Gabrielle Brígido - Psicóloga

Gabrielle Brígido - Psicóloga Gabrielle Brígido
Psicóloga
CRP 05/58592

As festas de fim de ano não são uma comemoração para todos 💭
16/12/2025

As festas de fim de ano não são uma comemoração para todos 💭

Alguns recortes de novembro agora que chegamos no último mês do ano ✨
02/12/2025

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O fim do ano não é o fim da vida ✨
27/11/2025

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E você, já se interessou pela sua origem?
05/11/2025

E você, já se interessou pela sua origem?

Recortes do mês de outubro que terminou 🔙✨
03/11/2025

Recortes do mês de outubro que terminou 🔙✨

Mais uma vez mudei meu cabelo esse ano e algumas pessoas comentaram como eu gosto de mudar, tentar novas cores, cortes e...
09/10/2025

Mais uma vez mudei meu cabelo esse ano e algumas pessoas comentaram como eu gosto de mudar, tentar novas cores, cortes etc. E realmente é uma coisa que eu realmente gosto, porque sempre fui da filosofia de que “cabelo cresce” e que era possível brincar com isso. Ao mesmo tempo, também acredito que essas mudanças externas refletiram as mudanças internas que foram tantas nesse ano de 2025.

Apesar de todos os anos virem juntos com algumas novidades e mudanças, o que é inevitável, sinto que esse ano foi de muitos altos e baixos, mas especialmente sinto que aproveitei quase que cinco anos em um. Na vida pessoal foram muitas mudanças, assim como na vida profissional também. Então, para mim, uma forma de refletir essas mudanças internas foi mudando minha aparência da forma que eu mais gosto.

É claro que nem todos seguem isso, mas podemos sim ver como as pessoas costumam mudar fisicamente, seja cabelo, roupas etc, mesmo que de forma inconsciente e nem tanto intencional. As mudanças que sofremos em nossas vidas, sejam elas boas ou ruins, nos atingem e nos mudam também, principalmente internamente. Estamos em constante mudança e, mesmo que por vezes isso seja amedrontador, é importante acolher o novo que a vida nos apresenta. Mudar o externo é só um reflexo, o principal é como mudamos por dentro.

Você já pensou sobre suas escolhas? 💭
30/09/2025

Você já pensou sobre suas escolhas? 💭

A terapia online se popularizou principalmente em 2020 com a pandemia, mas até hoje esse modo de atendimento continua ex...
26/08/2025

A terapia online se popularizou principalmente em 2020 com a pandemia, mas até hoje esse modo de atendimento continua existindo. Mas alguns se questionam: o que seria melhor? Online ou presencial?

Uma análise online e presencial acontecem a partir dos mesmos princípios, seguindo com o mesmo aparato teórico, com a escuta do analista e com o convite para que o paciente fale tudo aquilo que vier à sua cabeça.

A escolha por uma modalidade ou outra trata-se apenas de questões práticas que variam de paciente para paciente.

Para alguns é importante a presença física do psicanalista, de ter um lugar específico para falar sobre suas questões, um lugar de privacidade em que não precise se preocupar com o que está falando ou qualquer outros motivos que envolvam a preferência pelo presencial.

Já para outros, o online permite a praticidade de encaixar o horário da análise com sua rotina de trabalho, permite que busque por psicanalistas que realmente se identifiquem de alguma forma independendo da cidade, estado ou país que residam, e que não tem problemas com um ambiente com privacidade e silêncio para poder lidar com suas próprias questões.

Ser online ou ser presencial trata-se, então, de uma preferência pessoal de cada paciente e também da disposição e preferência de cada psicanalista.

Seu psicanalista não vai resolver sua vida por você!O que ele vai fazer é construir, junto com você, a possibilidade de ...
19/08/2025

Seu psicanalista não vai resolver sua vida por você!

O que ele vai fazer é construir, junto com você, a possibilidade de elaborar sofrimentos, criar novos caminhos, entender sua história.

A análise não é um milagre, e sim um trabalho de construção.

Quem nunca ouviu alguém falar “fazer isso é uma terapia para mim”? Mas a verdade é que “tipo terapia” não é terapia.É cl...
14/08/2025

Quem nunca ouviu alguém falar “fazer isso é uma terapia para mim”? Mas a verdade é que “tipo terapia” não é terapia.

É claro que quando fazemos algo que gostamos e que nos traz bem estar sentimos um efeito terapêutico, ou seja, nos sentimos bem, sentimos nossas energias renovadas e nos sentimos mais felizes. Mas isso não substitui uma terapia!

A terapia está em um outro lugar. É um espaço em que podemos falar e somos escutamos, a partir de uma escuta qualificada, e podemos abrir espaço para a elaboração de nossa dor e sofrimento. Nem sempre é uma tarefa fácil ou prazerosa, sendo um trabalho árduo mas que faz efeitos importantes em nossa vida.

Por isso, é claro que é importante buscarmos fazer coisas que nos façam bem, mas elas não podem nos dar a falsa sensação de que substituem a busca por uma terapia!

Algumas pessoas tem dificuldades para falar sobre si mesmas, surgindo o questionamento se seria possível fazer uma análi...
12/08/2025

Algumas pessoas tem dificuldades para falar sobre si mesmas, surgindo o questionamento se seria possível fazer uma análise já que não sabem falar de si.

O que a análise nos ensina é que poder falar também é um trabalho, e numa análise parece que aprendemos a falar novamente, só que de um outro lugar.

Mesmo aqueles que sabem falar de si, percebem que a análise é diferente. Pedimos para que paciente fale tudo aquilo que vier à cabeça, e isso faz com que o controle que temos do que falamos e da forma que falamos vá se tornando mais fraco e passamos a permitir que nosso inconsciente possa surgir.

Com o analista, no decorrer da análise, todos aprendem a falar sobre sua história, seus sofrimentos e suas dores.

Por vezes podemos escutar a frase “tem tantas pessoas com problemas maiores, que esse seu problema não é nada”, seja da ...
07/08/2025

Por vezes podemos escutar a frase “tem tantas pessoas com problemas maiores, que esse seu problema não é nada”, seja da própria pessoa que sofre quanto de outras pessoas que tentam invalidar seu sofrer.

Mas mesmo que outras milhares de pessoas sofram mais, isso não tirar o valor do seu sofrer.

Se machucamos nosso dedo, ele não deixa de doer porque alguém machucou o braço inteiro. E isso também é válido para as dores psicológicas.

Invalidar de tal forma nosso sofrimento, só o aumenta. Faz com que deixemos guardado dentro de nós essa dor, que vai só aumentar por não poder ser dita. Precisamos olhar para nossas dores como válidas, como reais, assim como não devemos apontar a dor do outro como menores.

Cada um sente uma dor, e somente você pode falar de sua própria dor e do quanto ela dói em você.

Endereço

Rua Haddock Lobo, 210/sala 804
Rio De Janeiro, RJ

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