Rose Santos Psicóloga

Rose Santos Psicóloga Clínica de psicologia: atendemos adolescentes, adultos e casais. Serviços: Terapia Sexual, Recruta

19/12/2025








Muito, muito obrigada ,   ,  .psiquiatria , .nascimento.psi,   , ,    e    que se engajaram, junto comigo, a compartilha...
17/12/2025

Muito, muito obrigada , , .psiquiatria , .nascimento.psi, , , e que se engajaram, junto comigo, a compartilhar seus saberes, histórias, conhecimentos e ensinamentos e que, certamente, ajudaram na promoção do bem-estar de nossos semelhantes.

Foi uma imensa honra ter vocês por aqui nesse ano!

Meu afetuoso abraço!










-estar

15/12/2025

Discutir sobre sexualidade humana é um dos grandes temas tabus em nossa sociedade, porque envolve crenças diversas, valores, aprendizados, traumas e muitas outras dificuldades. E como nos diz a OMS - – “A saúde sexual é fundamental para a saúde e o bem-estar geral de indivíduos, casais e famílias, bem como para o desenvolvimento social e econômico de comunidades e países. Quando vista de forma positiva, a saúde sexual requer uma abordagem respeitosa e positiva da sexualidade e das relações se***is, além da possibilidade de experiências se***is prazerosas e seguras, livres de coerção, discriminação e violência.”

Hoje é o dia do profissional que se especializa para atender essa demanda: o Sexólogo. Nosso trabalho visa promover toda a assistência necessária para se desenvolver plenamente a saúde sexual, através do cuidado, tratamento, orientação e atenção.

O desafio é grande, mas também inspirador!

Muitas palmas aos profissionais que se dedicam a esse trabalho!





**ologia





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A masturbação é gratuita, relativamente fácil e, para a maioria das mulheres, agradável. Não há razão para que não seja ...
12/12/2025

A masturbação é gratuita, relativamente fácil e, para a maioria das mulheres, agradável. Não há razão para que não seja promovida como uma estratégia acessível de alívio da menopausa e que pode beneficiar algumas mulheres. No entanto, nem sempre é tão simples assim. Podem haver barreiras para algumas mulheres, tais como: nem todas as mulheres se masturbam ou gostam de se masturbar; algumas mulheres tem uma resistência moral ou religiosa a masturbação; falta de desejo, até a privacidade limitada ou falta de “tempo sozinha” e mulheres mais velhas podem enfrentar barreiras físicas complexas, incluindo perda de libido ou destreza e flexibilidade limitadas.

Embora não haja garantia de que a masturbação alivie os sintomas da menopausa em todas as mulheres, sugerir que elas experimentem não deve causar nenhum dano. É a prática sexual mais segura que existe.










Sobre os Direitos Humanos: Nossos Fundamentos DiáriosNeste período de turbulências e imprevisibilidade, em que muitos se...
10/12/2025

Sobre os Direitos Humanos: Nossos Fundamentos Diários

Neste período de turbulências e imprevisibilidade, em que muitos sentem uma crescente insegurança, descontentamento e alienação, o tema do é reafirmar os valores dos direitos humanos e mostrar que eles continuam sendo uma proposta vitoriosa para a humanidade.

Por meio desta campanha, pretendemos reconectar as pessoas com os direitos humanos, mostrando como eles moldam nosso cotidiano, muitas vezes de maneiras que nem sempre percebemos. Frequentemente dados como certos ou vistos como ideias abstratas, os direitos humanos são essenciais para o nosso dia a dia.

Ao aproximar os princípios dos direitos humanos das experiências do dia a dia, pretendemos despertar a consciência, inspirar confiança e incentivar a ação coletiva.

A campanha enfatiza que os direitos humanos são positivos, essenciais e alcançáveis.

Os direitos humanos são POSITIVOS
Eles não apenas protegem, como também trazem alegria, felicidade e segurança para o dia a dia. Os direitos humanos são realidades vividas.

Os direitos humanos são ESSENCIAIS
São os valores essenciais que todos compartilhamos, o terreno comum que nos une apesar das diferenças de raça, gênero, crença ou origem. Em um mundo de incertezas, os direitos humanos permanecem constantes em nosso dia a dia.

Os direitos humanos são ALCANÇÁVEIS
Tudo começa conosco, nas pequenas escolhas que fazemos no dia a dia: tratar os outros com respeito, denunciar as injustiças e ouvir aqueles cujas vozes são frequentemente ignoradas. As escolhas e as vozes do cotidiano importam mais do que você imagina; elas constroem uma cultura de dignidade e justiça ao nosso redor. Mas os direitos humanos também dependem da ação coletiva, quando comunidades, movimentos e nações se unem para exigir justiça e igualdade.

Fonte:









08/12/2025

Viva a diversidade! Hoje é dia de enfatizar que “consideramos justa toda forma de amor”, como nos diz Lulu Santos!

Pansexualidade é a orientação sexual em que se sente atração por pessoas independentemente do seu gênero e/ou identidade de gênero.

Direito de amar quem se quiser – é o destaque que a data de hoje quer comunicar!

Esse dia – e todos os demais - nos convida ao exercício do acolhimento e respeito e também é uma ótima oportunidade de nos ensinar a estimar nosso semelhante.











A violência contra as mulheres e meninas continua sendo um problema grave e persistente, de acordo com relatório apresen...
05/12/2025

A violência contra as mulheres e meninas continua sendo um problema grave e persistente, de acordo com relatório apresentado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) - - e parceiros das Nações Unidas. Os dados revelam que uma em cada três mulheres na região das Américas, com 15 anos ou mais, sofreu violência física ou sexual em algum momento de sua vida.

A violência por parceiro íntimo continua sendo a forma mais comum de abuso: uma em cada quatro mulheres entre 15 e 49 anos sofreu violência física ou sexual por parte do parceiro íntimo, enquanto uma em cada oito vivenciou violência sexual cometida por outra pessoa que não o parceiro íntimo. As mulheres jovens enfrentam riscos precoces, já que 21% das adolescentes entre 15 e 19 anos sofreram violência por parte de seus parceiros antes de completar 20 anos. As mulheres mais velhas também não estão isentas: 23% das mulheres de 65 anos ou mais relatam ter sofrido esse tipo de violência.

Apesar de uma maior conscientização sobre o assunto, de políticas nacionais multissetoriais e de intervenções a partir dos serviços de saúde, os avanços na redução da violência contra as mulheres têm sido lentos. Nas últimas duas décadas, as taxas de violência por parceiro íntimo mudaram pouco, com uma leve diminuição de 0,2% ao ano globalmente.

A violência contra mulheres e meninas é uma violação dos direitos humanos e um problema de saúde pública que transcende fronteiras econômicas, sociais e nacionais. Ela tem efeitos imediatos e de longo prazo na saúde física e mental de mulheres, crianças, famílias e sociedades.

As estimativas do relatório indicam que a violência contra as mulheres é um problema global generalizado que requer novas abordagens para prevenção e resposta. É uma emergência de saúde pública e direitos humanos que exige ação imediata, afetando diversas regiões, populações e idades.

Todas as mulheres e meninas merecem viver vidas seguras e saudáveis, livres de todas as formas de violência, coerção e discriminação.

Fonte:












03/12/2025










O  (programa conjunto das Nações Unidas que tem como objetivo liderar e coordenar a resposta global à epidemia de HIV/AI...
01/12/2025

O (programa conjunto das Nações Unidas que tem como objetivo liderar e coordenar a resposta global à epidemia de HIV/AIDS) lançou o tema do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS 2025 que é “Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS”, e ocorre em um momento de profundo corte de financiamento e incerteza para a resposta global ao HIV.

A resposta global ao HIV sofreu seu revés mais significativo em décadas, alerta um novo relatório do UNAIDS que detalha as consequências de longo alcance das reduções no financiamento internacional e da falta de solidariedade global, que causaram um choque nos países de baixa e média renda com mais incidência de HIV.

Os serviços de prevenção — que já estavam sob pressão antes da crise — foram os mais afetados. Reduções significativas no acesso a medicamentos para prevenir o HIV (profilaxia pré-exposição, conhecida como PrEP) e quedas acentuadas na circuncisão médica voluntária para prevenção do HIV deixaram uma lacuna significativa na proteção de milhões de pessoas. O fim dos programas de prevenção do HIV concebidos com e para mulheres jovens, privou as adolescentes e as mulheres jovens de serviços de prevenção do HIV, saúde mental e violência de gênero em muitos países.

A crise de financiamento se desenrolou em um contexto de fragilização do ambiente global dos direitos humanos, com consequências particularmente graves para as populações marginalizadas.
Hoje, 40,8 milhões de pessoas vivem com HIV em todo o mundo, 1,3 milhão de novas infecções ocorreram em 2024 e 9,2 milhões de pessoas ainda não têm acesso ao tratamento.

“Este é o nosso momento de escolher”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva da UNAIDS. “Podemos permitir que esses choques desfaçam décadas de conquistas duramente alcançadas ou podemos nos unir por uma visão compartilhada de acabar com a AIDS. Milhões de vidas dependem das escolhas que fazemos hoje.”

A   traz os resultados de uma pesquisa inédita da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) em parceria com a FQM, que most...
27/11/2025

A traz os resultados de uma pesquisa inédita da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) em parceria com a FQM, que mostra o retrato de um tema pouco discutido: a pressão pela performance sexual masculina.

O estudo, conduzido pelo Instituto Ideia com 3.213 pessoas de ambos os s**os de todas as regiões do Brasil, aponta que a cobrança pela atuação perfeita no quarto não apenas abala a autoestima como também alimenta um ciclo silencioso de ansiedade e frustração pouco discutido.

A pesquisa reafirma que a vida sexual dos homens é diretamente afetada por crenças e valores que os colocam na posição de infalíveis e os responsáveis pela qualidade da relação. A altíssima pressão externa que é interiorizada ao longo de sua vida, a que se sentem submetidos para corresponder ao esteriotipo do “invencível” e “indestrutível”, modifica integralmente a natureza do momento de satisfação transformando-o em ansiedade e inúmeras preocupações acarretando sentimentos de culpa, fracasso e diminuição de sua autoestima.

Desconstruir essas exigências significa experenciar seu prazer como verdadeiro prazer.













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Enquanto o mundo marca o 30º aniversário da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim – um dos acordos internacionais ma...
25/11/2025

Enquanto o mundo marca o 30º aniversário da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim – um dos acordos internacionais mais avançados sobre direitos das mulheres até hoje – a campanha UNA-se 2025 do Secretário-Geral da ONU tem foco em uma das formas de assédio que mais cresce: a violência digital contra mulheres e meninas. A campanha deste ano também é um lembrete de que a segurança digital é central para a igualdade de gênero.

Esses atos não acontecem apenas online. Frequentemente levam à violência offline na vida real (VR), como coerção, assédio físico e até feminicídio, ou seja, o assassinato de mulheres e meninas. O dano pode ser duradouro e afetar sobreviventes por um período prolongado.

A violência digital atinge mais mulheres que homens, em todos os setores da vida, mas especialmente aquelas com visibilidade pública ou online, como as ativistas, jornalistas, mulheres na política, defensoras de direitos humanos e mulheres jovens.

O impacto é ainda pior para mulheres que enfrentam formas interseccionais de discriminação, incluindo raça, deficiência, identidade de gênero ou orientação sexual.

Todos devemos agir para parar o assédio digital. A violência contra mulheres não é inevitável. Ela pode e deve ser parada.

Fonte:













20/11/2025

Esses são alguns trechos do premiadíssimo livro “Um defeito de cor” da primeira mulher negra a integrar a Academia Brasileira de Letras, , que retrata muito bem o que a data de hoje representa: a luta contra o racismo e a desigualdade.

A verdadeira transformação social será realizada quando cada um de nós nos implicarmos em promover mudanças em nossos pensamentos, ideias, crenças, valores e comportamentos o que, de fato, significa conscientizar-se!

Façamos nosso trabalho!











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