Dr. João Gomes Netinho

Dr. João Gomes Netinho Referência em doenças do aparelho digestivo. Mestrado (FAMERP -SP) e Doutorado (UNICAMP-SP) em cir Mestrado (FAMERP -SP) e Doutorado (UNICAMP-SP) em cirurgia.

Professor da residência médica na FAMERP- SP.

O Dia Nacional de Combate ao Câncer Colorretal reforça uma mensagem essencial: essa é uma doença que pode, em grande par...
27/03/2026

O Dia Nacional de Combate ao Câncer Colorretal reforça uma mensagem essencial: essa é uma doença que pode, em grande parte dos casos, ser prevenida.

Diferentemente de muitos outros tumores, o câncer colorretal frequentemente se desenvolve a partir de lesões precursoras identificáveis, como os pólipos intestinais. A detecção e a remoção dessas alterações, por meio de exames adequados, interrompem a evolução da doença antes que ela se torne invasiva.

Diagnóstico precoce não é apenas uma estratégia terapêutica, é uma atitude preventiva. E prevenção exige decisão: realizar exames no momento correto, observar sinais persistentes e não postergar avaliações especializadas.

Também envolve responsabilidade compartilhada. Cabe ao médico orientar com base em evidência científica e avaliação individualizada. Cabe ao paciente compreender que cuidado contínuo é parte da manutenção da saúde.

Encerramos o mês de conscientização lembrando que informação de qualidade, acompanhamento regular e atitude preventiva fazem diferença real na história natural da doença.

Prevenir é escolher cuidar antes que seja tarde.
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Essa é uma dúvida frequente e compreensível. O termo “câncer de intestino” é frequentemente usado de forma genérica, mas...
24/03/2026

Essa é uma dúvida frequente e compreensível. O termo “câncer de intestino” é frequentemente usado de forma genérica, mas, na prática médica, é importante diferenciar as estruturas envolvidas. O intestino é dividido em duas grandes partes: o intestino delgado e o intestino grosso. O câncer colorretal é o tumor que se desenvolve no cólon e no reto, que fazem parte do intestino grosso.

Já os tumores do intestino delgado existem, mas são menos comuns e apresentam características biológicas distintas. Por isso, quando falamos em rastreamento populacional e campanhas de prevenção, o foco é o câncer colorretal, justamente por sua maior incidência e pelo potencial de prevenção.

A maioria dos casos de câncer colorretal se inicia a partir de pólipos no cólon ou no reto. Esses pólipos podem ser identificados e removidos durante a colonoscopia, impedindo a progressão para um tumor invasivo. É esse aspecto que torna o câncer colorretal uma das neoplasias mais preveníveis quando há diagnóstico precoce.

Entender a diferença não é apenas uma questão de nomenclatura. É compreender por que o rastreamento é direcionado ao cólon e ao reto, por que a colonoscopia é o exame central nesse processo e por que sintomas persistentes não devem ser ignorados.

Prevenção começa com informação correta e acompanhamento especializado.

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A literatura recente tem reforçado um ponto importante: o padrão alimentar influencia diretamente o risco de câncer colo...
19/03/2026

A literatura recente tem reforçado um ponto importante: o padrão alimentar influencia diretamente o risco de câncer colorretal.

Revisões publicadas entre 2023 e 2025 apontam que dietas caracterizadas por alto consumo de alimentos ultraprocessados, carnes processadas e baixa ingestão de fibras estão associadas a maior incidência da doença. Esses alimentos contribuem para alterações na microbiota intestinal, aumento da permeabilidade da mucosa e manutenção de um estado inflamatório crônico de baixo grau, cenário biologicamente favorável ao desenvolvimento de lesões neoplásicas ao longo do tempo.

Por outro lado, dietas ricas em fibras, frutas, vegetais e grãos integrais demonstram efeito protetor consistente. Parte desse benefício está relacionada à produção de ácidos graxos de cadeia curta, como o butirato, que exerce ação anti-inflamatória e contribui para a integridade da mucosa intestinal.

Prevenção não é um conceito abstrato. Ela se constrói na rotina, nas escolhas alimentares e no acompanhamento adequado.

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(Base científica: revisões recentes sobre dieta ocidental e câncer colorretal (Nutrients, 2023–2024; World Cancer Research Fund Update, 2024; Gut, 2023).)
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Nem sempre a inflamação intestinal se manifesta com sintomas exuberantes. Em muitos casos, os sinais são discretos e evo...
17/03/2026

Nem sempre a inflamação intestinal se manifesta com sintomas exuberantes. Em muitos casos, os sinais são discretos e evoluem lentamente, o que pode atrasar o diagnóstico.

Anemia sem causa aparente, alterações persistentes do hábito intestinal, seja constipação prolongada ou diarreia recorrente, dor abdominal que vai e volta ao longo dos meses, além de emagrecimento não intencional, são manifestações que exigem atenção.

Esses achados podem estar relacionados a doenças inflamatórias intestinais, processos infecciosos persistentes, alterações estruturais do intestino ou até mesmo lesões pré-neoplásicas. A inflamação crônica, quando não identificada, mantém o organismo em estado contínuo de ativação imunológica, favorecendo complicações ao longo do tempo.

É importante compreender que sintomas que se repetem ou se mantêm não devem ser normalizados. O intestino é um órgão altamente sensível a mudanças inflamatórias, e a investigação precoce aumenta significativamente as chances de controle adequado, prevenção de complicações e diagnóstico em estágios iniciais, quando as intervenções são mais eficazes.

A escuta clínica cuidadosa e a avaliação especializada permitem diferenciar alterações funcionais transitórias de condições que exigem abordagem diagnóstica mais aprofundada.

Cuidar da saúde intestinal é também saber reconhecer quando o corpo está pedindo atenção.

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A relação entre intestino e hormônios femininos deixou de ser apenas uma hipótese teórica. A literatura recente tem cons...
10/03/2026

A relação entre intestino e hormônios femininos deixou de ser apenas uma hipótese teórica. A literatura recente tem consolidado o conceito de estroboloma, o conjunto de bactérias intestinais capazes de modular o metabolismo do estrogênio.

Esse processo influencia a recirculação hormonal no organismo. Alterações na microbiota podem impactar não apenas sintomas digestivos, mas também quadros de TPM intensa, inflamação sistêmica e até condições metabólicas associadas ao desequilíbrio hormonal.

Na gravidez, a ação da progesterona reduz a motilidade intestinal, explicando a constipação frequente nesse período. Já na menopausa, a queda estrogênica pode modificar a composição da microbiota e favorecer inflamação de baixo grau e desconfortos digestivos persistentes.

Estudos publicados entre 2023 e 2025 reforçam a interação entre microbiota, metabolismo hormonal e resposta inflamatória sistêmica, destacando a importância de uma abordagem individualizada na saúde feminina.

Nem toda alteração intestinal é apenas “fase da vida”. Quando sintomas são persistentes ou progressivos, investigar é parte do cuidado preventivo.

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(Base científica:
– Baker et al., Gut Microbes, 2023 (estroboloma e metabolismo estrogênico)
– Neish et al., Nature Reviews Gastroenterology & Hepatology, 2024 (microbiota e inflamação sistêmica)
– Kim & Jazwinski, Frontiers in Endocrinology, 2025 (menopausa, microbiota e inflamação)
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No Dia Internacional da Mulher, é importante lembrar que o cuidado com a saúde feminina vai além dos exames ginecológico...
08/03/2026

No Dia Internacional da Mulher, é importante lembrar que o cuidado com a saúde feminina vai além dos exames ginecológicos de rotina. O intestino também participa ativamente do equilíbrio hormonal e do bem-estar ao longo de todas as fases da vida.

A relação entre intestino e hormônios é direta. Alterações nos níveis de estrogênio e progesterona influenciam o trânsito intestinal, explicando por que muitas mulheres relatam constipação no período pré-menstrual ou alterações digestivas ao longo do ciclo.

Na menopausa, mudanças hormonais podem impactar a microbiota intestinal, favorecer distensão abdominal, constipação e maior sensibilidade digestiva. Além disso, fatores como estresse, sobrecarga de rotina e alterações do sono também interferem na saúde intestinal feminina.

Por isso, escuta clínica qualificada faz diferença. Nem toda alteração intestinal é “normal” ou deve ser simplesmente tolerada. Avaliação adequada permite identificar desequilíbrios precocemente e orientar condutas personalizadas.

Cuidar do intestino é parte do cuidado integral da mulher em todas as fases da vida.

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As recomendações para rastreamento do câncer colorretal passaram por atualizações importantes nos últimos anos.A princip...
05/03/2026

As recomendações para rastreamento do câncer colorretal passaram por atualizações importantes nos últimos anos.

A principal mudança foi a redução da idade inicial para 45 anos em indivíduos de risco habitual. Essa decisão foi baseada no aumento consistente de casos em adultos mais jovens observado internacionalmente.

Além da idade, a medicina atual valoriza cada vez mais a individualização do risco. Histórico familiar, doenças inflamatórias intestinais, obesidade, sedentarismo e padrão alimentar influenciam diretamente na estratégia de prevenção.

A colonoscopia permanece como o método mais eficaz, pois permite identificar e remover pólipos antes que evoluam para câncer.

(Base científica: atualizações recentes de diretrizes internacionais (USPSTF, American Cancer Society e sociedades gastroenterológicas 2023–2025).

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Março é o mês de conscientização sobre o câncer colorretal, uma doença que permanece entre as principais causas de cânce...
03/03/2026

Março é o mês de conscientização sobre o câncer colorretal, uma doença que permanece entre as principais causas de câncer no Brasil e no mundo.

Mesmo com avanços importantes na medicina diagnóstica e terapêutica, o grande desafio continua sendo o mesmo: o diagnóstico tardio. A maior parte dos casos ainda é identificada em estágios mais avançados, quando os sintomas já estão presentes e o tratamento se torna mais complexo.

Nos últimos anos, observamos uma mudança relevante no perfil epidemiológico. Além do envelhecimento populacional, fatores como sedentarismo, alimentação rica em ultraprocessados, obesidade e alterações da microbiota intestinal passaram a desempenhar papel importante no risco de desenvolvimento da doença. Estudos recentes também mostram aumento de casos em indivíduos com menos de 50 anos, o que reforça a necessidade de atenção aos sinais e às recomendações atualizadas de rastreamento.

O câncer colorretal é, ao mesmo tempo, um dos mais incidentes e um dos mais preveníveis. A identificação e remoção de pólipos por meio da colonoscopia interrompe a progressão natural da doença antes mesmo que ela se desenvolva.

Falar sobre o tema em 2026 não é repetir um discurso, é reforçar um compromisso com prevenção, informação qualificada e diagnóstico precoce.

Cuidar do intestino é cuidar da saúde como um todo.

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A saúde intestinal não se constrói em um único exame ou consulta isolada. Ela é resultado de acompanhamento, observação ...
26/02/2026

A saúde intestinal não se constrói em um único exame ou consulta isolada. Ela é resultado de acompanhamento, observação clínica e decisões tomadas ao longo do tempo.

Muitas doenças do intestino se desenvolvem de forma silenciosa, com sinais discretos ou intermitentes, que só podem ser corretamente interpretados quando existe histórico, escuta atenta e avaliação especializada. Por isso, o acompanhamento regular permite identificar alterações precocemente, ajustar condutas e atuar de forma preventiva, antes que quadros simples se tornem problemas mais complexos.

Além disso, o vínculo médico–paciente é parte fundamental desse cuidado. Conhecer a rotina, os hábitos, as queixas e a evolução clínica de cada pessoa torna o tratamento mais preciso e seguro.

Prevenir não é apenas evitar doenças, é cuidar da saúde de forma contínua, consciente e orientada. E o intestino merece essa atenção ao longo de todas as fases da vida.

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Probióticos, prebióticos e simbióticos passaram a ocupar um espaço importante nas discussões sobre saúde intestinal. O p...
24/02/2026

Probióticos, prebióticos e simbióticos passaram a ocupar um espaço importante nas discussões sobre saúde intestinal. O problema é que, muitas vezes, o tema é tratado de forma simplificada e sem critério científico.

A literatura atual mostra que os efeitos desses produtos dependem de fatores como cepa, dose, tempo de uso e, principalmente, da condição intestinal de cada pessoa. O que funciona para um paciente pode não funcionar para outro.

Além disso, não adianta focar apenas em suplementos e ignorar pilares fundamentais como alimentação adequada, rotina intestinal, sono, estresse e atividade física. Em muitos casos, esses fatores têm impacto mais relevante do que qualquer produto isolado.

Por isso, orientação médica é essencial. Saúde intestinal se constrói com informação correta e acompanhamento adequado.

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Ao longo dos últimos anos, a literatura científica tem reforçado de forma consistente algo que, na prática clínica, obse...
20/02/2026

Ao longo dos últimos anos, a literatura científica tem reforçado de forma consistente algo que, na prática clínica, observamos com frequência: o intestino não é apenas um órgão digestivo, ele é uma plataforma central de regulação imunológica.

Isso acontece porque a mucosa intestinal funciona como uma grande “fronteira” entre o meio externo (alimentos, microrganismos e substâncias diversas) e o organismo. Quando essa barreira está íntegra, ela permite uma interação controlada com o sistema imune, favorecendo tolerância, equilíbrio e resposta adequada a agressões. Quando essa barreira se fragiliza, aumenta a chance de inflamação persistente e respostas desreguladas, com repercussões que podem ir além do intestino.

Outro ponto que a ciência tem consolidado é o papel dos metabólitos produzidos pela microbiota, como os ácidos graxos de cadeia curta, na modulação de células imunológicas e na manutenção da integridade da barreira intestinal. Ou seja: não é só “ter bactérias boas”, é como o intestino funciona como ecossistema e como isso repercute na resposta imune.

Por isso, quando falamos em saúde intestinal, falamos também em prevenção: sono, estresse, dieta, atividade física e acompanhamento médico adequado têm impacto real nesse eixo. E, diante de sintomas persistentes ou recorrentes, investigar corretamente é sempre melhor do que tratar apenas “por tentativa”.

(Base científica (revisões recentes): integridade da barreira intestinal e imunidade (Neurath, 2025) e permeabilidade intestinal e processos inflamatórios (Dmytriv et al., 2024).

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Após viagens, mudanças na alimentação, consumo maior de bebidas alcoólicas ou quebra da rotina habitual, é comum que o i...
18/02/2026

Após viagens, mudanças na alimentação, consumo maior de bebidas alcoólicas ou quebra da rotina habitual, é comum que o intestino apresente alterações temporárias. Constipação, episódios de diarreia leve, gases e sensação de distensão abdominal são respostas frequentes do organismo a esse período de sobrecarga.

Na maioria dos casos, esses sintomas tendem a melhorar espontaneamente com a retomada de hábitos adequados, como hidratação suficiente, alimentação equilibrada e regularidade nos horários das refeições.

O alerta surge quando as alterações se mantêm por vários dias, se intensificam ou passam a interferir no bem-estar e na rotina. Nessas situações, é importante investigar. Alterações intestinais persistentes podem estar relacionadas a processos inflamatórios, desequilíbrios da microbiota, intolerâncias alimentares ou doenças intestinais que exigem acompanhamento especializado.

Sinais como dor abdominal recorrente, perda de peso sem explicação, presença de sangue nas fezes, anemia ou mudança duradoura no ritmo intestinal não devem ser ignorados.

Observar os sinais do próprio corpo e buscar orientação no momento certo é parte fundamental do cuidado com a saúde digestiva.

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