Dra Camila Franco

Dra Camila Franco Dra. Camila Monteiro - Psiquiatra
•CRM.SP 119615 - RQE 61438
•Membro Titular da Ass. Brasileira de Psiquiatria
•Título de Espec. em Psiquiatria AMB|ABP

Leveza não é sinônimo de uma vida sem responsabilidades, sem trabalho ou sem compromissos, mas de uma vida onde você esc...
29/12/2025

Leveza não é sinônimo de uma vida sem responsabilidades, sem trabalho ou sem compromissos, mas de uma vida onde você escolhe o que vale a pena carregar.

Nós já sabemos e a ciência também já comprovou que o estresse acumulado e a autocrítica constante são fatores que pesam mais do que as demandas externas.

Viver com leveza significa estar disposta a olhar para dentro e deixar ir o que não nos pertence e não nos faz bem...

Dra. Camila Monteiro
CRM 119615 | RQE-SP 61438

Dezembro nem sempre é sinônimo de leveza — e tudo bem.Para muitas pessoas, esse período intensifica sentimentos que fica...
19/12/2025

Dezembro nem sempre é sinônimo de leveza — e tudo bem.
Para muitas pessoas, esse período intensifica sentimentos que ficaram guardados ao longo do ano. Reconhecer isso é um passo importante para o cuidado com a saúde mental.

Se este fim de ano está mais pesado para você, saiba que não está sozinho(a). Escuta, acolhimento e apoio fazem diferença.

Dra. Camila Monteiro
CRM 119615 | RQE-SP 61438

Dezembro nem sempre é sinônimo de leveza — e tudo bem.Para muitas pessoas, esse período intensifica sentimentos que fica...
19/12/2025

Dezembro nem sempre é sinônimo de leveza — e tudo bem.

Para muitas pessoas, esse período intensifica sentimentos que ficaram guardados ao longo do ano. Reconhecer isso é um passo importante para o cuidado com a saúde mental.

Se este fim de ano está mais pesado para você, saiba que não está sozinho(a). Escuta, acolhimento e apoio fazem diferença.

Dra. Camila Monteiro
CRM 119615 | RQE-SP 61438

O que você faz quando sente raiva? Explode… ou silencia?Aprendemos desde cedo que sentir raiva é feio, inadequado, sinal...
12/12/2025

O que você faz quando sente raiva? Explode… ou silencia?

Aprendemos desde cedo que sentir raiva é feio, inadequado, sinal de desequilíbrio...

E quando ela aparece, muitas vezes, a gente engole. Apertamos o maxilar, respiramos fundo e dizemos: “está tudo bem”.
Mas será que está? Será que a raiva reprimida vai embora?

Não vai... ela se transforma. Às vezes vira cansaço, dor de cabeça, irritação constante, tristeza que não entendemos.
Raiva é um sentimento que também merece ser acolhido. É um pedido de atenção. Um limite tentando ser visto.

Dra. Camila Monteiro
CRM 119615 | RQE-SP 61438

Nem todo “monstro” está do lado de fora. Às vezes, ele cresce dentro da gente.Em Frankenstein, a criatura rejeitada é só...
10/12/2025

Nem todo “monstro” está do lado de fora. Às vezes, ele cresce dentro da gente.

Em Frankenstein, a criatura rejeitada é só a materialização de algo maior: um criador que não soube lidar com a sua própria criação.

O filme é, na verdade, uma metáfora profunda da psique humana: tudo aquilo que tentamos esconder — medo, culpa, tristeza, raiva, desejo — não desaparece.

Só volta de outro jeito. Com outros sintomas. Com outra voz. Mas volta.

Por isso, antes de tentar controlar o que está fora, vale olhar com cuidado para o que mora dentro. Nem sempre é confortável, mas quase sempre é o começo.

A gente fala tanto de amor-próprio que, às vezes, parece até que amar alguém virou um risco. Como se se cuidar e se abri...
09/12/2025

A gente fala tanto de amor-próprio que, às vezes, parece até que amar alguém virou um risco. Como se se cuidar e se abrir fossem caminhos opostos.
Mas não são. Amar a si mesma não te isola — te orienta.

O “me amo primeiro” não deveria ser escudo, mas consciência: saber quem você é para não se perder quando o outro chega.

É maturidade para escolher melhor, se posicionar e permanecer… sem se anular.

No fim, amor-próprio não blinda. Ele liberta.
Para amar com calma.
Com profundidade.
Com segurança.

Dra. Camila Monteiro

“Dra, não tenho com quem dividir a vida.” Eu nunca me esqueço da fala dessa paciente.Esse dia foi a primeira vez que per...
05/12/2025

“Dra, não tenho com quem dividir a vida.” Eu nunca me esqueço da fala dessa paciente.

Esse dia foi a primeira vez que percebi o impacto da solidão na vida de uma pessoa, e naquele momento eu entendi que solidão não é só vazio emocional. Ela adoece o corpo, o coração... e encurta a vida!

A Organização Mundial de Saúde alerta: a solidão causa quase 1 milhão de mortes por ano. Ela é comparável a outros fatores de risco reconhecidos pela saúde pública (como o cigarro, por exemplo).

E aí, eu questiono: estamos normalizando viver desconectados? Trocando vínculos profundos por interações superficiais?
O que prejudica não é ter poucas pessoas ao redor, é não ter pessoas presentes de verdade, com intimidade, escuta verdadeira.

E eu vejo isso todos os dias no consultório: quem cultiva laços reais vive mais, sorri mais, aguenta melhor as tempestades da vida.

Hoje te convido: mande uma mensagem para alguém, só para dizer que se importa.

Saúde mental também se constrói em rede. Um “oi, você está bem?” pode transformar um dia (ou uma vida inteira)!

Dra. Camila Monteiro

02/12/2025
Vivemos tempos de amores líquidos: rápidos, leves… e cada vez mais instáveis. 💧No ritmo dos “matches”, as relações têm f...
01/12/2025

Vivemos tempos de amores líquidos: rápidos, leves… e cada vez mais instáveis. 💧
No ritmo dos “matches”, as relações têm ficado frágeis — e, no fim, muita gente segue ansiosa, sozinha e com medo de se envolver.

👉 Role o carrossel para entender por que isso acontece e como os vínculos impactam a nossa saúde mental.

Dra. Camila Monteiro

No ritmo acelerado da vida moderna, muitos hábitos antigos foram ficando pelo caminho. Entre eles, a contemplação.Hoje, ...
28/11/2025

No ritmo acelerado da vida moderna, muitos hábitos antigos foram ficando pelo caminho. Entre eles, a contemplação.

Hoje, passamos boa parte do tempo olhando para baixo. Houve um tempo, no entanto, em que contemplar o horizonte era um hábito comum, uma pausa natural, um instinto que se perdeu.

Se perdeu, porque mudou o contexto: vida urbana, tecnológica, cronometrada. Um cotidiano sem tempo, espaço ou geografia que nos permita lembrar dessa prática.

Não à toa, nos sentimos cansados porque nossos descansos não alcançam o cérebro. Passamos horas com os olhos fixos em telas próximas, e isso sobrecarrega o nosso campo de atenção e compromete a regulação emocional.

Por outro lado, olhar para o horizonte ativa o sistema de atenção involuntária — uma via neural que permite ao cérebro descansar sem se desligar por completo. Esse estado, chamado atenção restaurativa, reduz a sobrecarga cognitiva, a irritabilidade e o cansaço mental crônico.

Contemplar o horizonte oferece uma trégua ao sistema nervoso, constantemente estimulado pelas telas e pelas tarefas fragmentadas.

Considere retomar essa prática. Fique alguns minutos apenas olhando para o longe. Sem pressa. Sem metas. Sem tentar produzir nada. Apenas esteja ali.

Um hábito simples, que ainda cabe na rotina, se a gente quiser!

Dra. Camila Monteiro

Dormir pouco não é sinônimo de produtividade — na verdade, pode estar sabotando seu desempenho.A privação de sono afeta ...
26/11/2025

Dormir pouco não é sinônimo de produtividade — na verdade, pode estar sabotando seu desempenho.

A privação de sono afeta diretamente o cérebro: deixa as decisões mais impulsivas, reduz o autocontrole, prejudica a memória e diminui a clareza mental. No dia a dia, isso significa mais erros, menos criatividade e muito mais desgaste.

O sono é um dos pilares da saúde mental e da performance.
Quando você dorme bem, o cérebro recalibra, organiza informações e recupera a capacidade de pensar e decidir com precisão.

Se a rotina tem tirado suas noites, vale rever hábitos.
Se a insônia se tornou frequente, buscar ajuda especializada é fundamental.

Cuidar do sono é cuidar da mente — e da sua capacidade de performar com equilíbrio.

Dra. Camila Monteiro
Psiquiatra | CRM 119615 | RQE-SP 61438

Alta performance não é acelerar — é conseguir sustentar.E isso só é possível quando a saúde mental está em dia.A exaustã...
24/11/2025

Alta performance não é acelerar — é conseguir sustentar.
E isso só é possível quando a saúde mental está em dia.

A exaustão, a irritação constante e a queda no desempenho não são “falta de esforço”, são sinais de que o corpo e a mente precisam de cuidado.

Produtividade sem bem-estar não se mantém.
Cuidar da saúde mental é o que permite resultados consistentes, equilíbrio e qualidade de vida.

Dra. Camila Monteiro
Psiquiatra | CRM 119615 | RQE-SP 61438

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