Dra. Patricia Jesus, PhD

Dra. Patricia Jesus, PhD Nutrição Clínica aplicada ao tratamento e prevenção de doenças crônicas, com foco em Neuropsiquiatria, Comportamento e Medicina do Estilo de Vida. CRN12100086.

Estratégias personalizadas para regulação metabólica, comportamento alimentar e saúde de longo prazo. Nutrição Clínica | Medicina do Estilo de Vida | Neurociência Nutricional. Sou nutricionista, professora universitária e pesquisadora na área de Nutrição Clínica. Atuo há 11 anos com atendimento nutricional a portadores de doenças crônicas.
- Membro da American Society for Nutrition
- Membro do Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida
- Membro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)
- Membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO)
- Membro da Sociedade Brasileira de Coaching
- Membro científico do Instituto de Nutrição do Cérebro & Coração

Anote algumas estratégias simples fazem diferença e podem te salvar no retorno da rotina pós-carnaval:1) Voltar ao básic...
14/02/2026

Anote algumas estratégias simples fazem diferença e podem te salvar no retorno da rotina pós-carnaval:
1) Voltar ao básico, assim que der (sem esperar “o dia certo”)
A melhor hora para recomeçar é a próxima decisão. Não precisa ser na quarta-feira de cinzas, mas no próximo copo de água, prato ou no próximo horário de sono.

2) Uma refeição por vez
Esqueça o “estraguei tudo”. No Carnaval, é comum sair do trilho quando a rotina muda, e isso não define seu processo. Foque em acertar a próxima refeição.
- Pense na tríade proteína + fibra + água e inclua carboidrato de qualidade.
- Evite doces de forma isolada; prefira como sobremesa, após a refeição (mesmo versões diet/sem açúcar).

3) Hidratação com método
Água ao longo do dia + eletrólitos se houver calor, sol e álcool (água de coco é ótima!).
Atenção: urina é um excelente indicador de hidratação. Se estiver muito escura, é sinal de alerta.

4) Álcool, se houver, com estratégia
O ideal é não consumir nenhuma bebida alcoólica. Mas, caso você opte por consumir álcool, lembre-se:
- Qual bebida consumir? Aquela que te permita consumir a menor quantidade possível (o foco é reduzir dose e frequência).
- Intercale 1 dose + 1 copo de água e prefira consumo mais lento. O álcool piora qualidade do sono, aumenta desidratação e favorece escolhas impulsivas.
- Escolha algum alimento para acompanhar a bebida, evitando as frituras.

5) Sono como pilar (não como luxo)
Tente proteger horário e ambiente de sono. Uma noite ruim aumenta fome emocional e reduz autocontrole no dia seguinte.

E, caso a rotina saia do eixo, uma diretriz comportamental é decisiva: não esperar pela “segunda-feira”. A próxima decisão já pode ser o reinício. O cérebro responde à consistência, não à perfeição.

🎯 Mudança sustentável exige contexto favorável, previsibilidade e acompanhamento ao longo do calendário. Independente da festividade!
O conhecimento certo transforma.
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Não são apenas grandes eventos que moldam trajetórias metabólicas, são janelas repetidas ao longo do ano. O Carnaval é u...
14/02/2026

Não são apenas grandes eventos que moldam trajetórias metabólicas, são janelas repetidas ao longo do ano. O Carnaval é uma delas.

Mesmo para quem não participa ativamente, o feriado costuma deslocar rotina, horários, sono, padrão alimentar e hidratação.

⚠️ No Carnaval, três variáveis tendem a se sobrepor: álcool, desidratação e alimentação desorganizada. A combinação é mais relevante do que cada fator isoladamente.

Perdas hídricas superiores a 2% do peso corporal já se associam a piora de atenção sustentada, memória de curto prazo, função executiva e humor.

E o álcool potencializa esse efeito. O etanol aumenta diurese, altera equilíbrio eletrolítico e ativa microglia, um dos mecanismos centrais da neuroinflamação induzida pelo álcool. Observa-se elevação de citocinas pró-inflamatórias e alteração da integridade do cérebro. O impacto não é apenas agudo: há evidências de aceleração do envelhecimento cerebral.

Somado a isso, o consumo alcoólico frequente reduz ingestão de micronutrientes essenciais e favorece escolhas alimentares ultraprocessadas, ricas em açúcares simples e gorduras saturadas. O resultado é agravamento da metainflamação, resistência à insulina cerebral e maior vulnerabilidade neuroendócrina, especialmente em pacientes crônicos, como portadores de obesidade. Em poucas palavras: múltiplos estímulos pró-inflamatórios concentrados em curto intervalo.

➡️ Mas será que precisamos escolher entre celebrar e preservar a saúde cerebral? Ou podemos ajustar o contexto para reduzir risco cumulativo?

No próximo post, você terá acesso a cinco estratégias simples que fazem diferença.
O conhecimento certo transforma.
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30/01/2026

Sejam bem-vindos!
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⚠️ O plástico já deixou o ambiente para ser parte do corpo humano. Os impactos disso são inúmeros, e preocupantes...As e...
16/01/2026

⚠️ O plástico já deixou o ambiente para ser parte do corpo humano. Os impactos disso são inúmeros, e preocupantes...

As evidências sugerem que os microplásticos atuam como:
❗️ veículos de toxinas (metais pesados, PAHs, PFAS, microrganismos),
❗️ agentes pró-inflamatórios crônicos,
❗️ gatilhos de disfunção endotelial e neuroinflamação.

➡️ O dano celular é cumulativo e parece ser dose-dependente e tempo-dependente — a bioacumulação já é observável entre gerações!!!

O que fazer?
Seguem questões principais:
✅️ Evitar o aquecimento de alimentos em recipientes plásticos e preferir vidro, cerâmica ou aço inoxidável (descarte aqueles potes plásticos que você deve ter em casa).
✅️ Escolher alimentos frescos e minimamente processados, especialmente evitando frutos do mar de áreas altamente poluídas.
✅️ Filtrar a água potável com sistemas de filtração avançada (ex.: carvão ativado, osmose reversa) pode reduzir a exposição por via hídrica.
✅️ Cobrir alimentos e utensílios durante refeições, especialmente em ambientes internos, minimiza a deposição atmosférica de microplásticos sobre a dieta.
✅️ Usar tecidos naturais, como algodão e linho.
✅️ Lavar roupas com tecidos sintéticos em sacos filtrantes ou com dispositivos de retenção pode diminuir a liberação de microfibras plásticas.
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JAMA, 2025. Published online Oct 15. doi: 10.1001/jama.2025.14718

15/01/2026

Estratégias baseadas em personalização dietética consideram preferências, personalidade e circuitos de recompensa, com intervenções comportamentais e nutricionais que visam reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados e doces em indivíduos de alto risco, por exemplo. A identificação do perfil alimentar sempre pode auxiliar na escolha de abordagens motivacionais e psicoterapêuticas individualizadas e, consequentemente, com maior adesão pelo paciente.

➡️ A modificação alimentar deve ser gradual e acompanhada de estratégias comportamentais e suporte psicológico, visando minimizar sintomas de abstinência, instabilidade emocional e risco de recaída.

Se quiser que eu te acompanhe neste processo, entre em contato e agende seu PIM℠ (Programa de Inteligência Metabólica).
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Em indivíduos com doenças crônicas, inflamação persistente, resistência à insulina, obesidade, alterações gastrointestin...
11/01/2026

Em indivíduos com doenças crônicas, inflamação persistente, resistência à insulina, obesidade, alterações gastrointestinais, uso contínuo de medicamentos, envelhecimento acelerado ou maior estresse metabólico, essas recomendações podem ser insuficientes. Nesses contextos, a necessidade de determinados micronutrientes pode estar aumentada, seja por maior consumo, menor absorção, maior excreção ou alteração no metabolismo.

A clínica contemporânea exige abandonar abordagens genéricas e avançar para a personalização. Isso é o que permite decidir quando suplementar, o que suplementar, em que dose e por quanto tempo.

Em saúde metabólica e prevenção de doenças crônicas, o que transforma saúde não é a soma aleatória de micronutrientes encapsulados, mas a integração entre todos os componentes que interferem no metabolismo em um acompanhamento clínico especializado longitudinal.
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Algumas referências consultadas:
JAMA Netw Open. 2024;7(4):e248312.
Clin Dermatol. 2021;39(1):80–85.
Crit Rev Food Sci Nutr. 2019;59(4):560–573.
Nutrients. 2018;10(2):248.
Nutrition. 2017;35:1–5.
Nutrition. 2016;32(3):247–255.

Há pacientes que emagrecem na balança, mas pioram biologicamente. Reduzem peso corporal, perdem força, estabilidade meta...
11/01/2026

Há pacientes que emagrecem na balança, mas pioram biologicamente. Reduzem peso corporal, perdem força, estabilidade metabólica e reserva funcional — enquanto o risco cardiovascular segue silenciosamente ativo. A clínica mostra, com frequência, que peso não é sinônimo de saúde metabólica.

A obesidade sarcopênica descreve a coexistência de excesso de tecido adiposo com perda de massa e função muscular no mesmo indivíduo. Trata-se de uma condição cada vez mais prevalente, impulsionada pelo envelhecimento populacional, pela epidemia de obesidade e por estratégias de emagrecimento que negligenciam preservação muscular.

A sarcopenia e obesidade compartilham vias patogênicas comuns — inflamação crônica de baixo grau, resistência à insulina, disfunção mitocondrial, alterações hormonais e sedentarismo — e, quando coexistem, potencializam-se mutuamente, criando um ciclo metabólico e inflamatório progressivo.

O resultado é um corpo metabolicamente frágil, mesmo em indivíduos com peso aparentemente aceitável.

A mensagem clínica é clara: confiar apenas em peso corporal e IMC é insuficiente. Avaliação de composição corporal, força muscular, desempenho funcional e histórico alimentar devem fazer parte da rotina, especialmente em pacientes com doenças crônicas tempo-dependentes.

O acompanhamento longitudinal é decisivo, pois a perda muscular é silenciosa, cumulativa e altamente prognóstica.
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Dizer “sim” ao emagrecimento raramente é apenas sobre comida. É uma decisão que reorganiza prioridades, rotina e expecta...
06/01/2026

Dizer “sim” ao emagrecimento raramente é apenas sobre comida. É uma decisão que reorganiza prioridades, rotina e expectativas.

Processos sustentáveis de perda de peso não dependem de restrição extrema, velocidade ou soluções únicas. Dependem de constância, adaptação metabólica e mudanças que o corpo consiga sustentar ao longo do tempo.

Quando alguém diz “sim” a esse processo, inevitavelmente passa a dizer “não” a algumas ilusões comuns:
🚫 não à ideia de resultados rápidos sem custo biológico,
🚫 não ao ciclo de dietas restritivas seguidas de recuperação de peso,
🚫 não à lógica do tudo ou nada que mina adesão e saúde metabólica.

Dizer “sim” também significa aceitar que o cuidado é contínuo. Que o emagrecimento acontece enquanto a vida acontece. Que haverá semanas melhores e piores — e que isso não define fracasso, mas a natureza de uma condição crônica e tempo-dependente.

Do ponto de vista metabólico, abordagens graduais preservam melhor a massa magra, reduzem a queda do gasto energético basal e estão associadas a menor risco cardiometabólico quando comparadas a perdas rápidas e desestruturadas. Do ponto de vista comportamental, aumentam adesão, autonomia e previsibilidade.

Emagrecer não é declarar guerra ao corpo.
É aprender a trabalhar com ele.
E isso começa com uma pergunta honesta:
➡️ Se você disser sim ao cuidado, ao acompanhamento e ao tempo necessário…
ao que precisará dizer não a partir de agora?
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06/01/2026

Enquanto alguns ainda prescrevem o mesmo para todos, outros já entenderam que personalização não é tendência. É o mínimo.
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A perda de flexibilidade metabólica não acontece de um dia para o outro.Ela começa no cérebro — em microinflamações suti...
27/12/2025

A perda de flexibilidade metabólica não acontece de um dia para o outro.

Ela começa no cérebro — em microinflamações sutis que distorcem os sinais de fome, saciedade e energia.

O Programa de Inteligência Metabólica (PIM) foi criado para intervir antes desse ponto:
reprogramando o diálogo entre o sistema nervoso e o metabolismo, para que o corpo volte a responder.

💬 Comente PIM e receba mais informações sobre meu acompanhamento clínico.
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O principal mecanismo envolve a exposição crônica à poluição do ar, especialmente ao material particulado fino (PM2.5), ...
26/12/2025

O principal mecanismo envolve a exposição crônica à poluição do ar, especialmente ao material particulado fino (PM2.5), capaz de ativar células do sistema imune inato e estimular a produção de citocinas pró-inflamatórias como IL-1β, IL-6, TNF-α e IL-8.

➡️ Esse estímulo persistente pode induzir um estado de imunidade treinada, no qual o sistema imune responde de forma exacerbada a desafios subsequentes, contribuindo para inflamação de baixo grau sustentada.
⚠️ Fontes tipicamente urbanas de PM2.5: emissões veiculares; desgaste de pneus e freios; poeira ressuspendida do solo.

O contexto urbano também se associa frequentemente a padrões alimentares menos saudáveis, maior consumo de ultraprocessados, sedentarismo, menor contato com ambientes naturais e redução da diversidade microbiana ambiental. Esses fatores convergem para alterações metabólicas e imunológicas, com aumento de marcadores inflamatórios como a proteína C-reativa.

O estresse psicossocial característico de grandes centros, quando somado à privação microbiana, amplifica respostas inflamatórias ao estresse agudo, com aumento de IL-6 e redução de citocinas anti-inflamatórias como IL-10, sugerindo prejuízo nos processos de resolução inflamatória. Esse conjunto de exposições explica, em parte, o maior risco de doenças cardiometabólicas, autoimunes e transtornos associados à inflamação crônica em populações urbanas.

Em contrapartida, alguns tópicos estão associados à redução de inflamação e efeito imunomodulador positivo:
✅️ Maior exposição à vegetação urbana e ao ambiente externo
✅️ Padrões alimentares anti-inflamatórios, como a dieta mediterrânea
✅️ Prática regular de atividade física
✅️ Cessação do tabagismo
✅️ Estratégias de manejo do estresse, incluindo intervenções baseadas em mindfulness

O ambiente urbano não é neutro do ponto de vista biológico. Ele molda respostas inflamatórias, metabólicas e neuroimunes de forma contínua, muitas vezes imperceptível.

E você, tem vontade de morar no interior ou prefere grandes centros urbanos?

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