Alice Souto

Alice Souto Serviço de atendimento psicológico individual de jovens e adultos online e presencial

03/04/2026

Vou f**ar monotemática por um tempo sim. Quer dizer, MANUtemática.
É meu jeito de elaborar e homenagear. Tenho no meu coração que Manu (como ativista não-mono) ia gostar.

Mas uma coisa importante, quando eu digo MELHOR, é melhor pra mim, tá? E pra minha comunidade. Não é nenhuma regra! Sou eu apenas expressando meu ponto de vista e falando do que eu sinto.

Não quero ser modelo pra ninguém.
Mas acho que essa é uma vivência que merece ser comunicada.

Faz sentido pra vocês?
Quem já viveu assim uma amor-amizade desse jeito?

Manda aqui nos COMENTÁRIOS!

Nosso 🍎Pomar-Amor🍎 está em luto pela perda da Manu e do Chico.Manu foi uma importante ativista não-mono — crítica, consc...
01/04/2026

Nosso 🍎Pomar-Amor🍎 está em luto pela perda da Manu e do Chico.
Manu foi uma importante ativista não-mono — crítica, consciente e profundamente entusiasmada. Seu próprio grupo de WhatsApp se chamava “Manugamia”.

Esteve com a gente desde o início da 🍎Maçãnaria🍎. Participou da produção do nosso primeiro encontro presencial, no começo de 2025. Lembro com carinho do dia em que ela compôs músicas com IA para cada integrante, a partir das apresentações no grupo — rimos muito, foi um sucesso absoluto. Manu estava radiante naquele encontro, como em tantos outros. Aliás, ela quase nunca faltava.

Para mim, Manu era também uma grande conselheira. Eu sempre recorria a ela: perguntava sobre pessoas, pedia opiniões, dividia ideias. Sua escuta era atenta, mas sua fala, firme — e necessária.

Mais recentemente, com a criação do grupo temático Masculinidades Maçãners, dentro da comunidade, Manu foi nomeada Embaixadora desse grupo. Assumiu esse papel com muita seriedade, participando dos encontros e contribuindo para tensionar e qualif**ar o diálogo dos homens com as mulheres.

Ela estava feliz com essa função — e isso era bonito de ver. Com sua personalidade confrontadora, Manu me ensinou muito. Ela me ajudou a não acolher além do limite, a reconhecer quando certas falas não devem ser normalizadas ou toleradas. Era intensa, direta, “braba” — e foi exatamente assim que me ajudou a f**ar mais atenta, mais firme. Levo esse aprendizado comigo.

Neste último Carnaval, ela idealizou e montou as fantasias do bloco Piranhas Carinhosas. Foi, sem dúvida, um dos dias mais especiais. E nossa última lembrança juntas também é cheia de vida: na sexta-feira passada, no encontro da Maçãnaria, quando ela levou o Chico, que acompanhou atentamente a dinâmica Não-Monogamia explicada com meteoritos. Foi a última vez que os vi, e guardo esse momento com muito carinho. Naquela noite, cheguei em casa e comi, em sequência, os dois pudins que Manu havia preparado. Levo comigo a doçura da sua existência. Manu e Chico presentes!

Amanhã teremos a chance de estar juntes para se abraçar, chorar e elaborar coletivamente o luto pela perda da nossa amad...
31/03/2026

Amanhã teremos a chance de estar juntes para se abraçar, chorar e elaborar coletivamente o luto pela perda da nossa amada Manu e do Chico. (O velório dele será no mesmo horário ao lado, na sala 2.)

Ainda sem conseguir articular mais palavras, cito o comentário querida Viic que fez às pressas uma arte para o convite.

“Amiga, essa foi a arte mais difícil que eu fiz na minha vida. Tentei deixar com cores quentes e solares porque era como era Manu na nossa vida”. (Viic).

30/03/2026

A não-monogamia é escolha ou não? 🤔
Vivemos em uma sociedade que reforça a monogamia como padrão 💍 — então, romper com isso pode sim parecer uma escolha.
Mas, ao mesmo tempo, muitas pessoas não-mono sentem que nunca se encaixaram nesse modelo… e que, depois de se reconhecerem, “não tem volta” 🌱✨
Ou seja: pode ser tanto uma vivência profunda quanto um posicionamento político 💬
E sabemos… não é um caminho fácil. Existe julgamento, medo e insegurança. Por isso, ter uma comunidade faz toda a diferença 🤝💜
✨ Se você é não-monogâmico(a) ou está nesse processo e precisa de apoio:
📩 Agende um aconselhamento não-mono
👥 Ou participe do próximo grupo terapêutico
🔗 Link na bio!

Encontro da 🍏Maçãnaria🍎com esse tanto de gente diversa… afinal, nem toda maçã é igual, né? ✨A Maçã Madura chega como nov...
28/03/2026

Encontro da 🍏Maçãnaria🍎com esse tanto de gente diversa… afinal, nem toda maçã é igual, né? ✨

A Maçã Madura chega como novo grupo temático na nossa Comunidade do WhatsApp, nascendo dessa Roda de Conversa tão potente sobre Não-Monogamia e Etarismo 🍏🌈

E depois… veio a dinâmica dos meteoritos ☄️
Percebemos que, assim como o impacto de um grande meteoro assusta, a Não-Monogamia também desperta medos. Mas, como as rochas meteóricas, esses encontros podem trazer novos conhecimentos, atravessar a história e transformar paisagens 🌍💫

Teve presença ilustre, amigues querides, risos, abraços…
Mais um ponto bordado nesse tecido afetivo feito a muitas mãos 🧵❤️

E ainda rolou a deliciosa dinâmica do beijo de jambú com Não-Monobloco 😋💋
Exercitando o sim, o não, o diálogo e a compersão… 🌿✨

Gratidão, pomar-amor, por mais um encontro lindo 🍎💛
Nos vemos na última sexta-feira de abril (dia 24)! 📅💫

27/03/2026

Quero só ver como é a NÃO-MONOGAMIA explicada com METEORITOS ☄️☄️☄️☄️

25/03/2026

O Grupo Terapêutico da Maçãnaria é um espaço de escuta, acolhimento e elaboração de questões ligadas às Não-Monogamias, a partir da abordagem Pós-Reichiana (Psicologia Corporal).

Se você se identif**a com as ideias da Não-Monogamia, mas encontra dificuldades para vivê-las na prática, saiba: você não está só. Na jornada não-mono, é comum nos depararmos com sentimentos contraditórios. Em teoria, pode parecer claro que amor não é controle — mas, na experiência, surgem dores e afetos desafiadores: ciúmes, sensação de posse, competição, vergonha, exclusão, rejeição, ansiedade…

Para atravessar essas experiências, não basta apenas compreender racionalmente. A chamada “couraça monogâmica” se estrutura também no corpo, no sentir. Por isso, é fundamental integrar pensamento e emoção, mente e corpo, em um contexto de apoio mútuo e cuidado psicológico. Muitas pessoas acabam reprimindo seus sentimentos na tentativa de se adequar a um ideal não-mono — o que pode tornar essa vivência solitária e pesada.

Este grupo nasce justamente como um espaço para sustentar e elaborar esses processos, com base na abordagem corporal, buscando flexibilizar essa couraça e ampliar as possibilidades de viver relações mais livres e conscientes.

Participe do Grupo Terapêutico da Maçãnaria.�Serão 2 encontros por mês, ao longo de três meses — de abril a junho.

Inscreva-se agora mesmo pelo link da bio.�As vagas são limitadas!

Investimento:
Valor integral: R$ 220,00 (mensal)�Vagas afirmativas (pessoas negras, indígenas e trans): R$ 110,00 (mensal)

Pagamento antecipado com desconto (pelos três meses):�R$ 600,00 (valor integral)�R$ 300,00 (vagas afirmativas)

Datas dos encontros�Sextas-feiras das 14h às 15h30

Abril: 17 | 24�Maio: 15 | 29�Junho: 12 | 26

📌Sobre mim:
Eu sou psicóloga formada pela UFRJ com Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) na UFF. Trabalho com atendimentos clínicos há 16 anos na abordagem Pós-Reichiana (também conhecida como Terapia Corporal). Criadora da Comunidade Maçãnaria voltada para acolhimento de pessoas Não-Mono e Simpatizantes.

O Grupo Terapêutico da Maçãnaria é um espaço de escuta, acolhimento e elaboração de questões ligadas às Não-Monogamias, ...
23/03/2026

O Grupo Terapêutico da Maçãnaria é um espaço de escuta, acolhimento e elaboração de questões ligadas às Não-Monogamias, a partir da abordagem Pós-Reichiana (Psicologia Corporal).

Se você se identif**a com as ideias da Não-Monogamia, mas encontra dificuldades para vivê-las na prática, saiba: você não está só. Na jornada não-mono, é comum nos depararmos com sentimentos contraditórios. Em teoria, pode parecer claro que amor não é controle — mas, na experiência, surgem dores e afetos desafiadores: ciúmes, sensação de posse, competição, vergonha, exclusão, rejeição, ansiedade…

Para atravessar essas experiências, não basta apenas compreender racionalmente. A chamada “couraça monogâmica” se estrutura também no corpo, no sentir. Por isso, é fundamental integrar pensamento e emoção, mente e corpo, em um contexto de apoio mútuo e cuidado psicológico. Muitas pessoas acabam reprimindo seus sentimentos na tentativa de se adequar a um ideal não-mono — o que pode tornar essa vivência solitária e pesada.

Este grupo nasce justamente como um espaço para sustentar e elaborar esses processos, com base na abordagem corporal, buscando flexibilizar essa couraça e ampliar as possibilidades de viver relações mais livres e conscientes.

Participe do Grupo Terapêutico da Maçãnaria.
Serão 2 encontros por mês, ao longo de três meses — de abril a junho.

Inscreva-se agora mesmo pelo link da bio.
As vagas são limitadas!

Investimento:
Valor integral: R$ 220,00 (mensal)
Vagas afirmativas (pessoas negras, indígenas e trans): R$ 110,00 (mensal)

Pagamento antecipado com desconto (pelos três meses):
R$ 600,00 (valor integral)
R$ 300,00 (vagas afirmativas)

Datas dos encontros
Sextas-feiras das 14h às 15h30

Abril: 17 | 24
Maio: 15 | 29
Junho: 12 | 26

📌Sobre mim:
Eu sou psicóloga formada pela UFRJ com Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) na UFF. Trabalho com atendimentos clínicos há 16 anos na abordagem Pós-Reichiana (também conhecida como Terapia Corporal). Criadora da Comunidade Maçãnaria voltada para acolhimento de pessoas Não-Mono e Simpatizantes.

20/03/2026

Ainda tem gente que acha que casamento é garantia de cuidado no futuro — e usa isso pra criticar a não-monogamia.

Mas a realidade é mais complexa: especialmente para mulheres, nem as estatísticas sustentam essa ideia.
Quando falamos em redes afetivas e família para além do modelo tradicional, dizem que é romantização. Só que viver a não-monogamia exige encarar questões reais — como o etarismo.

💬 Esse é o tema da próxima Roda de Conversa da Maçãnaria, na última sexta do mês, no Cozinha da Lapa.
Vem! Vai ter roda, show do Não-Mono Bloco e beijo de jambu 🍃💋

Apoia a iniciativa? COMENTA 🍎!

🍎 Alô, família Não-Mono e Simpatizantes! 🍎Nesta sexta, 27/03, a partir das 19h, tem Encontro da Maçãnaria no Cozinha da ...
18/03/2026

🍎 Alô, família Não-Mono e Simpatizantes! 🍎

Nesta sexta, 27/03, a partir das 19h, tem Encontro da Maçãnaria no Cozinha da Lapa – nosso recanto da Não-Monogamia no RJ! ✨

Abrimos a noite com um momento de acolhimento e apresentação de quem está chegando, seguido da nossa Roda de Conversa com o tema: Maçã Madura: Não-Monogamia e Etarismo.

Programação:
🍎 19h30 – Roda de Conversa
com Gilcelene Braga e Diana Andrade
Mediação: Alice Souto
Tema: Maçã Madura: Não-Monogamia e Etarismo

🍎 21h – Exposição/Dinâmica
Explicando a Não-Monogamia com Meteoritos

🍎 22h – Show do Não Mono Bloco.
(Nunca não é Carnaval no Rio de Janeiro!)

✨ O evento é gratuito – mas contribua com o chapix!

Vamos cantar, dançar, comer, beber e cultivar nossa rede de afetos 🌱
Chame seus amores e venha pro pomar! 🍎❤️

Ficou sabendo desse rolê?! Pois então, saímos no The New York Times! É a não monogamia pelo mundo! Sabemos que ainda há ...
07/03/2026

Ficou sabendo desse rolê?! Pois então, saímos no The New York Times!

É a não monogamia pelo mundo!
Sabemos que ainda há muito o que a sociedade compreende sobre a NM mas é uma alegria ver esse assunto sendo abordado e explorado.

Vamos seguindo! Viva a não monogamia!

Você tem uma rede de afetos. Legal!Mas… quem TE ESCOLHE para ser acompanhante no hospital?Na mesma semana em que postamo...
06/03/2026

Você tem uma rede de afetos. Legal!
Mas… quem TE ESCOLHE para ser acompanhante no hospital?

Na mesma semana em que postamos sobre rede de afetos e hospital, minha METAMOR foi internada.

(Para quem fala “monogamiquês”: a namorada do meu namorado.)

E começam as perguntas práticas:
Quem f**a com a cria?
Quem alimenta o pet?
Quem cuida de quem cuida?

No sistema monogâmico tradicional, essas respostas costumam estar prontas:
companheira, mãe, irmã, tia…
talvez uma amiga de longa data. E só depois o marido ou o pai.

Mas na Não-Monogamia, outras pessoas da rede de afetos também entram no cuidado. E o que muitos imaginam ser uma desvantagem
— “mais gente para se preocupar” —
me fez sentir algo inesperado.

Eu me senti ESCOLHIDA!
Disso quase ninguém fala.

Quando a gente constrói vínculos que não dependem apenas de sangue ou exclusividade sexual, outras formas de sentir também aparecem.

Sou grata por fazer parte dessa rede
que também pode evitar abandono e sobrecarga.

Alguém já se sentiu assim? ESCREVA NOS COMENTÁRIOS!

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Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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