IPGO Há mais de 20 anos o IPGO vem se dedicando à pesquisa e ao tratamento de mulheres e homens

Há mais de 20 anos o Centro de Reprodução Humana do IPGO vem se dedicando à pesquisa e ao tratamento de mulheres e homens que desejam ter filhos e não conseguem naturalmente. O coordenador e diretor do IPGO, Dr. Arnaldo Schizzi Cambiaghi, além de ser estudioso da reprodução humana, cuida da manutenção do equilíbrio do sistema reprodutor feminino, essencial para o bem-estar da mulher. Este site foi planejado com intuito de elucidar as curiosidades, medos, incertezas e inquietações que cercam estas pessoas. As informações são escritas de forma simples, verdadeiras e didáticas, sem esquecer a precisão científica de um livro especializado.

Sentir dor não é normal. 🚨A cólica menstrual forte, dores pélvicas intensas e dor durante a relação sexual podem ser sin...
04/03/2026

Sentir dor não é normal.

🚨A cólica menstrual forte, dores pélvicas intensas e dor durante a relação sexual podem ser sinais de endometriose, uma condição que afeta 1 em cada 10 mulheres em idade reprodutiva.

➡️No Brasil, o diagnóstico correto pode levar de 7 a 10 anos.

Não normalize a dor!

🚨O diagnóstico precoce é fundamental para melhorar a qualidade de vida e preservar a fertilidade, já que a endometriose pode causar dificuldade para engravidar em 30% a 50% dos casos.

💛Neste , junte-se a nós na conscientização sobre a endometriose. Procure ajuda especializada.

27/02/2026

A transferência embrionária é um dos momentos mais delicados do tratamento de fertilização in vitro. Além da qualidade do embrião e da receptividade do endométrio, existe um fator funcional que vem sendo cada vez mais valorizado: o comportamento contrátil do útero.

Alguns úteros apresentam maior sensibilidade e tendem a contrair com mais intensidade no momento da transferência. Essas contrações podem dificultar a fixação do embrião, alterar seu posicionamento dentro da cavidade uterina e reduzir as chances de implantação. Em determinadas situações, podem até contribuir para falhas repetidas do tratamento.

Esse detalhe muitas vezes passa despercebido ou é pouco investigado na prática clínica, mas deve ser analisado com atenção, especialmente em pacientes com endometriose, adenomiose, miomas ou histórico de insucesso em ciclos anteriores. Hoje já existem métodos de imagem capazes de identificar esse padrão contrátil e estratégias terapêuticas que ajudam a reduzir essa atividade uterina no momento mais crítico do processo.

Evitar ou tratar as contrações uterinas excessivas não é um cuidado secundário. Trata-se de uma etapa importante para oferecer ao embrião um ambiente mais estável e favorável à implantação. Quando esse fator é reconhecido e manejado de forma adequada, aumentam as chances de sucesso do tratamento e de evolução para uma gestação saudável.

Referências:

Salmeri et al., 2024; Zhu et al., 2016.
IPGO - Contrações uterinas em excesso: um fator muitas vezes ignorado que pode comprometer a implantação do embrião.
As informações contidas nas publicações deste perfil são de uso educacional e informativo: não substituem o aconselhamento adequado de um médico. Procure sempre a ajuda de um profissional especializado.

Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 RQE 42074
Título Especialista Reprodução Assistida: RQE 42074-1

Se você nos pergunta: “Com quase 45 anos, ainda devo tentar?”, nossa resposta é: se esse desejo vive em você, ele merece...
24/02/2026

Se você nos pergunta: “Com quase 45 anos, ainda devo tentar?”, nossa resposta é: se esse desejo vive em você, ele merece ser olhado com carinho, não com medo.

A maternidade, na maioria das vezes, é uma escolha planejada. Mas, em muitos casos, é também um sentimento que amadurece com o tempo… e que pode fazer falta lá na frente se for ignorado.

Do ponto de vista médico, precisamos ser realistas: aos 45 anos, conseguir embriões de boa qualidade não é simples. Tudo vai depender da sua reserva ovariana e da resposta do seu organismo. Por isso, normalmente indicamos a fertilização in vitro e, nesse contexto, a realização da biópsia embrionária para análise genética. Isso porque, nessa faixa etária, aumenta a taxa de alterações cromossômicas (aneuploidias), que podem comprometer a evolução da gestação.

Caso não seja possível com óvulos próprios, existe também a possibilidade de óvulos doados — uma alternativa segura e com excelentes taxas de sucesso.

O mais importante é entender que existem caminhos. A maternidade pode acontecer de diferentes formas. Se esse sonho é verdadeiro para você, informe-se, avalie suas possibilidades e tome uma decisão consciente.

Você não está “velha demais” para sonhar. Você está no momento de decidir com maturidade e informação. 💛

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24/02/2026

Desafios existem.
A diferença está em como você decide enfrentá-los.

No caminho da fertilização, cada obstáculo pode parecer um limite. Mas também pode ser um degrau. O que muda não é apenas a técnica escolhida. É a estratégia, o momento certo de investigar e a decisão de não perder tempo com tentativas sem direção.

Adiar respostas custa tempo reprodutivo. Custa energia emocional. Custa recursos investidos sem clareza. Por isso, transformar dificuldades em etapas estruturadas faz toda a diferença no planejamento familiar.

O que observar nesse processo:

• TEMPO DE TENTATIVA: Após um período sem gestação, é essencial investigar para evitar atrasos desnecessários
• AVALIAÇÃO COMPLETA DO CASAL: Fertilidade é responsabilidade dos dois e precisa ser analisada de forma integrada
• DIAGNÓSTICO PRECISO: Identificar a causa orienta conduta e evita tratamentos aleatórios
• PLANEJAMENTO INDIVIDUALIZADO: Cada história clínica exige uma estratégia específica
• MOMENTO CERTO DE INTERVIR: Saber quando avançar para técnicas de reprodução assistida evita desgaste físico e emocional

Desafios fazem parte da jornada. Mas com informação, estratégia e acompanhamento adequado, eles deixam de ser barreiras e passam a ser etapas do processo.

Se você está tentando engravidar e sente que precisa de orientação clara, agende uma avaliação individualizada .

As informações contidas nas publicações deste perfil são de uso educacional e informativo: não substituem o aconselhamento adequado de um médico. Procure sempre a ajuda de um profissional especializado.

Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 RQE 42074
Título Especialista Reprodução Assistida: RQE 42074-1
IPGO - Medicina da Reprodução

24/02/2026

As sinéquias uterinas são complicações sérias que podem surgir após curetagens pós-ab**to ou cirurgias como miomectomias e outros procedimentos cirúrgicos no interior do útero, Muitas mulheres só descobrem o problema quando enfrentam dificuldade para engravidar , alterações menstruais ou um endométrio fino que não se espessa de nenhuma forma, dificultando ou impedindo a gravidez.

O trauma intrauterino pode desencadear aderências que comprometem o endométrio e reduzem a chance de implantação embrionária. Por isso, o cuidado começa no intraoperatório, com técnica delicada, preservação máxima do tecido saudável e prevenção de lesões profundas.

Quando as sinéquias já estão instaladas, a abordagem moderna vai além da simples lise histeroscópica. Hoje contamos com barreiras mecânicas, géis antiaderenciais, dispositivos expansores temporários e protocolos hormonais que estimulam a regeneração endometrial e reduzem a recidiva. Esses avanços mudaram completamente o prognóstico de muitas pacientes.

O grande risco está nas intervenções repetidas sem estratégia adequada, que podem levar à fibrose endometrial progressiva e, em casos extremos, a um útero funcionalmente comprometido. Por isso, cada decisão deve ser técnica, individualizada e baseada em evidência científica.

A boa notícia é que a medicina evoluiu. Hoje temos recursos para tratar, prevenir recorrências e restaurar a cavidade uterina com muito mais segurança. Se você teve ab**to com curetagem ou cirurgia uterina e percebe alterações no seu ciclo ou dificuldade para engravidar, não ignore os sinais.

Informação, diagnóstico precoce e tratamento especializado fazem toda a diferença na preservação da fertilidade e na realização do sonho da gestação.

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24/02/2026

Há equipes que executam procedimentos. E há equipes que transformam a cirurgia em um trabalho de precisão, confiança e humanidade.

Anos de experiência dentro do centro cirúrgico formam algo que vai além da técnica. Criam sintonia. Criam leitura silenciosa entre profissionais. Criam um ambiente em que cada movimento é antecipado, cada decisão é compartilhada e cada detalhe é conduzido com segurança.

Cirurgia não é apenas habilidade individual. É integração. É liderança aliada a uma equipe preparada, estável e comprometida com o mesmo objetivo. O melhor resultado possível para cada paciente.

A experiência acumulada ao longo de incontáveis procedimentos traz serenidade, firmeza e clareza nas decisões. O centro cirúrgico deixa de ser apenas um local de trabalho e se torna um espaço de domínio técnico, responsabilidade e profundo respeito pela vida.

Quando existe harmonia verdadeira entre cirurgião e equipe, o paciente sente. Na segurança transmitida, na forma como é acolhido, na confiança que nasce antes mesmo do procedimento começar.

É essa combinação de experiência, preparo e sintonia que faz com que cada cirurgia seja conduzida com excelência e com o compromisso de oferecer sempre a maior chance de sucesso.

É sempre uma enorme segurança contar com com médicos como .rogerioleao, .paulaaraujo_reproducao, , .mateusrosin, .thaiscambiaghi .ginecologista, , e tantos outros

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✨O sucesso dos tratamentos de reprodução assistida está sustentado por quatro pilares fundamentais.💜O primeiro é a alime...
23/02/2026

✨O sucesso dos tratamentos de reprodução assistida está sustentado por quatro pilares fundamentais.

💜O primeiro é a alimentação equilibrada e anti-inflamatória. Priorize alimentos naturais, ricos em nutrientes, e reduza ao máximo itens inflamatórios como excesso de carne vermelha, produtos ultraprocessados, glúten em excesso (massas, pizzas), refrigerantes, doces e bebidas alcoólicas.

💜O segundo pilar é a suplementação adequada de vitaminas e micronutrientes. Ela deve ser individualizada e orientada por um profissional habilitado, como nutricionista ou médico, para atender às necessidades específicas do seu organismo.

💜O terceiro envolve hábitos de vida saudáveis. Controle o estresse, pratique atividade física compatível com sua realidade e condição física, e evite cigarro e outros comportamentos prejudiciais.

💜O quarto pilar é o sono de qualidade. Dormir pelo menos sete horas por noite é essencial para o equilíbrio hormonal, imunológico e emocional. Diversas sociedades médicas já reconhecem o impacto direto do sono na qualidade de vida e nos resultados clínicos.

🌷Quando esses quatro pilares estão alinhados, você aumenta significativamente suas chances de sucesso no tratamento de fertilização e, principalmente, fortalece sua saúde como um todo.

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Na fertilização in vitro, quantidade não é sinônimo de sucesso. A decisão sobre quantos embriões transferir preci...
16/02/2026

Na fertilização in vitro, quantidade não é sinônimo de sucesso. A decisão sobre quantos embriões transferir precisa ser baseada em ciência, segurança e diálogo, nunca na pressa ou na ideia de “aumentar as chances a qualquer custo”.

Hoje, a conduta mais recomendada, na maioria dos casos, é a transferência de um único embrião. Isso porque transferir mais embriões aumenta discretamente as chances de gravidez, mas eleva de forma importante os riscos associados à gestação gemelar, como prematuridade, hipertensão arterial e complicações obstétricas, além da necessidade frequente de UTI neonatal.

Essa decisão é sempre tomada em conjunto com a paciente. Quando existe o desejo de transferir dois embriões, é fundamental que todos os riscos sejam claramente discutidos e compreendidos. Segurança materna e fetal fazem parte do tratamento.

Com o avanço da idade, essa conversa se torna ainda mais cuidadosa. Aos 42 anos, por exemplo, a chance de um embrião ser euploide gira em torno de 10% a 20%. Por isso, ferramentas como o PGT-A ajudam a identificar os embriões com maior potencial de gerar uma gestação saudável. Em algumas situações, também se discute a ovodoação como alternativa.

Quando pensamos em taxa de sucesso acumulada, a estratégia mais segura costuma ser clara: um embrião por vez. Mesmo assim, é importante lembrar que gestações múltiplas podem ocorrer de forma inesperada, já que um único embrião pode se dividir, algo raro, mas possível.

Seguimos avançando com fé, ciência, prudência e bom senso, sempre respeitando a história, o corpo e o tempo de cada mulher. É assim que eu ajo!

Dr. Arnaldo Cambiaghi CRM 33.692 | RQE 42074
IPGO – Medicina da Reprodução

̧ãoinvitro ̃es drarnaldocambiaghi

10/02/2026

Corpo saudável é a base de uma gestação mais segura. Antes mesmo do positivo, o organismo precisa estar preparado para sustentar as transformações físicas, hormonais e emocionais que a gravidez exige.

Hormônios equilibrados, boa saúde metabólica, sono adequado, nutrição correta e acompanhamento médico fazem diferença direta na fertilidade, na implantação embrionária e na evolução da gestação.

Preparar o corpo não é excesso de cuidado, é estratégia. Pequenas decisões diárias impactam a qualidade dos óvulos, o ambiente uterino e a capacidade do organismo de responder bem às demandas da gravidez.

Quando a mulher cuida da própria saúde, ela não está pensando apenas em si, mas também nas condições ideais para o desenvolvimento do bebê desde o início da vida.

Gestar começa muito antes do teste positivo. Começa na decisão de cuidar, ajustar, prevenir e construir um corpo preparado para receber e nutrir uma nova vida.

06/02/2026

Quando falamos em óvulos doados, muitas pessoas pensam apenas na genética. Mas a gestação vai muito além disso. Existe uma conexão profunda entre a mulher que gesta e o bebê que se desenvolve dentro dela — uma conexão biológica real, viva e transformadora.

Desde os primeiros dias de gravidez, o corpo da mulher que recebe o embrião passa a influenciar diretamente o desenvolvimento do bebê. O ambiente do útero, os hormônios, o metabolismo, a nutrição e até as emoções participam dessa construção. É como se o organismo materno ajudasse a “ligar e desligar” caminhos do crescimento, moldando a forma como aquele bebê vai se desenvolver.

Isso significa que a maternidade não começa no DNA — começa no cuidado, no acolhimento e na gestação. A mulher que engravida com óvulos doados não é apenas quem carrega a gravidez. Ela participa ativamente da formação daquele filho desde o início da vida. O vínculo biológico acontece ali, dia após dia.

Cada batimento cardíaco, cada troca hormonal, cada adaptação do corpo é uma conversa silenciosa entre mãe e bebê. O organismo materno nutre, protege, orienta e influencia o desenvolvimento daquela nova vida.

Por isso, a gestação com óvulos doados não é distante nem impessoal. É uma experiência profundamente íntima e transformadora. É um caminho real para viver a gravidez, sentir o crescimento do filho, construir vínculo desde o ventre e participar, de forma ativa, do início daquela história.

A ciência hoje mostra o que muitas mães já sentem no coração: quem gesta também constrói. E construir uma vida dentro de si é uma das formas mais profundas de maternidade que existem.

Dr. Arnaldo Cambiaghi – CRM 33.692 | RQE 42074
Título Especialista Reprodução Assistida: RQE 42074-1
IPGO – Medicina da Reprodução

Quando falamos em preparo para a transferência embrionária, a videohisteroscopia, para mim, não é um exame opcional....
02/02/2026

Quando falamos em preparo para a transferência embrionária, a videohisteroscopia, para mim, não é um exame opcional. Ela é parte da estratégia para evitar a falha da implantação, e não para investigá-la depois que ela acontece.

Muitas vezes escuto que não há necessidade de realizar a histeroscopia antes da transferência. Que seria melhor esperar falhar uma, duas vezes, para só então investigar. Eu discordo completamente dessa abordagem. Não faz sentido esperar que algo dê errado para depois agir, principalmente quando estamos falando de um tratamento que envolve investimento financeiro, desgaste emocional, uso de medicamentos e uma expectativa enorme por parte do casal.

A videohisteroscopia me permite avaliar, com precisão, o caminho por onde o embrião será transferido. Avalio o canal cervical, garantindo que a passagem do cateter seja tranquila, sem obstáculos ou dificuldades técnicas que possam interferir no procedimento. Avalio o endométrio, entendendo seu padrão, seu comportamento e sua receptividade. Consigo identificar se esse endométrio é adequado, se há sinais de inflamação, hiperreatividade ou baixa resposta.

Além disso, a histeroscopia permite detectar alterações que exames indiretos muitas vezes não mostram. Pequenas sinéquias, pólipos discretos, sinais de endometrite ou irregularidades da cavidade uterina podem passar despercebidos em outros métodos. São exatamente esses detalhes que podem comprometer uma implantação que, do ponto de vista embrionário, estava perfeita.

Existem exames que ajudam, como a histerossonografia, o HyCosy ou até mesmo a biópsia endometrial isolada. Eles podem quebrar um galho, mas não substituem a visão direta da cavidade uterina. Nada é tão completo quanto a própria videohisteroscopia.

Continuação no comentário abaixo 👇

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