12/02/2016
Diagnóstico através das Unhas (Parte 2 - final)
A unha sadia deve ser rosada e não ultrapassar o tamanho de 50 por cento da terceira junta do dedo correspondente. Deve ser livre de manchas ou sinais sintomáticos; na meia lua (lúnula), está a parte vital, é a raiz da unha que quando atingida, degenera o restante. O ciclo de crescimento de uma unha é de 3 meses para uma criança e 8 meses para um adulto. Entre os fleumáticos é que encontramos a maioria dos roedores de unhas. As pessoas que necessitam de enxofre e sal no organismo, roem as unhas desesperadamente, tentando saciar sua fome. Através da unha é que são expelidas as impurezas em excesso no organismo.
Observe alguns aspectos desta técnica de analise, de mais de 3.500 anos:
Unhas rijas, mas flexíveis: vigor e boa calcificação.
Quebradiças: descalcificação e fraqueza geral, além de possibilidades de hipófise ou tireóide hipotensa.
Esfoliadas: descalcificação, acompanhada de esgotamento físico.
Riscos verticais: alergias, asma, bronquite.
Riscos verticais muito juntos cobrindo toda a unha: pulmão fraco com predisposição à tuberculose.
Onduladas: indicam mudança na alimentação, climas e freqüências.
Unhas de aspecto rosado e brilhante: vitalidade e saúde boa.
Pálidas ou azuladas: nervosismo, timidez ou angústia.
Amareladas: doenças do fígado ou baço, prisão de ventre, dores de cabeça e desordens cerebrais.
Esbranquiçadas: debilidade geral, cansaço, falta de apetite, insônia.
Unhas aparadas, limpas e sem esmalte são melhores de ser observadas, a fim de se precaver contra qualquer sintoma interno. A sabedoria oriental milenar, nos mostra que a própria natureza revela os segredos do corpo, e até de personalidade, tudo em nas nossas mãos. Basta observar e entender o que as unhas têm para nos dizer.