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✨ Curso de Constelação Sistêmica de BonequinhosAplicação terapêutica em consultórioA Constelação Sistêmica é uma abordag...
28/12/2025

✨ Curso de Constelação Sistêmica de Bonequinhos
Aplicação terapêutica em consultório

A Constelação Sistêmica é uma abordagem que possibilita acessar e reorganizar dinâmicas invisíveis que atuam nos vínculos familiares, emocionais e profissionais. Muitas vezes, padrões de sofrimento, repetição ou bloqueio não pertencem apenas ao indivíduo, mas ao sistema do qual ele faz parte.

O uso dos bonequinhos torna esse trabalho ainda mais claro e acessível no atendimento individual, permitindo que o cliente visualize o seu sistema, compreenda movimentos inconscientes e encontre novas possibilidades de organização e cura.

Este curso foi criado para terapeutas e profissionais da área do cuidado que desejam ampliar sua prática clínica com uma ferramenta profunda, ética, sensível e ao mesmo tempo prática — aplicável no dia a dia do consultório.

Ao longo da formação, você irá aprender os fundamentos da visão sistêmica, a condução da constelação individual com bonequinhos e a aplicação da técnica em diferentes demandas, como ansiedade, relacionamentos, família, luto, carreira e tomadas de decisão.

🗓 Início: 23/01/2026
📍 Módulo teórico online, realizado às sextas-feiras à noite, das 20h30 às 22h
📍 Módulo prático presencial, realizado aos sábados, das 9h às 17h, após a conclusão da etapa teórica

👩‍🏫 Facilitadora: Lenny Soares – terapeuta, psicanalista junguiana e facilitadora de práticas integrativas e sistêmicas

📲 Informações e inscrições:
Entre em contato diretamente pelo WhatsApp (11) 9.7215-7742

🔹 Uma formação para ampliar seu olhar sistêmico.
🔹 Uma ferramenta que aprofunda a escuta e transforma a prática terapêutica.

✨️Na mitologia grega, Orfeu é um músico e poeta cuja arte é capaz de comover homens, animais e até os deuses. Após a mor...
20/12/2025

✨️Na mitologia grega, Orfeu é um músico e poeta cuja arte é capaz de comover homens, animais e até os deuses. Após a morte de Eurídice, sua companheira, ele decide descer ao Hades — o mundo dos mortos — para tentar trazê-la de volta. Seu canto sensibiliza as divindades do submundo, que lhe concedem uma chance rara: conduzi-la de volta ao mundo dos vivos, desde que ele siga adiante sem olhar para trás até completar o caminho.

Orfeu desce ao Hades movido por uma tarefa impossível: recuperar aquilo que foi perdido. Sua jornada não é heroica no sentido clássico, mas existencial. Ele atravessa o mundo dos mortos porque acredita que é possível negociar com o limite, suspender a ordem e avançar onde normalmente não se retorna.

Durante essa descida, Orfeu encontra provas que não são de força, mas de postura interior. Seu canto comove o invisível, mas o verdadeiro desafio surge na volta: seguir adiante sem olhar para trás. A exigência não é obediência cega, mas confiança absoluta no processo. O mito revela que há caminhos que só se realizam enquanto não são submetidos à verificação constante da consciência.

Filosoficamente, Orfeu representa o conflito entre experiência e controle. O olhar para trás simboliza a mente que tenta confirmar, garantir e assegurar aquilo que ainda está em formação. Ao fazê-lo, interrompe o próprio movimento que buscava sustentar. O mito nos ensina que nem todo sentido se revela pela vigilância — alguns só existem enquanto permanecem no campo do invisível.

Orfeu não fracassa por fraqueza, mas por ultrapassar um limite essencial: há momentos em que avançar exige não retornar ao ponto anterior. A mensagem do mito não é sobre perda, mas sobre maturidade da consciência diante do irreversível.

Imagem criada por IA.



✨️Hermes — o arquétipo da passagem e do sentido em movimentoHermes não representa o destino, nem a verdade final. Ele re...
20/12/2025

✨️Hermes — o arquétipo da passagem e do sentido em movimento

Hermes não representa o destino, nem a verdade final.
Ele representa o entre.
É o deus das travessias, das fronteiras, da linguagem e da mediação.
Onde há passagem, Hermes está.
Onde algo precisa ser traduzido — do invisível para o visível, do inconsciente para a palavra — Hermes se manifesta.
Filosoficamente, Hermes simboliza que o sentido não é fixo, mas relacional.
Nada se revela de forma absoluta; tudo se comunica por símbolos, metáforas e deslocamentos.
Ele nos lembra que compreender não é possuir a verdade, mas saber transitar por ela.
Hermes ensina que a consciência nasce do movimento: quem se fixa, endurece; quem atravessa, aprende.
O mensageiro não se confunde com a mensagem — ele a conduz, sabendo que todo significado depende do caminho percorrido.
Hermes não nos oferece respostas. Ele nos oferece acesso.

Imagem criada por IA.



✨ A Eneida de Virgílio, a psicossomática e a visão junguianaA Eneida, de Virgílio, narra a jornada de Eneias, herói troi...
18/12/2025

✨ A Eneida de Virgílio, a psicossomática e a visão junguiana

A Eneida, de Virgílio, narra a jornada de Eneias, herói troiano destinado a fundar Roma após a queda de T***a. Não é apenas uma epopeia de guerra e fundação, mas um mito sobre destino, dever e sacrifício do desejo pessoal em prol de um propósito. Eneias carrega o pai nos ombros, conduz o filho pela mão e deixa para traz, amores e perdas — tornando-se símbolo da travessia entre o passado destruído e o futuro ainda invisível.

Na psicossomática, a Eneida representa o peso do dever internalizado. Quando o indivíduo vive apenas para cumprir expectativas, heranças familiares ou missões que não escolheu conscientemente, o corpo manifesta exaustão, dores nas costas, sensação de fardo constante e tristeza silenciosa. Eneias carrega não só um pai físico, mas a ancestralidade inteira — e o corpo sente quando a vida é vivida mais como obrigação do que como escolha integrada.

Sob a ótica junguiana, a Eneida é um mito do ego a serviço do Self. Eneias não é movido pelo prazer (como Aquiles) nem pela astúcia (como Ulisses), mas pelo fatum — o chamado interior. Ele encarna o arquétipo do herói que renuncia ao desejo imediato (Dido) para obedecer a uma vocação. Jung veria nessa narrativa o conflito entre a anima e o destino. A individuação aqui não é espontânea, mas conquistada por disciplina.

A Eneida nos ensina que amadurecer é aprender a olhar para o passado sem ficar preso a ele.

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✨ Adônis, a psicossomática e a visão junguianaNa mitologia grega, Adônis é o jovem de beleza extraordinária amado por Af...
18/12/2025

✨ Adônis, a psicossomática e a visão junguiana

Na mitologia grega, Adônis é o jovem de beleza extraordinária amado por Afrodite. Sua vida, morte e renascimento anual simbolizam o ciclo da natureza: a flor que desabrocha, murcha e retorna. Ele representa a juventude radiante, mas também a fragilidade da existência — aquilo que é belo, mas efêmero.

Na psicossomática, Adônis reflete a relação entre vitalidade e vulnerabilidade. Quando a pessoa se identifica apenas com o ideal de perfeição, força ou juventude, o corpo sofre: tensão, ansiedade, exaustão e até sintomas ligados à autoestima podem surgir. O mito lembra que a busca incessante pela imagem perfeita distancia o indivíduo da alma, pois a vitalidade verdadeira nasce da aceitação do ciclo — e não da negação da transitoriedade.

Sob a ótica junguiana, Adônis é o arquétipo do Eros vulnerável, aquele que revela que o amor e a beleza precisam ser integrados à consciência da impermanência. Ele representa o encontro entre desejo e mortalidade, entre a anima que ama e a sombra que teme perder. Jung veria em Adônis o símbolo do renascimento psíquico: morrer para velhas idealizações e renascer para uma beleza mais profunda — a beleza da alma que se aceita.

Adônis nos ensina que tudo o que é belo é também finito!

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"Quanto mais a 'persona' aderir à pele do ator, tanto mais dolorosa será a operação psicológica para despi-la. Quando é ...
18/12/2025

"Quanto mais a 'persona' aderir à pele do ator, tanto mais dolorosa será a operação psicológica para despi-la. Quando é retirada a máscara que o ator usa nas suas relações com o mundo, aparece uma face desconhecida.
Olhar-se em um espelho que reflita cruamente essa face é decerto um ato de coragem. Será visto nosso lado escuro onde moram todas as coisas que nos desagradam em nós, ou mesmo que nos assustam. É nossa sombra. Os primitivos acreditavam que a sombra projetada por seus corpos, ou sua imagem refletida na água, fosse uma parte viva deles próprios. E, com efeito, a 'sombra' (em sentido psicológico) faz parte da personalidade total. As coisas que não aceitamos em nós, que nos repugnam e que por isso reprimimos, nós as projetamos no 'outro', seja ele o nosso vizinho, o nosso inimigo político ou uma figura-símbolo como o demônio. E assim permanecemos inconscientes de que as abrigamos dentro de nós. Lançar luz sobre os recantos tem como resultado o alargamento da consciência. Já não é o 'outro' quem está sempre errado. Descobrimos que frequentemente 'a trave' está em nosso próprio olho."

Nise da Silveira - Jung vida e obra págs. 103/104 1° edição.

Imagem, pinterest.



Por que os temos pesadelos?Bem, pesadelos são sonhos substancialmente, vitalmente importantes. Eles nos fazem acordar gr...
18/12/2025

Por que os temos pesadelos?

Bem, pesadelos são sonhos substancialmente, vitalmente importantes. Eles nos fazem acordar gritando; são eletrochoques que a natureza aplica em nós quando quer que despertemos. A palavra 'nightmare' vem de 'mare' (égua) e a idéia é que um espírito mau sob a forma de um cavalo negro o carrega pela noite adentro, de forma que você acorda com um grito, completamente exausto.
O ponto do sonho em que despertamos é o choque através do qual o inconsciente diz: "Agora, é isso, preste atenção nisso!" O pesadelo é, portanto, uma verdadeira terapia de choque. A intenção é nos sacudir e arrancar de uma sonolência inconsciente a respeito de alguma situação perigosa. A ocorrência de pesadelos indica que estamos correndo algum tipo de perigo psicológico e dormindo, sem perceber. O pesadelo então nos desperta. Sua
característica é uma certa urgência, como se o inconsciente dissesse: "Olhe aqui, esse problema é urgente!"

Marie-Louise von Franz - O Caminho dos Sonhos - pág. 99.



Tarde de Constelações sistêmicasCom o Lenny SoaresPara participar confirme presença!
20/11/2025

Tarde de Constelações sistêmicas
Com o Lenny Soares

Para participar confirme presença!


Tarde de Constelações Sistêmicas Com Lenny SoaresSão Bernardo do Campo Confirme presença!
04/11/2025

Tarde de Constelações Sistêmicas
Com Lenny Soares

São Bernardo do Campo

Confirme presença!

✨️Na lenda arturiana, Merlim é o mago, o sábio e o conselheiro do Rei Arthur. Filho do espírito e da matéria, ele repres...
01/11/2025

✨️Na lenda arturiana, Merlim é o mago, o sábio e o conselheiro do Rei Arthur. Filho do espírito e da matéria, ele representa a união entre o mundo visível e o invisível, entre a razão e o mistério. É o guardião de Avalon, o guia que conduz o herói à consciência e o faz compreender que o verdadeiro poder está dentro.

Na psicossomática, Merlim simboliza a sabedoria interior — aquela voz intuitiva que o corpo manifesta quando a mente se perde em excesso de controle. Quando a razão domina e o mistério é negado, surgem sintomas de estresse, insônia e bloqueios criativos. O corpo pede pausa, silêncio e escuta — os mesmos elementos da magia merliniana, que é mais meditação do que feitiço.

Sob a ótica junguiana, Merlim é o arquétipo do Velho Sábio, aquele que habita o inconsciente como guia espiritual e ponte para o Self. Ele representa a sabedoria profunda que nasce da experiência e da conexão com o inconsciente coletivo. Jung veria em Merlim o símbolo do conhecimento alquímico, do processo interior que transforma sombra em luz, ignorância em sabedoria.

🌙 Merlim nos ensina que a magia não está fora, mas na consciência desperta que sabe ouvir as vozes do invisível.

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✨️Na lenda arturiana, a Dama do Lago é a guardiã das águas sagradas e a portadora da espada Excalibur, símbolo do poder ...
01/11/2025

✨️Na lenda arturiana, a Dama do Lago é a guardiã das águas sagradas e a portadora da espada Excalibur, símbolo do poder e da consciência. É ela quem oferece a espada ao Rei Arthur — e, mais tarde, quem a recolhe quando o tempo do herói chega ao fim. Misteriosa e etérea, a Dama do Lago representa o princípio feminino espiritual que guia o herói ao encontro do destino e do autoconhecimento.

Na psicossomática, ela simboliza o poder curador das emoções profundas. As águas que guarda são reflexo do inconsciente: calmas quando há equilíbrio, turvas quando há negação do sentir. Quando a razão tenta controlar o fluxo da alma, o corpo se torna um lago represado, manifestando sintomas ligados à ansiedade, tensão e desconexão interior.

Sob a ótica junguiana, a Dama do Lago é a anima, o aspecto feminino da psique que liga o ego ao inconsciente. Ela é a mediadora entre o mundo visível e o invisível, entre o herói e seu destino. Jung veria nela a força que conduz o indivíduo à individuação — o momento em que o Self emerge das profundezas para entregar a “espada” da consciência.

🌫️ A Dama do Lago nos ensina que o poder verdadeiro nasce da serenidade, e que o mergulho interior é o caminho da sabedoria.

Imagem pinterest Spiralworlds.com









✨️Na mitologia grega, Afrodite é a deusa do amor, da beleza e da criação. Nascida da espuma do mar, ela representa o pod...
31/10/2025

✨️Na mitologia grega, Afrodite é a deusa do amor, da beleza e da criação. Nascida da espuma do mar, ela representa o poder da atração, do prazer e da harmonia entre corpo e alma. Sua presença desperta o desejo, mas também revela o espelho da alma — aquilo que amamos ou rejeitamos em nós mesmos.

Na psicossomática, Afrodite simboliza a energia vital do prazer, da autoestima e da sensualidade. Quando essa energia é reprimida, surgem sintomas como ansiedade, insônia, distúrbios hormonais e tensões musculares. O corpo reage quando o amor por si é negado. Amar e ser amado, para Afrodite, é um estado de presença — não de posse.

Sob a ótica junguiana, Afrodite é o arquétipo da anima criadora, a força que desperta a alma para o amor e a beleza interior. Quando integrada, traz encanto e harmonia; quando ferida, transforma o amor em vaidade, carência ou sedução inconsciente. Jung via em Afrodite o Eros sagrado — a energia que une opostos e revela a totalidade.

Imagem pinterest yasmin







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