Dra. Ana Paula Cardoso

Dra. Ana Paula Cardoso Sou médica oncologista, formada pela Faculdade de Medicina do ABC, instituição na qual realizei R Pouco depois, o HIAE desenvolveu um Centro de Oncologia.

Sou médica oncologista, formada pela Faculdade de Medicina do ABC, instituição na qual realizei Residência Clínica Médica e Oncologia Clínica e durante muitos anos me dediquei como preceptora da Residência de Oncologia Clínica e como pesquisadora do Centro de Pesquisa de Hematologia e Oncologia (CEPHO). Iniciei a minha trajetória profissional médica nos Hospitais Públicos, da Faculdade de Medicina

do ABC e também trabalhei nos Hospitais Santa Paula e no Pérola Byington. Em 2010, decidi me especializar e tive a oportunidade de fazer um Fellow em Oncologia Clínica pela Universidade McGill, em Montreal, no Canadá. Por lá fiquei até o fim de 2011, quando terminei meu Clinical Observer e Research Fellow nas disciplinas de Tumores Geniturinários, Mama e Gineco Oncologia. Em 2011, ainda no Canadá, fui convidada a iniciar minha jornada no Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). No início da minha trajetória no HIAE, participei ativamente de projetos voltados à melhoria para a área de Oncologia, assim como trabalhei em vários projetos institucionais, inclusive em parceria com o MD Anderson Cancer Center (MDACC), um dos maiores centros oncológicos do mundo, estabelecendo um vínculo significativo com a instituição. Com interesse especial em educação médica cresço, me capacito e me mantenho atualizada para sempre garantir um tratamento de excelência para meus pacientes. Organizo, realizo e ministro diversos cursos para ampliar e compartilhar meus conhecimentos, participo ativamente de diversos Congressos Nacionais e Internacionais.

30/04/2026

O câncer de testículo afeta muitos homens jovens, antes dos 40 anos, que muitas vezes não constituíram família ainda e diante deste diagnóstico temem pela infertilidade após o tratamento.

Essa semana participei de uma live especial sobre o Abril Lilás (está aqui no meu instagram, vale assistir na íntegra) e também no meu site tenho um artigo falando sobre esse assunto.

Vou deixar o link nos destaques para você acessar quando quiser.

Dra. Ana Paula Cardoso
Médica Oncologista Clínica

Seu corpo sempre fala… Mas você está prestando atenção em você?Cada sinal que ele dá pode ser uma forma de alerta, princ...
29/04/2026

Seu corpo sempre fala… Mas você está prestando atenção em você?

Cada sinal que ele dá pode ser uma forma de alerta, principalmente quando o assunto é câncer.
A cada decisão diária, como manter consultas e exames em dia ou adotar hábitos mais saudáveis, você dá um passo para afastar o risco de câncer da sua vida.

Quer descobrir quais são os tipos de câncer mais comuns em mulheres e como se prevenir? Arraste para o lado e confira o post de hoje!

Depois, conta para mim aqui nos comentários: qual desses tipos você achava que era o mais comum?

Dra. Ana Paula Cardoso
Oncologista clínica e Uro-oncologista em São Paulo
CRM 116.987 / RQE 82987

No meu novo artigo (link na bio), explico o que a ciência realmente diz sobre o consumo de álcool e o risco oncológico. ...
24/04/2026

No meu novo artigo (link na bio), explico o que a ciência realmente diz sobre o consumo de álcool e o risco oncológico.

O álcool é um carcinógeno do Grupo 1. Isso significa que não existe um limite seguro isento de risco.

Você sabia dessa classificação do álcool pela ciência? Leu o artigo? Conta aqui nos comentários o que mais te surpreendeu. 👇

Dra. Ana Paula Cardoso
Oncologista clínica e Uro-oncologista em São Paulo
CRM 116.987 / RQE 82987

Quantas vezes você já disse: hoje não dá tempo? Tem gente que já ouviu isso de mim!! Dra. Ana Paula CardosoOncologista c...
23/04/2026

Quantas vezes você já disse: hoje não dá tempo?
Tem gente que já ouviu isso de mim!!

Dra. Ana Paula Cardoso
Oncologista clínica e Uro-oncologista em São Paulo
CRM 116.987 / RQE 82987


21/04/2026

Você já viu alguma discussão sobre cannabis e risco de câncer em pessoas mais jovens?

Um estudo recente, com dados dos Estados Unidos e do Canadá, observou um aumento maior de alguns tipos de câncer, especialmente de mama e de testículo, em regiões onde o uso de cannabis foi legalizado.

Isso significa que a cannabis causa câncer?

Assista ao vídeo e entenda melhor!

Ficou com dúvidas? Envie aqui pra mim, vai ser um prazer esclarecer!

Dra. Ana Paula Cardoso
Oncologista clínica e Uro-oncologista em São Paulo
CRM 116.987 / RQE 82987

É recomendável que todo homem faça o exame regular dos testículos a partir dos 20 anos de idade. O câncer testicular ape...
20/04/2026

É recomendável que todo homem faça o exame regular dos testículos a partir dos 20 anos de idade.

O câncer testicular apesar de não ser prevalente na população é o câncer mais comum em homens jovens, na faixa entre entre 20 e 35 anos, no auge da vitalidade. No entanto, o diagnóstico e o tratamento precoces aumentam e muito as chances de recuperação.

Não tenha vergonha, você pode ajudar alguém compartilhando esse post com essa pessoa!!

Dra. Ana Paula Cardoso
Oncologista clínica e Uro-oncologista em São Paulo
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É recomendável que todo homem faça o exame regular dos testículos a partir dos 20 anos de idade. O câncer testicular ape...
20/04/2026

É recomendável que todo homem faça o exame regular dos testículos a partir dos 20 anos de idade. O câncer testicular apesar de não ser prevalente na população é o câncer mais comum em homens jovens, na faixa entre entre 20 e 35 anos, no auge da vitalidade. No entanto, o diagnóstico e o tratamento precoces aumentam e muito as chances de recuperação.

Não tenha vergonha, você pode ajudar alguém compartilhando esse post com essa pessoa!!

Dra. Ana Paula Cardoso
Oncologista clínica e Uro-oncologista em São Paulo
CRM 116.987 / RQE 82987

Hoje tive a honra de participar pela primeira vez do ESMO Summit Latin America, em Bogotá.Colaborei com uma aula sobre c...
18/04/2026

Hoje tive a honra de participar pela primeira vez do ESMO Summit Latin America, em Bogotá.

Colaborei com uma aula sobre câncer de próstata avançado, falando sobre o desenvolvimento de novas terapias nesse cenário e sobre escolher o melhor perfil de paciente para cada droga. Também foi uma experiência especial apresentar em espanhol, ao lado de colegas da América Latina, como o Ray Manneh e ter a participaçao da minha colega de profissao Camila Lara.

Depois a discussao sobre a melhor escolha para os pacientes continuou liderada por Federico Losco (Argentina) Ray Manneh (Colombia), Ronald de Wit (Holanda), Danny Mena (México) e Nicolas Villareal (Colombia)

Parabéns pela organização e em especial aos amigos da Colombia Laura Bernal e Ray Manneh. Muito feliz em poder participar de um encontro com esse nível de troca, aprendizado e integração com colegas de diferentes países, acompanhando de perto o que vem mudando na oncologia.

Finalizando o Onco-Uro 26 com um Workshop de Pesquisa Clínica!Pesquisa clínica é construção de futuro.No Simpósio LACOG ...
17/04/2026

Finalizando o Onco-Uro 26 com um Workshop de Pesquisa Clínica!

Pesquisa clínica é construção de futuro.

No Simpósio LACOG GU, revisamos os pilares da pesquisa em uro-oncologia:
ética, responsabilidades, dados do mundo real e publicação científica.

Um espaço de troca, atualização e pensamento crítico
essencial para fortalecer a pesquisa no Brasil e na América Latina.

Evoluir na oncologia exige mais do que evidência. Exige reflexão, colaboração e consistência.

Prontos para o próximo?

Terminando a Onco-Uro no Brasil e a caminho do ESMO Summit Latin America 2026, em Bogotá, participando de uma sessão ded...
17/04/2026

Terminando a Onco-Uro no Brasil e a caminho do ESMO Summit Latin America 2026, em Bogotá, participando de uma sessão dedicada aos novos horizontes no tratamento do câncer de próstata hormônio-sensível metastático (CPHSm).

Um cenário que vem evoluindo rapidamente, com maior personalização das terapias.

Compartilho aqui com vocês em breve!

Hoje pude estar em dois momentos importantes no UroOnco 2026, com discussões que refletem bem o momento de transformação...
16/04/2026

Hoje pude estar em dois momentos importantes no UroOnco 2026, com discussões que refletem bem o momento de transformação que estamos vivendo na oncologia.

Pela manhã, discutimos câncer de próstata recorrente, um cenário que deixou de ter uma única forma de condução. Hoje temos melhores ferramentas de estratificação de risco, novas opções terapêuticas e, principalmente, a incorporação de te**es moleculares que ajudam a entender melhor o comportamento da doença.

O grande desafio é individualizar. Saber para quem intensificar o tratamento e, ao mesmo tempo, evitar excessos em pacientes com doença mais indolente.

À tarde, a discussão foi sobre o impacto dos Anticorpos Conjugados a Dr@gas (ADCs) que estão transformando a uro-oncologia. Em poucos anos, essas terapias deixaram de ser utilizadas apenas em cenários refratários para se tornarem parte fundamental do tratamento, inclusive em fases mais precoces da doença.

O enfortumabe vedotina é um dos maiores exemplos dessa mudança, com impacto consistente nos desfechos em carcinoma urotelial.

Mas toda inovação traz novos desafios. Seleção melhor dos pacientes, integração dessas terapias com outras estratégias e manejar adequadamente as toxicidades são pontos fundamentais para garantir o melhor resultado.

Além disso, biomarcadores como HER2 começam a abrir caminho para uma oncologia cada vez mais personalizada.

São discussões como essas que mostram o quanto a oncologia está caminhando para decisões mais precisas, mais conscientes e, sobretudo, mais centradas no paciente.

Hoje, durante o 17º Congresso Internacional de Uro-Oncologia, demos um passo relevante para a prática clínica no Brasil ...
15/04/2026

Hoje, durante o 17º Congresso Internacional de Uro-Oncologia, demos um passo relevante para a prática clínica no Brasil ao discutir, pela primeira vez, as Diretrizes Brasileiras Conjuntas das Sociedades para o tratamento do câncer de bexiga.

A construção de diretrizes alinhadas entre diferentes sociedades médicas é essencial para reduzir disparidades, qualificar a tomada de decisão e garantir maior consistência no cuidado oncológico em todo o país.

O câncer de bexiga ainda enfrenta desafios importantes, desde o reconhecimento até o acesso ao tratamento adequado. Padronizar condutas com base em evidência é um movimento necessário para mudar esse cenário.

Mais do que discutir avanços, é nosso papel liderar a implementação de melhores práticas e ampliar o acesso dos pacientes ao que há de mais efetivo na oncologia.

Endereço

Rua Ruggero Fasano & Avenida Albert Einstein
São Paulo, SP
05653-120

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