Projeto Colorir-Ser

Projeto Colorir-Ser Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Projeto Colorir-Ser, Psicólogo/a, Rua Vergueiro, 1421, São Paulo.

Coletivo de psicólogues e psicanalistes destinado a ouvir aquelas que se identificam como mulheres e a comunidade LGBTQIAP+
O projeto tem alinhamento com as questões feminista, antirracista e body friendly.

Aproveitando que foi comemorado recentemente o Dia internacional não-binário, queremos deixar algumas indicações de auto...
18/07/2022

Aproveitando que foi comemorado recentemente o Dia internacional não-binário, queremos deixar algumas indicações de autores não-binários em ficção:

* Caitlín R. Kiernan, autora de A Menina Submersa (2013) e O Mundo Invisível Entre Nós (2020)
'Apesar de nunca ter escondido sua sexualidade, ela não quer que isso se torne um tema central: “Eu nunca escondi a questão da transexualidade, eu só não quero fazer alarde com isso. Não é o que me define”.'

* Sarah Gailey: autore conhecide e premiade pelo conto River of Teeth, ganhando um Hugo Award. Seu primeiro romance foi publicado em junho de 2019: Magic for Liars e é considerado uma das melhores fantasias do ano. Sarah se identifica como não-binárie.

* April Daniels: assim como Caitlín R. Kiernan, esta autora trans também aborda aspectos autobiográficos em suas obras, com direito a super-heróis e heroínas trans e q***r.

* J.Y. Yang: escritore de Cingapura que também se define como não-binárie. Em seus contos steampunk Yang explora o corpo humano como uma embarcação para contar histórias, aproveitando seu background com biologia molecular, jornalismo e comunicação científica.

* Akwaeke Emezi: mais conhecide pelo livro de estreia, Freshwater, autore trans não-binárie de origem Igbo e Tamil, uma região da Nigéria. Com pouco mais de 30 anos de idade, tem uma prolífica carreira, chegando até a fechar contrato com a FX. No entanto, por questões de saúde, Emezi decidiu dar uma desacelerada no trabalho desde 2019.

* Charlie Jane Anders: mais conhecida pelas obras Choir Boy e All the birds in the sky, esta autora trans escreve sobre fantasia e ficção-científica, além de também ser editora, apresentadora e uma artista performática.

Já conhecia alguns desses autores? Conta aqui nos comentários

O Dia Internacional da Pessoa Não-Binária acontece desde 2012, e foi escolhida por estar entre o Dia Internacional do Ho...
14/07/2022

O Dia Internacional da Pessoa Não-Binária acontece desde 2012, e foi escolhida por estar entre o Dia Internacional do Homem e o Dia Internacional da Mulher.

"Infelizmente, a maioria dos países não reconhece não-binário como um gênero legal, o que significa que a maioria das pessoas não-binárias ainda possui um gênero binarizado em passaporte e identificação oficial. Austrália, Bangladesh, Canadá, Dinamarca, Alemanha, Índia, Holanda, Brasil e Nova Zelândia incluem opções de gênero não binárias nos passaportes, e 18 estados dos EUA permitem que os residentes marquem seu gênero como 'X' em sua carteira de motorista."

Dentro do guarda chuva LGBTQIAP+ estão as pessoas transexuais e não binárias; lembrando que uma pessoa não binária é aquela que não se enquadra exclusivamente nem no gênero feminino e nem no masculino.
A identidade de gênero não-binário tem diversas formas de expressão e gêneros dentro de si, e sua orientação sexual também pode variar. Somos muito mais complexos e profundos que nossos gêneros, porém se existe preconceitos simplesmente por essa questão, se dificulta que outras tão pertinentes quanto, sejam possíveis.

Outro debate muito vinculado a pessoa não binária é o pronome ou linguagem neutra, você já deve ter visto/ouvido algum pronome elu ou dile, existe muita distorção no empreender desses pronomes, e como ainda são mudanças recentes, é compreensível a inicial dificuldade, porém perguntas simples: "Como você prefere que eu te chame?" já são meio caminho andado para uma compreensão e pertencimento da pessoa na conversa.
Precisamos falar muito sobre esse assunto e muitas vezes os espaços em atendimento psicológicos são esse lugar e que sejam cada vez mais, para além deles também; naturalizar essa existência torna possível que outras questões sejam postas sob a luz, reconhecidas e legitimadas.

13/07/2022
Apresentamos mais um profissional que está fazendo parte do nosso Coletivo!Com vocês o Michael!"Olá, serei sucinto e exp...
17/06/2022

Apresentamos mais um profissional que está fazendo parte do nosso Coletivo!
Com vocês o Michael!

"Olá, serei sucinto e experimentarei deixar a intensidade de nossas possíveis vivencias se encontrarem no processo psicoterapêutico!

Me chamo Michael Felipe Marques, sou psicólogo (CRP 08/28823), conclui em 2021 minha especialização em Psicoterapia Fenomenológica-Existencial pela Universidade Paranaense UNIPAR, mesma instituição que finalizei minha graduação. Em 2019 iniciei os atendimentos voltados à psicoterapia clínica e trabalho essencialmente no que envolve e mexe com seu ser e sentir, sob o enfoque existencial.

Assim sendo, atrelado a essa visão de mundo, venho ampliando meus estudos e prática, tocando o campo da política e temáticas sociais, principalmente no que tange as populações historicamente discriminadas, que sofrem por fatores enraizados como: homofobia, racismo, transfobia, entre outros; contribuindo e partilhando esta pauta, com a intencionalidade de amenizar as consequências causadas e agregar conhecimento, a fim de estabelecer possíveis estruturas e autonomia diante deste cenário.

Posso dizer que amo a psicologia e a vejo como uma porta de entrada para a transformação, que pode e necessita ser acessível para abranger diversos contextos, dando visibilidade às questões negligenciadas. Diante disso, busco por meio da relação terapêutica, contemplar esses aspectos, construindo um caminho possível e acolhedor, fornecendo um espaço de fala e escuta para dividir suas angustias, lutas, vitórias e seus significados."

DIA 12 DE JUNHODIA MUNDIAL DA CONSCIENTIZAÇÃO CONTRA O TRABALHO INFANTILA data foi instituída em 2015, a fim de mobiliza...
13/06/2022

DIA 12 DE JUNHO
DIA MUNDIAL DA CONSCIENTIZAÇÃO CONTRA O TRABALHO INFANTIL

A data foi instituída em 2015, a fim de mobilizar e combater a situação no mundo. Segundo pesquisa realizada em 2019, embora tenha tido uma redução nos números, o número ainda era de cerca de 1,76M de crianças em situação de trabalho infantil no país. Dentre 3 crianças, 2 delas negras.

A possibilidade do sonho, tão essencial na infância, só se torna possível com uma garantia de vida digna. A fluidez da criatividade e curiosidade infantis, tão importantes para o desenvolvimento humano só é possível quando existe segurança.

Num país que enfrenta dificuldades para combater a pandemia em seu terceiro ano consecutivo, em que pessoas têm dificuldades em manter seus empregos e, com isso, manter a possibilidade de sustentar seus integrantes, não se pode deixar de falar sobre políticas assistencialistas que garantam educação e saúde de qualidade para que as crianças possam ter seus direitos respeitados em sua integralidade.

Os números citados no texto acima foram consultados no seguinte link:
https://brasil.un.org/pt-br/132200-estatisticas-da-oit-indicam-tendencias-preocupantes-de-aumento-do-trabalho-infantil-no #:~:text=Entretanto%2C%20segundo%20dados%20da%20PNAD,e%2017%20anos%20de%20idade.

17 de Maio - Dia Internacional contra a LGBTfobiaViolação de direitos básicos como:-dificuldade de acesso ao SUS (Sistem...
20/05/2022

17 de Maio - Dia Internacional contra a LGBTfobia

Violação de direitos básicos como:

-dificuldade de acesso ao SUS (Sistema Único de Saúde) para tratamentos e consultas, hormonioterapia, cirurgias de redesignação de gênero e mastectomia
-impossibilidade de regularizar uniões em casamentos civis (possível só a partir de 2013)
-doação de sangue (apenas em maio de 2020, o STF aprova que pessoas homossexuais possam doar sangue, antes ainda existia a comparação de serem pessoas que podiam ter HIV só pela orientação sexual, o que sabe-se hoje, está longe de ser limitada a apenas um grupo, qualquer pessoa está sujeita a essa condição, porém na época onde não havia tratamento para AIDS/HIV, era visto como uma relação plausível)

Mas e hoje, o que ainda acontece?

Ao longo dos anos, muitas conquistas foram alcançadas e não foi um caminhar fácil. Precisamos lembrar que muitas siglas ainda não se englobam nesse dia e que seguem sendo necessárias em ser incluídas, pois afinal, também merecem igual atenção e reconhecimento ético, civil e legal.
Os números em pesquisas e levantamentos ainda denunciam inúmeras violências e violações a essa população, e há um adendo nas camadas onde intensificam ainda mais essas situações.
Pessoas negras, indígenas e transexuais, caso sejam também do grupo LGBTQIAP+ e/ou mulheres; têm maior chance de terem menos oportunidade de emprego, de escolarização, acesso a saúde básica etc

Por isso, políticas públicas e ONGS que ofereçam espaços de debate e fortalecimento a essa população é de extrema importância para que cada vez mais essas vozes ecoem e (r)existam, pois todas importam e todas merecem serem ouvidas.

Referências

https://www.casaum.org/opiniao-17-de-maio-lutamos-contra-qual-lgbtfobia/?gclid=CjwKCAjwj42UBhAAEiwACIhADjlhsouD7GBf8-Ft4xeA3NWAqZ8qSs8KreJL6H5iioHR7FGYzaqb0RoCKcMQAvD_BwE

https://saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra/doacao-de-sangue-por-homens-gays-o-fim-de-uma-proibicao-preconceituosa/

Passando pra apresentar mais uma profissional que participa do nosso coletivo! 🏳️‍🌈Olá! Meu nome é Luiza Arroyo, tenho 3...
02/05/2022

Passando pra apresentar mais uma profissional que participa do nosso coletivo! 🏳️‍🌈

Olá! Meu nome é Luiza Arroyo, tenho 30 anos e sou formada na puc-sp.
Trabalho na perspectiva junguiana com abordagem corporal, atendendo adolescentes e adultos.
Acredito ser muito singular e significativo cada processo que nos aproxima ou nos afasta de nos tornarmos quem nos realmente somos. Cada ansiedade e cada dor parece nos mostrar um caminho para sermos verdadeiramente autênticos.
O caminho da terapia passa por isso, aprender a se ouvir de corpo e mente para se tornar cada vez mais quem se é.
Através do trabalho corporal e do processo analítico, podemos acessar e elaborar angústias e traumas que possam estar nos desviando da nossa autenticidade

A nossa missão no Coletivo é promover o atendimento psicológico de maneira acessível!Mas para chegarmos até você, rola u...
26/04/2022

A nossa missão no Coletivo é promover o atendimento psicológico de maneira acessível!

Mas para chegarmos até você, rola um processo de trabalho que envolve mais de 20 profissionais.

Dentro do coletivo nós somos divididas em núcleos:
- Organização de agendas
- das redes sociais
- do desenvolvimento e capacitação
- feedback
- estruturação de documentos
- processo seletivo de novos profissionais

Tudo isso para mantermos uma entrega de um trabalho organizado e ético, pra atender todes que chegam até nós em busca de acolhimento e cuidado psicológico.

o trabalho dos/das psicologues no coletivo não é só o de ligar a câmera e de escuta, além dos muitos estudos e investimentos por trás de um atendimento psicológico, também existe esses bastidores para a manutenção do Coletivo Colorir-ser.

Quais curiosidades você tem sobre o coletivo?

O dia 19 de abril virou uma data de resistência e para nos lembrar que existe um povo do qual foi apagado durante século...
20/04/2022

O dia 19 de abril virou uma data de resistência e para nos lembrar que existe um povo do qual foi apagado durante séculos por conta da colonização. A partir dessas indicações queremos dar visibilidade à obras importantíssimas e que podem agregar na nossa luta antirracista.

Me conta aqui se vc já conhecia alguma delas

Apresentamos mais uma Psi que está compondo o time do nosso Coletivo!Olá! Sou Nathália Martins, Psicóloga formada pela U...
20/04/2022

Apresentamos mais uma Psi que está compondo o time do nosso Coletivo!

Olá! Sou Nathália Martins, Psicóloga formada pela Universidade Metodista de São Paulo. Atuo sob o viés Psicanalítico - majoritariamente com pessoas que se identificam como mulheres e pessoas LGBTQIAP+.

Por intermédio da Psicanálise, pude reconhecer o quanto as relações sociais interferem na nossa percepção pessoal, gerando ansiedades e depressões. Vejo que é nosso dever, enquanto profissionais, romper com a ideia de uma Psicologia elitista e exclusória, e, consequentemente, reconhecer que não existe saúde mental sem a garantia de direitos básicos.

Busco me distanciar de visões Neo-Liberiais, de culpabilização do sujeito por problemas decorrentes do Capitalismo, e acredito que o acolhimento, a escuta (e consciência de classe), são ferramentas essenciais para que mudemos esse cenário, para que corpos subalternizados possam existir, possam sentir, falar e serem ouvidos.

🏳️‍🌈Se você é novo por aqui, ja deixa a gente te explicar como funciona as inscrições aqui no Coletivo Colorir -SER!!!!🏳...
18/02/2022

🏳️‍🌈Se você é novo por aqui, ja deixa a gente te explicar como funciona as inscrições aqui no Coletivo Colorir -SER!!!!

🏳️‍🌈Ao se inscrever poderemos entrar em contato nos próximos 5 dias (é o prazo que a gente pede pra encontrar um psicologe com disponibilidade compatível com a sua) via whatsapp, então fique atente!

🏳️‍🌈Quando você realiza sua inscrição nós entendemos que você tem genuíno interesse em participar e se comprometer com os atendimentos oferecidos, então em caso de mudança de ideia, comunique ao psicologe que entrou em contato com você!

Obs: Não temos um número de vagas específico, pois dependemos da disponibilidade na agenda dos profissionais que fazem parte do Coletivo! Por isso pedimos a sua colaboração para que possamos manter o Coletivo funcionando da melhor maneira possível!

Nunca como antes a ciência foi colocada em tanto foco como os tempos que vivemos em meio a essa pandemia; a corrida para...
11/02/2022

Nunca como antes a ciência foi colocada em tanto foco como os tempos que vivemos em meio a essa pandemia; a corrida para criação das vacinas, te**es de identificação de variantes da COVID- 19 e as polêmicas envolvendo exatamente diretrizes de organizações da saúde que existem a tanto tempo, mas que foram passíveis de inúmeras dúvidas quanto às eficácias e comprovações científicas por desinformações disseminadas por todo lugar.
Com isso, queremos relembrar alguns nomes de mulheres (que antes, foram meninas) curiosas pela vida, pelas perguntas ainda não feitas e respondidas e que foram pioneiras em muitos métodos e informações que caminharam para nossa evolução e aprimoramento.

A psicanalista Karen Horney criou o campo da Psicologia Feminista por argumentar em contraposição ao pensamento de Freud que mulheres sofriam da “inveja do p3nis”; ela dizia que mulheres não podiam ter qualquer poder real, eram obrigadas a viver por intermédio de maridos e filhos, sendo que mulheres não querem ser homens, mas terem a mesma independência deles, sendo a sociedade quem molda a percepção de autovalor das pessoas.
Mesmo sendo expulsa do New York Psychoanalytic Institute em 1941, continua escrevendo seus artigos e fundou a Association for the Advancement of Psychoanalysis.

A almirante da marinha e cientista da computação Grace Hopper e sua equipe usavam o computador Mark I, que tinha 15 metros de largura, para resolver equações importantes para a Segunda Guerra Mundial que estava acontecendo na época.
Depois da guerra, criou a Cobol, a primeira linguagem complexa de computação, que proporcionou a todos aprender a codificar. Acredita que a haviam chamado de louca por pensar que isso seria possível?
Ela costumava ter um relógio inverso no seu escritório para lembrar-se de que as coisas não têm só uma maneira de funcionar.

A primatóloga, etóloga e antropóloga Jane Goodall sempre foi curiosa quanto aos animais, principalmente com os chimpanzés.
Ela foi até o Quênia estudar o comportamento deles e fez diversas descobertas; eles têm complexas hierarquias sociais, personalidades distintas e capacidade de compaixão e de crueldade.
Além do afinco às suas pesquisas, hoje é uma defensora e criadora do Jane Goodall Institute que ajuda a proteger chimpanzés e seu habitat natural que já foi muito destruído por práticas agrícolas inadequadas.

Essas são algumas das mulheres cientistas que hoje tem seus méritos reconhecidos, prêmios concedidos, mas o caminho delas em muitos momentos, foi marcado por preconceitos, desvalidadas por seu gênero atrelado a uma capacidade de questionamento e resolução menor dos que de homens que por anos a fio estão nos lugares de pioneiros, e não que muitos não sejam, mas como podemos fazer com que ambos, homens e mulheres, tenham o mesmo acesso à educação, profissionalização e incentivo para que todos possamos avançar cada vez mais na tecnologia, ciência e igualdade de gênero?
Há muito o que se fazer, e muito a se reconhecer, de falhas cometidas que não podem ser mais passíveis de existir.

Estudem como uma garota! O/

Referência

Livro As Cientistas: 50 mulheres que mudaram o mundo de Rachel Ignotofsky
https://www.amazon.com.br/As-Cientistas-Mulheres-Mudaram-Mundo/dp/8521211724

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