Ana Luz Francés

Ana Luz Francés Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Ana Luz Francés, Psicoterapeuta, Rua Pompeu Loureiro 64, casa 06, Copacabana, Rio de Janeiro.

Psicóloga clínica, orgonoterapeuta, especialista em psicologia e sexualidade, consteladora familiar, fundadora e coordenadora da ONG Vida Viva e membro efetivo da ReHuNa - Rede pela Humanização do Parto e Nascimento.

Essa é uma frase muito comum… mas pouco eficaz.Para a criança, “se comportar” é algo abstrato demais. Ela ainda não tem ...
25/03/2026

Essa é uma frase muito comum… mas pouco eficaz.

Para a criança, “se comportar” é algo abstrato demais. Ela ainda não tem clareza sobre o que exatamente se espera dela em cada situação. O pensamento infantil é concreto. Ela precisa de orientação clara, não de um rótulo genérico.

Além disso, quando pedimos apenas que obedeçam, sem explicar ou guiar, não ensinamos a pensar. A criança pode até parar por medo ou pressão, mas não aprende a compreender suas próprias emoções, nem as necessidades do ambiente.

Outro ponto importante: muitas vezes esperamos que a criança se comporte como um adulto. Mas correr, falar alto, se movimentar… não é “mau comportamento”, é parte natural do desenvolvimento. O que ela precisa é aprender quando, onde e como ajustar essas ações.

Então, o que fazer no lugar?

✔️ Fazer perguntas que ajudem a criança a refletir
“Como podemos falar aqui dentro?”
“O que podemos fazer nessa situação?”

✔️ Mostrar na prática
“Aqui falamos mais baixinho, quer tentar comigo?”

✔️ Oferecer escolhas simples
“Você prefere sentar aqui ou ali?”

✔️ Incluir a criança
“Você me ajuda com isso?”

Educar não é apenas corrigir, é ensinar, orientar e acompanhar.

Quando trocamos comandos genéricos por direcionamento claro, ajudamos a criança a desenvolver autonomia, consciência e segurança.

Porque, no fim, “se comportar bem” não é algo que a criança simplesmente sabe…
é algo que ela aprende.

Mande para uma outra mãe 💜

É fácil pensar que quando uma criança se comporta de uma maneira que consideramos inadequada, ela está pedindo por repre...
18/03/2026

É fácil pensar que quando uma criança se comporta de uma maneira que consideramos inadequada, ela está pedindo por repreensão, bronca e punição. É especialmente fácil pensar isso para aqueles que foram criados sob parâmetros rígidos de comportamento e disciplina.

Toda criança precisa de limites claros, para sua própria segurança. Ela está desenvolvendo seu sistema emocional e está aprendendo a canalizar suas emoções. Ela também está aprendendo a interagir com o mundo, observando como ele reage aos estímulos que gera.

Por isso, é necessário que os pais compreendam os melhores caminhos para chegar aos filhos, para que possam ir ao encontro das suas necessidades sem serem obrigados a recorrer a mecanismos que os levam ao limite.

Vamos acostumar as crianças a poder expressar o que sentem sem serem ignoradas, sem serem maltratadas, sem serem subestimadas pela idade. Deixemos claro para elas que, independentemente de seus anos de vida, sua opinião é importante, suas exigências são ouvidas. Digamos àquela criança que exige atenção que suas necessidades afetivas serão atendidas, respaldando nossas palavras com ações coerentes.

O respeito transmitido desde os primeiros momentos de vida, costuma resultar numa menor taxa de “filhos difíceis”, simplesmente porque um dos pilares é a boa comunicação.

Os pais de uma criança que faz birra na rua, encontram-se diante de uma grande pressão exercida por todos os olhos que estão julgando a fundo a estrutura familiar e cada passo da família. Muitos se sentem satisfeitos quando a criança apanha e é privada das lágrimas.

A violência só trará maiores problemas. Uma criança no meio de uma birra está tentando administrar a frustração que sente por não conseguir atingir um objetivo. Não importa o tamanho do objetivo, a questão é que ela está aprendendo a administrar suas emoções e bater nela não será a melhor alternativa.

O que podemos fazer? Abrace a criança com amor, expresse-lhe por que as coisas não podem ser do jeito que ela quer no momento. Se ela está numa condição em que não pode ouvir, limitamo-nos a abraçá-la e contê-la. Porque é isso que ela precisa de nós, contenção, não repressão.

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Os recém-nascidos parecem e agem de maneira diferente dos bebês um pouco mais velhos, pois estão apenas se ajustando ao ...
12/03/2026

Os recém-nascidos parecem e agem de maneira diferente dos bebês um pouco mais velhos, pois estão apenas se ajustando ao novo ambiente fora do útero.

Conheça essas 5 circunstâncias que ocorrem durante as primeiras 24 horas de vida de um recém-nascido e que, embora possam ser surpreendentes, são completamente normais:

➡ Respiração irregular

O bebê respira em “intervalos”; ou seja, há momentos em que a respiração do recém-nascido é superficial e rápida, enquanto em outros é lenta e profunda.

➡ Cor da pele

Durante as primeiras 24 horas, o bebê pode apresentar:

▪ Pés e mãos azuis ou roxos
▪ Pele vermelha e manchada quando está frio ou ao chorar
▪ Icterícia leve (face amarela) após as primeiras 22 a 24 horas

➡ Fezes ou evacuações

Normalmente, durante as primeiras 24 horas, ocorre apenas uma evacuação. Com a descida do leite materno, a quantidade e a frequência das evacuações costumam aumentar rapidamente, mas nas primeiras horas é normal não ter nada além de uma fralda suja. Nos primeiros dias, enquanto o colostro – primeiro leite espesso, pegajoso e amarelado – se transforma em leite maduro, as fezes do bebê são preto-esverdeadas (mecônio).

➡ Sonho

Os recém-nascidos geralmente estão acordados e alertas nas primeiras 2 horas após o nascimento. Este período é o melhor momento para iniciar a amamentação e permitir o contato pele a pele entre o bebê e sua mãe. Após as primeiras 2 horas, eles costumam estar muito sonolentos; em seus breves momentos de vigília, eles tendem a ser calmos e quietos. Esse comportamento é de curta duração e geralmente muda após as primeiras 24 horas.

➡ Perda de peso

Todos os bebês perdem peso nos primeiros dias após o nascimento. A média de perda de peso é de 4 a 5% do peso ao nascer, embora se tenha observado que os bebês nascidos por cesariana perdem mais peso do que os nascidos por via vaginal.

Qual delas você não sabia? Me conta e compartilha com uma grávida pra ela saber o que esperar. 💜

Vamos amar todas as nossas versões e ajudar a nutrir as Mulheres nesse dia, de apoio, de reconhecimento. Hoje, dia 8 de ...
08/03/2026

Vamos amar todas as nossas versões e ajudar a nutrir as Mulheres nesse dia, de apoio, de reconhecimento. Hoje, dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, mulheres de todas as idades devem ser comemoradas por seus muitos presentes e contribuições para a nossa comunidade mundial. Também gostaria de comemorar o avanço que estamos tendo nesse empoderamento feminino e parte dele se deve a apoiar-nos mutuamente.

Quero homenagear todas aquelas mães que a cada dia deixam seus filhos com toda a dor da alma para irem para o trabalho, muitas vezes dormindo mal, e quando voltam exaustas, se dedicam a atender suas necessidades com amor. Também àquelas que tomaram a difícil decisão de deixar a vida profissional de lado para cuidar elas próprias dos filhos. E para aquelas que anseiam pela maternidade apesar das dificuldades.

"De todos os direitos da mulher, o maior é ser mãe."
(Lin Yutang)

Ser mãe é uma das coisas mais bonitas que pode acontecer a uma mulher!

A todas vocês, mulheres, verdadeiras campeãs, desejo um Feliz Dia da Mulher!

Mande para as suas amigas 💜

Já se sentiu mal por ver seu filho com baixa autoestima? Você é uma daquelas que constantemente tenta protegê-los do mun...
04/03/2026

Já se sentiu mal por ver seu filho com baixa autoestima? Você é uma daquelas que constantemente tenta protegê-los do mundo com unhas e dentes? Quando foi a última vez que você permitiu que ele fizesse algo que ele quisesse, sozinho?

Se você respondeu SIM a alguma dessas perguntas, eu vou te deixar 2 cenários que podem te mostrar como a autoestima é arruinada.

Imagine que sua filha sonha em ser astronauta.

Cenário 1

▪ Querendo tanto ajudá-la com os trabalhos escolares relacionados às ciências, acabamos fazendo tudo por ela, acreditando que tendo um trabalho "perfeito" ela será a melhor. (É bom participar ativamente da lição de casa, mas também devemos dar espaço para eles pensarem e resolverem problemas por si mesmos. Não devemos incentivar a dependência).

▪ Compramos livros e telescópios para ver as estrelas, mas não permitimos que ela mesma monte, fazemos isso por ela. (Uma coisa é supervisionar como está sendo montado e outra é nem deixar ela participar).

▪ Não deixamos ela testar experiências e explorar. (O excesso de proteção limita muito as crianças, as deixa inseguras, ansiosas e claro, diminui sua autoestima).

➡ Resultado: ela já não consegue mais imaginar que vai ser astronauta porque sabotamos seu sonho. Ao fornecer tudo o que achamos que ela precisa, na verdade limitamos suas possibilidades de desenvolvimento e, com isso, sua autoestima.

Cenário 2

▪ Colaboramos com ela sempre que ela nos pede ajuda com um trabalho escolar relacionado ao espaço e à tecnologia espacial.

▪ Fornecemos a ela um telescópio/livro/brinquedo/etc relacionado ao assunto de seu sonho e permitimos que ela o explore por conta própria desde o início. Se ela tem algum problema, ajudamos, mas sem intervir completamente no processo. O importante é que ela aprenda sozinha e se sinta orientada, não intervencionada ou incapacitada.

▪ Levamos ao planetário e avaliamos a possibilidade de iniciar um curso de ciências espaciais.

➡ Qual dos 2 cenários você acha que destrói ou fomenta a autoestima?

Ser onipresente e fazer tudo por nossos filhos, facilitar tudo e até sufoca-los com muita proteção, é muito prejudicial ao seu desenvolvimento.

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Quantas vezes você já disse aos seus filhos..."Não chore""Não é para tanto""Isso é bobagem"Eu sei que você faz isso porq...
26/02/2026

Quantas vezes você já disse aos seus filhos...
"Não chore"
"Não é para tanto"
"Isso é bobagem"

Eu sei que você faz isso porque dói vê-los sofrer e você quer que esse sofrimento dure o menor tempo possível. ⁠Mas, eu te dou um exemplo para que você possa ver de outro ponto de vista.

Imagine que você teve um dia difícil no trabalho, discutiu com um colega e chegou em casa muito brava. Você conta ao seu parceiro o que aconteceu e a resposta dele é "Não seja assim, não é grande coisa. Venha, vamos fazer o jantar e esquecer isso!"

O que você sentiria ao ouvir essas palavras?⁠ ⁠

A única coisa que seu parceiro quer é que você esteja bem e é por isso que ele tenta acabar com esses sentimentos "desagradáveis" que você está experimentando naquele momento. Mas é isso mesmo que você precisa? O que você gostaria que ele lhe dissesse naquele momento?⁠ ⁠

Respeite as emoções de seus filhos, dê espaço a elas e deixe eles sentirem, reconhecerem elas. Acompanhe eles com a sua presença.

Compartilhe essa mensagem! 💜

Tranquilize seu bebê ou criança dizendo: "Está tudo bem. Você está seguro. Estou bem aqui ao seu lado". Deixe-o saber qu...
24/02/2026

Tranquilize seu bebê ou criança dizendo: "Está tudo bem. Você está seguro. Estou bem aqui ao seu lado". Deixe-o saber que você está lá para protegê-lo. Dê-lhe um abraço e diga palavras calmantes para ajudá-lo a se sentir seguro.

À medida que ele cresce, converse e ouça-o. Fique calma e dê a ele paz de espírito. Ajude seu filho a colocar seus sentimentos em palavras e a experimentar coisas novas.

Acostume ele com uma pessoa nova enquanto você o abraça e o deixa se sentir seguro. Em pouco tempo, se essa pessoa for do agrado dele, deixará de parecer um estranho.

Quando precisar ficar longe, diga que voltará, dê um abraço, sorria e vá embora. Deixe seu filho aprender que você sempre volta.

Se ele tem medo do escuro, desenvolva uma rotina calmante para dormir. Leia ou cante para ele. Deixe ele se sentir seguro e amado.

Ajude-o a enfrentar seus medos pouco a pouco. Por exemplo, verifiquem juntos se não há monstros embaixo da cama dele. Com sua presença e apoio, seu filho verá por si mesmo que não há nada a temer e se sentirá corajoso.

Limite imagens assustadoras, filmes e programas infantis inadequados. Essas coisas só alimentam seus medos.

Ajude crianças e adolescentes a se prepararem para desafios como te**es ou trabalhos escolares. Deixe seu filho saber que você acredita nele.

A maioria das crianças sabe como enfrentar seus medos normais com a ajuda e o apoio de seus pais. À medida que envelhecem, eles superam os medos que tinham quando eram mais jovens. Porém, algumas têm mais dificuldade e precisam de mais ajuda para superar seus medos. Se os medos forem muito intensos e/ou impedirem uma criança de levar uma vida normal, eles podem ser um indicador de um transtorno de ansiedade.

Procure ajuda se os medos do seu filho:

▪ Parecerem muito intensos ou se eles continuarem além da idade normal
▪Fizerem com que ele fique muito angustiado ou faça birras
▪Forem um impedimento para que ele leve uma vida normal, como ir à escola, dormir sozinho ou ser separado dos pais
▪Causarem sintomas físicos (como dor de estômago, dor de cabeça ou batimentos cardíacos acelerados) ou se seu filho sentir falta de ar, tontura ou náusea.

É comum que as crianças sintam medo e é uma emoção que pode ajudá-las a serem cautelosas. O novo, o grande, o barulhento...
12/02/2026

É comum que as crianças sintam medo e é uma emoção que pode ajudá-las a serem cautelosas. O novo, o grande, o barulhento ou o diferente podem ser assustadores no começo.

Mas, do que elas têm medo?

As coisas as que assustam mudam à medida que envelhecem. Os medos mais frequentes e comuns por idades:

▪ Bebês sentem ansiedade em relação a estranhos. Quando têm entre 8 e 9 meses, são capazes de reconhecer os rostos das pessoas com quem convivem, por isso podem se assustar com novos rostos, mesmo o de um parente, além de terem suas preferências.

▪ Bebês mais velhos e crianças de até 3 anos de idade podem sofrer de ansiedade de separação. Eles não querem que seus pais os deixem na creche ou sozinhos na cama na hora de dormir.

▪ Dos 4 aos 6 anos têm medo de coisas "irreais". Usam a imaginação e sabem simular ou fingir, mas nem sempre são capazes de distinguir o que é real do que não é. Para eles, os monstros aterrorizantes que imaginam parecem reais. Muitas crianças têm medo do escuro e da hora de dormir. Isso também depende das suas experiências do dia e se tem exposição a telas e o tipo de conteúdo que assistem. Alguns temem ter pesadelos e também podem se assustar com barulhos altos, como trovões ou fogos de artifício.

▪ Já as mais velhas têm medo dos perigos da vida real. Por volta dos 7 anos ou mais, os monstros debaixo da cama já não as assustam (muito) porque sabem que não são reais. Nessa idade, algumas crianças começam a ter medo de coisas que podem acontecer. Temem que haja um "homem mau" em sua casa. Talvez tenham medo dos desastres naturais de que ouvem falar. Podem ter medo de serem feridos ou de que um ente querido possa morrer. As crianças em idade escolar também podem ficar ansiosas com o trabalho escolar, as notas ou a necessidade de se encaixar no grupo de colegas, dependendo da abordagem pedagógica.

▪ Adolescentes podem ter medos sociais. Sua aparência física ou o fato de se encaixar em seu grupo de pertencimento pode gerar ansiedade. E eles também podem ficar ansiosos ou assustados antes de entregar uma tarefa escolar, mudar de escola, fazer um grande teste ou jogar um jogo especial.

Em qual fase está o seu filho? 💜

▪ Se você está discutindo com seu parceiro ou pessoa de apoio com frequência▪ Se você se sente desconectada do seu parce...
10/02/2026

▪ Se você está discutindo com seu parceiro ou pessoa de apoio com frequência
▪ Se você se sente desconectada do seu parceiro/bebê
▪ Se não consegue se relacionar com seu bebê
▪ Se está tendo crises de ansiedade e pensamentos intrusivos
▪ Se seu parceiro está preocupado com você
▪ Durante a gravidez para ajudar a desenvolver ferramentas para o pós-parto
▪ Se você se sente triste, chorosa ou sem esperança com frequência
▪ Se você perceber que a gravidez trouxe à tona traumas do passado, ou se a gravidez/parto foram traumáticas

Pode ser difícil saber quando devemos pedir ajuda a um terapeuta. Muitas vezes pensamos que as coisas vão melhorar por conta própria ou não sabemos realmente no que um terapeuta pode nos ajudar. ⁠ ⁠

Se algum dos pontos da imagem ressoar com você, você pode se beneficiar de se conectar com um terapeuta. ⁠ ⁠

Não sabe onde procurar? ⁠Me manda uma mensagem que a clínica funcional do Vida Viva, onde eu sou coordenadora, pode te ajudar.

Encaminhe essa mensagem para quem precisa. 💜

Você pede desculpas ao seu parceiro ou aos seus pais quando comete um erro ou os magoa? Sim claro! Agora, você faz o mes...
05/02/2026

Você pede desculpas ao seu parceiro ou aos seus pais quando comete um erro ou os magoa? Sim claro! Agora, você faz o mesmo com seus filhos? Não é por serem crianças que não merecem o mesmo respeito ou a mesma atenção.

Esse é o exemplo que você está dando aos seus filhos. Você não pode reclamar se eles gritam com você, desrespeitam você, batem em colegas ou insultam seus irmãos, se você forjou um relacionamento baseado no desrespeito, se você gritou com eles e abusou da autoridade, os ignorou ou não levou em consideração, se os violou verbalmente, fisicamente ou emocionalmente, se os educou com julgamentos, rótulos ou comparações...

Todos nós já perdemos o controle em algum momento, é normal; nós somos humanos. O que não está certo é fingir que nada aconteceu e não aprender com nossos erros.

Lembre-se de que seus filhos aprendem por imitação, portanto, se eles virem que você é capaz de admitir e pedir desculpas quando comete um erro e tentar não repeti-lo, eles aprenderão a fazer o mesmo. Dê a eles o seu melhor.

Não tenha vergonha de se desculpar! Você pode dizer algo como:
"Me desculpe por gritar com você, não é sua culpa. Você é bom e eu te amo muito, mas os pais às vezes perdem a calma. Estou trabalhando minhas emoções para ficar mais calmo com você."

Compartilhe essa mensagem! 💜

Todas as crianças mentem em algum momento...(na verdade é um indicador de que elas já são capazes de se colocar no lugar...
03/02/2026

Todas as crianças mentem em algum momento...
(na verdade é um indicador de que elas já são capazes de se colocar no lugar do outro)

No entanto, algumas crianças mentem muito e outras muito pouco.

Isto é o que podemos fazer em casa para que nossos filhos estejam entre os segundos:

1- Nunca repreendemos ou punimos nossos filhos pequenos por mentirem.
(Está provado que envergonhar ou punir uma criança que mente é a melhor maneira de fazê-la mentir novamente)

2- Se suspeitamos ou sabemos que eles mentiram, sentamos com eles e dizemos:
"Eu sei que é um pouco difícil, mas eu prefiro que você me diga a verdade. Você sabe que pode confiar em mim e que nada vai acontecer com você"

3- Se nesse momento nos dizem a verdade, reconhecemos o que acabaram de fazer e não damos importância ao fato de terem mentido antes.
"O que você acabou de fazer, dizer a verdade, é muito difícil. Você foi muito corajoso. Bravo para você"

4- Se em qualquer outra situação difícil vemos que eles dizem a verdade, nós a reconhecemos novamente.
"Querida. Eu sei que o que você fez não foi muito certo, mas o que eu mais gostei é que você disse a verdade"

Todos nós, crianças ou adultos, precisamos de uma saída digna quando fazemos algo errado. É por isso que esses 4 passos funcionam tão bem.

Pense em um pai ou mãe especial que vai querer ler isso 💜

Quando decidimos dar o passo e começar a educar com amor e consciência, podemos nos sentir perdidas entre tantas dicas, ...
29/01/2026

Quando decidimos dar o passo e começar a educar com amor e consciência, podemos nos sentir perdidas entre tantas dicas, palpites, ferramentas...

Vou deixar 4 pontos que podem te ajudar a começar a educar de outra perspectiva.

1️⃣ Eduque a partir de seus valores. Ao educar a partir de seus valores, será mais fácil você permanecer no caminho certo. Você estará transmitindo aos seus filhos o que é tão importante para você.

2️⃣ Use as necessidades como ponto de união. Ouça e aceite as necessidades de toda a família, todas são válidas e todas estão bem.

3️⃣ Seja claro para onde quer ir, que mãe quer ser, que maternidade quer viver para seguir o caminho certo, aquele em que se sente confortável.

4️⃣ Vocês estão todos do mesmo lado. Como família, vocês são uma equipe, vocês remam na mesma direção. Sejam solidários uns com os outros. Todos merecem ser tratados com dignidade e respeito.

Espero que esses pontos ajudem você a começar a educar a partir do amor e da consciência.

Você acrescentaria algo mais? Te leio nos comentários 💜

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Rua Pompeu Loureiro 64, Casa 06, Copacabana
Rio De Janeiro, RJ

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Quem é Ana Luz Francés

Psicóloga clínica, Orgonoterapeuta, Especialista em Psicologia e Sexualidade, Especialista em Terapia da Criança e do Adolescente, Fundadora e Coordenadora da ONG Vida ViVa – Orgonomia em Movimento (2002), e membro efetivo da ReHuNa - Rede pela Humanização do Parto e Nascimento.

Atuante em movimentos sociais, com foco na saúde integral da mulher, da criança e na prevenção das neuroses, dedicou sua formação acadêmica na prática clínica com famílias, adultos, adolescentes, crianças e bebês desde 1986.

Formou-se orgonoterapeuta e economista sexual pelo C.I.O – Centro de Investigação Orgonômica Wilhelm Reich (1985-1997), onde participou da coordenação das áreas de estudo e pesquisa com gestantes e bebês e de terapia infantil. Orgonomista formada pelo Open Orgonomy de Nova Iorque (1993-2003).

Fez treinamento em EMDR (Terapia de Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares), NÍVEIS I e II, pelo Instituto Francine Shapiro, em 1999. Tem ainda especialização em psicoterapia corporal da criança e do adolescente (2003-2005). Estuda e pesquisa os processos envolvidos na amamentação desde 1986.