03/01/2026
Ciúmes com um problema de FOCO 👁️🔥
Na monogamia, muita gente tenta evitar o ciúmes a qualquer custo 😣 — chega a abrir mão de amizades para não lidar com ele. Na não-monogamia, o movimento costuma ser o oposto ✨: buscamos encará-lo de frente, sentar com ele, entender sua origem e seu impacto, sem precisar nos privar de vínculos afetivos 💞.
Dentro dessa busca por autoconhecimento, a psicologia corporal é uma grande aliada 🧠🧘🏽♀️.
Ela nos ajuda a reconhecer que cada pessoa sente o ciúmes de um jeito próprio — e às vezes conseguimos até localizar esse sentimento no corpo 👤.
Quando o ciúmes perturba o pensamento, tira a clareza e embaralha a mente 😵💫, estamos diante de um tipo de ciúmes do nível ocular — um problema de FOCO 👁️.
Esse padrão faz com que a pessoa acredite que só é possível amar de verdade se uma única pessoa for o centro da sua vida (e vice-versa) 🎯❤️. Fora disso, o amor pareceria instável ou inexistente.
Para quem sente assim, a coexistência de vínculos pode gerar confusão e sensação de irrealidade 🌪️.
A teoria da não-monogamia pode até fazer sentido 🤝, mas na prática, abrir mão da exclusividade pode parecer um mergulho num buraco sem fundo 🕳️ — falta chão.
Pessoas com questões ligadas à ocularidade tendem também à paranoia 👀💭: mesmo dentro da monogamia, podem sentir ciúmes de situações que nem existem, interpretando pequenos indícios como ameaças.
A grande vantagem da não-monogamia para essas pessoas é o convite ao diálogo claro e direto 💬✨ — em vez de suposições e subentendidos. Ela exige presença, atenção e foco em cada vínculo, favorecendo o desenvolvimento afetivo e relacional 🌱💞.
E vale dizer: essa é apenas uma das formas possíveis de vivenciar o ciúmes. Existem outras ligadas a diferentes segmentos corporais descritos por Wilhelm Reich 📚.
Quer conhecer os outros tipos de ciúmes? 👇
Comente aqui embaixo: “eu quero” 💛 Se houver interesse, continuo essa série de posts 🔥