31/01/2026
Amor demais também pode adoecer.
Nem todo amor liberta.
Alguns aprisionam em nome do cuidado.
Bert Hellinger nos lembra que o amor, quando não está a serviço da vida, pode se tornar um vínculo cego.
É quando amar vira se anular.
Quando cuidar vira carregar o outro.
Na psicologia, isso aparece como dependência emocional, culpa constante e medo de decepcionar.
Na Constelação Familiar, vemos como lealdades invisíveis:
filhos tentando salvar pais, parceiros tentando reparar feridas antigas.
O amor sem consciência cria prisões silenciosas.
Relações onde não se pode dizer “não”.
Onde o limite é visto como rejeição.
Onde a própria vida f**a em segundo plano.
Muitas vezes, esse excesso de amor nasce de uma criança que precisou amar demais para pertencer.
Que aprendeu que só seria aceita se se sacrif**asse.
Mas amor adulto não exige sacrifício da alma.
Amor saudável respeita limites.
Permite distância.
Sustenta o “sim” e também o “não”.
Quando o amor ganha consciência, ele deixa de aprisionar.
E passa a fortalecer.
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