11/03/2026
Ao longo da vida, a saúde feminina passa por diferentes fases: menarca, ciclo reprodutivo, planejamento de gestação, parto, puerpério e menopausa. Cada etapa traz demandas específicas de cuidado, que envolvem acompanhamento ginecológico regular, exames de rotina e atenção à saúde mental.
Em alguns contextos, a investigação genética pode contribuir para compreender riscos e orientar condutas, especialmente em casos de histórico familiar de câncer de mama e ovário, trombofilias, perdas gestacionais recorrentes ou outras condições que impactam a gestação. Alterações hereditárias em genes como BRCA1 e BRCA2 estão associadas a aumento do risco de câncer de mama e ovário, mas representam apenas uma parcela dos casos. A maior parte das mulheres com esses diagnósticos não tem mutações identificadas nesses genes.
Durante o pré-natal, exames laboratoriais e de imagem, associados à triagem neonatal após o nascimento, ajudam a acompanhar a saúde da mãe e do bebê de forma integrada. Informações sobre histórico pessoal, familiar e condições clínicas em curso também fazem parte dessa avaliação.
A genética não define sozinha o caminho de cada mulher, mas amplia a compreensão sobre riscos e possibilidades de cuidado. Cuidar da própria saúde envolve acesso a informação qualificada, vínculos de confiança com a equipe assistencial e decisões compartilhadas ao longo do tempo.
Como você pode, hoje, dar um passo concreto na direção do cuidado com a sua saúde?🤍