02/09/2025
📍 Ei Psi, bora continuar falando do nosso cafezin de cada dia!
📌Você já parou para pensar que um simples café, um matchá, um tereré ou um chimarrão podem carregar muito mais do que sabor?
Eles carregam histórias, afetos, pertencimento e identidade.
📌Na clínica, especialmente para nós que trabalhamos com TCC, compreender essas nuances culturais é parte essencial de um olhar interseccional.
📌 Por quê?
Porque o cliente não chega apenas com queixas ou sintomas — ele traz consigo a sua cultura, valores, tradições e contexto de vida.
Quando acolhemos esses elementos, a intervenção se torna mais humana, precisa e respeitosa.
💡 Exemplo:
• Um cliente do Rio pode valorizar pausas rápidas e diretas (como o cafezinho no balcão).
• Alguém do MS pode associar momentos de conexão à partilha (como no tereré).
• Um cliente com influência japonesa pode valorizar rituais estruturados (como o matchá).
• E no RS, o peso da tradição (como o chimarrão) pode impactar a forma como a mudança é percebida.
🎯 Como psicólogo iniciante, aprender a integrar cultura + interseccionalidade ao raciocínio clínico:
• Facilita a criação de rapport
• Evita interpretações apressadas
• Enriquece a formulação de casos
• Aumenta a efetividade da intervenção
📍 Terapia não é apenas técnica. É também conexão com a história que o paciente carrega.
💬 Me conta: você já considerou um elemento cultural na hora de conduzir uma sessão?
Coloca aqui nos comentários — vamos trocar experiências!