Amor, Transformação & Cura

Amor, Transformação & Cura Aqui você encontra conteúdos que trazem mais consciência sobre você e seu lugar na família, promovendo informação, amor e respeito.

04/03/2026

Sim, se te incomodou, pega que é seu! Aquilo que incomoda você é algo ainda não visto, não aceito ou não curado em você.

Responsabilidade emocional madura, exige de nós maturidade psíquica e emocional, exige crescimento, exige postura, exige liderança do si mesma(o).
O outro pode apertar o botão.
Mas o botão já estava aí.
Isso não é culpa.
É poder.
Porque se o gatilho é seu,
a cura também pode ser.

Como lidar com aquilo que te incomoda, com o que acessou e acionou em você?
Nomeando o que sente! ;
Pausar antes, pedir um tempo para refletir antes de reagir;
Perguntar: Isso é proporcional ao fato em si atual?
Que memória emocional foi ativada, ou toca em mim?
Tomar decisão com a adulta em você e não com a reação da criança ferida.
Texto para refletir:
Você não escolheu as feridas que carrega.
Mas pode escolher não reagir a partir delas.
O gatilho não é fraqueza.
É um convite.
Cada vez que algo te desorganiza profundamente,
talvez não seja sobre o agora.
Talvez seja a criança dizendo:
“Isso já doeu antes.”
♥️

03/03/2026

Crianças não tem auto regulação.

A criança depende de co-regulação.

Quando chora e é acolhida → aprende que emoção é tolerável.
Quando chora e é ignorada ou criticada → aprende que emoção é ameaça.

Sem adulto regulador:
• O sistema nervoso f**a hiperativado (ansiedade)
ou
• Desliga (evitação, congelamento)

Mais tarde, nos relacionamentos, qualquer situação que lembre aquela sensação inicial vira gatilho.
Uma criança não nasce com capacidade de se autorregular.

O cérebro imaturo depende do sistema nervoso do adulto para:
• Regular emoções
• Organizar medo
• Modular frustração
Segundo Gabor Maté, trauma não é apenas o que aconteceu.
É o que aconteceu dentro da criança quando ela ficou sozinha com emoções grandes demais.


Se você conhece alguém que precisa ver esse vídeo, envia para ela. Salva e curte!
Crédito a Vogel advocacia

03/03/2026

O cérebro imaturo depende do sistema nervoso do adulto para:
• Regular emoções
• Organizar medo
• Modular frustração
• Integrar experiências
Trauma É o que aconteceu dentro da criança quando ela ficou sozinha com emoções grandes demais.
Se não há adulto disponível emocionalmente, a criança não aprende:
“Eu sinto e continuo segura.” , ela aprende :
“Eu sinto e fico sozinha.”

A criança precisava de um adulto para se regular.
A mulher adulta precisa aprender a se oferecer essa segurança.

Curte, comenta, compartilha e salva esse vídeo:.

02/03/2026

Fazer terapia não é só sobre curar suas feridas, é também para não descontar em quem não as causou!
Toda dor que não elaborada vira reação.
Reação repetida vira padrão.
E padrão inconsciente machuca as relações, ou seja, uma pessoa que está ferida, fere até mesmo aqueles que mais ama. Simplesmente por não acolher e cuidar das suas feridas, saber se afastar quando não estiver bem, dar um tempo a si mesmo longe daqueles que ama, para não machucar , isso é ter responsabilidade emocional.
Terapia é ter responsabilidade emocional conosco e com os outros.
Você sobreviveu como pôde.
Suas defesas foram necessárias.

Mas o que foi proteção um dia
pode virar barreira hoje.

Terapia não é julgamento.
É um espaço seguro para transformar dor em consciência.
Nossas primeiras experiências de apego moldam como reagimos ao amor.
Se houve abandono → medo intenso de perder.
Se houve crítica → hipersensibilidade.
Se houve instabilidade → ansiedade relacional.
Sem elaboração e consciência você pode:
Exigir garantias impossíveis das outras pessoas, cobrar excessivamente outras pessoas a dar o que você acredita que precisa ter;
Testar o amor do outro;
Se fechar antes de ser ferida; por medo mesmo que isso não aconteça;
Escolher parceiros indisponíveis, isso tudo por conta da memória emocional que você tem.
Terapia é onde a criança ferida deixa de dirigir
e o adulto consciente assume.

Isso é importante para que você também pare de repetir padrões do que viu, ouviu ou viveu sem mesmo que perceba.
Comente, compartilhe e salve para ler quando quiser.

01/03/2026

Enquanto suas feridas não são conscientes, elas operam nas relações.
Terapia é o espaço onde você assume responsabilidade pelo que carrega.
Não é só sobre sobre curar sua dor.
É sobre impedir que sua dor machuque os outros.
Feridas não elaboradas podem se manifestar como:
• Explosões de raiva desproporcionais
• Ciúmes excessivo
• Controle
• Silêncio punitivo
• Autossabotagem
• Dependência emocional
Não porque a pessoa é “má”.
Mas porque está reagindo a dores antigas.

A dor que não é acolhida vira defesa.
A defesa vira padrão.
E o padrão vira ferida no outro.
Terapia é o lugar onde a dor deixa de ser arma
e vira aprendizado.

Crédito ao meu mestre Fernando Freitas


Salve, compartilha e comenta se foi útil para você!

01/03/2026

A ausência da mãe não é apenas física.
Ela pode ser:
• Física (abandono, morte, separação)
• Emocional (frieza, depressão, indisponibilidade)
• Psíquica (presente no corpo, ausente no vínculo)

Para a criança, ausência signif**a uma coisa só:

“Estou sozinha para sentir o que sinto.”
Segundo John Bowlby, a mãe regula o sistema nervoso do bebê.
Quando essa regulação falha de forma crônica, a criança pode desenvolver:
• Apego ansioso (medo constante de abandono)
• Apego evitativo (aprende a não precisar)
• Apego desorganizado (amor e medo misturados)

Na vida adulta, essa ausência pode se manifestar:
• Carência afetiva profunda
• Escolha de parceiros indisponíveis
• Dificuldade de confiar
• Tentativa constante de provar valor
Ou o oposto:
• Fechamento emocional
• Independência defensiva
• Incapacidade de receber cuidado

01/03/2026

A sua criança pode ainda estar carregando dores do passado.
Mas ela não precisa continuar guiando a sua vida adulta.

A criança ferida quer proteção.
Mas não pode continuar dirigindo.
Hoje, quem segura o volante é o seu eu adulto.

Honre a criança que sobreviveu.
Mas pare de deixá-la tomar decisões por você.
O passado explica.
Não precisa mais comandar.

Assim, Atualize o vínculo com sua história e Transforme o passado em aprendizado, não em direção.

27/02/2026

Quando a criança sente que é amada pelo que faz…
e não pelo que é…

Ela aprende:
“Eu valho quando acerto.”

E então cria uma divisão interna:
✨ A parte que agrada
🌑 A parte que precisa se esconder
Nasce o falso self
(Donald Winnicott)
Uma identidade construída para não perder amor.
Erro vira ameaça.
Tristeza vira fraqueza.
Raiva vira perigo.

Cura é poder errar…
e continuar sendo amada.

27/02/2026

Quando a criança percebe, ainda que de forma implícita que é amada pelo que faz e não pelo que é, algo sutil começa a acontecer: ela vai deslocando o eixo da própria identidade.

A autoestima deixa de ser estrutural (“eu sou valiosa”) e passa a ser condicional (“eu valho quando desempenho”).
Bowlby diz que a criança constrói seus modelos internos de funcionamento a partir da resposta dos pais.
Se o amor é previsível apenas quando ela acerta, obedece, performa ou agrada, ela aprende:
• Amor = aprovação
• Erro = risco de perda de vínculo
• Frustração do adulto = ameaça
O sistema nervoso entra em estado de vigilância relacional. Ela começa a se adaptar para manter o vínculo.
Segundo Winnicott: A criança cria uma versão ajustada de si para sobreviver emocionalmente.
Ela aprende a mostrar o que é aceito e esconder o que é espontâneo.
Criando uma cisão dentro dela, formando aquilo que se mostra para ser aceito como uma máscara e tudo o que não é aceito f**a escondido na sombra, para que ninguém veja nem@mesmo a criança, e quando cresce continua encenando a mesma peça teatral.

Crédito a Renata Giacomini Chapola

27/02/2026

Amor Paterno e Materno: Estudos indicam que o amor do pai é tão crucial quanto o da mãe para o desenvolvimento emocional e bem-estar dos filhos. A presença e o afeto de ambos os pais, cada um com sua forma de interagir, contribuem para uma visão mais ampla e rica do mundo e dos relacionamento.
Cuidado, Afeto e Atenção: São as expressões positivas do amor que nos ensinam sobre segurança, valorização e empatia.
Experiências de rejeição ou ausência de afeto também moldam nossa compreensão do amor. Elas podem gerar insegurança e ansiedade, mas também fazem parte da jornada humana e podem, eventualmente, nos ensinar sobre nossos próprios limites e necessidades.
forma como os pais se relacionam entre si é uma lição poderosa para os filhos. Observar o cuidado, o respeito e o carinho entre eles ensina às crianças, de forma prática, o que signif**a um relacionamento amoroso.

Créditos a proseando com amor

26/02/2026

Quem é você hoje?

A pessoa cansada? Exausta? Sobrecarregada?

Encontre a parte dentro de você que pode descansar, que se permite relaxar, descansar, sem medo de julgamentos, sem precisar ser validada para saber do que você precisa.

Estabeleça limites para parar, descansar, mesmo quando você acha que se você não fizer, ninguém fará, se você acredita que só você dá da maneira certa de fazer, pare de se cobrar perfeição para conseguir controlar as coisas para que não saiam do esperado.

A construção da noção de limite não é um evento isolado, mas um processo contínuo que se inicia no útero e se consolida nas primeiras interações pós-natais. Como bem observado, o corpo e a alma necessitam de fronteiras para se desenvolverem com segurança e autonomia.

Os limites são necessários para ter uma vida equilibrada.

25/02/2026

Dependência emocional é um padrão relacional caracterizado por necessidade excessiva de validação, presença e aprovação do outro para manter regulação emocional e senso de identidade.
É uma estrutura psíquica em que o vínculo se torna fonte primária de segurança — e a possibilidade de perda ativa medo intenso.
Muitas vezes está associada a:
• Rupturas repetidas de vínculo na infância
• Amor condicionado (“sou amado quando me comporto”)
• Inconsistência parental (ora presença, ora ausência)
• Supressão da raiva saudável
• Inversão de papéis (criança que precisou cuidar emocionalmente do adulto)
Quando a criança aprende que o amor pode ser retirado, o sistema nervoso passa a operar em modo de sobrevivência relacional.
Dependência emocional não é fraqueza.
É uma estratégia de sobrevivência que um dia foi necessária.

Mas o que foi necessário na infância, pode se tornar limitante na vida adulta.
A dinâmica interna é precisar do outro para se sentir segura e tem medo do abandone .

Precisa haver uma diferenciação emocional, eu e o outro, se reconectar com as próprias necessidades e aprender a lidar, se organizar e se aprender a se regular.

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