Psicólogo Aluizio

Psicólogo Aluizio Psicoterapia presencial e online para jovens e adultos, inclusive para casais e família. Tratamento

07/03/2026

A próxima vez que seu parceiro vier falar algo… presta atenção.

Você vai estar em qual desses modos?

1. MODO GUERRA.
O que ele falou já entrou como um ataque. Seu corpo trava, seu rosto fecha, sua mente já prepara a defesa. “Já sei onde isso vai dar.” Você não escuta o que ele diz. Escuta o que você acha que isso signif**a. E aí… já começa a responder pelo meio. É discussão na certa.

2. MODO ESCUTA DE VERDADE.
Silêncio interno. Respira. Olha pra ele. Tenta ouvir a emoção por trás das palavras. “O que ele está sentindo agora?” Não é sobre concordar. É sobre entender. É sobre deixar a fala dele existir, sem julgamento instantâneo. Parece simples, né? É o mais raro.

A maioria das discussões não é sobre o tema. É sobre como se escuta.

E aí? Em qual modo você vive mais?
E você… tem sido escutado(a) de verdade?

Se essa pergunta cutucou algo aí dentro, talvez seja hora de olhar para isso com cuidado. Às vezes, um terceiro lugar – neutro, seguro – é o que falta para um casal aprender a se ouvir de novo. Meu trabalho é criar esse espaço.

06/03/2026

A sua jornada de volta para si mesma(o) pode começar com um passo. Minha DM está aberta para você tirar dúvidas sobre o processo ou agendar uma primeira conversa. Ou se preferir, o link para agendamento está na bio.

Você merece se reencontrar.

05/03/2026

O amor verdadeiro não pede que você se apague. Ele se alimenta do contato entre duas pessoas inteiras. Quando você volta a habitar o seu próprio corpo, o desejo – por si, pela vida, pelo outro – tem onde morar de novo.

Isso te provoca ou te acolhe?

04/03/2026

Qual é a última coisa que você deixou de fazer por medo de “atrapalhar a harmonia”?

Já se pegou olhando para o lado na cama e pensando: “Cadê a pessoa que eu me apaixonei?”.E pior: já se perguntou “Cadê e...
03/03/2026

Já se pegou olhando para o lado na cama e pensando: “Cadê a pessoa que eu me apaixonei?”.

E pior: já se perguntou “Cadê eu?”.

Onde foi parar aquela pessoa que tinha desejos, opiniões, vontades próprias? Que sabia dizer “não” sem medo de perder o amor? Que não confundia “cuidar” com “anular”?

Você começou a ceder um pouco aqui, a abrir mão dali… Para evitar brigas. Para manter a paz. Para não ser “difícil”. E de repente, você olha no espelho e não se reconhece mais. Só sabe o que sua parceria gosta. Só prioriza o que é bom para o casal. E o seu próprio nome, sozinho, virou um estranho.

P.S.: Essa é a primeira de uma série de reflexões esta semana sobre “Até onde ir numa relação sem se perder”. Vamos falar sobre isso? Me segue para não perder o próximo.








02/03/2026

Te faço uma pergunta que dói:
Você ama a pessoa… ou ama a ideia que você fez dela?

Quando ela aparece com os defeitos, as angústias, a saúde mental fragilizada, as crises… o que você faz?
Afasta?
F**a com raiva?
Sente que foi enganado(a)?
Pensa “não era bem isso que eu queria”?

Isso tem um nome: você se protege do amor de verdade.

Amor de verdade não é aquele que só existe na luz, no sucesso, na pessoa “perfeita” que você projetou. Amor de verdade é o que decide f**ar no escuro junto. É o que vê a rachadura e não vira as costas. É o que segura a mão quando a mão está trêmula.

Mas isso assusta. Porque exige que você também seja real. E ser real é vulnerável.

Transformação

28/02/2026

A ansiedade, muitas vezes, é uma tentativa desesperada de fazer um roteiro para a vida. Especialmente no amor.

A gente quer garantir que o outro vai reagir como a gente espera, que a conversa vai seguir o script, que o sentimento nunca vai esfriar. Criamos um manual de instruções para o relacionamento dentro da nossa cabeça. E aí, quando a vida — que é puro acaso — entra em cena e desarruma tudo, a ansiedade vem com força total.

Por quê? Porque o inesperado tira o nosso controle. E acreditamos, profundamente, que sem controle, tudo vai desmoronar.

Mas e se eu te disser que o acaso não é um inimigo? Que o inesperado não é um sinal de que deu errado, mas a prova de que você está lidando com uma pessoa real — não com um personagem do seu roteiro?
A ansiedade, nesse contexto, é a fumaça de um incêndio de medo: medo do real, do imprevisível, do vivo.

A terapia não é para você aprender a controlar tudo. É para você se fortalecer para lidar com o que você não controla. Para trocar o medo do inesperado pela coragem de se encontrar no meio dele.

27/02/2026

A sua história de “não ser o suficiente” pode ter um novo capítulo. O primeiro passo é uma conversa. Me chama no direct. Vamos falar sobre como a terapia pode ser esse espaço de reconexão.








26/02/2026

O desejo genuíno não nasce da performance. Nasce do encontro de duas pessoas inteiras, não de duas metades mendigando validação.








25/02/2026

Qual máscara você veste para tentar ser “suficiente”? A da super independência? A da cuidadora incansável? A do bom humor que nunca falha? Me conta nos comentários.








Era mais um jantar em silêncio.Você pergunta como foi o dia dele. Ele responde “normal”. Você conta algo do seu trabalho...
24/02/2026

Era mais um jantar em silêncio.

Você pergunta como foi o dia dele. Ele responde “normal”. Você conta algo do seu trabalho, e a sensação é de estar falando com uma parede. Aquele vazio no peito aperta.

“Será que eu não sou interessante o suficiente?”
“Se eu fosse mais bonita, mais bem-sucedida, mais espontânea… será que ele me olharia diferente?”
“Por que nada do que eu faço parece ser suficiente para criar a conexão que a gente já teve?”

O prato f**a frio. O barulho dos talheres é o único som. E a pergunta que não cala, que você leva para o travesseiro, vem disfarçada de cansaço: “O problema é comigo?”

Quantas vezes, nos últimos meses, você se sentiu um coadjuvante na própria vida, em vez de a pessoa principal?








23/02/2026

Já parou para pensar que o que define uma obra de arte não é a tinta que preenche, mas o contorno que a delimita?
Sem contorno, a cor se espalha, se mistura, vira uma mancha sem forma. Pode até ser bonito, mas não é uma figura. Não comunica nada.
Nos relacionamentos é a mesma coisa.
Muita gente acha que limite é sinônimo de muro, de distância, de egoísmo. Na verdade, é o oposto: limite é o que dá forma ao que estamos construindo.

Quando você não sabe onde termina o seu espaço e começa o do outro, tudo vira uma bagunça emocional.

• Suas necessidades se perdem.
• Suas dores são ignoradas.
• Sua voz some.

E pior: você começa a cobrar do outro coisas que ele nunca poderia adivinhar, porque você mesmo não desenhou essas linhas.

A verdade é essa: relações saudáveis não são feitas de pessoas sem limites. São feitas de pessoas com contornos claros, que escolhem se tocar, se encontrar e se apoiar — a partir de um lugar de integridade.

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