Psicólogo Aluizio

Psicólogo Aluizio Psicoterapia presencial e online para jovens e adultos, inclusive para casais e família. Tratamento

05/02/2026

Não é sobre culpa. É sobre responsabilidade. Eu não vou te dar um manual para matar o elefante. Mas posso te ajudar a iluminar o quarto. E descobrir que, talvez, parte daquela sombra assustadora… é sua.

O primeiro passo não é a conversa difícil. É a pergunta silenciosa.








04/02/2026

Há sentimentos e situações que são centrais e geradoras de conflitos.
Aqui está o pulo do gato: Tudo o que vocês fazem – o s**o mecânico, as brigas cíclicas sobre a louça suja, o silêncio no carro – é apenas um sintoma e não o problema.

Você não briga por causa do lixo. Você briga porque é mais seguro do que encarar o vazio de intimidade.
Você não reclama do s**o ruim. Você reclama porque é mais fácil do que admitir que não se permite mais ser vulnerável com aquela pessoa.

Qual mágoa colossal está se disfarçando de discussão sobre dinheiro ou tempo?








Tem um elefante na sala. Vocês dois passam por ele todo dia. Dão bom dia para ele. Contornam ele para pegar o controle r...
03/02/2026

Tem um elefante na sala. Vocês dois passam por ele todo dia. Dão bom dia para ele. Contornam ele para pegar o controle remoto. E fazem de conta que é um vaso de planta.

Vocês dão nomes técnicos para não chamá-lo pelo que é: ‘é uma fase’, ‘estresse do trabalho’, ‘ela sempre foi assim’, ‘ele não vai mudar’.

Mas às 3 da manhã, quando o silêncio do quarto f**a ensurdecedor, o elefante respira. E o som é tão alto que parece que o coração vai sair pela boca.

Pergunta que vai te perseguir: Qual é o elefante na sua sala? Qual é a verdade única, óbvia e colossal que você e seu parceiro têm um pacto não escrito de NUNCA, JAMAIS, discutir?

Não me conte nos comentários. Isso é entre você e o travesseiro. Mas reflita: qual o preço que você paga para manter esse animal domesticado?”








03/02/2026

Você já deve ter ouvido (ou até sentido) que o casamento vai mal quando o s**o vai mal. Que a cama esfria e, com ela, o amor.

Deixa eu te contar uma história.

Ela trabalha demais. Ele está sobrecarregado. A criança não dorme. O cansaço é um terceiro elemento na relação. A paixão dos primeiros anos parece uma memória distante, e a intimidade sexual, quando acontece, às vezes parece mais uma obrigação do que um encontro.

E aí vem o pensamento catastrófico: "Acabou. Se o s**o está assim, é porque o amor se foi."

Pare. Respire.

S**o “ruim” ou escasso não é a causa da falência do casamento. É, com frequência, o sintoma mais gritante de que algo no campo do relacionamento precisa de atenção. A questão não é "como voltamos a tr***ar como antes?", mas "o que está sufocando o nosso encontro, em todos os sentidos?"

A verdadeira união sexual é a que faz sentido para aquele casal, naquele momento da vida. Pressão e comparação só criam mais distância.

Vem comigo que conto mais sobre isso
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02/02/2026

Já parou pra pensar quando o "bom dia" virou um protocolo, e o "como foi seu dia?" uma pergunta de preenchimento obrigatório?

O tédio não é a falta de grandes emoções. É a ausência dos pequenos signif**ados.

E aí a gente se pergunta: "O que aconteceu com a gente?".

A verdade é que nada "aconteceu" de repente. Você só está sentindo o peso da falta daquilo que foi deixado de ser cultivado. E a boa notícia? O que foi soterrado pela rotina pode ser resgatado pela consciência.

A terapia é justamente isso: iluminar o óbvio que se tornou invisível. É aprender a estar presente de novo, no aqui-e-agora do seu relacionamento. É resgatar a linguagem única que só vocês dois falam.

Se o seu "nós" virou uma estante empoeirada de lembranças, talvez seja hora de parar, olhar pra ela e decidir quais objetos você quer polir e manter por perto.

A chave não está em grandes revoluções, mas na coragem de observar o óbvio.








30/01/2026

Você merece mais do que um bom roteiro. Merece uma história verdadeira.








29/01/2026

Imagine uma única conversa em que vocês abrem mão dos papéis de "cobrador" e "acusado". Só por 5 minutos. O que poderia nascer desse silêncio novo?








28/01/2026

A pergunta que f**a: o que VOCÊS estão evitando sentir, juntos, ao manter esse diálogo de superfície?








Já aconteceu de você sair de uma conversa "profunda" com sua parceria e sentir um vazio pior do que o silêncio?Você fez ...
27/01/2026

Já aconteceu de você sair de uma conversa "profunda" com sua parceria e sentir um vazio pior do que o silêncio?

Você fez tudo "direito". Sentaram. Um disse "precisamos conversar". O outro se armou. Vocês trocaram frases de manual: "Me sinto assim...", "Quando você faz aquilo...". Houve até um "sinto muito" no final.
Mas nada mudou. Só piorou.

Porque aquilo não foi um diálogo. Foi um teatro de WhatsApp, onde cada um representou o papel de "pessoa madura que se comunica". E no camarim da alma, a mágoa, o tédio e a solidão continuam intactos, se maquiando para a próxima cena.

Você já sentiu que estava atuando uma conversa, em vez de realmente ter uma?







26/01/2026

Tenho escutado muito essa queixa: "Não existem mais pessoas dispostas a amar".

E eu fico pensando... Será?

Ou será que existem poucas pessoas dispostas a viver um roteiro de amor que a gente escreveu na cabeça? Um amor que não briga, não tem dias tediosos, não decepciona, não precisa negociar, que é pico de emoção 24 horas por dia.

Esse amor não existe. É um personagem.

O amor que existe é humano. É aquele que escolhe f**ar depois da discussão. Que divide a conta quando o orçamento aperta. Que aceita que o outro tem um dia cansativo e não está para grandes romances. Que ama o ser real, e não a projeção idealizada que criamos.

A gente rejeita pessoas reais em nome de um ideal fantasiado. E depois senta na solidão e diz: "o amor acabou".

O problema não é a falta de amor. É a nossa pouca tolerância com a humanidade do outro – e com a nossa própria.

Amar é um verbo concreto. É ação no mundo real, com pessoas reais. A terapia te ajuda a baixar do castelo de expectativas e a construir um lar, de verdade, no chão da realidade. Com toda a beleza e o desafio que isso tem.

Qual a sua opinião? O amor é raro ou a gente idealiza demais?

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24/01/2026

Vamos falar sobre um tabu dentro dos relacionamentos: a inveja.

Não a inveja de um estranho. A inveja da sua parceria. Aquela pontada ruim quando ele é promovido e você não. Quando os amigos elogiam mais a carreira dele. Quando ele parece estar realizando um sonho que você adiou.
O primeiro impulso é se odiar por sentir isso. "Como posso ser tão pequeno? Eu devia f**ar feliz!"

Calma. Respira.

Esse sentimento desconfortável não é sobre falta de amor. É sobre identidade. É o sinal de que algo em você está pedindo para ser olhado, cuidado, cultivado.

O relacionamento é o campo. O que surge nele é informação. A inveja, nesse caso, pode estar gritando: "Ei, e os meus sonhos? Onde eu estou nessa história?".

O perigo não é sentir inveja. O perigo é ignorá-la, deixar ela virar raiva passiva, boicote ou distância emocional.

O caminho? Trazer isso para a luz. "Amor, fiquei com um sentimento confuso com sua promoção. Vamos conversar sobre os nossos projetos, os meus medos?".

Um relacionamento seguro é aquele onde até os sentimentos "feios" podem ser nomeados, sem medo de julgamento. É onde a realização de um não signif**a a anulação do outro. Na terapia, criamos esse espaço seguro para que o sucesso de um seja combustível para o casal, não uma competição.

Se precisar de ajuda para criar esse espaço no seu relacionamento, estou aqui. Link na bio.

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23/01/2026

A sua vida amorosa pode ser diferente. Pode ter mais verdade e menos teatro.
Se esse ciclo do perfeccionismo está sabotando seu amor e sua paz, vamos conversar.








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