS 17H, NO MEMORIAL SAF, NO BAIRRO DE DUAS PEDRAS, NO DIA 23/01/26, ÀS 11H, ESTÁ PROGRAMADO A CERIMÔNIA DE DESPEDIDA E ORAÇÃO, E ÀS 12H, SAIRÁ O CORTEJO FÚNEBRE PARA O SEPULTAMENTO ÀS 14H, NO CEMITÉRIO EM BARRA ALEGRE."*

DESCANSE EM PAZ!!!

Deixamos em nome de todos os moradores e amigos, os sinceros pêsames, e desejamos força para superar este momento tão difícil, que DEUS conforte os nossos corações.

Atenciosamente,

José Roberto Pacheco Folly

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;
João 11:25



Agradeço imensamente a Wanderson Gonçalves, Ana Lucia Santos, Laila Vece, Rita Helena Felipe de Abreu, Cristina Cunha Pe...
21/01/2026

Agradeço imensamente a Wanderson Gonçalves, Ana Lucia Santos, Laila Vece, Rita Helena Felipe de Abreu, Cristina Cunha Penetra, Vanuza Klein, Maria Vera Raphael, Victorino Sepulcri, Creusa Belinger, Rosângela Fadma B Cor Deiro

por todo o apoio de vocês! Parabéns aos meus superfãs que estão em uma sequência 🔥!

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Uma população que tem o único objetivo de em breve ver a RETOMADA E CONCLUSÃO DAS OBRAS DO HOSPITAL!!!

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CONSEGUIREMOS MUITO MAIS ASSINATURAS ATÉ A INAUGURAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO HOSPITAL!!!