Psicóloga Nathalia Pimenta

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Nem sempre é fome. Mas, no automático, você responde como se fosse, né?Não quero que você tenha mais algumas regras, que...
13/04/2026

Nem sempre é fome. Mas, no automático, você responde como se fosse, né?

Não quero que você tenha mais algumas regras, quero que você tenha possibilidades!

👉Porque quando você tem mais de uma forma de se cuidar, a comida deixa de ser a única.

Cada vez mais homens estão sofrendo com a relação com a comida, mas dificilmente isso aparece com esse nome.Porque, pra ...
10/04/2026

Cada vez mais homens estão sofrendo com a relação com a comida, mas dificilmente isso aparece com esse nome.

Porque, pra eles, tudo vira outra coisa:

❌ Não é compulsão. É falta de disciplina.
❌ Não é sofrimento. É falta de controle.

Existe uma pressão silenciosa de que homem precisa aguentar, performar, evoluir e tudo isso sem falhar. E é aí que muita coisa se esconde.

A comida vira regra, o corpo vira projeto, o treino vira obrigação, mas ninguém para pra olhar o que está por trás disso tudo.

Porque quando tudo é traduzido como performance, o sofrimento perde espaço pra ser reconhecido.

Esse discurso já apareceu no seu dia? 🗣️

Em algum momento, a comida deixou de ser só comida e virou número, percebeu?🍰 O bolo da vó virou “excesso de açúcar”.❤️A...
08/04/2026

Em algum momento, a comida deixou de ser só comida e virou número, percebeu?

🍰 O bolo da vó virou “excesso de açúcar”.
❤️A comida de mãe deixou de ser afeto e virou “fora da dieta”.

E, aos poucos, tudo passou a ser descrito em calorias, macros, estratégias.

O problema não é saber o que você está comendo, mas quando você só consegue se relacionar com a comida através de regra, cálculo e controle.

👉 Comer vira consumo de calorias.
👉 Escolher vira dúvida.
👉 E o que antes tinha signif**ado, agora se torna um terrorismo.

E talvez o que esteja te faltando não seja mais controle, mas reaprender a se relacionar com a comida de um jeito mais simples, possível e humano.

Quando foi que comer deixou de ser leve pra você?

Tem dias que você come e mesmo assim sente que continua faltando alguma coisa, né?E aí vem a confusão: você tenta contro...
30/03/2026

Tem dias que você come e mesmo assim sente que continua faltando alguma coisa, né?

E aí vem a confusão: você tenta controlar mais, evitar, compensar, como se o problema fosse falta de disciplina 🍽️

Mas não é!

Nem sempre o seu corpo está pedindo comida, às vezes ele está pedindo pausa, acolhimento, conexão, descanso e você aprendeu a responder tudo isso comendo.

Quer aprender de vez a ouvir o que o seu corpo está pedindo? Me chama no direct!

Você percebe como essa necessidade de validação aparece nos detalhes do seu dia a dia? 📱É quando você manda uma mensagem...
26/03/2026

Você percebe como essa necessidade de validação aparece nos detalhes do seu dia a dia?

📱É quando você manda uma mensagem e f**a esperando resposta, quando alguém muda o tom e você já acha que fez algo errado, ou quando precisa ouvir um “tá tudo bem” pra conseguir se acalmar.

E aí você se julga. Acha que é insegurança, que é exagero… mas dificilmente olha de onde isso veio.

Porque, muitas vezes, essa busca constante por confirmação não começou agora. Ela foi aprendida. De um tempo em que você precisou se adaptar: acertar pra ser vista, se calar pra não incomodar, ou até esconder o que sentia porque não tinha espaço pra isso.

Hoje, isso só mudou de forma: garantir que você está sendo aceita, que não vai ser rejeitada, que está “suficiente”.

O problema é tentar resolver isso só no presente quando, na verdade, existe uma parte sua que ainda está esperando algo que ficou em falta.

💬 Em quais situações isso mais aparece pra você?

Na prática clínica, ainda é muito comum ver o sofrimento alimentar sendo tratado como um “problema de comportamento” 🍽️M...
20/03/2026

Na prática clínica, ainda é muito comum ver o sofrimento alimentar sendo tratado como um “problema de comportamento” 🍽️

Mas quem atende sabe: tem paciente que entende tudo, aplica tudo e mesmo assim não sustenta. 🔁

Porque quando a comida está ocupando um lugar emocional (regulação, anestesia, tentativa de controle), tratar só o comportamento não aprofunda. E aí o risco não é só estagnar, é reforçar culpa, aumentar a sensação de fracasso e perder o acesso ao que realmente mantém o sintoma ativo.

É aqui que muitos casos começam a girar em círculo e nem sempre isso f**a claro de imediato.

A Supervisão entra como esse espaço de pausa e leitura clínica mais refinada, pra sair do automático, sustentar melhor o manejo e construir intervenções que façam sentido pra aquele paciente, não só pro protocolo.

Se você já se pegou pensando “tem algo aqui que não fecha”, talvez não seja falta de técnica.

Talvez seja o momento de não conduzir isso sozinho(a).

📩 Acesse o link da bio e saiba mais sobre supervisão.

A sua vida tem f**ado em segundo plano, né?Mas não por falta de vontade, mas porque tudo vira uma condição: 👉Condição pr...
18/03/2026

A sua vida tem f**ado em segundo plano, né?

Mas não por falta de vontade, mas porque tudo vira uma condição:

👉Condição pra sair, pra se expor, pra relaxar, pra viver.

Como se existisse uma versão “aceitável” de você que ainda não chegou… e até lá, o melhor fosse se segurar, se esconder, se ajustar. Só que enquanto esse momento perfeito não vem, o que cresce é o cansaço.

A mente ocupada o tempo todo, a comparação constante, a sensação de estar sempre devendo algo pra si mesma.

Mas desde quando não viver virou recompensa pra atingir um padrão? Desde quando o seu controle extremo tem sido a saída?

O que mais você vai deixar pra depois por causa disso?

Nem sempre a fome vem do corpo...Às vezes, ela vem de um dia corrido, de uma conversa que não aconteceu, de um sentiment...
17/03/2026

Nem sempre a fome vem do corpo...

Às vezes, ela vem de um dia corrido, de uma conversa que não aconteceu, de um sentimento que não foi expressado.

👉E aí a comida entra, não como erro, mas como uma tentativa de dar conta. De aliviar, distrair, preencher, silenciar.

O problema é que, quando tudo isso vira automático, você começa a achar que o “descontrole” é sobre comida, quando, na verdade, ele está muito mais ligado ao que você não conseguiu sentir, nomear ou expressar.

E quanto mais você tenta resolver isso com controle, mais distante f**a de entender o que realmente está acontecendo.

Antes de se culpar, talvez valha a pergunta: o que você tem engolido que não é comida?👀

Por muito tempo, te ensinaram a olhar para o comportamento, e não para a história por trás dele, né?👉A rotular como falt...
05/03/2026

Por muito tempo, te ensinaram a olhar para o comportamento, e não para a história por trás dele, né?

👉A rotular como falta de força, exagero, desvio. Só que ninguém come “assim”, do nada. Ninguém se desorganiza sem motivo.

Hoje, queria que você enxergasse além. Sair da lógica do combate e começar a entender por que o corpo escolheu esse caminho e como abrir espaço para outros.

Você já percebeu como o controle sempre volta a ser a promessa da vez?➡️Mais uma dieta. ➡️Mais um protocolo “infalível”....
02/03/2026

Você já percebeu como o controle sempre volta a ser a promessa da vez?

➡️Mais uma dieta.
➡️Mais um protocolo “infalível”.
➡️Mais uma regra pra segurar a mão no doce, no prato cheio, na festa de família.

No começo até funciona, porque o medo e a culpa também controle.

Mas nada disso é sustentável a médio ou longo prazo. Aliás, essa nem a relação que eu quero que você tenha com a comida, de controle.

Se controlar não é sinal de disciplina.❌

Muitas vezes é sinal de que você não teve espaço pra aprender outra forma de se relacionar com o corpo e com a comida.

Antes de escolher mais uma regra, vale a pergunta: o que você está tentando segurar que não é comida?

⚠️ Se o controle virou cansaço e repetição, talvez seja hora de olhar para isso de outro jeito.

Você pode ter boa escuta, estudo, repertório técnico e ainda assim sentir que algo não fecha nos casos de comer emociona...
27/02/2026

Você pode ter boa escuta, estudo, repertório técnico e ainda assim sentir que algo não fecha nos casos de comer emocional.

👉O paciente entende, racionaliza, até melhora por um tempo, mas o ciclo volta. A culpa aumenta, o controle endurece, a recaída aparece.

E, muitas vezes, isso é lido como “resistência do paciente”, quando na verdade é um limite do manejo clínico naquele momento.

Se você atende esse público e sente que os atendimentos estão girando em círculos ou que você está carregando os casos sozinha(o), esse conteúdo é um convite à reflexão.

Nem sempre o problema está no paciente. Às vezes, está no ponto cego da condução clínica.

Comente "SUPERVISÃO" que eu quero te ajudar! 📚

Atender pessoas que sofrem com a comida raramente é simples, afinal nem tudo se organiza em critérios diagnósticos claro...
26/02/2026

Atender pessoas que sofrem com a comida raramente é simples, afinal nem tudo se organiza em critérios diagnósticos claros e quem está na clínica sabe disso.

🧠O que aparece são histórias atravessadas por controle, culpa, tentativas frustradas, silêncio emocional e muita autoexigência. Casos em que seguir um protocolo sem reflexão pode afastar mais do que ajudar.

O conhecimento técnico precisa ter sustentação, não rigidez. Ele é um recurso para construir intervenções mais éticas, empáticas e ajustadas à singularidade de cada paciente. ✨

Supervisão não é sobre “não saber”. É sobre pensar melhor. É sobre cuidar do manejo, da escuta e das escolhas clínicas quando o sofrimento não cabe em respostas prontas.

Se você atende casos alimentares e sente que alguns casos pedem mais elaboração, troca e aprofundamento, a supervisão pode fazer diferença no percurso terapêutico.

📩 Fale comigo e saiba mais sobre supervisão clínica.

Endereço

Rua Francisco Ignácio De Carvalho, 270, Sala 222
São José Do Rio Prêto, SP

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