Daniela Branchini

Daniela Branchini 🌿 Resultados reais para especialistas em psicologia infantil
🎯 Posicionamento e prática com propósito
👇 Vagas com seleção:

16/04/2026

Psicólogas infantis brasileiras no exterior: a demanda existe, a agenda enche mas o online ainda pode parecer “frio” ou difícil de sustentar. O travamento quase nunca é a criança. É tentar fazer online como se fosse presencial — sem estrutura de sessão, sem co-regulação planejada e sem orientação parental como parte do processo. Você quer um online com vínculo e segurança: clareza do que fazer em cada etapa, presença terapêutica real e um modelo que não dependa de improviso. Ou você continua “testando” o online no susto ou decide estruturar um método simples e replicável. Quer meu roteiro base de sessão infantil online? Comenta ONLINE que eu te envio.

Psicólogas infantis brasileiras no exterior: antes de qualquer rótulo, eu olho para uma pergunta clínica simples: essa c...
10/04/2026

Psicólogas infantis brasileiras no exterior: antes de qualquer rótulo, eu olho para uma pergunta clínica simples: essa criança se sente segura? Quando não há segurança emocional, o sistema nervoso entra em modo alerta. E aí aparecem sinais que confundem muita gente: desatenção, agitação, impulsividade, “dificuldade de aprender”. Não é “má vontade”. Muitas vezes é proteção. Por isso, a base do meu trabalho é: presença terapêutica + vínculo + co-regulação. Porque a criança regula no corpo primeiro — e só depois consegue acessar atenção, aprendizagem e elaboração emocional. Quando há segurança, a respiração baixa, o corpo relaxa e a regulação emocional começa a acontecer. Agora quero te ouvir (pode escrever grande): o que mais te desafia hoje na prática? criar segurança | alinhar com os pais | sustentar limites com presença. Conta a idade + a queixa principal.

PSICÓLOGAS INFANTIS BRASILEIRAS NO EXTERIOR: enquanto a gente busca o nome perfeito (trauma, ansiedade, TDAH), muitas ve...
08/04/2026

PSICÓLOGAS INFANTIS BRASILEIRAS NO EXTERIOR: enquanto a gente busca o nome perfeito (trauma, ansiedade, TDAH), muitas vezes o corpo da criança está pedindo uma coisa antes: segurança emocional. Segurança não é “mimar”. É base neurofisiológica: quando a criança se sente segura, o sistema nervoso sai do modo alerta e a regulação emocional começa a acontecer. Aí sim ela consegue respirar melhor, brincar, aprender e elaborar o que viveu. Na prática, eu olho para: presença terapêutica + vínculo + co-regulação. Porque trauma infantil não é só um diagnóstico — é uma experiência no corpo. E o corpo precisa de um ambiente onde ele possa descansar.Agora me conta (pode escrever grande): na sua prática, o que é mais difícil hoje — criar segurança com a criança, alinhar com os pais, ou sustentar limites com presença?

Psicólogas infantis brasileiras no exterior: nem toda desatenção, agitação e impulsividade é “transtorno”. Muitas vezes ...
30/03/2026

Psicólogas infantis brasileiras no exterior: nem toda desatenção, agitação e impulsividade é “transtorno”. Muitas vezes é excesso de tela + desconexão digital deixando o sistema nervoso desregulado — e a criança perde presença, corpo e autorregulação. A minha lente não é “contra diagnóstico”. Diagnóstico pode orientar. O que eu questiono é quando ele vira atalho e a gente deixa de olhar o essencial: presença, respiração, autorregulação e psicoeducação parental (rotina, limites, co-regulação em casa). E aqui está a parte esperançosa: presença se aprende. Respiração se ensina. Autorregulação se constrói. Quando a criança volta pro corpo com segurança, a intervenção f**a mais humana — e mais efetiva. Agora me conta um caso real (pode escrever grande): na sua prática, o que você tem visto mais — TDAH mesmo ou desconexão digital? Idade + horas de tela + como a família/escola reage.

Psicólogas infantis brasileiras no exterior: o diagnóstico de TDAH pode ser um mapa — ele organiza a intervenção.  Mas, ...
25/03/2026

Psicólogas infantis brasileiras no exterior: o diagnóstico de TDAH pode ser um mapa — ele organiza a intervenção. Mas, sem cuidado, ele vira um rótulo e aí a criança passa a se ver como “um caso”, a família entra em alerta e a escola reduz tudo ao comportamento.A virada, pra mim, é manter a credibilidade clínica e ampliar a lente: eu reconheço o diagnóstico e começo pelo sistema nervoso. Como está a autorregulação hoje? Como estão vínculo, segurança interna e funções executivas? É aqui que mindfulness infantil e práticas contemplativas (com linguagem clínica) + recursos integrativos entram como ferramentas para a criança sentir o corpo com segurança e construir recursos reais. Agora quero te ouvir de verdade (pode escrever grande): qual é a situação real que mais te desafia quando o tema é TDAH/neurodiversidade? Idade da criança + queixa + como escola e família reagem. Eu leio e respondo com um caminho prático.

Psicólogas infantis brasileiras no exterior: diagnóstico pode orientar.  Mas não pode virar identidade. Quando a gente r...
23/03/2026

Psicólogas infantis brasileiras no exterior: diagnóstico pode orientar. Mas não pode virar identidade. Quando a gente reduz uma criança a um rótulo (TDAH, “opositora”, “difícil”), a intervenção f**a estreita: a família entra em alerta, a escola foca só no comportamento e a criança passa a acreditar que “é assim e pronto”. A minha proposta é outra: psicologia infantil além do diagnóstico. Com presença terapêutica, mindfulness e autorregulação do sistema nervoso — pra criança sentir o corpo com segurança, nomear emoções e construir recursos reais. Agora quero te ouvir (pode escrever grande): qual é a situação que mais te desafia hoje quando o tema é diagnóstico na infância? Idade da criança + queixa + como a família/escola reage.

18/03/2026

🦋Psicólogas infantis brasileiras no exterior: a gente não só trabalha. A gente transforma vidas. Porque quando você decide se entregar de verdade ao seu trabalho — quando você cria seu método, estrutura sua clínica, se posiciona com clareza — você não está só ajudando crianças. Você está inspirando outras psicólogas a fazerem o mesmo. Você está mostrando que é possível sair do improviso e construir algo reconhecido. Que é possível ganhar bem fazendo o que ama. Que é possível ter presença, clareza e confiança. Tudo começa quando você se lembra de por que escolheu isso. E depois, quando você decide se entregar de verdade. Essa semana: vamos falar sobre ponto zero, intenção e presença. Porque a diferença que você faz é muito maior do que você imagina.🦋 Pra psicólogas infantis brasileiras no exterior

Psicólogas infantis brasileiras no exterior: antes de pensar em método, conteúdo ou estratégia… eu volto para o ponto ze...
16/03/2026

Psicólogas infantis brasileiras no exterior: antes de pensar em método, conteúdo ou estratégia… eu volto para o ponto zero.
Porque quando eu tento controlar o resultado, meu corpo fecha — e eu perco presença.

Eu abro o peito, respiro, e lembro da intenção: qual é a entrega real aqui?
Quando a intenção f**a limpa, a energia volta em forma de clareza, confiança e reconhecimento (muitas vezes maior do que eu calculei).

Agora quero te ouvir de verdade: em que momento do seu trabalho no exterior você sente que “fecha o peito”?
Na sessão? Na hora de cobrar? No posicionamento? Conta o contexto — eu leio e te respondo.

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Avenida Trindade, 254/Bethaville I/Barueri/SP/CEP 06404/326
São Paulo, SP
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