Dra. Ingrid Tremper

Dra. Ingrid Tremper Cardiologia e Ecocardiografia Pediátrica, Fetal e Cardiopatias Congênitas do Adulto

20/02/2026

Legenda:� Além do medo, existe o esgotamento silencioso.� A mãe que aprende termos médicos, observa cada respiração, dorme em alerta e raramente se permite descansar.
Esse cansaço não é fraqueza.� É consequência de viver em estado de vigilância constante.
Cuidar da criança também passa por cuidar da saúde mental de quem cuida.
Cardiologia Pediátrica | Cardiopatias Congênitas� CRM: 158327 | RQE: 42051-1

Uma das maiores armadilhas no diagnóstico das cardiopatias congênitas é a ausência de sintomas nos primeiros dias ou mes...
16/02/2026

Uma das maiores armadilhas no diagnóstico das cardiopatias congênitas é a ausência de sintomas nos primeiros dias ou meses de vida. Muitos recém-nascidos com alterações estruturais importantes do coração nascem aparentemente bem, mamam bem e não apresentam sinais evidentes de gravidade.
Isso acontece porque, no início da vida, o organismo do bebê ainda consegue compensar determinadas alterações cardíacas. A circulação fetal recém-adaptada e a menor demanda metabólica permitem que o coração funcione de forma aparentemente adequada, mesmo com malformações relevantes.
O problema é que essa fase de compensação é temporária.
À medida que a criança cresce, o corpo passa a exigir maior débito cardíaco, maior oxigenação e maior eficiência da circulação. É nesse momento que alterações antes silenciosas começam a se manifestar, muitas vezes já associadas a sobrecarga cardíaca, hipertensão pulmonar, atraso no crescimento ou dificuldade alimentar.
Por isso, o diagnóstico precoce e o acompanhamento estruturado não são apenas uma precaução. Eles são fundamentais para definir o prognóstico, planejar intervenções no momento correto e preservar a qualidade de vida da criança ao longo do desenvolvimento.
Na cardiologia pediátrica, não esperar sintomas é uma decisão clínica baseada em ciência.

13/02/2026

Cirurgia cardíaca é um marco importante na vida da criança e da família.
Mas ela não encerra a história do cuidado cardiológico.
O coração operado cresce junto com o corpo, se adapta às novas demandas e pode apresentar mudanças ao longo da infância e da adolescência.
Sem acompanhamento, essas alterações podem passar despercebidas.
Com acompanhamento, é possível intervir precocemente e preservar qualidade de vida.
O cuidado cardiológico é um processo contínuo, pensado para o hoje e para o futuro — sempre com base científica e individualizada para cada criança.
Cardiologia Pediátrica | Cardiopatias Congênitas
CRM: 158327 | RQE: 42051-1

09/02/2026

Quando falamos em Super Fontan, estamos falando de um paciente que passou por toda a cirurgia univentricular, mas que, no dia a dia, não apresenta limitações evidentes.
Boa função ventricular, pressão pulmonar adequada, crescimento e desenvolvimento preservados, sem restrições importantes à atividade física.
É aquele paciente que, se você não soubesse a história, talvez nem imaginasse que é Fontan.
Mas atenção:
👉 isso não significa que deixou de ser Fontan.
Significa que essa circulação está funcionando dentro do melhor cenário possível.
Mesmo nos casos mais favoráveis, o acompanhamento ao longo da vida é essencial por cuidado, prevenção e visão de futuro.
💙 Cardiopatia congênita não termina na cirurgia.
Ela exige seguimento especializado contínuo.
👉 Siga o perfil para entender mais sobre cardiopatias congênitas e cuidado a longo prazo.

06/02/2026

Nem toda cardiopatia dá sinais logo no início da vida.� Algumas crianças crescem, brincam e se desenvolvem aparentemente bem — enquanto o coração vai sendo exigido cada vez mais com o passar dos anos.
O problema é que, quando os sintomas aparecem, muitas vezes já estamos lidando com um cenário mais complexo.� Por isso, o acompanhamento cardiológico não existe para gerar medo, e sim para antecipar cuidados, ajustar condutas e proteger a qualidade de vida da criança ao longo do crescimento.
Prevenção, em cardiologia pediátrica, não é excesso.� É responsabilidade, ciência e cuidado contínuo.

Algumas crianças crescem correndo, pulando e explorando sem limitações. Outras crescem entre consultas, exames, medicaçõ...
04/02/2026

Algumas crianças crescem correndo, pulando e explorando sem limitações.
Outras crescem entre consultas, exames, medicações e pausas necessárias.
Crianças com cardiopatias congênitas não são menos capazes — apenas vivem uma infância diferente.
O ritmo é outro. As conquistas são outras. As comparações precisam ser evitadas.
Quando respeitamos o tempo e as necessidades dessa criança, abrimos espaço para um desenvolvimento mais seguro, emocionalmente saudável e possível dentro da sua realidade.
Infância não é sobre ser igual.
É sobre ser cuidada.
Cardiologia Pediátrica | Cardiopatias Congênitas
CRM: 158327 | RQE: 42051-1

02/02/2026

Quando um bebê nasce com uma cardiopatia congênita, a vida não começa apenas com choro e colo.
Ela começa com exames, UTIs, termos médicos difíceis e decisões que os pais nunca imaginaram precisar tomar tão cedo.
O recém-nascido cardiopata exige vigilância constante porque o coração, que deveria sustentar o corpo, precisa de ajuda desde o primeiro dia.
Saturação, respiração, ganho de peso, sinais sutis de cansaço — tudo importa.
Esse início não define apenas os primeiros dias.
Ele influencia o desenvolvimento, o acompanhamento ao longo dos anos e a forma como essa criança vai crescer.
Informação, acompanhamento especializado e acolhimento fazem toda a diferença desde o nascimento.
Cardiologia Pediátrica | Cardiopatias Congênitas

30/01/2026

Essa é uma das perguntas mais comuns no consultório — e a resposta precisa ser honesta e acolhedora.
A circulação pós-Fontan é funcional, mas não é igual à de um coração com dois ventrículos.
Isso significa que a criança pode, sim, ter qualidade de vida, desde que exista acompanhamento adequado.
É mito que:
❌ Não pode praticar nenhuma atividade
❌ Sempre terá muitas limitações
❌ Não pode crescer e se desenvolver bem
É verdade que:
✔️ Precisa de seguimento especializado
✔️ Avaliações periódicas são essenciais
✔️ Cada paciente tem sua própria evolução
O mais importante é entender que o cuidado é individualizado e pensado para proteger o coração hoje e no futuro.
💙 Informação correta também faz parte do tratamento.
Siga o perfil para conteúdos claros, científicos e humanizados sobre cardiopatias congênitas e pós-Fontan.

28/01/2026

A cirurgia de Fontan não é o “fim do tratamento”.
Ela é uma etapa fundamental para crianças que nasceram com cardiopatias complexas e passaram por uma circulação adaptada.
No pós-Fontan, o coração funciona de forma diferente do habitual, e isso exige acompanhamento contínuo ao longo da vida.
Alguns pontos que merecem atenção:
• Monitorização da função cardíaca e o fluxo no sistema Fontan
Regurgitação das valvas
• Avaliação da oxigenação
• Saúde do fígado e do sistema linfático
• Crescimento, desenvolvimento e atividade física adequada
Com seguimento especializado, muitas crianças e adolescentes pós-Fontan vivem bem, estudam, praticam atividades e constroem sua rotina.
O cuidado não termina na cirurgia.
Ele evolui junto com o paciente.
👉 Siga o perfil para entender cada etapa do cuidado em cardiopatias congênitas complexas.

Cardiopatias congênitas não se resumem a um diagnóstico ou a uma cirurgia. Elas fazem parte de uma história que evolui c...
26/01/2026

Cardiopatias congênitas não se resumem a um diagnóstico ou a uma cirurgia.
Elas fazem parte de uma história que evolui com o tempo.
Por isso, o acompanhamento cardiológico precisa ser contínuo, individualizado e humano — respeitando cada fase da vida da criança.
Cuidar cedo muda toda a trajetória.

23/01/2026

Toda mãe já ouviu um pitaco desses:

“Relaxa, é só fase.”
“Você está exagerando.”
“Isso é normal em toda criança.”

Às vezes, é mesmo.
Mas às vezes, não é.
Quando existe uma cardiopatia conhecida ou não confiar apenas em achismos pode atrasar diagnósticos importantes.

Escutar, observar e investigar quando necessário não é exagero.

É cuidado.

Maternidade não precisa de julgamento.
Precisa de informação segura.

21/01/2026

Nem todo cansaço é “fase”. Nem toda dificuldade é “normal da idade”.
Alguns sinais merecem atenção e avaliação cardiológica:
✔️ Cansaço excessivo ao brincar
✔️ Falta de ar desproporcional
✔️ Suor intenso ao mamar ou se alimentar
✔️ Dificuldade para ganhar peso
✔️ Histórico familiar de cardiopatia
✔️ Alterações detectadas no pré-natal ou na maternidade
Investigar não é alarmar.
É prevenir, orientar e garantir qualidade de vida desde cedo.

Endereço

R. Drive Amâncio De Carvalho, 182, Cj. 310
São Paulo, SP
04012-080

Horário de Funcionamento

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