Juliana Mynssen

Juliana Mynssen Cirurgia Geral

CRM-RJ 52.82237-0

SOBRE A RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE...Outro dia li uma colega médica que dizia que se sentia como se dançasse tango com seus...
26/07/2021

SOBRE A RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE...

Outro dia li uma colega médica que dizia que se sentia como se dançasse tango com seus pacientes. Precisa de um compasso, de uma parceria, acertar o ritmo, e, é claro, pode (e deve) ser também ser divertido e prazeroso todo o processo de tratamento, melhora e cuidado.
Eu sempre vi a relação médico-paciente-cirúrgica como um salto duplo de paraquedas. Sempre foi a minha visão comparativa.
"Doutora, mas é simples né?".
O paciente vai dormir, ficar inconsciente, entregar literalmente seu corpo para a equipe médica, iremos administrar medicações que ele não terá controle ou consentimento no momento, será feito cortes, remoções de órgãos, costuras e ao término, esperamos que você se sinta melhor, aliviado de dores, com uma sensação de sono apenas.
Como isso pode ser simples?
Tem que ter muita confiança. Muita responsabilidade. Muito compromisso.
Enquanto o paciente dorme e cai em voo livre, tem pessoas ali responsáveis para garantir que o paraquedas vai abrir, que tem plano B, plano C, que vão se comprometer até o fim de chegar em segurança no chão com você.

Quando paciente tem dúvidas, eu sempre sugiro ouvir outra opinião. Quando me pedem indicações de outras especialidades, eu sugiro ouvir outras opiniões. Já vi pacientes entrarem em outros tratamentos com a expressão na face... "isso não vai dar certo...". Às vezes você pode estar na frente do melhor currículo, mas pode não ter tido empatia. Pesquise sobre seu médico, converse, e veja se a relação iniciada na consulta médica é a que te atende. Alguns casos podem ser resolvidos em consultas e conversas breves, outras necessitam de um tango mais ritmado para dar certo e em outros é queda livre, e, paciente e médico precisam estar de mãos dadas embaixo do mesmo paraquedas para chegarem juntos aos final.

VOCÊ SABE O QUE É UM EXAME ANATOMOPATOLÓGICO?Talvez o melhor amigo ( e inimigo... ) do cirurgião seja o anestesista. E o...
02/06/2021

VOCÊ SABE O QUE É UM EXAME ANATOMOPATOLÓGICO?

Talvez o melhor amigo ( e inimigo... ) do cirurgião seja o anestesista. E o segundo... o intensivista? A enfermeira? A instrumentadora com certeza é o braço direito... e o esquerdo, quem seria?

Cirurgia é um procedimento altamente complexo que necessita de um time. Coeso, integrado que joga junto e vence um campeonato.

O médico patologista atua de forma vital nesse time examinando a peça cirúrgica.

Todo material, órgão, tecido, espécime que removemos do corpo humano durante uma cirurgia deve ser enviado para exame - o exame anatomopatológico.
Isso deve ser feito para toda situação, não é apenas quando suspeitamos de câncer ou doenças raras.

Assim que o órgão, por exemplo, o apêndice, chega para análise, o patologista corta o tecido em fragmentos e o examina no microscópio, usa corantes especiais e marcadores para pesquisa de células cada vez mais modernos e específicos se for o caso.

Este foi um campo na Medicina que expandiu e cresceu muito. Algumas vezes necessitamos que o patologista esteja na sala de cirurgia, para fazer uma análise inicial, parcial já durante a cirurgia. Chamamos de "exame de congelação". Isso é muito importante para definir se temos uma margem de tumor adequada ou para confirmar se aquele tecido removido era mesmo o tecido suspeito. O cirurgião não tem "olhos de raio-x" , mas com o patologista e seu microscópio juntos, informações muito preciosas podem ser fornecidas e são essenciais para o planejamento cirúrgico.

Após a alta o médico sempre deve orientar o paciente para buscar o resultado do anatomopatológico de sua peça cirúrgica e enviar para ele ler o laudo e definir se mais algum tratamento será necessário.

VOCÊ CONHECE A SUA TIREÓIDE?A tireóide é um glândula localizada na região central do pescoço que pesa de 15 a 25 gramas....
26/05/2021

VOCÊ CONHECE A SUA TIREÓIDE?

A tireóide é um glândula localizada na região central do pescoço que pesa de 15 a 25 gramas. Apesar de pequenina e com sua linda e peculiar forma de borboleta (cirurgiões principalmente veem beleza em todos os órgãos do corpo), ela produz os hormônios tireoidianos, participa e exerce diversas funções vitais e pode ser acometidas por diversas doenças, na infância, na gravidez, no envelhecimento e relacionada à doenças auto-imunes e alguns tipos de câncer.

Por isso, o dia 25 de Maio e neste mês temos a Semana Internacional da Tireóide, para chamar a atenção para o cuidado com a saúde deste órgão tão importante.

Pediatras, obstetras, ginecologistas, endocrinologistas, clínicos, cardiologistas, cirurgiões, nutricionistas e diversos especialistas estamos em contato com esse órgão tão especial e suas doenças e precisamos estar sempre atualizados no assunto.

Tanto no consultório, no ambiente familiar ou social é muito comum pacientes e pessoas próximas nos mostrarem exames com alterações hormonais de tireóide.

Os exames para avaliação da tireóide mais comumente solicitados são: TSH, T3 e T4 livre.

Você sabia que muitas vezes as alterações laboratoriais nestes exames podem decorrer de influência de fatores externos que não significam doença na tireóide?

Influência de outros medicamentos, alimentos, preparo inadequado para o exame são fatores que podem interferir nos resultados.

É muito importante uma avaliação médica especializada antes de iniciar algum tipo de tratamento!

Cuide de sua tireóide, cuide da sua saúde. Tem mais dúvidas? Mande sua pergunte, comente ou marque uma consulta. Link na bio.

"TENHO GORDURA NO FÍGADO"...Queixa muito comum no consultório, a esteatose hepática ocorre pelo acúmulo de gordura no fí...
04/05/2021

"TENHO GORDURA NO FÍGADO"...

Queixa muito comum no consultório, a esteatose hepática ocorre pelo acúmulo de gordura no fígado, ou seja, literalmente, o fígado está "gordo". Um pouco de gordura no fígado é normal, e já faz parte da composição do órgão, porém essa gordura em quantidade aumentada pode ser prejudicial e evoluir para um quadro de inflamação crônica - esteato-hepatite que pode até complicar para um quadro de cirrose no fígado.
Décadas atrás, com os avanços de tecnologia e melhoria dos aparelhos de ultrassonografia, era comum pacientes chegarem com laudos de ultrassom de vesícula biliar ou outros órgãos e tinham associado "esteatose hepática" e não atribuíamos tanta importância.

Com estas novas informações, o cirurgião precisa estar atento a este achado, relacionar se o paciente já é diagnosticado ou faz tratamento para obesidade, síndrome metabólica ou dislipidemia (problemas de colesterol) seja come medicamentos, dieta e exercícios. Fígados com muita gordura podem ser mais pesados, sangrar mais durante a cirurgia e pacientes com estes problemas não diagnosticados e controlados no pré-operatório podem ter um pós-operatório mais complicado.
Se você tem esteatose hepática, converse com seu médico, isso pode ser o seu normal ou às vezes pequenas mudanças na sua alimentação já fazem a diferença e o deixam melhor preparado para sua cirurgia!

Tem dúvidas? Pode me perguntar!
Para agendar a uma consulta médica o link está na bio.

A prefeitura do Rio decretou a flexibilização de algumas medidas de restrição contra a Covid-19. Com algumas atividades ...
24/04/2021

A prefeitura do Rio decretou a flexibilização de algumas medidas de restrição contra a Covid-19.
Com algumas atividades retornando aos poucos e a vacinação aumentando, alguns pacientes recuperados e que já tiveram Covid-19, tem essa dúvida:

quando é seguro realizar minha cirurgia eletiva após ter tido Covid-19?

Como tudo relacionado ao novo coronavírus, infelizmente, são informações recentes, estudos limitados e novas descobertas. Porém, já sabemos que as cirurgias realizadas após Covid-19 aumentam muito o risco de complicações principalmente pulmonares e em pacientes diabéticos podem ser ainda mais graves.

A Sociedade Brasileira de Anestesiologia recomenda realizar cirurgias eletivas:

- Quatro semanas para um paciente assintomático ou após recuperação de sintomas leves, não respiratórios.
- Seis semanas para um paciente sintomático (ex.: tosse, dispneia) que não necessitou de internação.
- Oito a dez semanas para um paciente sintomático, diabético, imunocomprometido ou hospitalizado.
- Doze semanas para um paciente que deu entrada na UTI devido à Covid-19.

Estas são orientações gerais, mas cada caso deve ser visto de forma individualizada, principalmente pela recuperação alcançada pelo paciente e pela doença que o paciente apresenta que necessite de cirurgia. Casos de urgência, emergência, câncer entre outros na maioria das vezes não poderão aguardar esta espera pelo risco de complicações mais graves e fatais.

A medicina que eu aprendi no início da faculdade já não era a mesma medicina quando eu me formei. Quando terminei a prim...
23/04/2021

A medicina que eu aprendi no início da faculdade já não era a mesma medicina quando eu me formei. Quando terminei a primeira residência foi ficando ainda mais diferentes os conceitos práticos daqueles aprendidos nos livros universitários. E a medicina que pratico no meu consultório ou ensino para os alunos da UFRJ é ainda mais diferente da minha época de aluna da UFF. Passei a ouvir com frequência a frase: "na minha época... sou de uma época..." e, não sei o porquê, estamos enraizados com essa crença cultural de que nosso conhecimento se restringe e limita ao que aprendemos dentro das salas de faculdade. Qualquer coisa que "aparece" fora do meu período de suposto "aprendizado", eu rejeito. Faz sentido?

Se aprendo na residência médica ou faculdade, eu absorvo, se for depois, eu rejeito.

Essa semana realizamos uma cirurgia que eu nunca tinha feito na minha época de "aprendizado".
Sempre é hora de aprender algo novo, nos atualizar e fazer diferente.

Por quê?

Porque o paciente está no centro de tudo! Precisamos persistir nos melhores resultados, satisfação, custos (sim, algumas vezes precisamos rever procedimentos se o custo o torna proibitivo!) em busca da melhor cirurgia, efetiva e segura para o paciente.

Precisamos, de forma ética, legal, segura e transparente abrir espaço para novas tecnologias, técnicas, discussões e pensamentos.

E você, me conta, o que acha disso?

Para tudo! Você sabia que você pode...🌻Cometer erros;🌸Ter dias difíceis;🥀Ser imperfeito;🌷Fazer o que é melhor para você;...
13/04/2021

Para tudo! Você sabia que você pode...

🌻Cometer erros;
🌸Ter dias difíceis;
🥀Ser imperfeito;
🌷Fazer o que é melhor para você;
🌼Ser você mesmo.

As pessoas gastam uma energia enorme se preocupando com o que os outros pensam e dizem.
Em tempos tão duros, seja seu melhor amigo e pegue leve com você mesmo. Também é um dos melhores remédios para sua saúde física e mental.

09/04/2021

Em tempo de pandemia atendemos mais urgências e pacientes com quadro complicados de inflamações e infecções. Neste vídeo respondo as dúvidas mais comuns sobre doença diverticular do cólon e diverticulite aguda.

Hoje é o dia mundial da saúde. A saúde anda em foco, ou será a doença?Ainda confundimos muito saúde e doença. E acho que...
07/04/2021

Hoje é o dia mundial da saúde. A saúde anda em foco, ou será a doença?
Ainda confundimos muito saúde e doença. E acho que atualmente, infelizmente, ainda falamos, lidamos e cuidamos muito mais das doenças do que na promoção da saúde.
Saúde contempla um bem-estar físico, emocional, social, que mesmo estando doente podemos ter saúde. E o inverso, é claro, verdadeiro. A fragilidade dos sistemas de saúde mostraram como precisamos cuidar da nossa saúde.
✨coma bons alimentos (frutas, verduras e menos industrializados);
✨beba água;
✨pratique exercícios;
✨se relacione de forma construtiva com as pessoas ao seu redor;
✨faça consultas periódicas ao seu médico;
✨e use máscara! 😉

AQUELE POST PARA MARCAR TODO MUNDO...Em medicina nós contamos “causos”... casos clínicos, na verdade... “Tenho um caso d...
06/04/2021

AQUELE POST PARA MARCAR TODO MUNDO...

Em medicina nós contamos “causos”... casos clínicos, na verdade... “Tenho um caso de um paciente...” E assim começamos uma história.

Minha prima, , advogada, usa a expressão “caso concreto”. Depois de assistir suas palestras entendi que no Direito os “casos concretos” são os nossos “casos clínicos”. Gosto da expressão.

Vou contar alguns “casos concretos”.

Há alguns dias fui na e saí do consultório com uma experiência médico-vira-paciente maravilhosa e um brinde no final que nunca tinha visto assim - em mãos - um planner para, entre outras metas, escrever algumas mudanças alimentares (mais frutas, por exemplo). O quê você come? Qual a quantidade? Qual a qualidade do alimento? O quê você sente? - Perguntas médicas.

Caso concreto. Dias depois fiz um retorno de telemedicina de um paciente meu. Checar exames, avaliar reposta medicamentosa, planejar estratégia. Passei um dever de casa - e ele riu. Observar e anotar seus alimentos. O que piora, o que alivia, qual a relação da comida com a sua saúde. - Perguntas médicas.

Caso concreto: assisti no feriado a Live do com o . Não vou dar essa dica novamente. Assistam.
Precisamos entender que o alimento podem ser CAUSA de uma doença. E precisamos entender que os alimentos podem ser TRATAMENTO de uma doença, inclusive de câncer, como eles explicam.

Será que estamos prescrevendo remédios apenas para as doenças ou será que prescrevemos também remédios para as doenças que alguns alimentos podem causar?

Será que você lê o rótulo de um alimento assim como você lê a bula de um medicamento? O pessoal do e a ensinam isso.

Assim como opero, prescrevo medicamentos, o tipo de dieta também pode fazer parte da receita médica. E isso não pode ser tabu ou desdém entre médicos.
Precisamos conversar mais sobre isso, nos consultórios, nos hospitais.
Prescrever mais e mais remédios não é o único caminho.
Também não basta prescrever “dieta”. Precisamos ir mais longe.
Você conversa sobre a dieta dos seus pacientes? Você se preocupa com isso? Quer saber mais?

SOBRE A MEDICINA DO TERROR...Quando aprendemos sobre a doença hipertensão arterial sistêmica aprendemos também sobre a h...
30/03/2021

SOBRE A MEDICINA DO TERROR...

Quando aprendemos sobre a doença hipertensão arterial sistêmica aprendemos também sobre a hipertensão que o médico provoca - a tal hipertensão do jaleco branco.
A pressão arterial aumenta só na frente do médico. Atendo no Fundão um paciente que tem pavor da consulta. Pavor. Ele passa mal dias antes da consulta e só a idéia de fazer uma cirurgia faz com que ele fique ansioso, coma mais, esqueça remédios, fique pior.

Desde o início desta pandemia tenho atendido no consultório um número expressivo de pacientes que me procuram para saber se “precisam mesmo operar agora”, “se vão morrer se não operarem uma hérnia, um cálculo na vesícula que alguém disse...”.
Como colocar mais peso naquele que nos procura atrás de algum alívio?

Li outro dia um termo que fez todo sentido para minha anti-prática médica: “a medicina do terror”. São aqueles lugares comuns - “se você não parar com isso vai infartar, se não parar com aquilo seu diabetes vai te matar, se não mudar isso agora vai ter um câncer, se não operar isso agora isso vai complicar, e por aí vai...” Geralmente tem acompanhantes que pressionam: “diz doutora que isso não pode, diz doutora que isso vai acontecer, diz doutora...”
Precisamos colocar MEDO...

Mas nem os ratinhos, nem as crianças, nem os pacientes aprendem ou se modificam a partir do MEDO.

Criar laços, metas e decisões em busca de saúde, tratamentos e bons resultados cirúrgicos envolvem ferramentas e conhecimentos técnicos e científicos muito mais complexos que o medo.

O medo só faz subir a pressão (e o anestesista suspender a cirurgia...).

VOCÊ SABE A DIFERENÇA DE CIRURGIA ELETIVA, URGÊNCIA E EMERGÊNCIA? Outro dia atendi uma paciente com apendicite aguda que...
26/03/2021

VOCÊ SABE A DIFERENÇA DE CIRURGIA ELETIVA, URGÊNCIA E EMERGÊNCIA?

Outro dia atendi uma paciente com apendicite aguda que quando dei o diagnóstico ela perguntou se poderia ir em casa amamentar o filho.
Não pode - e depois de explicar rapidamente ela foi operada e retornou para casa.
Apendicite aguda é uma urgência cirúrgicas.

As urgências são condições agudas que necessitam de tratamento breve, horas ou dias para evitar complicações graves e até óbitos.

As emergências são condições que geram risco de morte, geralmente acidentes como traumas e necessitam de tratamento imediato.

Já situações como cálculo na vesícula, hérnia, refluxo, bócio de tireóide são condições que toleram cirurgias eletivas, que podem ser agendadas e aguardar liberação do convênio médico.

Em alguns casos o paciente pode ter muita dor, muita dor e prejuízo significativo e essas cirurgias não podem ser postergadas por muito tempo.

As cirurgias para câncer também requerem atenção especial, muitas vezes são eletivas, porém também não permitem uma espera muito grande para evitar a progressão da doença sem tratamento.

E no cenário de pandemia?

Na pandemia observamos na prática e os estudos mostram um redução de cirurgias de emergência (menos aglomerações, acidentes de trânsito), cirurgias de urgências mais complexas com casos mais complicados de quem demorou para procurar atendimento médico e cirurgias para câncer mais avançados, infelizmente.
Muitas cirurgias eletivas sendo suspensas ou postergadas, porém cada caso deve ser avaliado pelo cirurgião afim de evitar complicações maiores.
Muitos hospitais estão fazendo triagem e exames para Covid antes da cirurgia.

Também estamos vendo complicações abdominais cirúrgicas por conta do Covid.

Ou seja, de um jeito ou de outro, seguimos trabalhando. Cuide da sua saúde!

Endereço

Rua Mena Barreto, 29
Rio De Janeiro, RJ

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
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