Adri Vicco Apoio pessoas na construção de uma vida mais equilibrada, com mais significado e relações familiares e afetivas mais felizes.

Amor demais também pode adoecer.Nem todo amor liberta.Alguns aprisionam em nome do cuidado.Bert Hellinger nos lembra que...
31/01/2026

Amor demais também pode adoecer.
Nem todo amor liberta.
Alguns aprisionam em nome do cuidado.
Bert Hellinger nos lembra que o amor, quando não está a serviço da vida, pode se tornar um vínculo cego.
É quando amar vira se anular.
Quando cuidar vira carregar o outro.
Na psicologia, isso aparece como dependência emocional, culpa constante e medo de decepcionar.
Na Constelação Familiar, vemos como lealdades invisíveis:
filhos tentando salvar pais, parceiros tentando reparar feridas antigas.
O amor sem consciência cria prisões silenciosas.
Relações onde não se pode dizer “não”.
Onde o limite é visto como rejeição.
Onde a própria vida f**a em segundo plano.
Muitas vezes, esse excesso de amor nasce de uma criança que precisou amar demais para pertencer.
Que aprendeu que só seria aceita se se sacrif**asse.
Mas amor adulto não exige sacrifício da alma.
Amor saudável respeita limites.
Permite distância.
Sustenta o “sim” e também o “não”.
Quando o amor ganha consciência, ele deixa de aprisionar.
E passa a fortalecer.
Se esse conteúdo fez sentido para você, siga o perfil e aprofunde seu olhar sobre vínculos, limites e liberdade.

No relacionamento a dois, muitas vezes buscamos algo que não veio antes.Acolhimento.Reconhecimento.Pertencimento.Bert He...
25/01/2026

No relacionamento a dois, muitas vezes buscamos algo que não veio antes.
Acolhimento.
Reconhecimento.
Pertencimento.
Bert Hellinger dizia que, quando tentamos receber do parceiro aquilo que não conseguimos receber dos nossos pais, o relacionamento começa já sobrecarregado.
Nenhum casal foi feito para reparar a infância do outro.
Na psicologia, isso aparece como dependência emocional, expectativas irreais e medo constante de perda.
Na Constelação Familiar, vemos isso como um movimento infantil:
o filho tentando continuar sendo filho dentro da relação amorosa.
Quando o amor pelos pais não fluiu — seja por ausência, dor, rejeição ou idealização — o adulto segue procurando fora aquilo que precisa, primeiro, ser integrado dentro.
E o parceiro passa a ocupar um lugar que não é dele.
Relacionamentos saudáveis nascem quando cada um reconhece sua origem.
Quando o pai e a mãe ocupam o lugar certo no coração.
Quando o filho deixa de exigir e passa a receber internamente o que foi possível.
Amar os pais não é concordar com a história.
É aceitar a vida como veio.
E, a partir disso, seguir livre para amar alguém como adulto.
Quando o amor aos pais começa a fluir, o amor no casal deixa de ser carência…
e passa a ser escolha.
Se esse olhar tocou você, siga o perfil e continue aprofundando sua consciência relacional.

Nem todo sintoma começa no corpo.Alguns começam na história.A psicologia já reconhece que emoções reprimidas, conflitos ...
24/01/2026

Nem todo sintoma começa no corpo.
Alguns começam na história.
A psicologia já reconhece que emoções reprimidas, conflitos não elaborados e estresses prolongados podem se manifestar como sintomas físicos.
O corpo fala aquilo que a consciência ainda não conseguiu ouvir.
Nas Constelações Familiares, Bert Hellinger observou que muitas doenças não surgem apenas de fatores individuais, mas de dinâmicas ocultas dentro do sistema familiar.
Lealdades invisíveis, exclusões, perdas não elaboradas, destinos difíceis de antepassados…
Tudo isso pode permanecer ativo, buscando expressão através de alguém da geração seguinte.
Quando um membro do sistema adoece, muitas vezes ele está inconscientemente dizendo:
“Eu vejo o que foi ignorado.”
“Eu levo comigo o que não pôde ser sentido.”
“Eu pertenço, mesmo pagando com o corpo.”
A doença, nesse olhar, não é castigo.
É um sinal.
Um pedido profundo de reconhecimento e ordem.
A Constelação Familiar não substitui tratamentos médicos ou psicológicos.
Mas pode revelar o contexto emocional e sistêmico que sustenta o sintoma.
Quando a origem é vista, quando o que foi excluído encontra lugar, algo se reorganiza internamente — e o corpo pode, enfim, descansar.
Curar nem sempre é eliminar o sintoma.
Às vezes, é compreender o que ele veio lembrar.
Se esse conteúdo fez sentido para você, siga o perfil e aprofunde-se nesse olhar que integra corpo, mente e sistema.

🌟 Workshop de Constelação Familiar - Presencial no ABC 🌟Já pensou em olhar para suas questões de vida de uma forma mais ...
20/01/2026

🌟 Workshop de Constelação Familiar - Presencial no ABC 🌟

Já pensou em olhar para suas questões de vida de uma forma mais profunda e transformadora? No dia 07/02/2026 às 09h00, em nosso espaço em São Caetano, vamos explorar os benefícios da Constelação Familiar para o seu autodesenvolvimento.

🔍 Por que participar?

Autoconhecimento: entenda as dinâmicas familiares que influenciam suas escolhas e relacionamentos.
Liberação de padrões limitantes: liberte-se de repetições inconscientes que bloqueiam sua vida.
Harmonia e equilíbrio: restaure a ordem e a conexão com sua história familiar, promovendo bem-estar emocional.
Soluções sistêmicas: amplie sua visão e encontre novas soluções para questões pessoais e profissionais.
Venha vivenciar essa experiência transformadora e dar um passo em direção à uma vida com harmonia e felicidade!

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̧ãopessoal

14/01/2026

Você sabia que vao armazenando em.seu corpo seus traumas?

A cura do trauma passa pela mente e pelo corpo.

Procure um especialista em trauma! Eu uso ferramentas como EFT e Matrix Reiprinting que são maravilhosas para este trabalho!

Me chama se você sente que seus traumas continuam a dominar sua vida!

12/01/2026

Independentemente de como foi a sua infância.
Pais presentes ou ausentes. Amorosos ou distantes.
Existe uma lei silenciosa que organiza o sistema familiar.

Os pais vêm antes.
Os filhos, depois.

Eles são os grandes não pelo que fizeram —
mas porque deram algo que ninguém mais pode dar: a vida.
E isso, por si só, pede reconhecimento.

Quando, por dor, carência ou lealdade, o filho tenta ocupar o lugar dos pais…
Cuidando emocionalmente.
Julgando.
Tentando compensar.
Ou até “salvar”.

A ordem se rompe.

E o corpo sente.
A alma cansa.
A vida trava.

Surgem a sobrecarga, o esforço excessivo,
a busca constante por aprovação,
os bloqueios que parecem não ter explicação.

Na Constelação, restaurar essa hierarquia é profundamente curador.
É quando o filho solta um peso que nunca foi seu
e retorna ao único lugar onde pode crescer.

Com mais leveza.
Mais liberdade.
Mais dignidade.

Respeitar os pais não é concordar com tudo.
É reconhecer uma verdade simples:
sem eles, você não estaria aqui.

Se isso toca você, me chama. Vamos conversar.

A criança ferida em você ainda comanda suas decisões?Porque, mesmo adulto, é ela quem muitas vezes escolhe por você — pr...
31/12/2025

A criança ferida em você ainda comanda suas decisões?

Porque, mesmo adulto, é ela quem muitas vezes escolhe por você — principalmente quando o passado ainda dói.

A psicologia explica que nossas feridas infantis não desaparecem com o tempo.
Elas apenas aprendem a se esconder.

E, de lá, influenciam tudo: relacionamentos, escolhas, limites, autoestima.

O passado não curado dita o presente mais vezes do que imaginamos.

Na visão de Bert Hellinger, essa criança interior representa movimentos interrompidos no sistema familiar.

Amor que não foi recebido.

Proteção que faltou.

Reconhecimento que não veio.

E, por lealdade, seguimos repetindo padrões que machucam — porque, lá na origem, a dor não foi vista.

Mas hoje é véspera de Ano Novo.

E talvez esse seja o melhor momento para fazer uma pergunta simples e profunda:

Você quer entrar no próximo ano vivendo como adulto… ou seguindo o roteiro emocional daquela criança que só aprendeu a sobreviver?

Olhar para isso não é abrir ferida — é finalmente permitir que ela cicatrize.

Curar o passado não apaga a história, mas devolve você ao seu próprio caminho.

E nenhum novo ciclo se sustenta com dores antigas comandando suas escolhas.

Se esse tema tocou você, siga o perfil para aprender mais sobre Constelação, Psicologia e processos de cura emocional.

Você se sabota sempre que está prestes a conquistar algo?Aquela trava invisível… o passo que você quase dá… e recua.Como...
30/12/2025

Você se sabota sempre que está prestes a conquistar algo?

Aquela trava invisível… o passo que você quase dá… e recua.

Como se uma força interna puxasse você de volta.

Na psicologia, isso é conhecido como culpa inconsciente.

Uma culpa que não tem lógica, mas tem raiz.

E raízes profundas são justamente as que mais paralisam.

Bert Hellinger explica que, no sistema familiar, muitas vezes sentimos que não temos “direito” de ir além.

É a lealdade oculta aos pais, aos avós, à história difícil que veio antes.

Como se conquistar demais fosse uma traição.

Como se ser feliz demais fosse ultrapassar quem não pôde.

Como se prosperar demais fosse abandonar quem ficou para trás.

E assim você se sabota:
Adia.
Desiste.
Complica.
Tropeça no próprio caminho.

Não por falta de capacidade, mas por excesso de fidelidade.

A Constelação mostra que a culpa inconsciente não é inimiga — ela é um mensageiro.
Um convite para olhar o que não foi visto.

Para devolver aos seus ancestrais o destino que pertence a eles.

E recuperar o direito de avançar com leveza.

Quando você se coloca no seu lugar, o sucesso deixa de ser ameaça e passa a ser movimento natural da vida.

Se esse tema ressoou em você, siga o perfil para mais conteúdos sobre Constelação e Psicologia.

O que você vive hoje é reflexo do que não foi resolvido ontem.E quanto mais você tenta ignorar, mais a vida encontra for...
29/12/2025

O que você vive hoje é reflexo do que não foi resolvido ontem.

E quanto mais você tenta ignorar, mais a vida encontra formas de lembrar.

A psicologia explica isso como repetição inconsciente: padrões emocionais que se cristalizam, dores antigas que continuam atuando mesmo quando você acredita já ter superado.

Nada some por negação — só muda de forma.

Na visão de Bert Hellinger, aquilo que ficou interrompido no passado continua buscando um lugar.

Histórias não concluídas, vínculos feridos, emoções não ditas… tudo isso permanece vivo no sistema familiar.

E quando não olhamos, elas se manifestam em sintomas, escolhas difíceis, relacionamentos que não fluem, bloqueios que não sabemos de onde vêm.

A Constelação surge como uma ponte.

Uma travessia entre o passado que te formou e a liberdade que você deseja viver.

Não para culpar ninguém — mas para devolver cada história ao seu lugar.

Para que você pare de carregar o que nunca foi seu.

Para que sua vida, finalmente, volte a ser sua.

Porque não é o passado que prende.

É o passado não visto.

Quando você permite que a verdade apareça, algo dentro de você se reorganiza.
A alma se aquieta.

A força volta.

E o caminho à frente se abre com mais leveza.

Se esse tema tocou algo aí dentro, siga o perfil para mais conteúdos sobre Constelação Familiar e Psicologia.

Quando, em um relacionamento, um parceiro dá mais e recebe menos que o outro, o relacionamento fracassa.Bert Hellinger d...
28/12/2025

Quando, em um relacionamento, um parceiro dá mais e recebe menos que o outro, o relacionamento fracassa.

Bert Hellinger dizia isso com a clareza de quem entende a alma humana: o amor precisa de equilíbrio para permanecer vivo.

Na psicologia, chamamos isso de dinâmica desigual.

Uma troca onde um se sobrecarrega e o outro se acomoda.

Onde um se doa até doer e o outro recebe até se perder.

No início parece generosidade… depois vira peso.

Quando alguém dá demais, dá até ultrapassar seus limites.

E quando alguém recebe demais, recebe até perder a capacidade de retribuir.

O que era amor vira dívida emocional — silenciosa, corrosiva, acumulada.

Na Constelação Familiar, Hellinger explica que o equilíbrio entre dar e receber é uma das ordens básicas do amor.

Sem esse movimento, o vínculo adoece.

O que se doa demais se esgota.
O que recebe demais se desorienta.

Você já sentiu isso?

Como se estivesse carregando o relacionamento nas costas?

Como se amar fosse sempre fazer mais, entregar mais, suportar mais?

A verdade é que o amor não exige sacrifício permanente.

O amor saudável dança, circula, respira.

E um relacionamento só prospera quando ambos contribuem — não igualmente, mas de forma justa.

Talvez o que falte não seja amor, mas equilíbrio.

E reconhecer isso pode ser o primeiro passo para transformar sua forma de se relacionar.
Se esse tema tocou algo aí dentro, siga o perfil para mais conteúdos sobre Constelação e Psicologia.
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Você está vivendo… ou apenas sobrevivendo para não decepcionar a história?Talvez você nem perceba, mas muita gente passa...
27/12/2025

Você está vivendo… ou apenas sobrevivendo para não decepcionar a história?

Talvez você nem perceba, mas muita gente passa a vida inteira tentando não ferir os pais, não ultrapassar os pais, não ser “melhor” do que eles puderam ser.

É a fidelidade cega — silenciosa, profunda, quase sempre inconsciente.

Na psicologia chamamos isso de aprisionamento emocional.

Na Constelação Familiar, Bert Hellinger explica que a lealdade sistêmica pode manter uma pessoa presa a destinos que não são dela.

Filhos que não crescem totalmente por medo de ultrapassar.
Filhos que não escolhem por medo de decepcionar.
Filhos que não vivem para não “trair” a dor que veio antes deles.

E assim, em nome do amor, você se abandona.

Em nome do pertencimento, você congela.

Em nome da fidelidade, você paralisa a própria história.

Mas amor não é amarra.

Amor verdadeiro é aquele que libera.

Que permite que cada um siga seu destino — inclusive você.

Quando você reconhece o lugar dos seus pais e devolve a eles o que é deles, a vida volta a fluir.

E você finalmente pode caminhar com passos próprios, escolhas próprias, sem carregar expectativas que não são suas.

A pergunta é: você quer continuar sobrevivendo… ou escolher, de verdade, viver?

Se esse tema ressoou no seu coração, siga o perfil para mais conteúdos sobre Constelação, Psicologia e libertação de padrões familiares.

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