Dr. Márcio Magalhães - Excelência no Tratamento da Coluna e Dor

Dr. Márcio Magalhães - Excelência no Tratamento da Coluna e Dor Certificação Internacional em Reabilitação Avançada da Coluna(USA)

Fisioterapeuta Osteopata, referência no tratamento de dor na coluna, com várias formações internacionais e missão de ajudar pessoas com dor a viverem melhor.

Além disso, essa revisão sistemática também pode observar outras crenças que suportam o uso de exames de imagem de forma...
05/02/2026

Além disso, essa revisão sistemática também pode observar outras crenças que suportam o uso de exames de imagem de forma indiscriminada na prática clínica diante casos de dor lombar.

▪️Pacientes com dor crônica acreditam que imagem “mostra que a dor é real”
Pessoas com dor lombar persistente muitas vezes veem achados radiológicos como prova concreta de que sua dor existe e é legítima — aliviando um sentimento de estigmatização. 
Isso cria uma ligação emocional entre evidência de imagem e legitimidade da dor, mesmo quando a imagem não explica a condição. Lembrando que toda dor é real, e a participação de tecidos da periferia não precisam ser evidenciados através de uma imagem.

▪️Profissionais pedem exames por questões sociais e legais.
Muitos clínicos relatam que solicitam imagens para atender expectativas do paciente que frequentemente exigem tais exames (clínico bom é que passa muitos exames 💭). E além disse mantém esse comportamento para evitar processos.(achados bem consistentes com outros artigos que já li)

▪️Profissionais dizem solicitar pra tranquilizar nem sempre funciona como esperado
Muitos profissionais acreditam que um resultado de imagem negativo tranquiliza o paciente sobre a ausência de doença grave. Porém, vários pacientes relatam frustração quando a imagem “não mostra nada” ou quando aparecem achados interpretados como “degenerativos” acabam tendo mais medo e ansiedade que tornam a condição mais complexa.

▪️Minimização dos prejuízos.
Tanto clínicos quanto pacientes tendem a enfatizar os benefícios potenciais dos exames (encontrar a causa, evidenciar a dor), enquanto os potenciais malefícios são raramente considerados
— como:
✔ exposição à radiação (quando relevante)
✔ rotulagem diagnóstica equivocada 
✔ catastrofização da dor
✔ reforço de crenças irracionais
✔ intervenções desnecessárias

Segundo essa revisão sistemática os principais achados foram:1. Imagem é vista como ferramenta para “localizar a causa d...
05/02/2026

Segundo essa revisão sistemática os principais achados foram:

1. Imagem é vista como ferramenta para “localizar a causa da dor”

Tanto pacientes quanto clínicos acreditam que exames como raio-X, TC ou ressonância podem mostrar onde está o problema na coluna — mesmo em quadros de dor lombar não específica, onde a evidência não recomenda imagem rotineira. 
E Isso alimenta pedidos e replicações de exames desnecessários.

2. Pacientes com dor crônica acreditam que imagem “mostra que a dor é real”.

Pessoas com dor lombar persistente muitas vezes veem achados radiológicos como prova concreta de que sua dor existe e é legítima — aliviando um sentimento de estigmatização. 
Isso cria uma ligação emocional entre evidência de imagem e legitimidade da dor, mesmo quando a imagem não explica a condição. Lembrando que toda dor é real, e a participação de tecidos da periferia não precisam ser evidenciados através de uma imagem.

3. Profissionais pedem exames por questões sociais e legais.

Muitos clínicos relatam que solicitam imagens para atender expectativas do paciente que frequentemente exigem tais exames (clínico bom é que passa muitos exames 💭). E além disse mantém esse comportamento para evitar processos.(achados bem consistentes com outros artigos que já li)

4. Profissionais dizem solicitar pra tranquilizar nem sempre funciona como esperado.

Muitos profissionais acreditam que um resultado de imagem negativo tranquiliza o paciente sobre a ausência de doença grave. Porém, vários pacientes relatam frustração quando a imagem “não mostra nada” ou quando aparecem achados interpretados como “degenerativos” acabam tendo mais medo e ansiedade que tornam a condição mais complexa.

5. Minimização dos prejuízos.

Tanto clínicos quanto pacientes tendem a enfatizar os benefícios potenciais dos exames (encontrar a causa, evidenciar a dor), enquanto os potenciais malefícios são raramente considerados
— como:
▫️exposição à radiação (quando relevante)
▫️rotulagem diagnóstica equivocada 
▫️catastrofização da dor
▫️reforço de crenças irracionais
▫️intervenções desnecessárias.


04/02/2026

Reflexão 💭
Muitos profissionais ainda acreditam que entender o paciente com dor se faz simplesmente contemplando alguma alteração estrutural. Mas, na grande maioria dos caso de dor musculoesquelética, isso passa longe de ser adequado.

O corpo de evidências e diretrizes clínicas há muito tempo deixa claro a limitação desse tipo de visão linear e patoanatomica, enfatizando a necessidade de se adotar um olhar multidimensional para melhor compreender e abordagem a experiência dolorosa dos pacientes.




Sinceramente, eu já esperava por isso…
31/01/2026

Sinceramente, eu já esperava por isso…

Infelizmente, situações como essas não são incomuns de serem observadas  na rotina de quem atua na área da dor. O que ac...
29/01/2026

Infelizmente, situações como essas não são incomuns de serem observadas na rotina de quem atua na área da dor.

O que achas disso?



Que honra cuidar dessa jovem Dra e atleta. Muito obrigado pela confiança de sempre e pela lembrança, minha amiga  🙏🏻
29/01/2026

Que honra cuidar dessa jovem Dra e atleta.
Muito obrigado pela confiança de sempre e pela lembrança, minha amiga 🙏🏻


Imagina!
28/01/2026

Imagina!

28/01/2026

Diariamente recebo pacientes com dor na coluna com diagnósticos de hérnia de disco, dos quais muitos carregam esse diagnósticos de forma equivocada.

Só ontem foram três casos de falso-positivos de hérnia de disco, e sendo um com indicação cirúrgica( o desse vídeo). Paciente este que desde a virada de ano se encontrava limitado, mesmo em tratamentos.

E mesmo com uma grande hérnia(extrusa) e com sintomas no membro inferior, pude observar que clinicamente sua condição não condizia com uma afecção neurológica decorrente da hérnia.

Sendo assim, não tendo necessidade de procedimento cirúrgico que tem o disco como alvo e deixando esse papel para o próprio organismo reabsorver esse material enquanto trabalhamos naquilo que realmente está mantendo a condição( e que não aparece num exame).

E se você passa por situação semelhante, caminhando para uma cirugia de hérnia de disco, sugiro que passa por aqui primeiro. Não será incomum você mudar de rota e de vida.




Um pouco da segunda-feira 💼Falar de raciocínio clínico e pbe, a maioria…Aplicar e viver diariamente, poucos…E isso tudo ...
27/01/2026

Um pouco da segunda-feira 💼

Falar de raciocínio clínico e pbe, a maioria…
Aplicar e viver diariamente, poucos…
E isso tudo com resultados, menos ainda…

Conhecimento muda vidas. 🧠🎯
23/01/2026

Conhecimento muda vidas. 🧠🎯

Na prática, nem toda fala e conhecimento teórico sobre fatores psicossociais resulta em mudanças coerentes na abordagem ...
22/01/2026

Na prática, nem toda fala e conhecimento teórico sobre fatores psicossociais resulta em mudanças coerentes na abordagem do paciente com dor.

21/01/2026

Como esse exímio médico pontuou, pessoas sem dor podem apresentar discos degenerados, assim como pessoas com muita dor pode não apresentar alterações discais.

Mas, o problema mesmo é quando a dor e alteração discal está presente. Levando muitos pacientes e profissionais a acreditem que a dor necessariamente tem relação direta com tal achado radiológico.

E por mais que o disco esteja comumente sendo acusado por muitas condições de dor na coluna, não é ele o vilão na grande maioria das condições. Nem o motivo que não está sendo devidamente identificado e abordado a ponto de milhões de pessoas ao redor do mundo caminharem para uma condição crônica.

E é triste ver o repercussão dessa visão centrada no disco no desfecho de muitos pacientes complexos que recebo diariamente no consultório.




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