Palmiro Torrieri

Palmiro Torrieri Novidades na área de terapia manual e osteopatia com ênfase na minha pratica clínica Profissionalismo e futuro da fisioterapia serão discutidos

Finalizando mais um curso na linda cidade de Ribeirão Preto, a chamada Califórnia brasileira.Quando eu era pequeno, meus...
12/10/2025

Finalizando mais um curso na linda cidade de Ribeirão Preto, a chamada Califórnia brasileira.
Quando eu era pequeno, meus pais sempre se referiam às plantações de café da região.
O café foi, por algum tempo, uma das principais fontes de renda, mas se desvalorizou a partir de 1929, perdendo espaço para outras culturas e, principalmente, para o setor industrial. Na segunda metade do século XX, foram incrementados investimentos nas áreas de saúde, biotecnologia, bioenergia e tecnologia da informação, sendo declarada em 2010 como "polo tecnológico". Essas atividades atualmente fazem com que Ribeirão Preto tenha o 29º maior PIB brasileiro.

Mas e o curso?
Dessa vez, realizado em um ótimo hotel, o Tryp by Wyndham Ribeirão Preto, que aliás, depois de uma reforma, está espetacular, com salas de curso e auditórios muito bons, além de um restaurante oriental no último andar que recomendo muito.

Tivemos uma turma com 23 alunos de excelente nível, que trabalharam muito.
Houve muitos casos de sucesso que permitiram um entendimento mais profundo do Conceito Mulligan.
O clima do curso foi sensacional, o que permitiu uma fluidez na condução das técnicas e dos casos clínicos.

Agradeço à , na pessoa dos amigos Bruno, Gustavo e Diego, que sempre organizam esse curso de forma brilhante.
Aproveitei a oportunidade para rever alguns amigos como , , e .felice.
O jantar na casa do Everaldo com sua família foi sensacional. Espero retribuir no Rio.

Ano que vem tem mais...
Aos alunos, meus parabéns antecipados pelo Dia do Fisioterapeuta, que será amanhã. Espero que tenham gostado da homenagem que fiz a eles.
Nos vemos no avançado!

08/10/2025

Capsulite Adesiva do Tornozelo – Tratamentos e Perspectivas
A capsulite adesiva do tornozelo (AF) carece de um protocolo terapêutico preciso, com opções cirúrgicas e não cirúrgicas inspiradas no tratamento da capsulite do ombro, embora sem transposição exata. O texto enfatiza abordagens multidisciplinares para alívio da dor, ganho de amplitude de movimento (ADM) e recuperação funcional, especialmente nos estágios 2 e 3.

Tratamentos Não Cirúrgicos: Recomenda-se a combinação de terapias como ondas de choque extracorpóreas (ESWT), exercícios de alongamento, injeções intra-articulares de corticosteroides e fisioterapia supervisionada. A laserterapia é eficaz no estágio 2 para dor e mobilidade, quando associada a métodos convencionais. Técnicas como Mulligan e Maitland, úteis para hipomobilidade, não são mencionadas, enquanto hidromassagem, manipulação sob anestesia e ultrassom oferecem alívio temporário, sem evidências robustas. Outras modalidades – massagem, calor, crioterapia, TENS e ondas de choque – reduzem dor e aumentam flexibilidade, mas com benefícios de curto prazo. Nos estágios iniciais, movimentos contínuos, anti-inflamatórios e mobilizações ativa/passiva previnem aderências, melhorando a função tecidual.

Tratamentos Cirúrgicos: Para casos refratários, a artroscopia é destacada, com liberação capsular e sinovectomia mostrando superioridade sobre esteroides em rigidez pós-traumática. Um estudo com três pacientes relatou resultados satisfatórios em até dois anos. Contudo, é desafiadora no compartimento posterior e contraindicada em degenerações articulares ou más uniões.

Abordagens Experimentais e Inovadoras: Ensaios clínicos exploram células-tronco mesenquimais, pluripotentes e estromais para autorrenovação tecidual. O plasma rico em plaquetas (PRP) acelera cicatrização via fatores de crescimento; vesículas extracelulares (EVs) atuam em distúrbios esqueléticos. Tecido de bursa, rico em células-tronco, é promissor para reparos.
Continua nos comentários...

05/10/2025

Aspectos Fisiopatológicos da Capsulite Adesiva no Tornozelo

A capsulite adesiva, ou “articulação congelada”, apresenta similaridades notáveis entre ombro e tornozelo, apesar das diferenças na frequência e nos gatilhos. No ombro, é comum surgir idiopaticamente, com dor inicial seguida de rigidez progressiva, afetando especialmente o lado não dominante (esquerdo). No tornozelo, é rara sem história prévia de trauma, infecção ou cirurgia, frequentemente associada à imobilização prolongada em posição equina, levando à perda acentuada de dorsiflexão.

Ambas as condições compartilham mecanismos fisiopatológicos centrais: inflamação como gatilho principal, independentemente da origem, resultando em espessamento capsular por tecido conjuntivo denso, redução do volume intra-articular e perda de recessos articulares. Molecularmente, citocinas como IL-1 e IL-6 regulam adesão celular, remodelação da matriz extracelular (ECM) e migração de células, promovendo fibrose. Estudos em ombro congelado revelam uma sequência inflamatória e fibrótica, com sinovite crônica ativando fibroblastos e deposição excessiva de ECM — o que parece aplicável ao tornozelo, embora com menos evidências clínicas.

Fatores metabólicos contribuem significativamente: acúmulo de produtos finais de glicação avançada (AGEs), resistência à insulina, inflamação crônica de baixo grau e hipóxia local exacerbam o processo. O estilo de vida sedentário agrava esse quadro por meio do estresse oxidativo e da inflamação sistêmica, criando alterações subclínicas nos tecidos articulares.

Uma hipótese neuroanatômica intrigante sugere reorganização cerebral por subutilização (física ou por medo de dor), gerando defesa muscular e rigidez. Isso evoca o risco aumentado em hemiplegia, onde a negligência motora favorece a capsulite.

O ciclo patogênico envolve subutilização articular → defesa muscular → inflamação persistente → hipóxia (queda de pO₂) → ativação de HIF-1, NF-κB, VEGF, MMPs e TNF-α, culminando em angiogênese anormal, infiltração inflamatória e destruição tecidual. Assim, ombro e tornozelo entram em “hibernação funcional” por imobilização, inflamação e alterações metabólicas — especialmente no sedentarismo mod

04/10/2025

Resumo: Capsulite Adesiva do Tornozelo – Será Possível?

A capsulite adesiva (CA) é um tema recorrente na fisioterapia musculoesquelética e na terapia manual. Embora a CA do ombro seja comum e bem documentada, sua ocorrência em outras articulações é rara — com relatos isolados no quadril e tornozelo.

Eu já compartilhei no Instagram casos de CA no ombro, um paciente com CA no quadril e artrofibrose no joelho, que se assemelha à capsulite do tornozelo. Até então, eu conhecia apenas um case series de 1995, mas em 2025, um artigo enviado pelo amigo Dan trouxe uma atualização importante sobre o tema.

O estudo de 2025 analisa a literatura limitada sobre a capsulite adesiva do tornozelo (ACA), uma síndrome infrequente também chamada de “tornozelo congelado” (AF ou FA, termo cunhado por Goldman). Seu objetivo é expandir o conhecimento sobre fatores de risco subestimados, vias fisiopatológicas do AF e propor tratamentos inovadores baseados nesses elementos, promovendo uma visão mais integrada, já que a literatura ainda é escassa.

A condição é desafiadora: rígida, dolorosa e edemaciada, com amplitude de movimento (ADM) reduzida, atrofia e edema na panturrilha ao exame. Como Codman (1934) descreveu para a CA do ombro — “um grupo de casos difícil de definir, tratar e explicar patologicamente” —, a máxima se aplica perfeitamente à ACA.

Causas: Primariamente secundária a traumas, como fraturas de pilão/tornozelo ou entorses crônicas, especialmente lesões de inversão (desde entorses simples até rupturas ligamentares laterais ou fraturas do maléolo lateral). A incidência é bem menor que no ombro, mas possivelmente subestimada, sendo comum em torções ou fraturas repetidas.

Fatores de Risco Idiopáticos: Infecções, doenças cardíacas, distúrbios autoimunes e, principalmente, diabetes (atingindo até 40% dos pacientes com tipo 1 e 10-36% com tipo 2, similar à CA do ombro).

Essa síndrome destaca a importância de diagnósticos precoces e abordagens multidisciplinares para mitigar sua debilidade.

Mais um final de semana intenso!Junto com , organizei o módulo de Fisioterapia no 1º Congresso Internacional de Ortopedi...
20/09/2025

Mais um final de semana intenso!
Junto com , organizei o módulo de Fisioterapia no 1º Congresso Internacional de Ortopedia da Rede D’Or, chamado OrtoinRio.
Agradeço à por incluir a Fisioterapia nesse evento tão importante.

Devido ao pouco tempo do módulo, optamos por organizar nosso evento com o tema Artroplastias e escolhemos algumas que julgamos mais úteis para o fisioterapeuta, com aplicação prática imediata.

Dessa forma, convidamos o para falar das artroplastias do quadril; a , do Hospital Vila Nova Star, para falar de Fisioterapia nas artroplastias do joelho; e eu fui incluído para falar de Fisioterapia na Artroplastia Reversa do Ombro.

Meu primeiro contato com a reabilitação da prótese reversa aconteceu na França, nos anos 2000, com meu amigo .afonsosalgado, nas nossas buscas por conhecimento na Europa, em um curso em Lyon.
Lá aprendemos a manusear esses casos, mas hoje os protocolos são completamente diferentes, acompanhando a evolução dos enfoques cirúrgicos.

A prótese reversa só foi autorizada aqui em 2007, e tive oportunidade de ver e aprender seu tratamento com e depois e, mais recentemente, e , entre outros.

Ainda incluímos uma palestra interessante do , nosso fisioterapeuta do Hospital Copa Star que atua no setor do pós-operatório. André mostrou, de forma brilhante, o papel da Fisioterapia na Preabilitação de Cirurgias Ortopédicas.
Esse tema vem ganhando corpo, embora os resultados hoje, se comparados aos que temos com a Preabilitação, não sejam tão evidentes.

Agradeço de coração às pessoas que me apoiaram na organização do evento: , .camelo e .athayde.
Vamos seguir implantando os protocolos mais atualizados nos hospitais da Rede D’Or que coordenamos.
Na próxima será melhor ainda…
Padrão Rede D’Or!

Com um pouco de atraso, mas ainda anestesiado com o que vivi no Congresso Internacional de Cefaleias, gostaria de compar...
17/09/2025

Com um pouco de atraso, mas ainda anestesiado com o que vivi no Congresso Internacional de Cefaleias, gostaria de compartilhar um marco histórico para a Fisioterapia: a criação do PSIG (Physiotherapy Specific Interest Group) dentro da IHS.

Previamente, foi realizado um survey para entender como os fisioterapeutas tratam cefaleias clinicamente e um novo Delphi Study deve vir por aí.

Esse era um sonho que eu tinha e, graças a fisioterapeutas como , , Liang e Gwendolen Jull, ele se tornou realidade. Tivemos também uma ajuda imensa do Dr. Mário Peres, presidente da IHS, que abriu as portas para que isso acontecesse.

Acredito que, a partir daqui, teremos mais possibilidades de avançar nas pesquisas e nos atendimentos nessa área tão complexa, além de criar um fórum de discussão entre profissionais interessados nesse assunto no mundo todo.

Fizemos uma reunião em uma sala pequena que ficou lotada mostrando o interesse dos fisioterapeutas nesse campo. Conheci colegas de vários países: Bélgica, Turquia, Alemanha, Holanda, China, Itália. Foi muito especial ver também três neurologistas presentes apoiando a nossa causa.

Muitos desses profissionais são pesquisadores a quem nós, clínicos, devemos agradecer por trazerem as últimas evidências para aplicarmos na prática.

O grupo da professora Débora Bevilaqua está muito bem representado, com pesquisadoras espalhadas mundo afora e jovens alunos iniciando sua jornada.

Para mim, foi emocionante reencontrar Gwendolen Jull participamos juntos de uma mesa redonda no primeiro Congresso CIRNE, no Rio de Janeiro, em 2007. Na época, falei sobre trigger points e disfunção miofascial dos músculos cervicais, especialmente nos casos de whiplash.

Conversei também com o fisioterapeuta italiano Matteo Castaldo, que traremos para dar um curso no Rio de Janeiro no próximo ano. Aguardem!

Terminei agora minha participação no 15º CIF Congresso Internacional de Fisioterapia, realizado em Fortaleza.Foram 216 c...
14/09/2025

Terminei agora minha participação no 15º CIF Congresso Internacional de Fisioterapia, realizado em Fortaleza.
Foram 216 conferências, além dos cursos pré-congresso nos moldes do evento da American Physical Therapy Association (APTA).

Ontem ministrei minha primeira palestra com o tema: “Terapia Manual e Exercícios nas Cefaleias: Aonde Estamos e Para Onde Vamos?” um resumo e reflexão sobre meus mais de 40 anos atendendo pacientes complexos. Apresentei os rumos da “Precision Physiotherapy” e a criação de subgrupos baseada em avaliações criteriosas.

Hoje o tema foi mais polêmico: “Manipulações Cervicais: Pesando Riscos e Benefícios”, onde fiz uma extensa revisão da literatura sobre um assunto tão sensível. Procurei basear-me em evidências científicas para mostrar que, embora os riscos sejam baixos, eles existem e, em raros casos, podem acontecer complicações graves.

Foi uma oportunidade incrível de rever amigos internacionais como .pablo (professor do Cyriax) e meu amigo da SONAFE , companheiro dos jantares e vinhos. Além disso, conheci pessoas muito interessantes, aprendi coisas novas e expandi minha consciência.

Agradeço à comissão organizadora do Congresso pela oportunidade de participar mais uma vez, mostrando um pouco do meu trabalho em Terapia Manual e Osteopatia, e pelo cuidado com os palestrantes, com brindes muito úteis e de ótima qualidade.

Próxima parada: Recife 2026!
Até lá!

Essa semana realmente está sendo muito cheia.Na quarta-feira começou o congresso da Sociedade Brasileira de Cefaleia e o...
12/09/2025

Essa semana realmente está sendo muito cheia.
Na quarta-feira começou o congresso da Sociedade Brasileira de Cefaleia e os cursos pré-congresso da International Headache Society em São Paulo. Eles fizeram um acordo para que os congressos acontecessem ao mesmo tempo.
A abertura do congresso internacional foi um show do tipo “Jogos Olímpicos”, considerando as devidas proporções.
Conseguiram bater vários recordes, pois a quantidade de participantes chegou perto de 3.000 inscritos. Eram participantes de diferentes países, desde os mais ricos até os mais pobres.
O nível das palestras foi muito alto, com algumas ótimas discussões e questionamentos.
As palestras começaram sempre no horário marcado.
Muitas palestras de migrânea e de cluster headache, mas a parte das relações entre dores temporomandibulares e cefaleias foi muito bem explorada.
A sessão clínica comandada por Arn May, Paulo Conti e Marcela Romero, cujo título era “Facial representation of primary headache”, foi sensacional.
Muito interessante assistir à discussão no comitê que decide os critérios da Classificação Internacional das Cefaleias, sob o comando de Peter Goasdby, mas com intervenções de Jes Olesen.
Esse comitê se reuniu às 7h30 da manhã e depois, das 18h30 às 22 horas.
Lá estavam os maiores especialistas do mundo em suas respectivas áreas de estudo, tentando facilitar nossa vida no misterioso mundo das cefaleias.
Interessante foi encontrar amigos que não via há mais de 32 anos, como o odontólogo e pesquisador Alexandre da Silva, que na época era recém-formado e fazia ambulatório voluntário comigo lá no Fundão, na área de DTM e cefaleia.
Também consegui rever vários amigos, como o Dr. Maurice Vincent, que foi um dos que abriu essa porta para que eu mostrasse como a fisioterapia poderia ajudar pacientes de cefaleia.
A fisioterapia nesse congresso teve um número recorde de participantes, mas vou falar sobre a fisio no post de amanhã.
Agradeço desde já a companhia dos amigos Alexandre Cantarelli e Daniel Navarrete, fisioterapeuta (kinesiólogo) do Chile, com os quais troquei muitas ideias.
Continua nos comentários.....

No último final de semana estivemos em Campinas para cuidar de uma das minhas paixões e de um tema ao qual me dedico há ...
07/09/2025

No último final de semana estivemos em Campinas para cuidar de uma das minhas paixões e de um tema ao qual me dedico há longa data: tratamento fisioterapêutico nas cefaleias.
Um curso que contou com a maior expoente internacional no assunto, minha amiga Débora Bevilaqua, e seu time, assessorados por um dos fisioterapeutas mais brilhantes da atualidade, meu amigo . Foi um verdadeiro show de conhecimento e organização.

Também participaram os pesquisadores da USP, do grupo . Sugiro que entrem lá e confiram os materiais disponíveis, que ajudam pacientes e profissionais. Há inclusive uma excelente cartilha de orientação.

Poder conhecer, conversar e discutir ideias com estrangeiros que admiro e leio, como Kerstin Luedtke e Willem De Hertogh, foi incrível. As palestras tiveram nível altíssimo, começando com o neurologista Marcelo Bigal, referência mundial nos anticorpos monoclonais.

O time de palestrantes foi composto por: Marcelo Bigal, Débora Bevilaqua, Kerstin Luedtke, Willem Hertogh, Lidiane Florêncio, Fabíola Dasch, Domingos Palácios, Gabriela Ferreira Carvalho, Rodrigo Vasconcelos, Amanda Rodrigues, Isadora Orlando e Carina Ferreira.

Foi ótimo rever amigos como Leonardo Sette e meu parceiro de área Jorge Arrigoni Estamos sempre em busca das melhores evidências, lembrando como bem disse Débora: “as evidências são um norte”.

Agradeço ao Rodrigo Vasconcelos pela troca de ideias no jantar de ontem. Agora é voltar para o Rio, encarar dois dias intensos de trabalho e já na quarta-feira estar em São Paulo para o Congresso Mundial de Cefaleias. De lá sigo para Fortaleza, onde darei duas palestras no Congresso de Fisioterapia Clínica:
➡️ Manipulação vertebral: pesando riscos e benefícios
➡️ Terapia manual e exercícios nas cefaleias: aonde estamos e para onde vamos?

Será uma semana cheia, mas prazeirosa!

Depois de muitos anos, voltei a ministrar um curso na cidade de São José dos Campos, a pedido de dois amigos: Pedro Nola...
31/08/2025

Depois de muitos anos, voltei a ministrar um curso na cidade de São José dos Campos, a pedido de dois amigos: Pedro Nolasco e Daniel Nogueira, da clínica CBR.
Anteriormente, cheguei a dar alguns cursos de DTM e Cefaleia com meu amigo .correa.araujo.

No curso deste final de semana, tivemos 18 alunos e algo interessante: em uma turma pequena, 4 casos de cefaleias.
As técnicas, incluindo o Self Headache Snag, funcionaram muito bem, com exceção de um caso que precisou de Snag de C1 para resultar satisfatório.
Tivemos casos interessantes de perda da pronação e supinação, além de casos de tornozelo, quadril, cervical, lombar, torácica, ombro, entre outros.

O ambiente do curso ocorreu com muita tranquilidade e um ótimo clima entre todos os alunos e professores.
A cidade também me surpreendeu favoravelmente, conhecida como a Capital do Vale, sendo sede de uma região metropolitana e do Complexo Metropolitano Expandido. A cidade destaca-se como um centro tecnológico e industrial, oferecendo alta qualidade de vida e sendo um ponto de lazer, com atrações como o Parque da Cidade e o Memorial Aeroespacial Brasileiro.

Hoje, com mais de 700 mil habitantes, possui ótimos restaurantes. Ontem conheci o restaurante Enoteca, do ex-jogador Ferretti, que jogou pelo Corinthians e esteve na Itália, mas teve sua carreira interrompida por lesões antes dos 30 anos e se tornou um expert em vinhos.

Deixo aqui meu agradecimento aos alunos pela presença e participação e aos organizadores .nolasco e Daniel pelo convite.

Endereço

Rua Visconde Pirajá 595/701
Rio De Janeiro, RJ

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