IPGO Há mais de 20 anos o IPGO vem se dedicando à pesquisa e ao tratamento de mulheres e homens

Há mais de 20 anos o Centro de Reprodução Humana do IPGO vem se dedicando à pesquisa e ao tratamento de mulheres e homens que desejam ter filhos e não conseguem naturalmente. O coordenador e diretor do IPGO, Dr. Arnaldo Schizzi Cambiaghi, além de ser estudioso da reprodução humana, cuida da manutenção do equilíbrio do sistema reprodutor feminino, essencial para o bem-estar da mulher. Este site foi planejado com intuito de elucidar as curiosidades, medos, incertezas e inquietações que cercam estas pessoas. As informações são escritas de forma simples, verdadeiras e didáticas, sem esquecer a precisão científica de um livro especializado.

Quando falamos em preparo para a transferência embrionária, a videohisteroscopia, para mim, não é um exame opcional....
02/02/2026

Quando falamos em preparo para a transferência embrionária, a videohisteroscopia, para mim, não é um exame opcional. Ela é parte da estratégia para evitar a falha da implantação, e não para investigá-la depois que ela acontece.

Muitas vezes escuto que não há necessidade de realizar a histeroscopia antes da transferência. Que seria melhor esperar falhar uma, duas vezes, para só então investigar. Eu discordo completamente dessa abordagem. Não faz sentido esperar que algo dê errado para depois agir, principalmente quando estamos falando de um tratamento que envolve investimento financeiro, desgaste emocional, uso de medicamentos e uma expectativa enorme por parte do casal.

A videohisteroscopia me permite avaliar, com precisão, o caminho por onde o embrião será transferido. Avalio o canal cervical, garantindo que a passagem do cateter seja tranquila, sem obstáculos ou dificuldades técnicas que possam interferir no procedimento. Avalio o endométrio, entendendo seu padrão, seu comportamento e sua receptividade. Consigo identificar se esse endométrio é adequado, se há sinais de inflamação, hiperreatividade ou baixa resposta.

Além disso, a histeroscopia permite detectar alterações que exames indiretos muitas vezes não mostram. Pequenas sinéquias, pólipos discretos, sinais de endometrite ou irregularidades da cavidade uterina podem passar despercebidos em outros métodos. São exatamente esses detalhes que podem comprometer uma implantação que, do ponto de vista embrionário, estava perfeita.

Existem exames que ajudam, como a histerossonografia, o HyCosy ou até mesmo a biópsia endometrial isolada. Eles podem quebrar um galho, mas não substituem a visão direta da cavidade uterina. Nada é tão completo quanto a própria videohisteroscopia.

Continuação no comentário abaixo 👇

30/01/2026

Muitas mulheres só pensam na fertilidade quando decidem engravidar.

Mas o relógio biológico não espera planos, carreira, estabilidade emocional ou o “momento ideal”.

A preservação da fertilidade não é sobre engravidar agora.
É sobre não perder a chance de escolher no futuro.

Cada mulher nasce com um número limitado de óvulos.
Com o passar dos anos, eles diminuem em quantidade e em qualidade, e isso acontece mesmo quando o ciclo menstrual é regular.
Por isso, conhecer sua reserva ovariana, avaliar seus óvulos e conversar cedo sobre preservação pode mudar completamente a sua história reprodutiva.

Planejamento é cuidado.
Antecipação é estratégia.
Informação é liberdade.

Fertilidade se avalia.
Fertilidade se antecipa.
Fertilidade se preserva.

🔗 ipgo.com.br | saude@ipgo.com.br

🤍 Acolhimento é parte do tratamentoMais do que tecnologia, a fertilização humana precisa de humanidade.No Dia da Visibil...
29/01/2026

🤍 Acolhimento é parte do tratamento

Mais do que tecnologia, a fertilização humana precisa de humanidade.

No Dia da Visibilidade Trans, reforçamos o nosso compromisso com um cuidado reprodutivo baseado em respeito, escuta ativa e linguagem inclusiva — porque saúde também é sentir-se seguro para ser quem se é.

🌱 Gerar vida começa com um ambiente de confiança.
🌈 Aqui, todas as identidades são bem-vindas.

ipgo.com.br | saude@ipgo.com.br

Acolhimento SaúdeComRespeito

28/01/2026

Na reprodução assistida, avaliar os óvulos não é um detalhe técnico. É o principal ponto de partida que ora definir todo o tratamento.

É compreender a reserva ovariana, qualidade, ritmo de envelhecimento, resposta hormonal e todo o histórico reprodutivo.

Sem esse olhar, protocolos viram tentativas.
Com esse olhar, o tratamento vira estratégia.

Porque não é só sobre engravidar. É sobre entender limites. Reorganizar caminhos. Criar estratégias reais. E evitar que a fertilização se transforme em decepção.

Quando olhamos com profundidade para os óvulos, não estamos apenas analisando células.

Estamos cuidando do começo de uma vida.

E todo começo merece ser levado a sério.

As informações contidas nas publicações deste perfil são de uso educacional e informativo: não substituem o aconselhamento adequado de um médico. Procure sempre a ajuda de um profissional especializado.

Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 RQE 42074
Título Especialista Reprodução Assistida: RQE 42074-1
IPGO - Medicina da Reprodução

27/01/2026

Cuidar da saúde do seu útero é tão importante quanto ter bons óvulos e embriões.

É o útero que interpreta os sinais hormonais, regula a inflamação, controla a resposta imunológica e define o momento exato da implantação.

Um embrião geneticamente perfeito, blastocisto euploide, não implanta em um ambiente que não está preparado para recebê-lo.

Avaliar o útero é mais que a obrigação, é um dever. É necessário investigar a anatomia, receptividade endometrial, vascularização, microbiota, inflamações silenciosas, trombofilias e o impacto do tempo biológico.

Preservar o útero é tratar com precisão, evitar intervenções desnecessárias e respeitar sua fisiologia.
Porque fertilidade não é apenas produzir embriões.
É criar um ambiente capaz de sustentá-los.

Na reprodução humana, útero, óvulo e embrião caminham juntos.
Ignorar um deles é comprometer todo o processo.

As informações contidas nas publicações deste perfil são de uso educacional e informativo: não substituem o aconselhamento adequado de um médico. Procure sempre a ajuda de um profissional especializado.

Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 RQE 42074
Título Especialista Reprodução Assistida: RQE 42074-1
IPGO - Medicina da Reprodução

Um detalhe extremamente importante nos tratamentos de fertilização, é que o médico não se restrinja a pedir os exames qu...
26/01/2026

Um detalhe extremamente importante nos tratamentos de fertilização, é que o médico não se restrinja a pedir os exames que sejam exclusivamente para o seu tratamento de fertilização.

Ele deve ampliar o leque dos seus exames para outros problemas que devem ser prevenidos, como problemas de câncer, por exemplo, tanto para a mulher como para o homem.

Contamos isso porque há alguns meses Dr Arnaldo Cambiaghi atendeu uma paciente em uma primeira consulta para a fertilização e logo na primeira consulta ele fez um ultrassom transvaginal, um exame ginecológico e fez um exame de mamas também e foi percebido algo pela apalpação das mamas, então ele pediu uma mamografia que apresentou um espessamento e encaminhou para o mastologista que indicou uma biópsia da mama e era um câncer de mama. E o que aconteceu ? a paciente deveria fazer uma cirurgia e uma quimioterapia também. E aí o seu tratamento de fertilização foi suspenso.

Mudamos de rota, para uma estimulação ovariana para congelamento dos óvulos antes do tratamento oncológico para poder engravidar no futuro. E assim foi feito.

É muito importante que se faça essa avaliação. Imagine se esse diagnóstico fosse feito quando ela, já grávida com 4 ou 5 meses? Seria uma tragédia total.

São esses pequenos detalhes que fazem uma grande diferença.

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22/01/2026

Se você tem endometriose e descobriu um endometrioma no ovário, provavelmente já sentiu medo.
Medo da dor. Medo da cirurgia. Medo, principalmente, de perder suas chances de engravidar.

E eu quero que você saiba algo muito importante: hoje nós temos alternativas.

Uma delas se chama ESCLEROTERAPIA.

O endometrioma é um cisto de endometriose dentro do ovário. Durante muitos anos, o único caminho era a cirurgia. O problema é que, muitas vezes, junto com o cisto, acaba se perdendo também uma parte do ovário saudável… e isso pode diminuir a reserva ovariana, que é justamente o que protege o seu potencial reprodutivo.

A escleroterapia é uma técnica moderna, menos invasiva, pensada para tratar o cisto sem machucar o ovário.
Nós aspiramos o conteúdo do endometrioma, guiados pelo ultrassom, e colocamos um medicamento dentro dele por alguns minutos. Esse medicamento faz o cisto “murchar” e cicatrizar por dentro, sem precisar retirar parte do ovário.

Ela é especialmente indicada para mulheres que desejam engravidar, que vão fazer fertilização in vitro, que já passaram por cirurgia ou que precisam proteger ao máximo seus ovários.

Os estudos mostram bons resultados, preservação da função ovariana e uma taxa média de recidiva em torno de 14%, semelhante ao procedimento cirúrgico. Ou seja, na maioria das mulheres, o cisto não volta.

A escleroterapia não é para todos os casos. Mas, para muitas mulheres, ela representa algo muito maior do que pode se imaginar. Representa a possibilidade de cuidar da endometriose sem a necessidade de cirurgia e colocar em risco a reserva ovariana.

É A FERTILIZAÇÃO COM PRECISÃO .

• Cohen et al., 2017 (Fertility and Sterility)
• Azizova et al., 2024 (Cardiovasc Interv Radiol)
• André et al., 2011 (Einstein):
• García-Tejedor et al., 2025 (Arch Gynecol Obstet)

As informações contidas nas publicações deste perfil são de uso educacional e informativo: não substituem o aconselhamento adequado de um médico. Procure sempre a ajuda de um profissional especializado.

Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 RQE 42074
Título Especialista Reprodução Assistida: RQE 42074-1
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Chegou a 11ª edição do Jornal RESOLVE – Guia da Saúde Reprodutiva e Bem-Estar.A matéria principal destaca um dos tem...
22/01/2026

Chegou a 11ª edição do Jornal RESOLVE – Guia da Saúde Reprodutiva e Bem-Estar.

A matéria principal destaca um dos temas mais modernos da medicina reprodutiva: a microbiota endometrial e sua influência na fertilidade, abordando sua relação com a receptividade uterina, inflamação silenciosa, falhas de implantação, endometriose e os momentos corretos para investigação.

Ao longo do jornal, você encontrará conteúdos essenciais sobre:

* Microbiota endometrial e ambiente uterino
* Testosterona e infertilidade masculina
* Escolha de embriões e te**es genéticos (PGT-A, PGT-M e compatibilidade genética)
* Disruptores endócrinos e o impacto da poluição invisível na fertilidade
* Influência do sono, estresse, peso e atividade física no equilíbrio hormonal
* E muito mais...

O Jornal RESOLVE foi criado para traduzir a ciência de forma clara, combater a desinformação e apoiar mulheres e homens na compreensão do próprio corpo, da fertilidade e das decisões reprodutivas.

Para baixar clique no link da BIO ou nos meus destaques “Jor. RESOLVE”.

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💉 A coleta de óvulos na FIV causa danos aos ovários?👉 Não! Esse é um mito muito comum.A coleta de óvulos é um procedimen...
19/01/2026

💉 A coleta de óvulos na FIV causa danos aos ovários?
👉 Não! Esse é um mito muito comum.

A coleta de óvulos é um procedimento seguro, simples e minimamente invasivo.
Durante o processo, uma agulha fina aspira o líquido dos folículos ovarianos, e o óvulo vem junto. Esse pequeno orifício se fecha naturalmente, de forma semelhante a uma injeção.

✨ O que é importante saber:
✔️ Não há dano à anatomia do ovário
✔️ Não compromete o funcionamento ovariano
✔️ Não altera as menstruações futuras
✔️ A quantidade de óvulos coletados não causa prejuízo
✔️ Mesmo mais de uma coleta pode ser realizada com segurança, quando bem indicada

Os óvulos coletados naquele ciclo já seriam eliminados naturalmente pelo organismo. A FIV apenas permite que eles sejam utilizados de forma planejada e cuidadosa, aumentando as chances de gravidez.

📌 Sempre converse com uma equipe especializada para esclarecer dúvidas e receber orientações personalizadas.

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Chegou a 11ª edição do Jornal RESOLVE – Guia da Saúde Reprodutiva e Bem-Estar.A matéria principal destaca um dos temas m...
15/01/2026

Chegou a 11ª edição do Jornal RESOLVE – Guia da Saúde Reprodutiva e Bem-Estar.

A matéria principal destaca um dos temas mais modernos da medicina reprodutiva: a microbiota endometrial e sua influência na fertilidade, abordando sua relação com a receptividade uterina, inflamação silenciosa, falhas de implantação, endometriose e os momentos corretos para investigação.

Ao longo do jornal, você encontrará conteúdos essenciais sobre:

* Microbiota endometrial e ambiente uterino
* Testosterona e infertilidade masculina
* Escolha de embriões e te**es genéticos (PGT-A, PGT-M e compatibilidade genética)
* Disruptores endócrinos e o impacto da poluição invisível na fertilidade
* Influência do sono, estresse, peso e atividade física no equilíbrio hormonal
* E muito mais...

O Jornal RESOLVE foi criado para traduzir a ciência de forma clara, combater a desinformação e apoiar mulheres e homens na compreensão do próprio corpo, da fertilidade e das decisões reprodutivas.

Para baixar clique no link da BIO ou nos meus destaques “Jor. RESOLVE”.

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15/01/2026

Uma das frases que mais me incomodam na prática clínica é ouvir que “ab**to é algo normal” e que, por isso, não mereceria investigação;nem após o primeiro, muitas vezes nem após o segundo.

O ab**to não é apenas um trauma emocional e psicológico. Ele também é um trauma físico.

Em muitos casos, são necessárias intervenções uterinas, como curetagem ou AMIU. A curetagem é um procedimento cirúrgico hospitalar, com anestesia. Mesmo quando bem realizada, é uma agressão ao útero e pode evoluir com complicações potencialmente graves.

Entre elas estão perfurações uterinas , o surgimento de malformações arteriovenosas (MAV), decorrentes da agressão endometrial, e as sinéquias uterinas (aderências intrauterinas), que podem ser persistentes, de difícil tratamento e exigir múltiplas cirurgias, nem sempre com sucesso, independentemente da experiência do cirurgião. Em alguns casos, é necessário o uso de barreiras antiaderenciais para tentar reduzir novos danos.

Por isso, sempre que ocorre um primeiro ab**to, defendo que seja feita uma investigação adequada e responsável. Da mesma forma, mulheres ou casais com histórico sugestivo de risco devem ser avaliados antes de uma nova tentativa.

O fator masculino é frequentemente negligenciado. A fragmentação do DNA espermático, por exemplo, pode estar diretamente associada a falhas de implantação e perdas gestacionais.

Além disso, existem exames simples e acessíveis que ajudam a identificar distúrbios hormonais, metabólicos, trombofilias e alterações imunológicas.

São detalhes que podem evitar algo extremamente dramático: uma perda fetal.

Só quem passou por isso sabe o quanto o ab**to é devastador — emocionalmente e, muitas vezes, fisicamente.

🔶 Se quiser saber mais detalhes, procure na BIO onde eu falo sobre este assunto: no site, e-book “ABORTOS PODEM SER EVITADOS” e nos meus livros publicados.

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