Abrahct A ABRAHCT tem como propósito ser a porta voz e a entidade representativa dos hospitais e clínicas de transição no país.

A transição de cuidados exige mais do que vocação. Exige união, representatividade e articulação.A ABRAHCT – Associação ...
02/02/2026

A transição de cuidados exige mais do que vocação. Exige união, representatividade e articulação.

A ABRAHCT – Associação Brasileira de Hospitais e Clínicas de Transição nasceu com uma missão clara: fortalecer o ecossistema de instituições que atuam na reabilitação, cuidados paliativos, atenção a doenças crônicas e desospitalização.

Representamos uma rede em expansão, conectada por um propósito comum: garantir que o cuidado continue, com dignidade e qualidade, mesmo após a alta hospitalar.

Se você faz parte de uma instituição que atua nesse elo essencial da jornada do paciente, seu lugar é aqui.

Associe-se à ABRAHCT e faça parte desse movimento nacional.

Entre em contato conosco e saiba mais: abrahct@abrahct.org.br

Em 2026, a saúde  torna-se-á ainda  mais conectada, personalizada, preditiva e centrada no paciente.A combinação entre t...
29/01/2026

Em 2026, a saúde torna-se-á ainda mais conectada, personalizada, preditiva e centrada no paciente.

A combinação entre tecnologia, dados e cuidado humano já não é mais opcional: é o caminho para sustentar o sistema frente ao envelhecimento populacional e ao crescimento das doenças crônicas.

O papel das clínicas e hospitais de transição se fortalece nesse novo cenário, conectando o avanço tecnológico com o tempo clínico necessário para cuidar.

Pesquisamos e elencamos 7 tendências que vão moldar a saúde nos próximos anos. Fique de olho e planeje-se.

O Brasil está envelhecendo — e com isso, cresce a demanda por cuidado continuado e reabilitação de longo prazo.Hospitais...
23/01/2026

O Brasil está envelhecendo — e com isso, cresce a demanda por cuidado continuado e reabilitação de longo prazo.

Hospitais e clínicas de transição emergem como uma solução eficiente para atender pacientes com doenças crônicas ou em recuperação após alta hospitalar, oferecendo estrutura adequada, tempo clínico e equipes multidisciplinares preparadas.

📈 Segundo a ONU (2022), a população com mais de 60 anos no Brasil mais que dobrará até 2050.

Essa mudança demográf**a não é apenas uma questão de envelhecimento, mas sim um chamado ao planejamento em saúde.

💡 É tempo de fortalecer modelos que promovam autonomia, reduzam reinternações e garantam qualidade de vida.

O cuidado continuado é também o cuidado com a autonomia.Na rotina das Unidades de Transição, a Terapia Ocupacional ocupa...
19/01/2026

O cuidado continuado é também o cuidado com a autonomia.
Na rotina das Unidades de Transição, a Terapia Ocupacional ocupa um papel central:
🔸 estimula a independência,
🔸 resgata habilidades funcionais,
🔸 fortalece a autoestima do paciente.

Ao treinar atividades como vestir-se, preparar um lanche ou tomar banho com segurança, os terapeutas ocupacionais auxiliam o paciente a reconstruir algo fundamental: a confiança em si.

Hoje é dia de reconhecer essa atuação essencial.

Feliz Dia do Terapeuta Ocupacional!

Ver alguém querido em recuperação é difícil. A rotina muda, os medos crescem e a culpa aparece até quando descansamos.Ma...
15/01/2026

Ver alguém querido em recuperação é difícil. A rotina muda, os medos crescem e a culpa aparece até quando descansamos.

Mas quem cuida, também precisa ser cuidado. Dormir bem, solicitar ajuda, manter uma rede de apoio e conversar com quem entende não é egoísmo — é preparo emocional.

Nas Unidades de Transição, acolher a família é parte do cuidado. Escuta, orientação e suporte emocional melhoram o desfecho para todos, inclusive para quem está ao lado do leito.

No , nosso compromisso é lembrar: saúde mental também é cuidado essencial.

Nas Unidades de Transição, o paciente recebe mais do que alta: recebe acolhimento, tempo e escuta. É nesse momento delic...
09/01/2026

Nas Unidades de Transição, o paciente recebe mais do que alta: recebe acolhimento, tempo e escuta. É nesse momento delicado que o cuidado continuado faz a diferença entre apenas sobreviver — e, de fato, recuperar.

De acordo com estudo publicado na JAMA Network Open, até 30% dos pacientes atendidos em cuidados pós-agudos acabam sendo reinternados em hospitais. Esse dado revela a importância de oferecer um ambiente preparado, com planejamento, equipe qualif**ada e continuidade de cuidado — tudo que hospitais e clínicas de transição se propõem a oferecer.

💡 Quando falamos em transição, falamos em dignidade, segurança e qualidade de vida.

08/01/2026

O cuidado transforma trajetórias

Após um AVC grave, ela colocou a própria vida em pausa para estar presente em cada fase da recuperação do marido. Entre incertezas e esperança, o que fez a diferença foi a combinação entre presença da família e cuidado profissional especializado.

Na Rede Altana, por meio de um modelo estruturado de transição de cuidados, vieram os avanços: reabilitação intensiva, equipe multidisciplinar e, pouco a pouco, a retomada da autonomia.

Histórias como essa mostram, na prática, o papel dos associados da ABRAHCT no apoio a pacientes e famílias em momentos decisivos — quando o cuidado precisa de tempo, coordenação e humanidade.

▶️ Assista ao vídeo e conheça essa história.

O primeiro dia do ano convida à pausa, à reflexão e aos recomeços.Na Transição de Cuidados, sabemos que cada jornada tem...
01/01/2026

O primeiro dia do ano convida à pausa, à reflexão e aos recomeços.

Na Transição de Cuidados, sabemos que cada jornada tem seu tempo, cada recuperação exige atenção e cada avanço nasce da continuidade do cuidado.

Que o novo ano traga serenidade para decidir, parceria para caminhar e compromisso com um cuidado cada vez mais humano e integrado.

Feliz Ano Novo.
Seguimos juntos.

O Natal nos lembra da importância do cuidado, da presença e da esperança — mesmo nos momentos mais desafiadores.Na Trans...
24/12/2025

O Natal nos lembra da importância do cuidado, da presença e da esperança — mesmo nos momentos mais desafiadores.

Na Transição de Cuidados, cada etapa é construída com escuta, tempo e compromisso com a recuperação, sempre em equipe e com a família por perto.

Que este Natal seja um tempo de acolhimento, confiança e fortalecimento dos vínculos que sustentam um cuidado mais humano.

Feliz Natal!

Final de ano é tempo de estar perto. E isso também faz parte do cuidado.Nas Unidades de Transição de Cuidados, a presenç...
22/12/2025

Final de ano é tempo de estar perto. E isso também faz parte do cuidado.

Nas Unidades de Transição de Cuidados, a presença da família não é apenas um gesto afetivo. Ela é reconhecida, inclusive pela evidência científ**a, como um fator que favorece a recuperação clínica e funcional do paciente.

Estudos internacionais publicados nos últimos anos mostram que pacientes acompanhados de perto por familiares apresentam menores níveis de ansiedade, redução do tempo de internação e menos readmissões após a alta, especialmente em contextos de recuperação prolongada, como pós-UTI, AVC e reabilitação neurológica. Pesquisas recentes no Canadá, que ouviram cuidadores familiares de sobreviventes de terapia intensiva, apontam que o suporte emocional, o cuidado diário e o acompanhamento ativo da família influenciam diretamente o ritmo da recuperação — desde que esses cuidadores sejam orientados e apoiados pelas equipes de saúde.

No Brasil, experiências conduzidas por hospitais de referência durante e após a pandemia, também reforçaram esse impacto. Estratégias de aproximação familiar, incluindo visitas estruturadas e planejamento de alta com a participação da família, mostraram redução do sofrimento emocional e melhor preparo para a continuidade do cuidado no domicílio.

Essas evidências dialogam diretamente com o modelo das UTCs, nas quais o cuidado é pensado para além do momento agudo e a família é integrada ativamente ao processo terapêutico.

Em um período como o final de ano, em que a presença ganha ainda mais signif**ado, f**a o lembrete: recuperar-se não é somente uma questão de técnica. É também vínculo, tempo e cuidado compartilhado.

Existe um equívoco comum no debate sobre saúde: associar cuidado contínuo apenas ao envelhecimento. A literatura interna...
19/12/2025

Existe um equívoco comum no debate sobre saúde: associar cuidado contínuo apenas ao envelhecimento. A literatura internacional mostra outra realidade.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), reabilitação e cuidados continuados são indicados para qualquer pessoa, em qualquer idade, que apresente perda funcional, condição crônica ou necessidade prolongada de recuperação — incluindo vítimas de trauma, AVC, cirurgias complexas, doenças neurológicas, condições mentais e crônicas incapacitantes.

Dados recentes reforçam esse cenário:

🔹 Relatórios de 2025 indicam que 16% a 17% dos usuários de serviços de cuidados de longa duração nos EUA e no Canadá têm menos de 65 anos, percentual que dobrou em relação a vinte anos atrás.
🔹 Esses adultos mais jovens chegam ao cuidado contínuo, em geral, após AVC, acidentes, lesões neurológicas, doenças graves ou cirurgias com recuperação prolongada.
🔹 Estudos sobre post-acute care e home care mostram que programas estruturados de cuidado após a alta reduzem readmissões, melhoram desempenho nas atividades da vida diária e favorecem o retorno à autonomia — independentemente da idade.

Esse é um princípio central defendido pela ABRAHCT:
transição e continuidade são etapas do cuidado — não um destino etário.

Endereço

São Paulo, SP

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