Dra Priscila Xavier

Dra Priscila Xavier Mãe e Pediatra disposta a ajudar você e sua família no que estiver ao meu alcance!



Espero que as dicas desta página acrescentem na vida da sua família �

30/03/2026

Antes de enxergar a agressividade de uma criança como “mau comportamento”, vale tentar entender o que está acontecendo dentro dela.

Muitas vezes, o que aparece por fora é só o reflexo de um turbilhão interno que ela ainda não sabe organizar. As emoções chegam intensas, rápidas, e o cérebro imaturo não dá conta de transformar isso em palavras.

Nessas horas, o corpo responde do jeito que consegue. Um empurrão, um grito ou um tapa não são planejados, são sinais de que algo está grande demais por dentro.

Por trás de cada atitude, existe uma necessidade não atendida ou uma emoção pedindo ajuda.

Você costuma olhar para isso também?

Dra. Pri
Médica Pediatra Especialista em Traumas na Infância
CRM SP 146735

Nem toda criança que parece difícil está sendo desobediente. Muitas só estão tentando lidar com o que sentem.Quando o co...
30/03/2026

Nem toda criança que parece difícil está sendo desobediente. Muitas só estão tentando lidar com o que sentem.

Quando o corpo entra em alerta, ela reage para se proteger. Algumas gritam e enfrentam. Outras se calam e se isolam.

Por trás do comportamento, existe um pedido de ajuda.

Com carinho, Dra. Pri.
Médica Pediatra Especialista em Traumas na Infância
CRM SP 146735

27/03/2026

Relações humanas são fonte de CURA.
Leia até o final

Estamos adoecendo mentalmente e fisicamente. Cada vez mais as telas nos roubam o que há de mais precioso- engajamento social, olho no olho, conexão humana.

O corpo que não recebe olhar adoece. Esse adoecer muitas vezes vem no comportamento que se torna desafiador, no sistema imune que não dá conta de proteger o corpo, no sono que a criança não consegue se entregar.

Com o tempo o corpo entende que relacionar pode ser ameaçador, e ela se mantém em estado de alerta. O resultado? Doenças auto imunes, doença inflamatória intestinal, dores pelo corpo, mente acelerada que não para, vícios, compulsões… conhece alguém assim? 👀E não , você não veio ao mundo com um problema, o corpo só aprendeu a buscar anestesia porque dentro existe um vazio da real presença humana.

Fez sentido por aí?
Desenvolvi com carinho um Curso de extensão em Trauma para profissionais e para todas as pessoas que desejam olhar mais pra essas dores e interromper ciclos que ferem. É possível começar a viver e desligar esse automático de sobrevivência.

Se você é profissional você precisa desse conhecimento que transforma o vínculo e adesão terapêutica com seus pacientes, além de te ajudar a desbloquear traumas que te aprisionam pro sucesso na sua carreira.

DIGITE QUERO , aproveite os 70% de desconto.
Com certificado INTERNACIONAL

DRA Pri
Médica pediatra especialista em Neurociência e Trauma na Infância

Quando uma criança bate, a primeira pergunta não deveria ser “por que ela fez isso?”, mas “por que o sistema nervoso del...
24/03/2026

Quando uma criança bate, a primeira pergunta não deveria ser “por que ela fez isso?”, mas “por que o sistema nervoso dela está sentindo ameaça?”

Bater quase sempre aparece quando a criança perdeu a capacidade de organizar o que está sentindo. A emoção ficou grande demais para o cérebro imaturo processar, e o corpo entra em ação. De forma automática o modo se defender entra em ação.

Crianças pequenas ainda não possuem recursos neurológicos para transformar frustração, medo ou sobrecarga em palavras. Quando a emoção sobe rápido demais, o corpo reage: empurra, bate, grita. É o sistema nervoso tentando descarregar tensão. É ele dizendo: “preciso de ajuda ! Eu não consigo sozinho!”

Não seja agressivo com a criança que bate, ensine ela a colocar limites com palavras, buscar um adulto para ajuda la, ensine ela a se afastar.
Agredir uma criança que bateu é motivar o comportamento agressivo.

Fez sentido por aí? Comente um 🩵 se sim
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Dra. Pri
Médica Pediatra Especialista em Traumas na Infância
CRM SP 146735

A Teoria Polivagal foi a chave que faltava pro entendimento completo sobre comportamento humano e neurociência do trauma...
23/03/2026

A Teoria Polivagal foi a chave que faltava pro entendimento completo sobre comportamento humano e neurociência do trauma.

Quem me conhece sabe o quanto sou apaixonada por ela. Não porque ela é uma teoria em si, mas porque na prática ela mudou minha vida e a de milhares de pessoas que eu guiei e continuo guiando.

Compreender ela é saber o mapa completo do comportamento humano e poder agir de forma assertiva e com muito mais empatia.

Toda pessoa que busca o conhecimento sobre trauma se liberta e liberta quem está ao seu redor. Não precisamos manter ciclos que já não fazem sentido, romper nos leva a mais saúde mental e física.

Quer mergulhar nesse conhecimento de forma prática e leve?

Digite QUERO e vem comigo.

Com carinho,

Dra. Pri
Médica Pediatra Especialista em Traumas na Infância
CRM SP 146735

3.9 🎉 🎂 A vida é sobre momentos, pessoas, abraços, olho no olho e amor. Obrigada Deus. São Teus planos e não os meus… e ...
22/03/2026

3.9

🎉 🎂

A vida é sobre momentos, pessoas, abraços, olho no olho e amor.

Obrigada Deus. São Teus planos e não os meus… e eles são perfeitos. 🥹

22/03/2026

Minha participação nessa matéria fantástica.

Comportamento é comunicação.

A neurociência do Trauma deixa claro que o sistema nervoso infantil responde ao ambiente . Ansiedade , déficit de atenção , hiperatividade , oposição, dificuldade em dormir são apenas a ponta do iceberg de um sistema nervoso em alerta.

Antes de rótulos,medicações e diagnósticos é urgente olhar pro ambiente, cuidar de quem cuida.

Deixe um 🩵 se essa matéria linda chegou até você.

Dra Pri na mídia levando o conhecimento que salva vidas pra todos os lugares.

Menos traumas, mais saúde.
Matéria produzida pela maravilhosa

Hoje dia 21 de Março celebramos os dia mundial da Infância. Verdade é que ainda é muito difícil ser criança em uma socie...
21/03/2026

Hoje dia 21 de Março celebramos os dia mundial da Infância.

Verdade é que ainda é muito difícil ser criança em uma sociedade em que os adultos não puderam ser. Milhares de crianças são violentadas dentro do ambiente familiar.
As experiências negativas impactam de forma significativa saúde mental emocional e física a curto e longo prazo.

Como pediatra eu luto por essa causa há anos, pesquiso, me capacito internacionalmente, formo profissionais para que crianças sejam cada vez mais protegidas e se sintam mais seguras para viver a melhor fase da vida : a infância.

Nessa semana recebi o convite para participar dessa matéria incrível produzida pela querida .

Para a matéria completa digite quero que envio pra você por direct.

Por uma infância mais segura.
Menos traumas
Mais saúde

Dra Pri

Tem criança que para de chorar… e todo mundo comemora.“Ela é tão madura.”“Ela entende tudo.”“Quase não dá trabalho.”Mas ...
19/03/2026

Tem criança que para de chorar… e todo mundo comemora.

“Ela é tão madura.”

“Ela entende tudo.”

“Quase não dá trabalho.”

Mas ninguém percebe quando essa criança aprendeu cedo demais que sentir não é seguro. Crianças muito obedientes, muito silenciosas ou que parecem “fortes demais” nem sempre estão bem. Muitas vezes elas só entenderam que, para pertencer, precisam desaparecer emocionalmente.

Quando uma criança engole medo, tristeza ou frustração para manter o vínculo com o adulto, o sistema nervoso aprende que conexão depende de adaptação extrema. Ela pode crescer sendo a criança perfeita… e o adulto que não sabe dizer não, que sente culpa por existir ou que vive em alerta tentando não decepcionar ninguém.

“Está tudo bem chorar”
“Estou aqui com você”
“Você não é responsável por isso, deixa que eu adulto dou conta”

São frases que podem ser ditas que liberam a criança pra ser quem ela é.

Fez sentido aí?
Então comenta com um 🩵

Com carinho,
Dra. Pri.
Médica Pediatra Especialista em Traumas na Infância
CRM SP 146735

Muitas vezes, o comportamento da criança é apenas a ponta do iceberg. Aquilo que aparece: agitação, dificuldade de atenç...
16/03/2026

Muitas vezes, o comportamento da criança é apenas a ponta do iceberg. Aquilo que aparece: agitação, dificuldade de atenção, explosões emocionais, comportamento opositor, irritabilidade ou dificuldade em seguir orientações, costuma ser o que mais chama atenção do adulto. Mas, quase sempre, isso não é o problema.

Debaixo dessa superfície, muitas vezes existem histórias. Ausência emocional, rejeição, negligência, violência, abandono ou até ambientes com excesso de estímulos e pouca presença afetiva. Experiências que o cérebro infantil não tem maturidade para compreender, mas tem capacidade para registrar e desenvolver mecanismos de defesa.

Por isso, olhar apenas para o comportamento da criança é tratar a ponta do iceberg. Cuidar da infância exige profundidade.

Inscrições abertas para o curso que traz clareza sobre comportamentos.

Digite CETI e receba o link.

Com carinho,
Dra Pri

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