08/12/2025
É mito. Aterro sanitário e lixão não são a mesma coisa!
Essa confusão ainda acontece porque, por muito tempo, o descarte de resíduos no Brasil foi feito sem critério técnico, o que acabou associando qualquer área de disposição final a impactos negativos.
Mas a realidade é outra...
🔹 O lixão é ausência de controle. Não há impermeabilização do solo, tratamento de chorume, captura de gases nem monitoramento ambiental. O resultado é contaminação, risco sanitário e impacto direto no território.
🔹 Já o aterro sanitário moderno é uma estrutura de engenharia ambiental. Opera com sistemas de impermeabilização, drenagem e tratamento de chorume, controle de emissões, monitoramento contínuo e gestão técnica qualificada, sempre em atendimento rigoroso às normas ambientais.
Quando bem gerido, é uma solução ambientalmente adequada para os rejeitos que não podem ser reciclados ou reaproveitados.
Na , essa diferença é prática!
A operação envolve investimentos contínuos em tecnologia, equipes técnicas e profissionais altamente especializados, controle ambiental, segurança operacional e rastreabilidade, assegurando a proteção do solo, dos recursos naturais e da comunidade do entorno. Além disso, há a geração de biogás a partir da captação do biometano proveniente dos resíduos aterrados, contribuindo para a redução de impactos climáticos.
Separar mito de realidade é essencial para qualificar o debate sobre resíduos e avançar em soluções que realmente fazem sentido do ponto de vista ambiental.
👉 Para aprofundar esse debate, o portal ESG Inside publicou um artigo do gestor de aterros do Grupo Multilixo, Fabio Zampirollo, que detalha, do ponto de vista técnico e ambiental, a diferença entre lixão e aterro sanitário:
🔗 https://bit.ly/48EiTRs