Zenah Terapias Integrativas

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Zenah Terapias Integrativas é uma empresa voltada para proporcionar o bem estar e qualidade de vida de seus clientes, contribuindo para o desenvolvimento pessoal e autoconhecimento.

Seis meses após o término, minha carreira como terapeuta alavancou de maneira surpreendente. Agenda lotada, autoestima l...
07/10/2020

Seis meses após o término, minha carreira como terapeuta alavancou de maneira surpreendente. Agenda lotada, autoestima lá em cima, enfim, fui do 8 ao 80, como dizem, porém, me tornei uma pessoa vazia, achava que o trabalho supriria minhas necessidades.

Dois anos depois, tive um outro relacionamento, porém, sem sucesso. O motivo? Não havia mudado meu padrão de pensamento e comportamento em relação à vida, aos homens, a mim mesma. Nesse último relacionamento, o término foi bem complicado. Foi no Dia dos Namorados via mensagem de texto. Foi muito doído. Apostei todas as minhas fichas no relacionamento e vi tudo ruir. Hoje, eu entendo que a carência me fez mergulhar de cabeça naquela relação. Cuidado com essas armadilhas, MARAVILHOSAS!

Acabei me fechando para o mundo e mergulhei no trabalho como mecanismo de defesa. Embora triste, este acontecimento foi um divisor de águas na minha vida. Passei a me dedicar ao meu desenvolvimento pessoal por meio de: sessões de coaching, massagem ayurvedica, yoga, dança, aromaterapia e Florais de Bach. Anos estudando estes assuntos e sendo cuidada por muitos profissionais incríveis que ajudaram no meu desenvolvimento pessoal.

Cresci muito. Aprendi a gostar da minha companhia. Vivi a experiência de viagem solo, fui (e vou) a shows sozinha, fiz novos amigos e trabalho minha espiritualidade há 4 anos e sou feliz demais por isso. Hoje, mais fortalecida e com as feridas emocionais curadas, me considero pronta para um relacionamento verdadeiro e maduro e para oferecer a vocês, MARAVILHOSAS, os melhores serviços de Terapias Integrativas. Depois de tantos erros e acertos, sou capaz de amar a mim mesma, ao outro e a todas aquelas mulheres que buscam se curar e se autodesenvolverem.

E aí, vem comigo?
Beijos e obrigada por acompanharem esta história até aqui.
Seguimos juntas!
Com amor,
Zenaide

Olá! Estou de volta para falar sobre a segunda parte da minha história. Lembram que comentei sobre o bullying, da forma ...
05/10/2020

Olá! Estou de volta para falar sobre a segunda parte da minha história. Lembram que comentei sobre o bullying, da forma como reagia e também da relação com as figuras masculinas? Pois bem. Agora a história vai ficar ainda mais interessante, pois é daqui pra frente que o processo de autoconhecimento se inicia. Pode ser que você se identifique com algumas coisas. Sim, é normal que as mulheres se vejam na história de outras mulheres e é aí que a "mágica" acontece. Sendo assim, só peço a você muita coragem para me acompanhar. Tenha a certeza de que não vai se arrepender.

Vamos lá! Aos 24 anos tive meu primeiro relacionamento sério que durou 7 anos e meio. Relacionamento marcado por muita alegria, amizade, parceria, porém, nos últimos 3 anos, as desavenças e as divergências de opinião passaram a se fazerem parte de nossas vidas. Durante o período do relacionamento, fui notando também que questões mal resolvidas da fase da infância, começaram a reverberar. Eu posso explicar:

Em razão do bullying, percebi que fui me tornando uma pessoa que fazia um esforço descomunal para agradar a todos, além de uma grande dificuldade de dizer não a quem quer que fosse, pelo simples fato de desejar ser aceita. Considerando que meu noivo na época foi criado num lar totalmente patriarcal, essa situação era bastante favorável a ele. Em nome da harmonia da relação, não expunha minha opinião por medo de sofrer represálias.

Desde então, os resultados foram os piores: baixa autoestima, perda do poder pessoal, me anulei. Só percebi tudo isso quando terminei a terapia. Um ano após esse processo, caí em mim e pude enxergar o que estava fazendo comigo e o rumo que minha vida poderia tomar. Conversei com ele e tomei a decisão de terminar o relacionamento. Foi doído, porém, necessário, já que não fazíamos mais planos juntos.

Após esse episódio, o êxito profissional veio. Me tornei empreendedora e tudo parecia fazer mais sentido, porém, as questões mal resolvidas ainda se faziam presentes. Quer saber mais? Acompanhe a terceira e última parte desta história.

Beijos e obrigada por me acompanhar até aqui!

Muito prazer! Sou Zenaide.Trabalho com Terapias Integrativas há 13 anos e como disse em um dos posts, minha missão é aju...
02/10/2020

Muito prazer! Sou Zenaide.Trabalho com Terapias Integrativas há 13 anos e como disse em um
dos posts, minha missão é ajudar ao maior número de mulheres através do autoconhecimento.

Para tanto, eis-me aqui para partilhar com vocês um pouco da minha história a fim de te mostrar que se eu venci minhas limitações, VOCÊ, MARAVILHOSA, que lê esse post será capaz de curar todas as suas feridas emocionais. Segura na minha mão e confia! Você não vai se arrepender.

Dividirei essa narrativa em 3 partes, para facilitar o entendimento. Hoje, vamos de parte 1 que começa na infância. Eu tinha 10 anos. Nessa época eu sofria bullying dos meninos por ser bem magra. Eles riam de mim, dizendo que eu era feia, magrela, que não ia chamar a atenção de nenhum menino, afinal, não tinha atrativos.

Se eu ia pra casa chorar depois de ouvir comentários dessa natureza? Claro que não. Eu usava da força física para revidar. Sem pestanejar, eu ia pra cima dos meninos e batia neles. Colocava todos eles em seus devidos lugares. Isso tudo durou 2 anos. Desde então, começou minhas questões com as figuras masculinas. Sim, eles passaram a serem vistos como meus "inimigos".

A consequência disso foi que inconscientemente adotei uma postura masculinizada, porém, hoje concluí que isso foi uma couraça que criei para me fazer respeitada profissionalmente.

Na fase das baladas teve algumas situações: ou eu atraía meninos-problema ou gostava de quem nem ligava pra mim. Nessa época também, eu tinha um mantra: "beijo, não me liga". Arranjava um crush na balada e quando eles pediam meu telefone para marcarmos algo, a resposta era uma só: "Acabou aqui". Claro que eles ficavam sem reação, mas essa era minha atitude. Eu era terrível!

Quando lembro disso, bate certo arrependimento, confesso. Mas ainda assim, levo em consideração que tudo isso me tornou quem sou hoje e agi dentro da maturidade (ou falta dela)
que tinha na ocasião. Eu tinha 20 anos mais ou menos.

Quer saber mais sobre o desdobramento dessa história? Continuem acompanhando, que na parte 2, contarei a vocês sobre meu primeiro relacionamento sério.

Aguardem a continuação...

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