Dr. André Leiva

Dr. André Leiva • Médico Psiquiatra
• Medicina do Estilo de Vida
• Psiquiatria Nutricional
andreleiva.com.br

O feminicídio não é um ato isolado nem um “crime passional”.Ele é o desfecho extremo de uma escalada de violência marcad...
13/02/2026

O feminicídio não é um ato isolado nem um “crime passional”.
Ele é o desfecho extremo de uma escalada de violência marcada por controle, ciúmes patológicos, abuso psicológico e anulação da autonomia feminina.

A psiquiatria tem um papel fundamental na compreensão e prevenção desse fenômeno. Identificar padrões de comportamento violentos, transtornos associados, impulsividade, uso abusivo de substâncias e dificuldades na regulação emocional pode ser decisivo para interromper ciclos de agressão antes que se tornem irreversíveis.

Cuidar da saúde mental também é uma estratégia de proteção social.
Falar sobre feminicídio é falar de prevenção, educação emocional e responsabilidade coletiva.

Nenhuma forma de violência é aceitável.
Reconhecer os sinais é um passo essencial para salvar vidas.

A dependência emocional se manifesta quando o bem-estar psíquico passa a depender excessivamente do outro — da presença,...
11/02/2026

A dependência emocional se manifesta quando o bem-estar psíquico passa a depender excessivamente do outro — da presença, da aprovação ou da validação constante.
Nessas circunstâncias, pequenas frustrações podem desencadear mudanças intensas de humor, como ansiedade, irritabilidade, tristeza profunda ou sensação de abandono.

Essa oscilação emocional não é fraqueza, nem falta de maturidade. Muitas vezes, está associada a padrões afetivos construídos ao longo da vida, insegurança emocional ou transtornos que merecem atenção clínica.

Na psiquiatria, o cuidado vai além de rotular comportamentos. Avaliar a origem dessas variações de humor permite construir um tratamento que fortaleça a autonomia emocional, promova estabilidade psíquica e relações mais saudáveis.

Cuidar da saúde mental é aprender a sustentar o próprio equilíbrio — mesmo quando o outro não está.

09/02/2026

Amar é essencial para o bem-estar humano, mas quando o amor passa a ser uma condição para existir ou se sentir seguro, algo precisa ser observado com cuidado.

A dependência emocional é caracterizada por uma necessidade constante de aprovação e pela dificuldade de se sentir completo sem o outro.
Pessoas com esse padrão emocional frequentemente:
Têm medo intenso de abandono;
Possuem baixa autoestima e dificuldade de tomar decisões sozinhas;
Tendem a se anular em prol do relacionamento;
Buscam aprovação de forma constante.

Essa dependência se torna patológica quando gera sofrimento e compromete a qualidade de vida, interferindo em relações afetivas, profissionais e sociais.
Estudos indicam que ela pode estar associada a transtornos de personalidade, como o transtorno de personalidade dependente ou o transtorno de personalidade borderline, nos quais há vínculos instáveis e medo intenso de rejeição.

O chamado amor patológico descreve comportamentos obsessivos e controladores, com ciúmes excessivos e perda de autonomia emocional.

Buscar ajuda profissional é fundamental.
A psiquiatria e a psicoterapia podem auxiliar na construção de uma autoestima sólida, no fortalecimento da autonomia emocional e na formação de vínculos mais saudáveis e equilibrados.

Lembre-se: amar é somar, não se anular.

Você anda mais impaciente, explosivo ou sensível demais?Isso pode ser um sinal de exaustão emocional ou até um transtorn...
06/02/2026

Você anda mais impaciente, explosivo ou sensível demais?
Isso pode ser um sinal de exaustão emocional ou até um transtorno de humor.
Psiquiatria não é só para “casos graves”.
É também para quem está tentando entender o que sente e reencontrar seu equilíbrio.
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Nem sempre a ansiedade se apresenta com crises óbvias. Muitas vezes, ela se manifesta de forma sutil, no dia a dia, e po...
04/02/2026

Nem sempre a ansiedade se apresenta com crises óbvias. Muitas vezes, ela se manifesta de forma sutil, no dia a dia, e pode ser confundida com “jeito de ser” ou “cansaço”.
Confira alguns sinais:
Preocupação constante – mesmo com assuntos simples ou já resolvidos.
Tensão muscular – dor no pescoço, ombros ou mandíbula sem causa aparente.
Problemas para dormir – dificuldade para pegar no sono ou acordar no meio da noite com a mente acelerada.
Agitação interna – sensação de inquietação, mesmo parado.
Dificuldade de concentração – perder o foco com facilidade, mesmo em tarefas simples.
Sensibilidade aumentada – irritar-se facilmente ou reagir de forma intensa a pequenas situações.
Se você se identificou com vários desses sinais, vale buscar acompanhamento profissional. O cuidado com a saúde mental é tão importante quanto o cuidado com o corpo.

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02/02/2026

A relação entre psiquiatria e espiritualidade é um tema cada vez mais presente na saúde mental.
Durante muito tempo, esses dois campos foram vistos como universos separados a medicina, ancorada na ciência; e a espiritualidade, voltada à fé e ao transcendente.

Mas nas últimas décadas, estudos e experiências clínicas têm demonstrado algo importante:
a dimensão espiritual pode ser um fator de proteção e equilíbrio emocional.

A busca por sentido, propósito e conexão com algo maior ajuda muitas pessoas a enfrentar o sofrimento psíquico com mais resiliência e esperança.
A espiritualidade pode oferecer acolhimento, pertencimento e força interior, aspectos que impactam diretamente o bem-estar mental.

A psiquiatria contemporânea reconhece esse papel, e cada vez mais profissionais têm buscado integrar o aspecto espiritual de forma ética e respeitosa no tratamento, especialmente porque muitos pacientes desejam que suas crenças sejam consideradas em seu cuidado.

No entanto, é essencial diferenciar experiências espirituais saudáveis de manifestações clínicas que exigem atenção.
Alguns delírios religiosos, por exemplo, podem fazer parte de transtornos psiquiátricos e o olhar técnico do profissional é fundamental para discernir com sensibilidade e respeito.

Quando ciência e espiritualidade caminham juntas, o cuidado com a mente e com a alma se torna mais completo, humano e transformador.
É nesse ponto de encontro, entre o visível e o invisível que nascem novas possibilidades de cura.

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Ser funcional, responsável e produtivo não significa estar bem emocionalmente.Muitos transtornos mentais passam desperce...
30/01/2026

Ser funcional, responsável e produtivo não significa estar bem emocionalmente.
Muitos transtornos mentais passam despercebidos justamente porque a pessoa continua cumprindo suas tarefas, mantendo rotinas e atendendo expectativas enquanto sofre em silêncio.

O alto desempenho pode mascarar exaustão, ansiedade, tristeza persistente e sobrecarga emocional. Nem todo sofrimento se apresenta como incapacidade; muitas vezes, ele se esconde atrás da eficiência.

Cuidar da saúde mental vai além do que é visível. Reconhecer limites, escutar os próprios sinais e buscar apoio profissional são atitudes essenciais para preservar o equilíbrio e a qualidade de vida.

Dores recorrentes, fadiga persistente, tensão muscular e outros desconfortos sem uma causa clínica evidente podem ser ma...
28/01/2026

Dores recorrentes, fadiga persistente, tensão muscular e outros desconfortos sem uma causa clínica evidente podem ser manifestações do sofrimento emocional.
Em muitos casos, o corpo sinaliza aquilo que a mente ainda não conseguiu expressar.

A saúde mental não se limita aos pensamentos e emoções ela também se reflete no funcionamento físico. Ignorar esses sinais pode prolongar o adoecimento e dificultar o tratamento adequado.

Escutar o corpo, compreender o contexto emocional e buscar avaliação profissional fazem parte de um cuidado integral e responsável.

26/01/2026

A psiquiatria está em constante evolução e a união entre neurociência e inteligência artificial (IA) promete transformar profundamente a forma como compreendemos, diagnosticamos e tratamos os transtornos mentais.

Mas surge uma questão: será que a máquina pode substituir o psiquiatra?

A neurociência tem nos ajudado a desvendar os mecanismos cerebrais e as bases biológicas das doenças mentais. Já a IA, por meio de algoritmos avançados, é capaz de analisar grandes volumes de dados, imagens cerebrais, padrões de fala e comportamento para identificar marcadores precoces e prever riscos de desenvolvimento de transtornos.

Essas tecnologias já estão sendo aplicadas, por exemplo, na identificação de padrões linguísticos associados à depressão, possibilitando diagnósticos mais rápidos, precisos e personalizados.

No entanto, é essencial lembrar:
A IA é uma ferramenta de apoio, não uma substituição do olhar clínico humano.
A mente é complexa, e a relação médico-paciente permanece insubstituível.
Ética e humanização precisam caminhar lado a lado com o progresso tecnológico.

O futuro da psiquiatria é promissor, uma medicina mais precisa, preditiva e individualizada, mas que nunca deve perder seu centro: o ser humano e sua singularidade.

O medo da mudança é uma emoção humana, comum e compreensível.Mas quando ele se torna um bloqueio, pode limitar oportunid...
23/01/2026

O medo da mudança é uma emoção humana, comum e compreensível.
Mas quando ele se torna um bloqueio, pode limitar oportunidades, crescimento e bem-estar emocional.

Mudar exige coragem, porque significa deixar o conhecido e enfrentar o incerto.
Ainda assim, é justamente nesse território desconhecido que surgem novas possibilidades novos caminhos, relações, sentidos e conquistas.

Em vez de focar apenas no risco, é essencial olhar para os benefícios da mudança:
• expansão pessoal
• melhora da qualidade de vida
• quebra de padrões que já não funcionam
• desenvolvimento emocional
• realização de objetivos importantes

A mudança não precisa ser brusca; ela pode ser gradual, consciente e acompanhada.
O importante é não deixar que o medo paralise sua evolução.

Avançar, mesmo com receio, é um ato de força.
O futuro pode ser mais leve do que você imagina.

A dopamina é um neurotransmissor essencial que influencia nosso humor, motivação e sensação de recompensa. É o que faz v...
21/01/2026

A dopamina é um neurotransmissor essencial que influencia nosso humor, motivação e sensação de recompensa. É o que faz você sentir prazer ao realizar algo que gosta ou alcançar uma meta.

Sinais de que sua dopamina pode estar baixa:
⦁ Falta de motivação ou apatia;
⦁ Dificuldade em sentir prazer nas atividades diárias;
⦁ Cansaço mental constante;
⦁ Desânimo ou irritabilidade frequente.

Como estimular a dopamina de forma natural:
⦁ Praticar exercícios físicos;
⦁ Cumprir pequenas metas diárias;
⦁ Alimentação equilibrada (alimentos ricos em tirosina, como ovos e nozes);
⦁ Momentos de lazer e contato social.

Lembre-se: dopamina não é só sobre “prazer imediato”, mas sobre equilíbrio e bem-estar emocional.

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19/01/2026

Existe uma dor silenciosa e muitas vezes invisível: a depressão nos homens.
Em uma sociedade que ainda associa masculinidade à força e invulnerabilidade, muitos homens sofrem em silêncio e esse silêncio pode custar caro, inclusive com a própria vida.

Culturalmente, os homens são ensinados a reprimir emoções, a “resolver tudo sozinhos” e a não demonstrar vulnerabilidade.
Essa pressão social dificulta o reconhecimento dos sintomas e afasta a busca por ajuda profissional.

A depressão nos homens pode se manifestar de forma diferente:

Irritabilidade ou explosões de raiva
Isolamento social
Abuso de álcool ou outras substâncias
Diminuição do interesse por atividades
Comportamentos de risco

Apesar de a depressão ser mais diagnosticada em mulheres, os índices de suicídio são muito mais altos entre os homens , um reflexo da dificuldade em expressar o sofrimento emocional e da busca tardia (ou inexistente) por tratamento.

A saúde mental não tem gênero.
Reconhecer a dor, falar sobre ela e buscar ajuda não são sinais de fraqueza, mas de coragem.
Quebrar o silêncio é o primeiro passo para a cura.

Se você é homem ou conhece alguém que possa estar passando por isso, não ignore os sinais.
Procurar um profissional de saúde mental pode salvar uma vida.

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