13/02/2026
O feminicídio não é um ato isolado nem um “crime passional”.
Ele é o desfecho extremo de uma escalada de violência marcada por controle, ciúmes patológicos, abuso psicológico e anulação da autonomia feminina.
A psiquiatria tem um papel fundamental na compreensão e prevenção desse fenômeno. Identificar padrões de comportamento violentos, transtornos associados, impulsividade, uso abusivo de substâncias e dificuldades na regulação emocional pode ser decisivo para interromper ciclos de agressão antes que se tornem irreversíveis.
Cuidar da saúde mental também é uma estratégia de proteção social.
Falar sobre feminicídio é falar de prevenção, educação emocional e responsabilidade coletiva.
Nenhuma forma de violência é aceitável.
Reconhecer os sinais é um passo essencial para salvar vidas.