Grupo Escolhas

Grupo Escolhas Avaliação, diagnóstico e intervenção dos transtornos do neurodesenvolvimento e aprendizagem.

Atendemos todas as idades com profissionais da: Psicopedagogia, Psicologia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Psicomotricidade.

A avaliação neuropsicológica é uma etapa fundamental quando se busca maior precisão diagnóstica. Isso porque ela não se ...
27/04/2026

A avaliação neuropsicológica é uma etapa fundamental quando se busca maior precisão diagnóstica. Isso porque ela não se limita à observação de sintomas aparentes, mas investiga, de forma técnica e estruturada, como diferentes funções cognitivas, emocionais e comportamentais estão organizadas e como interferem no funcionamento global do paciente.

Na prática clínica, muitos quadros podem apresentar manifestações semelhantes, como desatenção, impulsividade, dificuldades de aprendizagem, alterações de comportamento, prejuízos na interação social, esquecimentos, lentificação ou desorganização. Sem uma investigação aprofundada, há risco de interpretações equivocadas, diagnósticos imprecisos e condutas inadequadas.

A neuropsicologia é tão importante nesse processo porque contribui para o diagnóstico diferencial, permitindo distinguir, com mais segurança, condições do neurodesenvolvimento, transtornos emocionais, alterações cognitivas, dificuldades escolares e quadros neurológicos. Para isso, integra dados da anamnese, história do desenvolvimento, observação clínica e instrumentos padronizados, sempre considerando a singularidade de cada caso.

Mais do que “fechar um diagnóstico”, a avaliação neuropsicológica permite compreender o perfil de funcionamento do indivíduo, identificando prejuízos, potencialidades e necessidades específicas. Isso favorece intervenções mais assertivas, encaminhamentos mais adequados e planejamento terapêutico, escolar e familiar mais coerente com a realidade do paciente.

Diagnóstico correto não depende apenas de reconhecer sinais. Depende de compreender, com profundidade, o que está por trás deles.

Se você acredita que esse conteúdo pode esclarecer outras pessoas, compartilhe esta postagem.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) não é apenas um recurso de comunicação,  é uma língua estruturada, com gramática ...
25/04/2026

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) não é apenas um recurso de comunicação, é uma língua estruturada, com gramática própria, reconhecida legalmente e fundamental para o desenvolvimento cognitivo, social e emocional da pessoa surda.

Valorizar e inserir o ensino de Libras no contexto escolar e nos diversos setores da sociedade não deve ser compreendido como um diferencial, mas como uma condição básica para a construção de uma inclusão efetiva.
Quando a comunicação é acessível, ampliamos possibilidades de aprendizagem, participação social e autonomia.

A ausência de Libras nos espaços educacionais, de saúde e institucionais ainda representa uma barreira significativa, que limita o acesso a direitos fundamentais. Por outro lado, sua presença promove equidade, reduz desigualdades e fortalece práticas inclusivas baseadas no respeito à diversidade linguística e cultural.

Incluir Libras é reconhecer a pessoa surda em sua integralidade, não pela limitação, mas pela potência de uma identidade linguística própria.

Eu já vivi exatamente assim… reagindo a tudo, tentando me defender, achando que estava sendo forte mas, no fundo, só est...
24/04/2026

Eu já vivi exatamente assim… reagindo a tudo, tentando me defender, achando que estava sendo forte mas, no fundo, só estava me ferindo cada vez mais.

Porque no impulso, parece proteção.
Mas depois… vem o peso, o arrependimento e o cansaço emocional.

Inteligência emocional não é sobre deixar de sentir.
É sobre não se perder no que sente.

E isso muda tudo.

Se esse conteúdo fez sentido pra você, salva esse post, talvez você precise reler em um dia difícil.

E se, em silêncio, você lembrou de alguém… compartilha.

“Nós, adultos, falamos muito sobre as crianças, mas falamos pouco com elas e, sobretudo, as escutamos menos ainda.”Loris...
05/03/2026

“Nós, adultos, falamos muito sobre as crianças, mas falamos pouco com elas e, sobretudo, as escutamos menos ainda.”
Loris Malaguzzi

A escuta ativa parental não é apenas um gesto de carinho.
É uma ferramenta de saúde emocional.

Quando os pais escutam de forma genuína, sem interromper, minimizar, corrigir ou apressar, a criança aprende três coisas fundamentais:

▪️ Que seus sentimentos são válidos.
▪️ Que suas palavras têm valor.
▪️ Que conflitos podem ser resolvidos com diálogo.

Isso constrói regulação emocional, fortalece vínculos e amplia a capacidade de comunicação assertiva ao longo da vida.

Loris Malaguzzi, idealizador da abordagem de Reggio Emilia, defendia que a criança é protagonista, competente e cheia de potencialidades. Em sua obra As Cem Linguagens da Criança, ele nos lembra que a criança se expressa de múltiplas formas, pelo brincar, pelo silêncio, pelo corpo, pelo desenho, pelo comportamento.

Escutar uma criança é mais do que ouvir palavras.
É ler emoções.
É validar experiências.
É ensinar, pelo exemplo, como se comunicar com respeito.

Adultos emocionalmente saudáveis quase sempre foram crianças que tiveram espaço para serem ouvidas.

Se queremos filhos que saibam se posicionar, precisamos primeiro aprender a escutá-los.

Salve esse conteúdo para lembrar: comunicação assertiva começa na infância, e começa em casa.

Diagnóstico tardio não significa Autismo “leve”.Significa Autismo não percebido.Muitos adultos autistas cresceram ouvind...
02/03/2026

Diagnóstico tardio não significa Autismo “leve”.
Significa Autismo não percebido.

Muitos adultos autistas cresceram ouvindo que eram:
– “difíceis”
– “sensíveis demais”
– “estranhos”
– “inteligentes, mas complicados”
– “exagerados”

Na infância, aprenderam a mascarar.
Na adolescência, tentaram se adaptar.
Na vida adulta, vieram a exaustão, a ansiedade, a sensação constante de inadequação.

O fato de ter passado despercebido não diminui a intensidade das vivências internas.
Apenas mostra o quanto faltou compreensão.

A avaliação neuropsicológica é fundamental porque:
▫ investiga o funcionamento cognitivo e socioemocional de forma técnica e criteriosa
▫ diferencia TEA de ansiedade, TDAH, depressão ou traços de personalidade
▫ reduz erros diagnósticos
▫ organiza a história de vida sob uma nova perspectiva
▫ direciona intervenções e adaptações necessárias

Diagnóstico não é rótulo.
É ferramenta de compreensão.

E compreender muda a forma como a pessoa se enxerga, e como passa a ser cuidada.

Se você se reconhece nessa história, buscar avaliação pode ser o primeiro passo para reorganizar o presente.

Doenças raras não são tão raras quanto parecem. Entender é o primeiro passo para acolher.Milhões de pessoas convivem dia...
28/02/2026

Doenças raras não são tão raras quanto parecem. Entender é o primeiro passo para acolher.

Milhões de pessoas convivem diariamente com condições crônicas, progressivas e muitas vezes pouco compreendidas. O caminho até o diagnóstico costuma ser longo. O acesso ao tratamento, desafiador. E o impacto emocional e familiar é profundo.

Doenças raras são condições de saúde que acometem um pequeno número de pessoas na população, definidas no Brasil como aquelas que afetam até 65 pessoas em cada 100.000 habitantes. Há milhares de tipos de doenças raras identificados globalmente, estimativas atuais apontam para mais de 6 000 a 10 000 condições distintas e a maioria tem origem genética. No Brasil, estima-se que cerca de 13 milhões de pessoas vivam com alguma doença rara, globalmente, centenas de milhões de pessoas.

No Brasil, existe uma Política Nacional de Atenção às Pessoas com Doenças Raras (Portaria nº 199/2014), que prevê cuidado integral, centros de referência e atendimento multiprofissional.

Mas informação ainda é uma das maiores ferramentas de transformação.

Falar sobre doenças raras é:
✔ ampliar consciência
✔ reduzir estigmas
✔ fortalecer famílias
✔ cobrar políticas públicas efetivas
✔ promover cuidado baseado em ciência e humanidade

Aqui no Grupo Escolhas, acreditamos que cada história importa e que o cuidado precisa ser técnico, integrado e sensível.

Se você conhece alguém que enfrenta uma doença rara, compartilhe este conteúdo.
Informação pode encurtar caminhos e aliviar sofrimentos.

Compulsão não é “falta de controle” simples.É um ciclo psicológico.Muitas pessoas usam a palavra de forma leve:“Sou comp...
27/02/2026

Compulsão não é “falta de controle” simples.
É um ciclo psicológico.

Muitas pessoas usam a palavra de forma leve:
“Sou compulsiva por chocolate.”
“Tenho compulsão por compras.”

Mas, clinicamente, compulsão é um comportamento repetitivo, realizado para aliviar uma tensão interna intensa, mesmo quando a pessoa sabe que aquilo pode trazer prejuízos.

O ciclo costuma funcionar assim:
1️⃣ Surge um desconforto (ansiedade, vazio, culpa, tensão).
2️⃣ A pessoa executa o comportamento (comer, comprar, checar, lavar, apostar, usar substâncias, etc.).
3️⃣ Há alívio momentâneo.
4️⃣ Depois vêm culpa, vergonha ou frustração.
5️⃣ O desconforto retorna, e o ciclo reinicia.

A compulsão não acontece “porque a pessoa quer”.
Ela se mantém porque gera alívio imediato, e o cérebro aprende rapidamente esse atalho.

Com o tempo, vira um padrão de funcionamento disfuncional, impactando finanças, saúde, relacionamentos e autoestima.

Importante:
Compulsão pode estar associada a transtornos como TOC, transtornos alimentares, transtornos de humor, ansiedade e impulsividade. Por isso, o diagnóstico correto é fundamental.

Tratar compulsão não é apenas “parar o comportamento”.
É compreender a função emocional que ele está exercendo.

🧠 Quando entendemos o ciclo, começamos a quebrá-lo.

Se esse conteúdo fez sentido para você, salve para reler depois, e compartilhe com quem precisa entender isso.

26/02/2026

Transtorno alimentar não começa no prato.
Começa na dor que a pessoa não conseguiu nomear.

Imagine que existe um alarme de incêndio emocional dentro de alguém.
Ele dispara diante de:
– ansiedade constante
– sensação de inadequação
– medo de perder o controle
– traumas não elaborados
– pressão estética e comparações

A comida vira uma tentativa de silenciar esse alarme.

Alguns restringem.
Outros comem compulsivamente.
Outros compensam.

Mas o incêndio continua.

Transtornos alimentares não são vaidade.
Não são “frescura”.
Não são falta de força de vontade.

São condições psicológicas sérias, que envolvem:
▫ regulação emocional fragilizada
▫ distorção da imagem corporal
▫ rigidez cognitiva
▫ fatores neurobiológicos

Podem incluir anorexia, bulimia e compulsão alimentar.
E costumam vir acompanhados de:
– obsessão intensa com peso
– medo extremo de engordar
– rituais rígidos com comida
– compulsão seguida de culpa profunda

Isso não é fase.
É sinal de sofrimento.

Não adianta quebrar o alarme.
É preciso cuidar do incêndio.

Buscar ajuda é maturidade emocional.
E tratamento é possível.

Salve esse conteúdo.
Compartilhe com responsabilidade.
Informação pode, sim, salvar vidas.

25/02/2026
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) não começa “do nada” na vida adulta.Na maioria das vezes, ele já dava sinais ...
25/02/2026

Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) não começa “do nada” na vida adulta.

Na maioria das vezes, ele já dava sinais lá atrás, na infância.

A criança que:
– se preocupava excessivamente com tudo
– precisava de constantes garantias
– tinha medo intenso de errar
– apresentava sintomas físicos frequentes (dor de barriga, dor de cabeça) sem causa médica
– chorava com facilidade diante de mudanças
– tinha dificuldade para dormir por antecipação de preocupações

Muitas vezes foi chamada de “sensível demais”, “perfeccionista”, “madura para a idade” ou “muito responsável”.

O que parecia traço de personalidade pode ter sido um padrão ansioso em formação.

A ansiedade generalizada é marcada por preocupação persistente, desproporcional e difícil de controlar. E quando não é identificada precocemente, tende a se estruturar ao longo do desenvolvimento, impactando autoestima, desempenho acadêmico, relações sociais e, na vida adulta, funcionamento profissional e emocional.

Observar sinais na infância não é rotular.
É prevenir sofrimento futuro.

Intervenção precoce muda trajetórias.

🧠 Saúde emocional também se desenvolve, e precisa de cuidado desde cedo.

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