Dra. Ingrid Tremper

Dra. Ingrid Tremper Cardiologia e Ecocardiografia Pediátrica, Fetal e Cardiopatias Congênitas do Adulto

15/04/2026

Nem toda cardiopatia congênita é igual.
Algumas são chamadas de cardiopatias congênitas críticas.
Essas são as cardiopatias em que o bebê precisa de um tratamento ainda no primeiro ano de vida, seja por cirurgia ou por cateterismo cardíaco. Algumas dependem do canal arterial aberto para sobreviver nos primeiros dias, outras não — mas todas precisam de acompanhamento e tratamento especializado precocemente.
Muitas vezes não existe um sinal claro que os pais consigam identificar logo após o nascimento. Por isso, o diagnóstico antes do nascimento pode fazer toda a diferença.
O ecocardiograma fetal, realizado durante a gestação (geralmente entre 20 e 24 semanas), consegue identificar grande parte dessas cardiopatias ainda na barriga da mãe. Isso permite planejar o parto no hospital adequado e com a equipe preparada para cuidar do bebê desde o primeiro momento.
Diagnosticar antes muda completamente o cuidado e o prognóstico do bebê.
Se você está grávida e teve alguma alteração no ecocardiograma fetal, procure avaliação especializada.
💬 Se quiser tirar dúvidas, o link está na bio.
E se você conhece uma gestante, compartilhe essa informação — ela pode fazer muita diferença
Dra. Ingrid Tremper Cardiologia Pediátrica | Cardiopatias Congênitas
CRM: 158327 | RQE: 42051-1

Você já ouviu falar em ecocardiograma fetal?Esse exame avalia o coração do bebê ainda dentro da barriga da mãe e é funda...
14/04/2026

Você já ouviu falar em ecocardiograma fetal?
Esse exame avalia o coração do bebê ainda dentro da barriga da mãe e é fundamental para identificar cardiopatias congênitas antes do nascimento.
Quando uma alteração é diagnosticada durante a gestação, conseguimos planejar o parto no hospital adequado e com a equipe preparada para cuidar do bebê desde o primeiro momento.
O ecocardiograma fetal é realizado, em geral, entre 20 e 24 semanas de gestação. É um exame que toda gestante deveria realizar, mesmo em pré-natais de baixo risco, e torna-se ainda mais importante quando há fatores de risco ou suspeita de alteração no ultrassom.
A cardiopatia congênita é a malformação mais comum ao nascimento, e o diagnóstico precoce pode mudar completamente o cuidado com o bebê.
Se você conhece uma gestante, compartilhe esse post com ela.
Informação salva vidas.

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Receber a informação de que uma criança tem sopro no coração costuma gerar preocupação imediata nos pais.Mas é important...
08/04/2026

Receber a informação de que uma criança tem sopro no coração costuma gerar preocupação imediata nos pais.
Mas é importante entender que o sopro não é um diagnóstico em si. Ele é apenas um achado do exame físico, percebido pelo médico durante a ausculta cardíaca.
Na infância, muitos sopros são chamados de sopros inocentes ou funcionais, ou seja, não estão associados a nenhuma alteração estrutural do coração e fazem parte do desenvolvimento normal da criança.
No entanto, em alguns casos, o sopro pode estar relacionado a cardiopatias congênitas ou outras alterações cardíacas, e por isso merece investigação adequada.
A avaliação com cardiologia pediátrica inclui exame clínico detalhado, análise da história da criança e, quando necessário, exames como o ecocardiograma, que permite visualizar a anatomia e o funcionamento do coração.
Essa investigação ajuda a diferenciar os sopros benignos daqueles que precisam de acompanhamento ou tratamento.
Quando existe dúvida sobre a origem do sopro, a avaliação especializada traz mais segurança para a família e permite orientar corretamente o cuidado com a saúde da criança.
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06/04/2026

As cardiopatias congênitas são alterações estruturais do coração presentes desde o nascimento.
A maioria delas pode ser diagnosticadas ainda durante a gestação por meio do ecocardiograma fetal.
No entanto muitas vezes o diagnóstico só é feito após o nascimento ou durante a infância, especialmente quando surgem sinais clínicos.
A avaliação cardiológica permite investigar a presença dessas alterações e orientar o acompanhamento adequado.
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01/04/2026

O ecocardiograma é um exame fundamental na cardiologia pediátrica, pois permite avaliar com detalhes a anatomia do coração e o funcionamento das suas estruturas, como válvulas, câmaras cardíacas e o fluxo sanguíneo.
Mas é importante saber: nem todo bebê precisa realizar o exame de rotina.
Na maioria das vezes, o ecocardiograma é indicado quando existem sinais clínicos ou situações específicas, como:
* presença de sopro cardíaco ao exame físico
* cianose (coloração arroxeada da pele ou lábios)
* dificuldade para ganhar peso
* cansaço excessivo durante as mamadas
* taquipneia ou desconforto respiratório ou infecções respiratórias de repetição
* alterações em exames como eletrocardiograma ou raio-X de tórax
* história familiar de cardiopatia congênita
* suspeita de síndromes genéticas associadas a alterações cardíacas
* acompanhamento de cardiopatias já diagnosticadas
Por isso, a avaliação com o cardiologista pediátrico é essencial para definir quando o exame realmente é necessário e orientar o acompanhamento adequado de cada criança
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Receber o diagnóstico de Comunicação Interventricular (CIV) pode gerar muita preocupação nos pais.A CIV é uma das cardio...
30/03/2026

Receber o diagnóstico de Comunicação Interventricular (CIV) pode gerar muita preocupação nos pais.
A CIV é uma das cardiopatias congênitas mais frequentes na infância e, na maioria das vezes, o acompanhamento cuidadoso permite avaliar a evolução natural do defeito.
Algumas CIVs podem fechar espontaneamente ao longo do crescimento da criança.
Outras, dependendo do tamanho do defeito, da localização e da repercussão hemodinâmica, podem exigir intervenção no momento adequado.
O acompanhamento cardiológico permite avaliar sinais como sobrecarga cardíaca, aumento do fluxo pulmonar e impacto no crescimento da criança.
A decisão sobre intervenção nunca é baseada apenas no diagnóstico, mas sim na evolução clínica e nos achados dos exames.
Por isso, o acompanhamento especializado é fundamental para garantir o melhor prognóstico.
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27/03/2026

A história do bebê com cardiopatia congênita chamou atenção — e não é por acaso. Casos assim despertam curiosidade porque fogem do que estamos acostumados a ver.
Quando a série descreve “ventrículos um em cima do outro”, ela está tentando traduzir, de forma simples, uma alteração estrutural rara do coração. Mas, na prática, essas condições costumam ser mais complexas do que parecem.
💙 Em geral, não se trata de uma única mudança anatômica isolada, mas de um conjunto de alterações que fazem com que cada coração seja único.
E é justamente isso que torna a cardiologia pediátrica tão especial:
não existem dois casos iguais.
São crianças que precisam de acompanhamento desde cedo, com avaliação individualizada e, muitas vezes, etapas de tratamento ao longo da vida — sempre respeitando as particularidades de cada paciente.
✨ Por trás de cada diagnóstico, existe uma história, uma família e um cuidado que vai muito além do que cabe em uma cena.
Agora me conta: você gosta quando séries trazem temas médicos assim?
E se tiver alguma outra cena ou série que você quer que eu comente, me escreve aqui 👇

Essa é uma dúvida comum e a resposta precisa ser técnica, não emocional.o sus trabalha com uma lista padronizada de medi...
25/03/2026

Essa é uma dúvida comum e a resposta precisa ser técnica, não emocional.
o sus trabalha com uma lista padronizada de medicamentos chamada rename (relação nacional de medicamentos essenciais).
essa lista é definida com base em:
• custo-efetividade
• impacto populacional
• evidência científica consolidada
• orçamento público disponível
já no consultório particular, o médico pode prescrever medicamentos que:
• ainda não foram incorporados ao sus
• possuem custo elevado
• têm indicação mais específica ou individualizada
• são mais recentes no mercado
isso não significa que o sus ofereça tratamento “inferior”.
significa que o sistema público precisa priorizar estratégias com maior alcance coletivo.
na prática clínica individual, especialmente em cardiologia pediátrica ou fetal, existem situações em que medicamentos específicos podem oferecer benefício adicional em determinados contextos — e isso é avaliado caso a caso.
prescrição médica é decisão técnica baseada em:
• diagnóstico
• risco-benefício
• evidência científica
• contexto clínico
• realidade do paciente
• melhor adesão ao tratamento
medicina responsável não é sobre onde o medicamento é prescrito.
é sobre por que ele é indicado.
informação clara evita interpretações equivocadas.

23/03/2026

Meu filho tratou coarctação da aorta e continuou hipertenso. Por quê?
Alguns fatores envolvidos:
• remodelamento vascular prévio
• rigidez arterial aumentada
• diagnóstico tardio
• resposta neuro-hormonal já estabelecida
quanto mais tardio o diagnóstico e a correção, maior o risco de persistência da hipertensão.
por isso, mesmo após cirurgia ou angioplastia bem-sucedida, o seguimento a longo prazo é fundamental.
avaliamos:
• níveis pressóricos seriados
• gradientes residuais
• função ventricular
• necessidade de medicação anti-hipertensiva
corrigir a anatomia é essencial.
acompanhar a fisiologia é igualmente importante.
se seu filho já corrigiu a coarctação, o acompanhamento cardiológico regular não é opcional é parte do tratamento.

A ectopia cordis é uma das malformações congênitas mais raras e mais desafiadoras da cardiologia fetal.trata-se de uma f...
20/03/2026

A ectopia cordis é uma das malformações congênitas mais raras e mais desafiadoras da cardiologia fetal.
trata-se de uma falha na formação da parede torácica anterior, ainda nas primeiras semanas de desenvolvimento embrionário, que impede o correto fechamento do esterno resultando na exteriorização parcial ou total do coração.
a incidência estimada é de aproximadamente 5 a 8 casos por milhão de nascidos vivos.
além de rara, frequentemente está associada a outras malformações estruturais complexas, como defeitos intracardíacos graves, onfalocele e pentalogia de cantrell.
o diagnóstico pode ser realizado ainda no primeiro trimestre por ultrassonografia. a ecocardiografia fetal é fundamental para:
• avaliar a anatomia cardíaca
• identificar defeitos associados
• estimar viabilidade e prognóstico
• planejar o parto em centro terciário
o prognóstico depende da extensão da exposição cardíaca, da presença de malformações associadas e da possibilidade de intervenção cirúrgica.
não se trata apenas de um diagnóstico raro trata-se de um cenário que exige estratégia, equipe multidisciplinar e planejamento antes mesmo do nascimento.
a cardiologia fetal transforma imprevisibilidade em organização.
informação técnica salva tempo.
tempo salva desfechos.

16/03/2026

Quando o cardiopediatra encerra uma consulta…
não é só um “até a próxima”. ❤️
É a confirmação de que aquela família fez tudo certo.
Seguiu a medicação nos horários.
Voltou para as revisões.
Observou sinais importantes.
Cuidou da alimentação.
Respeitou as orientações.
E isso faz TODA a diferença na evolução da criança.
Na cardiopediatria, acompanhamento não é detalhe.
É segurança.
É prevenção.
É qualidade de vida no longo prazo.
Cada consulta finalizada com estabilidade é uma pequena vitória — da equipe médica, mas principalmente da família.
Coração infantil exige protocolo, disciplina e amor.
Se você é mãe ou pai de uma criança com cardiopatia, saiba:
o seu comprometimento muda o prognóstico.
Salve esse vídeo para lembrar que cuidado contínuo salva vidas.
E compartilhe com quem precisa ouvir isso hoje. 💙

13/03/2026

Nem todo coração chega ao Fontan — e isso não é erro. É fisiologia.
Muita gente pergunta:
“Por que esse paciente não evoluiu para a cirurgia de Fontan?”
E a resposta quase sempre está em dois pontos-chave 👇
🔹 Anatomia pulmonar adequada
As artérias pulmonares precisam ter bom calibre para receber o retorno venoso sistêmico.
Se essa árvore pulmonar é pequena, deformada ou insuficiente, o Fontan não funciona.
🔹 Pressão pulmonar baixa
O Fontan depende de fluxo passivo.
Se a pressão pulmonar está elevada, o sangue simplesmente não consegue avançar.
Em alguns casos, é possível otimizar as artérias pulmonares com cateterismo e stent.
Mas quando essas condições não estão presentes, o Fontan não é seguro.
👉 Nesses cenários, o paciente segue em estratégia paliativa, como o shunt central (super Glenn).
Sim, pode haver insaturação a longo prazo e por isso o acompanhamento precisa ser contínuo, individualizado e muito bem planejado.
Na cardiopatia congênita complexa,
nem sempre avançar é operar mais às vezes, é saber quando não operar.
Se esse tema faz sentido pra você,
siga o perfil para entender melhor as decisões por trás da cardiologia pediátrica complexa.

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