13/11/2025
O jejum intermitente não é uma dieta, e sim uma estratégia alimentar que alterna períodos de alimentação e de pausa — o que dá tempo para o corpo descansar, equilibrar hormônios e otimizar o metabolismo.
Durante o jejum, o organismo reduz os níveis de insulina e passa a usar gordura como fonte de energia, além de ativar processos de limpeza celular (autofagia) e melhorar a sensibilidade à insulina.
Mas calma, não é sobre “ficar sem comer”
É sobre respeitar o tempo natural do corpo entre as refeições
✨ Benefícios mais comuns:
• Melhora da digestão e do inchaço abdominal
• Redução da gordura corporal
• Mais clareza mental e energia estável
• Regulação do apetite
• Apoio à saúde intestinal e longevidade
👩⚕️ Quem pode fazer:
Pessoas saudáveis, que se alimentam bem e buscam equilíbrio.
🚫 Quem não deve fazer sem acompanhamento:
• Gestantes e lactantes
• Crianças e adolescentes
• Diabéticos que usam insulina
• Pessoas com histórico de compulsão alimentar ou distúrbios hormonais
🚨ATENÇÃO:
A alimentação nas horas de ingestão deve nutritiva e suficiente, com boas fontes de proteína, fibras, gorduras boas e micronutrientes
Mulheres devem ter atenção em jejuns prolongados (acima de 16h) para alterações hormonais.
Curiosidade: O Dr. Yoshinori Ohsumi, biólogo celular japonês, ganhou o Prêmio Nobel de FisiologiaeMedicina em 2016 por descobrir os mecanismos da autofagia, um processo natural de limpeza e renovação celular que o corpo realiza — e que é estimulado durante o jejum.
A autofagia remove resíduos celulares, toxinas e proteínas malformadas — evitando o acúmulo de “lixo celular” que causa envelhecimento e doenças.
• Ela ajuda na prevenção de câncer, Alzheimer, Parkinson e doenças metabólicas.
• É um processo ativado naturalmente durante períodos de jejum, exercício e sono profundo.
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