Sine Qua Non Psi

Sine Qua Non Psi Página dedicada a compartilhar conteúdos e reflexões sobre Psicologia.

17/12/2025

Quarta-feira chegou com dica cultural para amarrar nossas reflexões dos últimos dias, nosso psicólogo Daniel Goya indica o podcast “Somos Brasileiros” idealizado e conduzido pela Bruna Aiiso, um espaço potente de escuta sobre identidade, pertencimento e atravessamentos culturais entre gerações.

Em especial, o episódio 4 que traz uma conversa a partir da experiência pessoal de dois homens asiáticos de gerações diferentes sobre masculinidade e machismo na cultura asiática, e que se somam também a reflexões da Bruna. Como já falamos por aqui, esses são temas que atravessam não só a vida social, mas também a saúde emocional de muitos homens asiáticos no Brasil.

Silêncios emocionais, expectativas rígidas, pressão por desempenho e a dificuldade de expressar vulnerabilidade aparecem como marcas culturais que merecem ser nomeadas e cuidadas.

🎧 Uma escuta necessária para quem quer compreender melhor essas vivências — e para quem deseja ampliar o olhar sobre masculinidades para além dos estereótipos.

▶️ Assista ao reels e aproveite a dica para ouvir o episódio completo, vamos deixar o link nos destaques.

16/12/2025

Entre finais perfeitamente coreografados e amores que parecem sempre saber o que fazer, fomos aprendendo a idealizar relações que quase nunca existem na vida real. 🎬✨

Hollywood ensinou que o amor tudo resolve.
Os doramas reforçam a ideia de conexão perfeita, sem ruídos, sem conflitos profundos.

Mas… e a vida real?
Ela envolve frustrações, diferenças, silêncios, ajustes e conversas difíceis.
💭 Muitas vezes, o sofrimento nos relacionamentos não vem da falta de amor — mas da expectativa irreal sobre como amar e ser amado.

🧠 Na psicoterapia, esse é um tema recorrente: desconstruir roteiros prontos para que relações mais reais, possíveis e saudáveis possam existir.

▶️ Assista ao vídeo e reflita: que histórias sobre o amor você aprendeu — e quais ainda fazem sentido hoje?

11/12/2025

O homem asiático muitas vezes não se encaixa.
Nem no estereótipo do “homem ocidental desejável”.
Nem no ideal perfeito, sensível e esteticamente impecável dos K-pops e doramas.

Entre esses dois extremos, nasce um lugar de não pertencimento, atravessado por machismo, cobranças, inseguranças e silêncios.
E isso também adoece.

▶️ Neste vídeo, nosso psicólogo Daniel, traz uma reflexão necessária sobre masculinidade, raça, desejo e exclusão.

Aperta o play — porque essa conversa precisa acontecer. Deixa seu comentário, compartilha com quem também precisa acompanhar essa conversa.

10/12/2025

Em muitas famílias asiáticas, falar de sentimentos, dúvidas ou conflitos não é o caminho mais fácil. A lógica do dever, da obediência e da preservação da estrutura muitas vezes vem antes da individualidade.

Mas o que acontece quando o desejo de ser quem se é começa a bater mais forte que as expectativas? Quando o “seja assim” entra em conflito com o “eu sou assim”?

▶️ Neste vídeo, nosso psicólogo Daniel, nos convida a refletir e a nos aprofundar nesse tema, refletindo sobre como esse ambiente pode dificultar o processo de autoconhecimento — e também o acesso à terapia.

Se esse tema te atravessa, esse vídeo é pra você. Clica, confere e compartilha!

09/12/2025

Na clínica, alguns encontros acontecem também pela identif**ação. 💬 E nosso psicólogo Daniel tem percebido algo cada vez mais presente: pessoas da comunidade asiática buscando terapia para falar sobre identidade, família, pertencimento e conflitos que, muitas vezes, sempre existiram — mas nunca tiveram espaço de fala.

Ser asiático no Brasil envolve atravessamentos sutis, silêncios herdados, expectativas familiares e a pergunta que insiste: quem eu sou dentro dessa história?

▶️ Neste vídeo, Daniel compartilha esse olhar que nasce da vivência e da escuta clínica.
Vale a reflexão. Vale a pausa. Vale apertar o play.

E f**a de olho nos próximos reels para seguir o fio dessa reflexão.

Na última segunda-feira, 01 de dezembro, foi celebrado o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, uma data para lembrar da imp...
06/12/2025

Na última segunda-feira, 01 de dezembro, foi celebrado o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, uma data para lembrar da importância da informação e que o acolhimento é fundamental. Ainda hoje o HIV é cercado de mitos e preconceitos que impactam diretamente a saúde mental das pessoas vivendo com o vírus, e muitas vezes inclusive impedem da pessoa receber o diagnóstico e tratamento adequado.

A minissérie “Máscaras de oxigênio não cairão automaticamente”, disponível na HBO Max, traz histórias que revelam não apenas o desafio do diagnóstico, mas também o peso do estigma, o medo da exclusão e o poder das relações que acolhem.

🎬 Uma série para assistir com sensibilidade — e para lembrar que, por trás de cada estatística, existe sempre uma vida, uma história, um afeto.

Que essa série nos inspire a combater preconceitos e promover cuidado, informação e empatia.

Encerrar ciclos é um dos movimentos mais desafiadores da vida — e também um dos mais libertadores. Isso porque envolve o...
05/12/2025

Encerrar ciclos é um dos movimentos mais desafiadores da vida — e também um dos mais libertadores. Isso porque envolve olhar com honestidade para o que já não sustenta, para o que não nutre mais, e para o que pede espaço para nascer.

Nem sempre dói por ser fim.
Às vezes dói porque crescemos — e o ciclo não acompanhou, ou porque vamos precisar deixar pessoas para trás, também dói por medo do que vem por aí.

Na terapia, aprendemos que finalizar também é cuidar.
Também é amar a si mesmo.
Também é recomeçar.

✨ Qual ciclo você sente que está se transformando neste fim de ano?

Dezembro chegou. 🤯 O ano, que tinha 365 dias, agora só tem 30, e essa pergunta não é retórica. Ela é uma provocação para...
01/12/2025

Dezembro chegou. 🤯 O ano, que tinha 365 dias, agora só tem 30, e essa pergunta não é retórica. Ela é uma provocação para você sair da inércia do "esse ano não dá mais nada, agora só depois do Carnaval". Pare de adiar o que é importante para sua saúde mental e bem-estar.

⏳ O Tempo não espera! É comum a sensação de que "agora não dá mais tempo", mas a psicologia nos mostra que a qualidade da ação é mais importante que a quantidade de tempo.

Não estamos falando de metas gigantescas. Estamos falando de pequenas ações de autocuidado que podem transformar seu balanço de 2025 (ou como você deseja começar 2026):

▪Revisite uma pendência: Aquela ligação, e-mail ou desculpa que você adiou.
▪Inicie o desapego: Livre-se de objetos e hábitos que pesam.
▪Agende o autocuidado: Marque aquela consulta, sessão de terapia ou dia de descanso que você mereceu.

Fechar o ano com a sensação de dever cumprido em relação a si mesmo(a) é o maior presente que você pode se dar.

👇 Queremos saber: o que você ainda vai fazer por você mesmo em Dezembro? Deixe sua resposta nos comentários!

SALVE esta reflexão para se lembrar todos os dias que o tempo é um recurso valioso.

COMPARTILHE nos seus Stories para desafiar seus amigos a fecharem o ano de forma intencional!

𝗡𝗲𝗺 𝘁𝗼𝗱𝗼 𝗳𝗶𝗺 é 𝗽𝗲𝗿𝗱𝗮. Essa frase ressoa de uma forma especial quando olhamos para o ano que se encerra. Tendemos a encar...
25/11/2025

𝗡𝗲𝗺 𝘁𝗼𝗱𝗼 𝗳𝗶𝗺 é 𝗽𝗲𝗿𝗱𝗮. Essa frase ressoa de uma forma especial quando olhamos para o ano que se encerra. Tendemos a encarar o "fim" com um peso de luto ou fracasso, mas e se, na verdade, ele for a condição sine qua non para o crescimento?

Do ponto de vista da psicologia, o final de um ciclo (um ano, um projeto, uma fase de vida) é um momento crucial que exige de nós duas coisas:

𝗥𝗲𝗰𝗼𝗻𝗵𝗲𝗰𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼: É preciso olhar para trás, não para lamentar o que não foi, mas para honrar o que foi vivido, aprendido e, inclusive, superado. O que você deixou ir neste ano? Reconhecer o fim é o primeiro passo para o desapego saudável.

𝗔𝗯𝗲𝗿𝘁𝘂𝗿𝗮: Quando um ciclo se fecha, ele, inevitavelmente, abre um espaço vazio. E é justamente nesse "vazio" que reside a oportunidade. É o silêncio que permite ouvir novas ideias, a clareira que o novo pode ocupar.

A dificuldade em finalizar é, muitas vezes, o que nos impede de começar. Permanecemos presos a situações, hábitos ou relações que já cumpriram seu papel, mas que insistem em ocupar o espaço que seria dedicado à nossa próxima versão.

Neste final de ano, a reflexão da Sine Qua Non é: 𝗤𝘂𝗮𝗹 𝗲𝘀𝗽𝗮ç𝗼 𝘃𝗼𝗰ê 𝗲𝘀𝘁á 𝗱𝗶𝘀𝗽𝗼𝘀𝘁𝗼(𝗮) 𝗮 𝗮𝗯𝗿𝗶𝗿? Que "velho" precisa ser honrosamente liberado para que o "novo" — o novo sonho, o novo hábito, a nova perspectiva — possa, enfim, se instalar?

Olhe para trás com gratidão e para frente com coragem. Deixe a vida abrir espaço. Permita-se o novo.

Conte nos comentários: Qual ciclo você está se preparando para fechar neste fim de ano para dar as boas-vindas ao novo? 👇

Final de semana chegou e preparamos dicas imperdíveis para você! 💡 A celebração da Consciência Negra continua nos palcos...
22/11/2025

Final de semana chegou e preparamos dicas imperdíveis para você! 💡 A celebração da Consciência Negra continua nos palcos e galerias de São Paulo.

Passe para o lado e embarque em experiências que nutrem a alma, ampliam o olhar e fortalecem o antirracismo de forma leve e profunda:

Força e Tradição: Não perca a exposição Ònà Irin: caminho de ferro (Sesc Belenzinho) e as mostras Preces, Louvores e Batuques (CCBB-SP). Arte que celebra a história e a ancestralidade negra.

Palco e Poesia: A grandiosa Zezé Motta em Vou fazer de mim um mundo (CCBB-SP), inspirada em Maya Angelou, é um encontro poderoso de atrizes negras icônicas.

Reflexão Global: Explore a 36ª Bienal de Arte de São Paulo ("Nem todo viandante anda estradas..."), inspirada na genialidade de Conceição Evaristo.

A cultura é uma ferramenta poderosa para a saúde mental e o letramento racial. Aproveite essas dicas para se inspirar e refletir.

🔗 Links e Detalhes: Confira nos stories os links com mais informações sobre cada uma dessas dicas.

Vai aproveitar essas dicas? Já conferiu alguma delas? Conta pra gente aqui nos comentários.

É urgente falarmos sobre isso! 💔 No Dia da Consciência Negra, apresentamos dados que você precisa saber: o racismo não é...
20/11/2025

É urgente falarmos sobre isso! 💔 No Dia da Consciência Negra, apresentamos dados que você precisa saber: o racismo não é apenas social, ele é uma crise de saúde mental pública.

👉 Passe para o lado e veja como estatísticas de suicídio juvenil e a alta prevalência de Transtornos Mentais Comuns (TMCs) entre a população negra são reflexos diretos de uma sociedade que violenta e nega o cuidado.

O racismo gera trauma crônico, resultando em estresse, ansiedade e depressão que são frequentemente subdiagnosticados ou minimizados pela própria estrutura de saúde. Nossas mentes carregam o peso de um sistema que não foi feito para nos proteger.

A psicologia antirracista é um ato de reparação. É o compromisso de validar essa dor e oferecer um espaço terapêutico seguro onde a identidade e a história são acolhidas.

🗣️ Sua voz importa! Deixe seu comentário: Qual desses dados mais te impactou? Compartilhe este carrossel para que mais pessoas vejam a face cruel do racismo na saúde mental! 👇

Nesta Semana da Consciência Negra, é fundamental nomearmos as coisas como elas são. O racismo vai muito além de atitudes...
18/11/2025

Nesta Semana da Consciência Negra, é fundamental nomearmos as coisas como elas são. O racismo vai muito além de atitudes isoladas; ele é uma força estrutural que traumatiza e adoece.

Para a saúde mental da população negra, o racismo se manifesta como estresse crônico, ansiedade elevada, depressão e Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) — um legado da violência histórica e cotidiana.

A clínica de psicologia não pode ser neutra. É nosso dever desnaturalizar a dor, oferecer um espaço de acolhimento seguro e ser uma ferramenta de reparação psicológica.

Vamos pensar sobre isso, a cura passa pelo reconhecimento.

Endereço

Avenida Paulista, 2073/Cj. 1411
São Paulo, SP
01311-300

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