Psicóloga Amanda Catuna

Psicóloga Amanda Catuna Saúde mental e bem estar

Ver uma onça dormindo fez eu pensar em como a gente aprendeu errado sobre força.Ela não estava em alerta. Não estava ten...
05/02/2026

Ver uma onça dormindo fez eu pensar em como a gente aprendeu errado sobre força.
Ela não estava em alerta. Não estava tensa. Só descansando, inteira no próprio corpo.

Depois da maternidade, parece que ensinaram pra gente o contrário. Que ser forte é aguentar tudo, o tempo todo, sem pausa e sem silêncio.

Mas talvez força seja isso aqui.
Conseguir baixar a guarda.
Respirar sem culpa.
Entender que não estar em tensão constante também é potência.

O silêncio também sustenta.
E descansar não te faz menos forte.

Se isso tocou em você, segue para mais reflexões sobre maternidade, carreira e a força que cabe na vida real.

Nem toda dúvida é sinal de que você se perdeu.Muitas vezes, é só o começo de um ajuste silencioso acontecendo por dentro...
03/02/2026

Nem toda dúvida é sinal de que você se perdeu.
Muitas vezes, é só o começo de um ajuste silencioso acontecendo por dentro.

Depois da maternidade, as perguntas mudam.
O ritmo muda.
E aquilo que antes fazia sentido pode pedir revisão, pausa e mais verdade com você mesma.

Há fases que não pedem conselhos em excesso.
Pedem escuta.
Presença.
E um espaço seguro para organizar o que está confuso sem pressa de resposta.

Se você sente que precisa desse espaço de escuta, agende sua sessão.

Engraçado como chamam isso de equilíbrio, quando na prática é só você alternando papéis no intervalo de um suspiro.Um mi...
28/01/2026

Engraçado como chamam isso de equilíbrio, quando na prática é só você alternando papéis no intervalo de um suspiro.
Um minuto finaliza relatório. No outro, confere mochila, lanche, uniforme e a vida que insiste em acontecer ao mesmo tempo.

Existe uma força silenciosa em sustentar esses dois mundos sem perder o fio.
E, mesmo nos dias mais apertados, você segue encontrando um jeito de fazer tudo caber.

Se esse post descreve sua rotina, segue para mais conteúdos que entendem o que é viver entre prazos e maternidade.

Às vezes a gente esquece o quanto é humano precisar de apoio.E, no meio de tantas demandas, a maternidade vai ensinando ...
26/01/2026

Às vezes a gente esquece o quanto é humano precisar de apoio.
E, no meio de tantas demandas, a maternidade vai ensinando um tipo de força que não deveria nascer do silêncio.

Porque pedir ajuda não diminui ninguém.
Pelo contrário. É um gesto de coragem.
É reconhecer que você merece respirar, existir e ser cuidada também.

Quando você se permite dividir o peso, algo muda por dentro.
O cansaço dá espaço para clareza.
A culpa diminui.
E a vida f**a menos dura, não porque ficou fácil, mas porque você não está mais tentando sustentar tudo sozinha.

Que esse carrossel te lembre:
força não é silêncio.
Força é saber quando abrir espaço para ser apoiada.

Se isso te inspirou, segue para mais conteúdos que fortalecem, acolhem e te ajudam a caminhar mais leve.

Mentoria acontecendo.Tudo fluindo.Até chegar a mensagem da escola."A Lara está com febre."Em segundos, a agenda muda.O f...
21/01/2026

Mentoria acontecendo.
Tudo fluindo.
Até chegar a mensagem da escola.

"A Lara está com febre."

Em segundos, a agenda muda.
O foco divide.
E aquela habilidade invisível entra em ação: recalcular prioridades sem alarde.

Você reage, ajusta horários, aciona a rede de apoio, respira fundo e segue. Não porque é simples, mas porque a maternidade te treinou para reorganizar a vida no meio do movimento.

Isso não aparece no currículo.
Mas diz muito sobre a mulher que você se tornou.

Se essa cena faz parte da sua rotina, segue para mais conteúdos que entendem o que é sustentar carreira e maternidade na vida real seja no Brasil ou exterior.

Janeiro na Europa mexe com corpo e cabeça.E, para mães que trabalham, o impacto vem em dobro.A energia cai. O foco oscil...
19/01/2026

Janeiro na Europa mexe com corpo e cabeça.
E, para mães que trabalham, o impacto vem em dobro.

A energia cai. O foco oscila. A paciência some.
E você começa a achar que é fraqueza quando, na verdade, é o inverno inteiro pressionando por dentro e por fora.

Entender isso reduz a culpa.
Mostra que não é falta de força.
É falta de suporte num período que desafia até quem não tem metade das suas responsabilidades.

Se esse mês está pesado, guarda esse lembrete.
Você também precisa de cuidado.

Salva esse post para lembrar disso quando o ritmo apertar.

Isso pesa de um jeito que ninguém vê.A rotina puxa para vários lados e você tenta se manter inteira, mesmo quando parece...
05/01/2026

Isso pesa de um jeito que ninguém vê.
A rotina puxa para vários lados e você tenta se manter inteira, mesmo quando parece impossível.

E para quem vive isso fora do Brasil, tudo parece ganhar outra camada. A distância da rede de apoio. A adaptação. As expectativas. A sensação de precisar ser forte o tempo todo em um lugar que ainda não é totalmente seu.

Existe uma força silenciosa em conciliar tudo isso. Uma força que vive nos intervalos, nos improvisos e nas pequenas escolhas que você faz para seguir, mesmo quando o coração está dividido entre países.

E quando a cabeça divide, o coração tenta juntar. Essa sensação não é falha. É humanidade. É prova de que você está sustentando muito mais do que o mundo enxerga.

A psicoterapia é um caminho de consciência e crescimento.
Segue para mais conteúdo sobre carreira, maternidade e a jornada das brasileiras no exterior.

Ele quer magia. Você quer pertencer.O Natal no exterior revela algo que passa despercebido no restante do ano:a convivên...
22/12/2025

Ele quer magia. Você quer pertencer.

O Natal no exterior revela algo que passa despercebido no restante do ano:
a convivência diária entre duas culturas dentro da mesma família.

Enquanto seu filho absorve naturalmente o país onde vocês vivem, você navega entre lembranças do Brasil e a realidade do presente, tentando entender como unir essas duas partes sem perder quem você é.

Essa transição não acontece sozinha. Ela começa quando você observa seus próprios pensamentos sobre “como deveria ser” e abre espaço para perguntar: o que faz sentido para a minha história hoje?

É aí que a integração cultural ganha forma.
Ela não depende de copiar tradições nem de rejeitá-las, depende de escolhas consistentes, feitas com intenção:

• o que você valoriza da cultura que te formou,
• o que faz sentido da cultura que acolhe sua família agora,
• e como quer combinar essas referências na criação do seu próprio território de pertencimento.

Essa combinação é o que torna a experiência migratória mais leve e sustentável.
Quando você assume que pode construir, não só reproduzir, tudo se encaixa: a saudade deixa de ser obstáculo e vira referência; o novo deixa de ser ameaça e vira material de criação.

No fim, o pertencimento não chega “pronto”.
Ele se constrói na convivência entre as suas raízes e o futuro que seu filho está vivendo agora.

Para mais conteúdos estratégicos sobre maternidade e vida no exterior, me segue por aqui.

O que uma mãe que está retomando a carreira realmente ganha quando é presenteada?Não é um objeto.É permissão.Me segue pa...
15/12/2025

O que uma mãe que está retomando a carreira realmente ganha quando é presenteada?
Não é um objeto.
É permissão.
Me segue para mais conteúdos como esse.

Permissão para reconstruir o ritmo.
Para existir sem culpa.
Para caber na vida que está vivendo hoje não na expectativa de ninguém.

A volta ao trabalho depois da maternidade não é um retorno ao “antes”.
É a criação de um “depois” inteiramente novo: feito de limites, escolhas e uma força silenciosa que só quem passou por isso entende.

Quando alguém presenteia essa mãe com respeito ao tempo dela, com validação, com menos cobrança e mais compreensão…
não está oferecendo um mimo.
Está oferecendo espaço para ela crescer.

Porque o que ela mais precisa agora não é acelerar.
É ser vista.

Se esse carrossel te tocou, guarda para você ou manda para alguém que precisa ler isso hoje.

Para mais conteúdos sobre maternidade e carreira no exterior, me segue por aqui.

sso costuma acontecer justamente quando você mais tenta manter tudo no lugar A identidade que um dia te deu força começa...
12/12/2025

sso costuma acontecer justamente quando você mais tenta manter tudo no lugar

A identidade que um dia te deu força começa a f**ar apertada, como se não acompanhasse mais a mulher que você está se tornando depois da maternidade e da vida fora do seu país. Nada disso é falha. É sinal de crescimento.

Existe um ponto em que você percebe que não dá para seguir usando a mesma versão de si mesma.
O que antes te protegia agora limita seus passos.
E é nesse instante que a mudança começa a pedir passagem.

A transição assusta, mas também liberta.
Porque a nova identidade não nasce da expectativa dos outros.
Ela surge do que você finalmente se permite sentir, admitir e viver.

Se esse carrossel descreve seu momento, clique no link da bio para descobrir a sua nova versão.

Seu filho não ganhou sexto sentido. Ele só descobriu onde f**a o seu botão de culpa 😂A verdade é que, quando você volta ...
08/12/2025

Seu filho não ganhou sexto sentido. Ele só descobriu onde f**a o seu botão de culpa 😂

A verdade é que, quando você volta a trabalhar, não é “só” sua agenda que muda. O clima da casa inteira muda. Seu filho sente. Seu corpo sente. Sua cabeça então, nem se fala. Principalmente quando você tá criando filho fora do país, longe da sua rede de apoio e com a sensação de ter que provar o dobro em tudo.

Não, isso não é sabotagem. Não é drama. Não é você “fazendo pouco caso” da maternidade. É a vida te obrigando a recalcular a rota entre quem você é como mulher e quem você se tornou como mãe. E por mais caótico que pareça, isso também é um sinal de que você está se escolhendo um pouco mais.

Quando você entende esse processo, o choro antes do call importante e a tosse de última hora deixam de ser prova de que “não dá pra conciliar nada” e viram parte da sua nova versão: mãe, profissional e dona da própria história

Se você quer entender essa fase com menos culpa e mais clareza, aprofunde esse assunto comigo. O link tá na bio 💻📲

Ninguém conta o quanto dói tentar ser “profissional” com um mundo inteiro no colo. 👶🏻💻Trabalhar com o bebê no braço não ...
04/12/2025

Ninguém conta o quanto dói tentar ser “profissional” com um mundo inteiro no colo. 👶🏻💻

Trabalhar com o bebê no braço não é falta de organização, nem de prioridade. Muitas vezes é só a vida real acontecendo, longe do roteiro perfeito de produtividade, ainda mais quando você está em outro país, sem rede de apoio, tentando segurar carreira, visto, sono e um coração apertado ao mesmo tempo.

Você não está falhando por responder e-mail com uma mão e segurar seu filho com a outra. Não está “menos comprometida” por desligar a câmera, nem menos competente por fazer pausas para acolher um chorinho no meio da reunião. Isso não te faz menos profissional, te faz humana.

Talvez hoje você sinta que não está inteira em lugar nenhum. Mas isso não define a sua jornada, é um capítulo dela. Essa fase é confusa, cansativa, às vezes solitária… e ainda assim, você está construindo algo bonito: uma nova versão de si mesma, como mãe e como mulher que trabalha.

Se isso ecoou em você, não guarda só pra ti.
Manda pra alguém que precisa ler isso.

Endereço

Rua Vilela, 665
São Paulo, SP

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