Psicóloga Fabíola Pereira

Psicóloga Fabíola Pereira Ajudo mulheres devastadas por um
a se reconstruírem🦋Agende sua sessão 💻

No papel de suprimento narcisista, a filha não existe como pessoa inteira.Ela existe como reguladora emocional da mãe.Su...
01/02/2026

No papel de suprimento narcisista, a filha não existe como pessoa inteira.

Ela existe como reguladora emocional da mãe.

Sua função passa a ser amparar, acalmar, validar, sustentar.

O humor da mãe vira prioridade.

As necessidades da filha f**am em segundo plano.

Ela aprende a adular para evitar conflito.

Aprende a se manter menor para preservar a estabilidade da mãe.

Neutraliza emoções que não são dela, absorve tensões que não criou e chama isso de cuidado.

O custo é silencioso:

autoanulação, cansaço emocional e a sensação constante de que viver é sustentar o outro.

Nada disso é percebido como abuso no início.

Parece amor.
Parece dever.
Parece lealdade.

Mas ninguém nasceu para ser regulador emocional de um pai ou de uma mãe.

Isso não é amor.
É função.

Você se reconhece nesse lugar?

23/01/2026

Quando você contraria um narcisista, a punição não vem em forma de diálogo.

Vem em forma de distorção, isolamento e ataque à sua reputação.

No narcisismo materno, isso costuma ser invisível, mas profundamente destrutivo.

Se esse vídeo nomeou algo que você vive, fique por aqui.
Este perfil é pra quem está aprendendo a confiar na própria percepção.

🥀 O luto é um processo complexo e doloroso que pode ser desafiador de superar. Existe uma teoria sobre o luto que o sepa...
20/01/2026

🥀 O luto é um processo complexo e doloroso que pode ser desafiador de superar. Existe uma teoria sobre o luto que o separa em estágios, e esse entendimento pode ajudar na recuperação emocional, dando sentido pro sofrimento.

💔 O primeiro estágio é a negação, quando a pessoa se recusa a aceitar a perda. Depois vem a raiva, quando a pessoa se sente injustiçada e com raiva da situação. Em seguida, a barganha, quando a pessoa tenta negociar com Deus ou com o universo para trazer a pessoa de volta. A tristeza é o quarto estágio, quando a pessoa começa a sentir a dor da perda. Finalmente, vem a aceitação, quando a pessoa começa a se ajustar à nova realidade.

🤝 É importante buscar ajuda profissional para lidar com o luto, especialmente se o processo se tornar prolongado ou complicado. Um psicólogo pode ajudar a pessoa a expressar seus sentimentos, encontrar formas saudáveis de lidar com a perda e recuperar a esperança.

🌻 Lembre-se de que cada pessoa lida com o luto de maneira diferente e em seu próprio tempo. Seja gentil consigo mesmo e permita-se sentir suas emoções.

👉 A superação do luto pode levar tempo, mas é possível encontrar a paz interior e seguir em frente com a vida. Se precisar de ajuda, entre em contato comigo.

O filme Desventuras em Série conta a história de crianças que, após perderem os pais, passam a viver sob a tutela de um ...
17/01/2026

O filme Desventuras em Série conta a história de crianças que, após perderem os pais, passam a viver sob a tutela de um adulto que deveria protegê-las.

Na prática, ele se aproxima não por cuidado, mas por interesse.

O que mais chama atenção não é apenas a crueldade explícita, mas a forma silenciosa como o abuso acontece.

Ninguém acredita nas crianças.
Os alertas são ignorados.
E o adulto segue sendo visto como responsável, enquanto sabota, engana e se beneficia da vulnerabilidade delas.

Esse tipo de dinâmica funciona como uma metáfora potente para relações em que quem deveria cuidar, controla.

Onde o afeto vem misturado com medo.
Onde a proteção serve mais a quem protege do que a quem é protegido.

Nem toda violência é escancarada.
Algumas acontecem na sutileza, na inversão de papéis, no descrédito constante da experiência do outro.

Às vezes, o perigo não vem de fora da família.
Vale olhar com outros olhos.

Esse filme te fez pensar em algo?

Eu não fechei meu coração.Eu fechei a porta da exploração.Fechar o coração seria endurecer.Criar limites é amadurecer.Du...
12/01/2026

Eu não fechei meu coração.
Eu fechei a porta da exploração.

Fechar o coração seria endurecer.
Criar limites é amadurecer.

Durante muito tempo, você deu demais.
Compreendeu demais.
Esperou demais.
Aceitou migalhas achando que era amor.

Chega um momento em que parar de dar
não é frieza.
É proteção.

Afastar-se não é punir o outro.
É cuidar de si.

Nem todo silêncio é indiferença.
Nem todo limite é rejeição.
Às vezes, é só o fim do autoabandono.

Limite também é cuidado. 🤎

Seus sentimentos e suas necessidades são tão válidos quanto os de qualquer outra pessoa.Mas quando você vive sendo inval...
07/01/2026

Seus sentimentos e suas necessidades são tão válidos quanto os de qualquer outra pessoa.

Mas quando você vive sendo invalidada,
aprende a duvidar do que sente.

Aprende a se calar.

A ceder.

A se adaptar demais.

Com o tempo, passa a achar que exagera,
que pede demais,
que sente errado.

Não sente.

O que você sente é resposta a um contexto.

E suas necessidades não são excesso.

São sinais de vida, de limite, de verdade.

Relacionamentos saudáveis não exigem
que você se abandone para ser aceita.

Se esse texto te atravessou,
permita-se escutar um pouco mais a si mesma.🤎

“Eu sei tudo sobre relacionamento abusivo…mas quando é comigo, eu travo.”Esse é o ponto que quase ninguém fala.Consciênc...
06/01/2026

“Eu sei tudo sobre relacionamento abusivo…
mas quando é comigo, eu travo.”

Esse é o ponto que quase ninguém fala.

Consciência intelectual não cura vínculo traumático.
Informação não reorganiza, sozinha, um sistema emocional ferido.

O trabalho clínico começa quando a mulher para de tentar entender o outro
e começa a sentir, sustentar e reorganizar a si mesma.

É aqui que a terapia deixa de ser conversa
e vira transformação.

Compartilha com aquela mulher que “já sabe de tudo”, mas continua presa.➡️

Feche os olhos por alguns segundos e imagine:chegamos em junho de 2026.Seis meses se passaram.Lá atrás, você prometeu qu...
05/01/2026

Feche os olhos por alguns segundos e imagine:
chegamos em junho de 2026.

Seis meses se passaram.

Lá atrás, você prometeu que esse seria o ano do autoconhecimento.
Que ia se priorizar.
Que ia entender sua história, suas escolhas, seus padrões.
Que ia viver com mais consciência e menos sobrevivência.

Mas, ao se olhar no espelho ou olhar para a própria vida
você percebe que nada disso aconteceu.

Na prática, você continua:
sem saúde mental,
repetindo os mesmos ciclos emocionais,
se adaptando demais,
se escolhendo de menos.

E aí vem a pergunta silenciosa:

“Por que isso sempre acontece comigo?”

Não é falta de vontade.
Não é azar.
E definitivamente não é falta de força.

É repetição.

Ano após ano, você diz:
“Agora vai.”
“Agora eu vou ter um relacionamento saudável.”
“Agora eu vou superar.”

O problema é que quase tudo f**a no campo da intenção.
Ou do pensamento.
Ou da promessa que você faz quando já está exausta.

Querer não muda a vida.
Ação muda.

E quando falamos de saúde mental,
agir signif**a parar de se abandonar
e criar um espaço real para se cuidar.

Na prática, isso começa assim:
reservando tempo na sua agenda, mesmo corrida, para iniciar ou retomar um processo de psicoterapia.

Não para “dar conta de tudo”.
Mas para sair da estagnação emocional
e interromper ciclos que se repetem há anos.

Hoje, segunda-feira (05/01), retomo meus atendimentos.
Minha agenda será aberta ao longo da semana...

Se você sente que não quer transformar 2026 em mais uma repetição,
me chame no direct
ou fale comigo pelo link na bio.

Autoconhecimento não é promessa de ano novo.
É escolha diária.
É movimento.
É cura.

DESPERTE.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ
23087286

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