Psicólogo Leandro Motta

Psicólogo Leandro Motta Ajudo VOCÊ a sair do processo de DOR emocional, viver com mais satisfação e bem estar. R. Voluntários da Pátria, 1733 - Santana - São Paulo - SP, 02011-300

A hipnoterapia trata o paciente como ser único, por isso os resultados que na comparação nos surpreende.

30/03/2026

Na psicologia, existe um fenômeno silencioso, mas muito comum: só reconhecemos o valor de alguém quando sentimos a possibilidade de perdê-lo — ou quando já é tarde demais.

Isso acontece porque o cérebro humano se adapta rápido ao que é constante. Chamamos isso de habituação: aquilo que está sempre presente deixa de ser percebido com a mesma intensidade. A presença de quem amamos vira “normal”… até virar ausência.

A Teoria do Apego, desenvolvida por John Bowlby, mostra que os vínculos emocionais são fundamentais para nossa segurança interna. Mas, paradoxalmente, quanto mais seguro o vínculo, mais tendemos a relaxar e deixar de expressar o quanto aquela pessoa é importante.

Além disso, a rotina, o estresse e as preocupações fazem com que a gente viva no “piloto automático”, adiando gestos simples: um elogio, um agradecimento, um “eu me importo com você”.

O problema é que o afeto não expresso também comunica. E, muitas vezes, comunica ausência.

Valorizar alguém em vida não exige grandes demonstrações — exige presença consciente. Pequenos gestos constroem vínculos fortes: escutar com atenção, demonstrar gratidão, reconhecer o outro.

Porque no fim, o arrependimento mais comum não é pelo que fizemos…
mas pelo que deixamos de dizer.

Valorize hoje. Enquanto há tempo.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

30/03/2026

A solitude não é sinônimo de solidão. Enquanto a solidão costuma carregar um peso emocional de vazio e desconexão, a solitude, na perspectiva da psicologia, representa a capacidade de estar consigo mesmo de forma saudável e consciente.

Autores como Donald Winnicott destacavam que a habilidade de estar só é um marco importante do desenvolvimento emocional. Segundo ele, aprender a f**ar sozinho — sem sentir abandono — signif**a que a pessoa internalizou vínculos seguros. Ou seja, mesmo na ausência do outro, ela não se sente desamparada.

A solitude, portanto, não é isolamento, mas um encontro. É nesse espaço interno que o indivíduo entra em contato com seus pensamentos, emoções e desejos mais autênticos, sem a constante interferência externa. Na prática clínica, isso aparece como um fator de fortalecimento do self, favorecendo autonomia emocional e clareza nas escolhas.

Na abordagem da Psicologia Humanista, especialmente com autores como Carl Rogers, a conexão consigo mesmo é vista como essencial para o crescimento pessoal. A solitude cria um ambiente propício para a autoescuta, permitindo que o indivíduo se alinhe com sua experiência interna de forma mais genuína.

Além disso, do ponto de vista cognitivo, momentos de solitude reduzem estímulos externos e favorecem processos como reflexão, reorganização mental e regulação emocional. Em um mundo hiperconectado, onde o silêncio se torna raro, a capacidade de estar só passa a ser quase uma habilidade psicológica de resistência.

Aprender a cultivar a solitude é, em última análise, aprender a não depender constantemente da validação externa para existir. É desenvolver uma presença interna estável — onde o sujeito não foge de si, mas se encontra.

Solitude não é ausência de pessoas.
É presença de si.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

29/03/2026

A mente julga de forma precoce o que está vendo por uma combinação de mecanismos psicológicos que têm como função principal economizar energia e garantir sobrevivência.

Na psicologia, isso pode ser explicado por alguns conceitos centrais:

🧠 1. Processamento rápido (Sistema 1)

Segundo Daniel Kahneman, nossa mente opera com dois sistemas:

Sistema 1: rápido, automático, intuitivo

Sistema 2: lento, analítico, racional

O julgamento precoce vem do Sistema 1. Ele interpreta situações em milissegundos, antes mesmo de você “pensar conscientemente”. Isso acontece porque o cérebro prioriza velocidade sobre precisão em muitos momentos.

⚡ 2. Heurísticas (atalhos mentais)

O cérebro usa atalhos chamados heurísticas para tomar decisões rápidas.

Exemplo:

Você vê alguém mal vestido → automaticamente associa a desleixo ou falta de competência.

Isso não é necessariamente verdade, mas é uma forma do cérebro preencher lacunas rapidamente.

🧩 3. Viés cognitivo

Os julgamentos precoces também são influenciados por viéses cognitivos, como:

Viés de confirmação: você vê o que reforça o que já acredita

Efeito halo: uma característica define o todo

Estereótipos sociais: generalizações sobre grupos

Esses vieses distorcem a percepção e fazem você julgar antes de analisar.

🧬 4. Herança evolutiva

Do ponto de vista evolutivo, julgar rápido era uma vantagem:

“Isso é perigoso ou seguro?”

“Posso confiar ou devo fugir?”

Esse tipo de resposta imediata ajudou na sobrevivência dos nossos ancestrais. Hoje, o mesmo mecanismo ainda existe — mas aplicado a contextos sociais.

🧠 5. Memória e experiências passadas

O cérebro compara o que você vê com experiências anteriores armazenadas.

Se algo “parece familiar”, ele rapidamente classif**a:

“Isso é bom”

“Isso é ruim”

“Isso é confiável”

Mesmo que essa conclusão seja superficial ou injusta.

🔍 Em resumo:

A mente julga rápido porque:

● Quer economizar energia

● Precisa reagir rapidamente

● Usa padrões do passado

● Está sujeita a vieses

💡 Reflexão psicológica

O julgamento precoce não é um defeito — é um mecanismo automático.
O problema não está em julgar, mas em não revisar o julgamento.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

28/03/2026
23/03/2026

Trabalhar no Sistema Único de Saúde é, ao mesmo tempo, um ato de resistência e de compromisso com a vida.

A rotina do psicólogo no SUS não é simples. É lidar diariamente com uma demanda que nunca termina, com histórias atravessadas por dor, vulnerabilidade social e falta de recursos básicos. É atender muito, com pouco tempo, muitas vezes sem o suporte estrutural ideal — e ainda assim ser convocado a oferecer escuta qualif**ada, ética e humana.

Na prática, o psicólogo no SUS enfrenta:

Filas extensas e alta rotatividade de pacientes

Falta de recursos materiais e humanos

Pressão por produtividade, que nem sempre respeita o tempo do sofrimento psíquico

Exposição constante a contextos de violência, abandono e desigualdade

E ainda assim, há algo que sustenta esse trabalho: o sentido.

Porque, mesmo diante das limitações, cada escuta pode ser um ponto de virada. Cada acolhimento pode ser o primeiro espaço onde alguém se sente visto de verdade.

A psicologia no SUS não é sobre condições ideais.
É sobre fazer o possível — com profundidade, ética e presença — em um cenário que exige mais do que técnica: exige humanidade.

Ser psicólogo no SUS é aprender, todos os dias, que cuidar da saúde mental também é um ato político.

E permanecer, apesar de tudo, é uma forma de resistência silenciosa.


Psicólogo Leandro Motta

A terapia não apaga o que aconteceu com você.Mas ela muda completamente o que aquilo faz dentro de você.Traumas não são ...
22/03/2026

A terapia não apaga o que aconteceu com você.
Mas ela muda completamente o que aquilo faz dentro de você.

Traumas não são apenas lembranças dolorosas — são experiências que f**am “presas” no corpo e na mente, influenciando pensamentos, emoções e comportamentos, muitas vezes de forma silenciosa. Você pode até seguir com a vida… mas algo dentro continua reagindo como se ainda estivesse em perigo.

É aí que entra a psicoterapia.

Através da escuta qualif**ada, do vínculo terapêutico e de técnicas baseadas na psicologia, a terapia ajuda a reorganizar essas experiências internas. O que antes era gatilho, aos poucos, vira compreensão. O que era dor constante, começa a ganhar nome, sentido e, principalmente, possibilidade de transformação.

Curar um trauma não signif**a esquecer.
Signif**a lembrar sem reviver.
Signif**a não ser mais controlado por aquilo que um dia te feriu.

Na terapia, você aprende que o passado aconteceu…
mas ele não precisa continuar acontecendo dentro de você todos os dias.

E talvez essa seja uma das maiores formas de liberdade emocional que alguém pode conquistar.


Psicólogo LEANDRO MOTTA

21/03/2026

Casa não é só um lugar.
É um estado emocional.

Na psicologia, o sentimento de “estar em casa” está profundamente ligado ao conceito de segurança emocional. É quando você pode baixar a guarda, ser quem é — sem medo de julgamento, rejeição ou abandono.

Para a John Bowlby, criador da teoria do apego, o ser humano precisa de uma base segura. Um espaço — físico ou emocional — onde ele se sinta protegido o suficiente para existir de forma autêntica. É dessa base que nasce a sensação de pertencimento.

Por isso, “casa” nem sempre é um endereço.
Às vezes, é uma pessoa.
Às vezes, é um ambiente.
E, em processos mais maduros, passa a ser você mesmo.

Se você não se sente inteiro em nenhum lugar, talvez não seja sobre o mundo…
Mas sobre feridas internas que ainda não encontraram acolhimento.

A terapia entra justamente aí: ajudando você a construir, dentro de si, esse lugar seguro que talvez nunca tenha existido fora.

Porque no fim…
casa é onde você não precisa se dividir para ser aceito.


PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

21/03/2026

A Síndrome de Burnout não começa de repente — ela se constrói aos poucos, no silêncio da rotina.

É quando o trabalho deixa de ser apenas uma atividade e passa a consumir sua energia emocional, mental e até física. Não é “frescura”, nem falta de força. É o resultado de um estresse crônico mal gerenciado, especialmente em ambientes de alta cobrança, pouca valorização e excesso de assédio moral.

Na Psicologia, o Burnout é marcado por três pilares principais:

• Exaustão emocional: você acorda cansado, mesmo depois de dormir.

• Despersonalização: começa a se afastar das pessoas, perde a empatia, se torna mais frio ou irritado.

• Baixa realização profissional: nada parece suficiente, surge a sensação de fracasso constante.

O mais perigoso é que muita gente normaliza esses sinais.

Frases como “é só uma fase” ou “todo mundo está cansado” acabam mascarando um adoecimento real.

Com o tempo, o Burnout pode gerar ansiedade, insônia, irritabilidade, queda de produtividade e até sintomas físicos, como dores no corpo e problemas gastrointestinais.

A boa notícia? Existe saída.

A psicoterapia ajuda a identif**ar os limites que foram ultrapassados, resgatar o autocuidado e reconstruir uma relação mais saudável com o trabalho. Em alguns casos, também é necessário repensar o ambiente profissional — porque não adianta tratar a mente e continuar no mesmo contexto que adoece.

Trabalhar não deveria custar sua saúde mental.
Se está custando, isso já é um sinal de alerta — e merece atenção.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

19/03/2026

Tem gente que vive um personagem… e esquece quem realmente é.

Na psicologia, isso pode ser entendido como um mecanismo de defesa: a pessoa constrói uma versão “aceitável” de si mesma para evitar rejeição, críticas ou abandono. Mas existe um preço — e ele é alto.

Quanto mais você finge ser o que não é, mais distante f**a da sua própria identidade. Surge um vazio, uma sensação de desconexão, como se estivesse vivendo uma vida que não te pertence.

Carl Rogers, na abordagem humanista, já apontava que o sofrimento psicológico nasce exatamente dessa incongruência: o abismo entre quem você é e quem você tenta ser para agradar o outro.

E aqui está o ponto mais duro: quem gosta da sua máscara, não gosta de você.
Gosta daquilo que você inventou.

Sustentar uma mentira emocional cansa. Exige esforço constante, vigilância, medo de ser descoberto. E, aos poucos, isso corrói a autoestima.

Ser autêntico não é ser perfeito.
É ser real.

E o real conecta.
O personagem, isola.

Talvez o maior ato de coragem não seja impressionar…
Mas se permitir ser visto de verdade.


Psicólogo LEANDRO MOTTA

18/03/2026

5 formas como a TERAPIA ajuda a conquistar o equilíbrio emocional

Nem sempre o caos interno é visível por fora. Mas quem sente, sabe: pensamentos acelerados, emoções intensas e decisões impulsivas cobram um preço alto. A Psicologia mostra que o equilíbrio emocional não é algo com que se nasce pronto — é algo que se constrói. E a terapia é um dos caminhos mais ef**azes para isso.

Aqui vão 5 pontos essenciais:

1. Autoconhecimento profundo
A terapia te ajuda a entender por que você sente o que sente. Não é só sobre o que acontece, mas sobre como sua história molda suas reações. Quando você se compreende, você deixa de reagir no automático.

2. Regulação emocional
Sentir muito não é o problema — o problema é não saber lidar com o que sente. A terapia te ensina a reconhecer, nomear e regular emoções sem precisar fugir ou explodir.

3. Quebra de padrões repetitivos
Relacionamentos frustrantes, escolhas ruins, autossabotagem… tudo isso costuma seguir padrões inconscientes. A terapia traz esses padrões à consciência — e o que é consciente pode ser transformado.

4. Desenvolvimento de limites saudáveis
Dizer “não” sem culpa, se posicionar sem agressividade e se respeitar mais. O equilíbrio emocional passa diretamente pela forma como você se coloca no mundo.

5. Fortalecimento da mente diante das adversidades
A vida não f**a mais fácil — mas você f**a mais forte. A terapia desenvolve resiliência, clareza e estabilidade para enfrentar desafios sem se perder emocionalmente.

Equilíbrio emocional não é ausência de problemas…
É a capacidade de não se perder dentro deles.

Se você quer mudar sua vida, comece entendendo sua mente.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

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