09/02/2026
Esse é um post de
Entenda…
O que ele descreveu é o relato de Matt Baszucki, um dos casos mais conhecidos da psiquiatria metabólica.
O cérebro não vive só de “química”, ele vive de energia. Ele consome cerca de 20 a 25% de toda a energia do corpo e pra isso ele depende de mitocôndrias funcionando bem para produzir essa energia.
Se a energia falha, o pensamento, o humor e o comportamento falham junto.
O problema é que a glicose é uma fonte de energia instável e resulta em um cérebro instável. A instabilidade da glicose gera inflamação crônica, estresse oxidativo e disfunção mitocondrial.
Onde a dieta cetogênica entra?
Na cetose terapêutica, o corpo passa a usar corpos cetônicos como fonte de energia. E aqui está o ponto-chave:
➡️ O cérebro usa cetonas de forma mais eficiente e estável do que glicose.
As cetonas entram fácil no cérebro, produzem energia com menos “lixo metabólico” e sustentam melhor as mitocôndrias.
Isso resulta em:
🔥 Menos inflamação cerebral
👉 inflamação alta = mente agitada
👉 inflamação baixa = mente mais organizada.
⚡ Melhora da função mitocondrial
👉 cérebro “ligado” sem entrar em curto-circuito.
🧠 Estabilização dos circuitos neuronais
• aumenta GABA (neurotransmissor calmante)
• reduz hiperexcitabilidade neuronal
• melhora a comunicação entre neurônios
👉 menos surtos, menos impulsos, mais autocontrole.
‼️Mas atenção:
A cetose terapêutica não é algo para ser feito sozinho, sem acompanhamento. Estamos falando de uma intervenção metabólica profunda, que mexe com eletrólitos, medicações, pressão, humor e funcionamento cerebral. Saúde é coisa séria!