Ciclismo e Musculação

Ciclismo e Musculação excelente Dietas
Treinos
metodos

treinar em jejum ajuda no aumento da sensibilidade à insulina, o que potencializa a eficiência do organismo em metaboliz...
29/12/2020

treinar em jejum ajuda no aumento da sensibilidade à insulina, o que potencializa a eficiência do organismo em metabolizar os alimentos, aumenta a produção do hormônio GH, conhecido como o hormônio do crescimento, que tem papel importante na lipólise e no ganho de massa magra, também regula os níveis de cortisol, ajuda no emagrecimento de quem precisa perder pouca gordura e está com resultados estagnados, aumenta a capacidade enzimática,

19/12/2020

Ciclismo e Musculação vem trazendo bons resultados estéticos e psicológicos 🚴‍♂️⚖️💪

Treino do fds
14/12/2020

Treino do fds

Para f**ar assim e só tomar umas paradas que f**a né?PRA FICAR ASSIM VOCÊ PRECISA TREINAR ATÉ PASSAR MAL. FAZER DIETA AT...
25/11/2020

Para f**ar assim e só tomar umas paradas que f**a né?

PRA FICAR ASSIM VOCÊ PRECISA TREINAR ATÉ PASSAR MAL. FAZER DIETA ATÉ FICAR SEM ENERGIA, COMER PONTUALMENTE 6X DIA 365 DIAS POR ANO, ABDICAR DE MUITAS PESSOAS, DOS PRAZERES DA VIDA .. E USAR UMAS PARADAS😉

📝🧬

NÃO TENHA MEDO DE ESCOLHER UM CAMINHO DIFERENTE DOS OUTROS Ciclismo e Musculação
06/11/2020

NÃO TENHA MEDO DE ESCOLHER UM CAMINHO DIFERENTE DOS OUTROS
Ciclismo e Musculação

Treino em jejum com o parça
04/11/2020

Treino em jejum com o parça

Dieta: quando você faz seu corpo muda, se não mudar é porque não está fazendo😉 📝🧬
04/11/2020

Dieta: quando você faz seu corpo muda, se não mudar é porque não está fazendo😉


📝🧬

Mecanismo de Ação da testosteronaMRJP & Complementado por um texto traduzido de Bill Roberts.A testosterona presente no ...
06/10/2020

Mecanismo de Ação da testosterona

MRJP & Complementado por um texto traduzido de Bill Roberts.

A testosterona presente no sangue se liga a uma proteína transportadora da superfície da membrana chamada megalina (membro da superfamília de receptores lipoprotéicos de baixa densidade de proteínas endocitadas) e o complexo sofre endocitose adsortiva. Uma vez no citoplasma celular, sob ação dos lisossomos, ocorre hidrólise do complexo (globulinas ligadoras associadas aos esteróides)(34) e os mesmos podem agir sobre os receptores androgênicos (presentes no próprio citoplasma e também no compartimento nuclear(26)). Uma pequena parcela de hormônio pode atravessar a membrana por difusão, devido sua conformação lipofílica e pequena. Vale ressaltar que não é somente a testosterona livre (não ligada ao SHBG) que exerce atividade biológica(37), uma vez que o complexo androgênio-SHBG, é também endocitado sob ação da megalina, sendo a presença dessa necessária para a internalização ótima desse complexo(38).

O receptor androgênico está comumente ligado a proteínas 90, que o mantém em estado inativo e regulam sua afinidade pelo hormônio(27). Após a ligação do hormônio (complexo AR-H), essas proteínas são liberadas e o receptor fosforilado, atingindo alterações conformacionais necessárias para a translocação e dimerização(28). Essa ligação é necessária para a atividade transcricional do receptor(29). Uma vez no núcleo, tanto pelos receptores que já estão la como pelos que foram translocados, o complexo é dimerizado e se liga ao ARE (elemento responsável pela resposta androgênica do DNA) que é responsável pelo início da transcrição (síntese de RNAm a partir do DNA). Uma vez ligado, outras proteínas reguladoras da transcrição e co-ativadores podem se ligar ao complexo AR-H-ARE para estabilizar a promoção do gene regulado(30)(31) e determinar a taxa da transcrição. O RNAm resultante do estímulo androgênico é processado e transportado ao ribossomo onde ocorrerá a tradução (síntese protéica). Alguns fatores de crescimento (IGF, KGF e EGF) e a proteína quinase A podem induzir a atividade transcripcional do AR na ausência de ligantes(32)(33). Esse mecanismo é conhecido como mecanismo direto ou genômico, e foi responsável por um aumento de 46% na síntese da miosina de cadeia pesada, a principal proteína da contração(4).

Mesmo na ausência de Ars, observou-se ação anabólica e/ou androgênica desses compostos em diversos tecidos(10) e esta observação revela a presença de uma mecanismo de ação indireto, independente dos receptores. A taxa de ação direta ou indireta exercida pelo andrógeno em determinado tecido está intimamente ligado a sensibilidade dos mesmos a esses efeitos(10).

Os mecanismos indiretos, ou não-genômicos, envolvem uma ação anti-glicocorticóide (testosterona funciona como um antagonista dos glicocorticóides circulantes e possui alta afinidade pelos receptores glicocorticóides)(5)(6), uma interação com o sistema IGF-1 (a testosterona é necessária para a síntese local de IGF-1)(7), uma regulação do gene da miostatina (provavelmente a testosterona inibe o gene da miostatina, que é um regulador negativo do crescimento muscular)(8) e um estímulo às células satélites (células responsáveis pelo reparo muscular)(35).

Recentemente observou-se uma outra forma de mecanismo indireto de ação dos esteróides, que é a sua ação como mediador de fatores de transcrição secundários, podendo agir na regulação de mediadores parácrinos e autócrinos da expressão gênica, e também sua capacidade de interferir na secreção de outros hormônios que vão mediar os efeitos androgênicos em tecidos distantes(9). Acredita-se ainda em algumas ações resultantes da interação entre proteína carregadora de andrógenos plasmáticas com receptores extracelulares(10). Os efeitos mais conhecidos dessa forma de ação “não-genômica” dos esteróides são:

º aumento do IGF-1 e IGF-1 RNAm produzido no fígado e localmente(11)(12).

º desacoplamento dos glicocorticóides de seus receptores e interferência na ligação desses compostos e elementos responsivos ao glicocorticóide(13)(14)(15).

º liberação de diversos fatores autócrinos conhecidos como “andromedinas”, entre elas: fator de crescimento induzido pelo andrógeno, fator do crescimento derivado do schwannoma, fator de crescimento queratinócito e fator de crescimento fibroblástico(16)(17)(18).

º influxo transmembrana de cálcio extracelular(19)(20)(21).

º ativação de um sinal extracelular relacionado a cascata das quinases através da ligação com um receptor extracelular não identif**ado(22).

Alguns esteróides, na tentativa de dissociar ao máximo as características anabólicas e androgênicas, acabam tendo uma baixa afinidade pelo receptor androgênico(23)(24) e o mecanismo de ação desses compostos, mediado por esse receptor, ocorre somente em algumas situações, como: 1) excessivo metabolismo intracelular do esteróide de baixa afinidade em compostos com alta afinidade; e 2) deslocamento dependente da concentração do receptor ligado a testosterona e ao DHT pelo agente anabólico(25).

A excreção do esteróide se da pela urina, fezes e suor. Alguns esteróides, como a testosterona, são variáveis e podem se converter irreversivelmente em DHT (DiHidroTestosterona) pela ação da enzima 5-alfa-redutase ou se converter em estrógeno pela enzima aromatase, em um processo conhecido como aromatização. A DHT tem maior afinidade pelo receptor androgênico (0.46, enquanto a testosterona possue 0.23)(34). A constante de dissociação do DHT é ao redor de 0.25-050nM e da testosterona é de 0.4-1.0nM o que mostra a maior potência do DHT (algo entre 2:1 a 10:1)(34)

Reações Enzimáticas e Conversões

Esteróides anabólicos, quando introduzidos no corpo, não necessariamente permanecem inalterados. Processos enzimáticos os convertem freqüentemente em moléculas diferentes. Isto é verdadeiro para pré-hormônios: androstenediona não necessariamente permanecerá como androstenediona, mas algumas destes serão convertidas à testosterona. Embora aquele exemplo seja bem conhecido, muitas outras conversões enzimáticas de esteróides são menos famosas.

1. Esterases: enzimas que trabalham retirando o éster do esteróide e também esterif**ando o mesmo. As esterases não agem bem em esteróides 17α-alquilado, porque a alquilação bloqueia a aproximação da enzima ao éster.

Esteróides anabólicos introduzidos por injeção intramuscular são frequentemente (não sempre) versões esterif**adas de dr**as afins. Esta esterif**ação melhora a solubilidade do esteróide em óleo e reduz a solubilidade em água: o resultado é que a droga esterif**ada permanece depositada principalmente na gordura, e a droga afim é liberada lentamente para o fluxo sanguíneo ao longo do tempo.

As enzimas que executam esta transformação são chamadas de esterases, e estão extensamente presentes no corpo. Além de permitir o uso de dr**as esterif**adas, elas têm outro efeito: também podem trabalhar na direção inversa. Em vez de remover um ester da droga esterif**ada, elas podem acrescentar um ester à droga afim. Isto pode aumentar a vida da droga no corpo.

2. 3Beta Desidrogenase Hidroxiesteróide (3bHSD): essa enzima trabalha convertendo o grupo keto da posição três do esteróide para um grupo hidroxi na mesma posição (e vice versa).

A ultima ação é observada quando o androdiol é convertido a testosterona por esta enzima. O primeiro é visto quando o DHT é convertido a androstanediol (não androstenediol) em tecido muscular (esta é a razão porque o DHT não é um anabólico ef**az em tecido muscular). Proviron também sofre esta transformação e é desativado no tecido muscular.

A conversão do DHT para androstanediol também acontece em tecido do couro cabeludo, e androstanediol pode ser relevante na calvice. Trabalhando a enzima em duas direções, não pode converter completamente um esteróide keto ao hidroxi, ou vice-versa, porque algo do que é convertido atuará novamente e voltará a seu estado original. Assim, haverá sempre uma mistura das duas combinações. Em alguns casos, a mistura poderia favorecer um lado do balança.

3bHSD é distribuído amplamente no corpo.

5. 17Beta Desidrogenase Hidroxiesteróide (17bHSD): essa enzima trabalha convertendo o grupo keto da posição 17 do esteróide para um grupo hidroxi na mesma posição (e vice versa).

7. Aromatase: essa enzima remove o grupo 19 metil e aromatiza o anel. São formados três laços dobrados e alternados no anel (todo processo que apresentar essa conformação chama-se aromatização). Ela trabalha em uma só direção.

Aromatase não pode trabalhar sobre o DHT, Proviron, Winstrol, oxandrolone, Halotestin, ou Primobolan, e não há nenhuma prova que possa agir em trenbolone. Não está claro se age em Anadrol ou talvez em um metabólito de Anadrol. Parece não haver nenhuma evidência científ**a que Anadrol aromatiza para estrógeno, fato mostrado por Pat Arnold. Pode ser que não tenha atividade estrogênica alguma, mas atividade progestogênica.

3. 5Alfa-redutase: essa enzima converte um esteróide com duplo anel entre o carbono quatro e cinco para um com um único anel entre eles. Existem dois tipos de enzimas (isozimas), as de tipo dois (presentes na próstata) e as de tipo um (presentes no couro cabeludo e na pele).

6. 3-oxosteróide-4,5-isomerase: essa enzima altera a dupla ligação entre a posição 5 para a posição quatro.

Esta enzina não é de interesse, a não ser que a pessoa esteja preocupada com a conversão do DHEA ou um dos produtos 5-andro para testosterona, por essa enzima alterar a dupla ligação.

Enzimas P450: essas enzimas podem hidroxilar esteróides desativando os mesmos e tornando o esteróide mais solúvel e mais facilmente excretável.

Alguns sugeriram inibir as enzimas P450 para serem mais 'explosivas' diante de certa quantidade de esteróide; mas a idéia é pobre, porque há muitas enzimas P450 que podem agir dessa forma sobre os esteróides, e estas enzimas são importantes para o metabolismo de muitas outras coisas do que somente esteróides.. Onde poderia haver alguma relevância é se uma droga for tomada e aumentar a quantidade de enzimas P450; por exemplo, rifampin. Isto reduziria provavelmente a eficácia dos esteróides aumentando sua velocidade de metabolismo.

4. UDP-glucuronisiltransferase (UDPGT): liga uma molécula de um açúcar ao esteróide tornando-o inativo, mais solúvel em água e mais prontamente excretável.

Regulação dos receptores de andrógenosPretende-se que este artigo não substitua o conselho e opinião de um profissional ...
27/09/2020

Regulação dos receptores de andrógenos

Pretende-se que este artigo não substitua o conselho e opinião de um profissional de saúde autorizado. Consulte um médico antes de tomar qualquer medicamento.

Uma das convicções mais comuns relativas ao uso de esteróides anabólicos/androgênicos (AAS) é que o receptor de andrógeno (AR) é o regulador baixo como resultado de tal uso. Isto foi repetidamente reivindicado em muitos livros e artigos, e constantemente é reivindicado em anúncios. Se já ouvi uma vez, ouvi mil vezes. Se estivesse sendo declarado como uma hipótese absurda, sem implicações práticas, sem decisões que possam estar baseadas na declaração, isso poderia ser de pouca importância.

Infelizmente, esta afirmação é usada para apoiar todos os tipos de argumentos e péssimos conselhs no uso prático de ésteróides. Assim, o erro é grande.

Olharemos de perto para este assunto neste artigo. Porém, as conclusões podem ser resumidas como segue:

o Não há nenhuma prova científ**a que a regulação baixa de AR ocorre na musculatura humana, ou em qualquer tecido, em relação a níveis suprafisiológicos de AAS

o Onde foi observada a atividade reguladora baixa de AAS em cultura de células, estes resultados não se aplicam porque a regulação baixa não se refere a quaisquer níveis normais de andrógeno, mas para nível zero de andrógeno, ou o estrógeno poderia ser o fator causativo, ou os métodos de ensaio poderiam ter sido inexatos para o objetivo procurado, ou mais freqüentemente uma combinação dos problemas apontados faz com que o resultad0o não seja aplicável para o assunto do uso de uso suprafisiológico de andrógenos pelos atletas.

o regulação alta de AR em resposta a níveis suprafisiológicos de andrógenos em culturas de células foi observada repetidamente nas experiências que utilizavam métodos apropriados de ensaio e livre dos problemas anteriores.

o regulação baixa de AR em relação a AAS não se harmoniza com resultados reais de mundo fático obtidos por fisiculturistas, considerando que a regulação alta concorda com os resultados de mundo. (Posição neutra, onde os níveis no músculo humanos poderiam ser estimados a não ser alterados em resposta a altos níveis de andrógeno, não é atualmente contestada).

o que os argumentos "teóricos" lançados pelos defensores da regulação baixa de AR estão sem conteúdo.

A convicção que os receptores de andrógeno regulam abaixo em resposta ao andrógeno é um dos conceitos mais infundados e absurdos em fisiculturismo.

Isto pode parecer talvez uma pesada condenação daquele ponto de vista, considere que as afirmações de regulação baixa vistas em livros como na Revista Mundial dos Anabólicos (World Anabolic Review), sexto assunto, do Manual Underground dos Anabólicos, II volume, etc. são apresentadas com absolutamente prova alguma para a fundamentar. Os autores confirmam regulação baixa tão somente. Eles fizeram isto tantas vezes que muitas pessoas pensam que isto é lei. Neste artigo lhe será proporcionada prova, e a evidência não fundamenta as afirmações deles.

----------------------------------------------------------------------------

Aspectos de Regulação - Signif**ado da regulação

"Regulação" de um receptor se refere ao controle dos receptores por célula. "Sensibilidade", ao contrário, se refere ao grau de atividade de cada receptor. Em muitos casos, é possível que os receptores de uma célula se sensibilizem ou dessensibilizem em relação a uma droga ou hormônio, independentemente do número de receptores. Semelhantemente, é possível que os receptores realizem a regulação alta ou a regulação baixa, aumentando ou diminuindo em número, independentemente de qualquer mudança em sensibilidade.

Se a sensibilidade permanece a mesma, então regulação alta trará resposta melhor à mesma quantidade de droga ou hormônio, e a regulação baixa resultará em menor resultado.

Assim se nós estivermos discutindo a regulação do receptor de andrógeno, nós estamos discutindo quantos ARs estão presentes por célula, e como isto pode mudar.

Mudanças em regulação devem, por necessidade, estar entre dois estados diferentes, por exemplo, níveis de hormônio. No caso de fisiculturismo, estamos interessados em níveis suprafisiológicos vs. níveis normais (ou talvez, um nível suprafisiológico mais alto vs um nível suprafisiológico mais baixo). Na maioria das pesquisas realizadas, a comparação se faz freqüentemente entre os níveis normais e níveis zero, ou no estado de castração.

Podemos descrever regulação com os dois níveis, em qualquer ordem. Regulação mais alta enquanto diminuem os níveis normais a zero, enquanto os níveis aumentam de zero para o normal, será regulação mais baixa; é a mesma coisa, mas na direção contrária.

O termo a ser usado dependerá do contexto, mas não muda o signif**ado, tão logo se compreenda a direção da mudança do nível de hormônio.

Se a regulação alta ocorre à medida em que os níveis decrescem do normal para zero, como ocorre provavelmente em alguns tecidos, isto em nada influiria no que pudesse acontecer à medida em que os níveis aumentem acima do normal. Não prova que a regulação baixa ocorreria. Seria um grande erro tomar um estudo comparativo dos níveis normais e dos níveis zero e utilizá-lo para discutir os efeitos dos níveis suprafisiológicos. Tais erros infelizmente, são cometidos pelos autores em fisiculturismo.

Formas de regulação

Falando em termos gerais, há três coisas que controlam o número de receptores. Para entendê-los, revisemos rapidamente o ciclo de vida de um AR individual.

Há um único gene no DNA de cada célula que codif**a para o AR. No processo de transcrição, o código de DNA é copiado a mRNA. A taxa (freqüência) deste processo pode ser aumentada (promovida) ou diminuída (reprimida) dependendo de como as outras proteínas estão ligadas ao DNA. Aumento ou diminuição desta taxa pode ser uma forma de regulação: quanto mais AR no mRNA é produzido, enquanto todos os demais permanecem iguais, tanto mais AR será encontrado. Porém, todas as outras coisas serão raramente idênticas.

Se a eficiência for de 100%, cada mRNA será usado por um ribosomo para produzir um AR, que é uma molécula de proteína. O processo de produção de proteína a partir do código de mRNA é chamado tradução. Na prática a eficiência não é 100%. Alterações de eficiência de tradução também podem ser uma forma de regulação.

O terceiro fator que contribui para a regulação é a taxa de perda de ARs. Se a célula produz x ARs por hora, e sua meia vida é de 7,5 horas, então o número de ARs será mais alto que se fossem produzidos à mesma taxa, mas que a sua meia vida seja de apenas 3,3 horas. Assim, o controle da taxa de mudança, ou alteração na meia-vida, pode ser outra forma de regulação.

--------------------------------------------------------------------------------

Os Argumentos para Regulação Baixa - Argumentos da literatura popular

Eu devo a um de meus colegas da 'Dieta Suja' por ter contribuído para estes primeiros argumentos, que são de um dos seus artigos publicados. Jamais poderia pensar nisso sozinho:

"Os usuários de anabólicos certamente possuem elevados níveis de andrógenos, mas têm poucos receptores de testosterona nos seus músulos.… O paradoxo para os fisiculturistas naturais é que eles têm muitos receptores, mas não muita testosterona".

Resposta: não há nenhum estudo na literatura para demonstrar tal afirmativa. A declaração anterior é uma mera afirmação, e não pode ser aceita como prova que o uso de AAS em atletas faz regulação baixa do AR.

"Os usuários de anabólicos têm mais andrógenos do que precisam, assim o seu treinamento deveria ser orientado exclusivamente para reabrir os receptores de testosterona".

Esta declaração trata do assunto da sensibilidade, não de regulação, mas novamente a afirmação não tem consistência. Usuários de anabólicos encontram valor no uso incrementado de andrógenos, e usuários avançados poderão precisar de tudo o que estão usando, simplesmente para manter a sua massa muscular acima do normal, deixando de ganhar nova massa. A referência sobre reabrir os receptores de testosterona, no melhor dos sentidos é dúbia, porque os receptores não estão fechados, nem há qualquer indicação disso na literatura científ**a de que seria o caso, ou de que certo estilo de treinamento remediaria esta circunstância (não existente).

"O grupo dos atletas treinadores naturais precisa de mais testosterona, os demais precisam de mais receptores. Cada grupo precisa do que o outro tem demais, sendo a razão para que o primeiro ciclo de anabólicos tenha mais eficácia".

A declaração que o primeiro ciclo tem mais eficácia é verdadeira, só por de coincidência em minha opinião. Mais precisamente, o ciclo se inicia com o menor peso muscular e terá mais eficácia. Isto pode ser explicado assim: quanto mais perto do ponto inicial você esteja, mais fácil é obter ganhos.

Vejamos o exemplo de alguém que obteve um excelente desenvolvimento com muitos anos de treinamento natural, e depois ganhou mais tamanho com diversos ciclos de esteróides. Daí, ele larga o seu treinamento por um ano e praticamente volte ao seu estado original sem treinamento algum.

Se ele retoma o treinamento com o uso de esteróides, seus ganhos seriam menores do que os do primeiro ciclo? Dificilmente. E se isto acontece no seu quinto ou décimo ciclo, e não no primeiro? Não há nenhum contador dentro das células musculares, para numerar quantos ciclos foram feitos. Em exemplos conhecidos, os ganhos num tal um ciclo foram maiores que os do primeiro ciclo. (Não, isso não prova regulação alta, mas é uma forte prova contra a 'teoria' da permanente regulação baixa após o primeiro ciclo).

Quanto maiores ganhos se obtém, os posteriores ganhos são mais difíceis. Isto é verdade sob quaisquer condições, não importando se os AAS estão presentes ou não.

Assim, o argumento do "primeiro ciclo" não prova nada em relação à regulação de AR.

Em todo caso, a regulação é um fenômeno de curto prazo, operando em escala de horas e de dias. Mas se fosse permanente ou de longa duração como aquele escritor acredita, então se cessar o uso do esteróide por um longo tempo, a pessoa retrocederia a um estado menor do que o alcançado naturalmente, apesar do treinamento contínuo. Por fim, a pessoa teria menos receptores trabalhando, sendo que estariam permanentemente danif**ados (supostamente) com o primeiro ciclo.

Não é o caso. Não é surpreendente, porque a "teoria" é medicalmente ridícula.

"Várias publicações recentes de fisciculturismo estamparam artigos que diziam que aumentando o nível de andrógenos no fisiculturista, assim também acontece com o nível de receptores de testosterona em seus músculos. Testosterona faz regulação alta nos receptores musculares. Não é preciso dizer que se mais receptores de testosterona existem no corpo, mais testosterona anabólica haverá. O resultado das premissas acima é que está aberta a porta para todas as espécies de excessos. "

Se "dá licença a todos os tipos de excessos" ou não, nada tem a ver com a verdade.

"Em primeiro lugar, se a teoria fosse verdadeira, pessoas sedentárias que usam andrógeno -- para contracepção, por exemplo --f**ariam enormes. O testosterona extra aumentaria o número de receptores de testosterona. Os efeitos anabólicos do testosterona f**aram cada vez mais fortes. Em realidade, pessoas sem treino, que usam esteróides têm crescimento muscular muito limitado. E f**am rapidamente imunes ao efeito anabólico do testosterona. Isso não soa como regulação alta de receptor de andrógeno, não é?"

Primeiro, ninguém reclamou de que o treinamento de peso não é necessário para o fisiculturista usuário de esteróides.. Este é um argumento de pipoqueiro. O treinamento de resistência é demonstrado pela regulação alta do receptor de andrógeno, por exemplo, e que também estimula o crescimento por outros meios. Não é surpresa se os que não treinam não ganham músculos em relação aos que treinam. O argumento que o uso exclusivo do AAS, sem treinar, não produzirá um físico de campeão não prova nada com respeito de como o receptor de andrógeno é regulado. Nem mesmo sugero algo a quem tem bom senso.

E o conceito de que a regulação alta só poderia existir numa incontrolável espiral para cima está incorreta. Para qualquer determinado nível de hormônio, haverá um determinado nível de AR. Não há mecanismo de avaliação, nem mesmo postulado, onde se conduziria para o nível de hormônio mais alto. De fato, há avaliação negativa, como regulação alta do AR no hipotálamo e pituitária como resultado a andrógeno mais alto que levaria à maior inibição da produção de LH/FSH, e então alguma redução na produção de andrógeno.

No caso de pessoas sedentárias, usaremos os exemplos do estudo NEJM, que tomou 600 mg/semana de testosterona. Não sei se experimentando estas pessoas regulação alta de AR no tecido muscular do seu esqueleto, se os números de seus receptores aumentaram em alguma porcentagem, haveria algum ponto na massa muscular aumentada onde o catabolismo emparelha com o anabolismo, sendo que o crescimento adicional não aconteceria. Nenhuma espiral fugidia de crescimento muscular seria esperada. Assim, meu colega está discutindo coisas inexistentes.

Tais pessoas, como disse ele, não f**am imunes ao efeito anabólico do testosterona: elas mantém a massa muscular alta enquanto estão na droga.

"Afinal de contas, usuários pesados de esteróides são encontrados entre os fisiculturistas.. Nesses usuários mais pesados deveria haver regulação alta dos receptores de andrógeno. Se isso fosse verdade, eis o que aconteceria: os andrógenos fariam com que os seus receptores multipliquem e ganhem mais potência pelo decurso do tempo. Se os receptores de andrógeno verdadeiramente tivessem regulação alta, os usuários de esteróides teriam seus melhores ganhos ao termino de um ciclo, e não no começo, e os fisciculturistas profissionais ganhariam mais dos seus ciclos do que os principiantes"

Não há razão alguma para pensar que regulação alta faria com que os seus receptores multipliquem e ganhem mais potência pelo decurso do tempo. O controle de regulação é bastante rápido.

O conceito que a atividade de AR é medida através de "ganho" é simplesmente ridículo. A função do AR ativado não é produzir ganhos de per si, mas aumentar a síntese de proteína. Isso só resultará em ganhos se o catabosmo muscular for menos que o anabolismo. À medida que a massa muscular f**a maior, assim o faz o catabolismo. Em algum ponto sob estímulo hormonal e treinamento, o equilíbrio é alcançado, e não há nenhum ganho adicional. Com o uso de alta dose de AAS, aquele ponto está mais distante para massa muscular do que se os níveis de andrógeno estivessem normais. O conceito de que os esteróides não funcionam para o fisiculturista que mantém massa muscular mais de 40 lb de do que ele poderia conseguir naturalmente, e que poderia ainda ter ganhos lentos (mas não tão rapidamente como no primeiro ciclo) é no melhor dos casos, um exemplo pobre.

Dose moderada de esteróides, mesmo que sejam eficientes para saturar o AR, não levam alguém até onde os esteróides de dose alta poderiam.. A diferença não pode ser creditada ao aumento da porcentagem de receptores ocupados, desde que quase todos estão ocupados em qualquer caso.

O que sobra de possibilidades? Mais receptores, ou atividade de não receptor-mediada.

Existem evidências de que os músculos são mais responsivos ao mesmo nível de andrógeno depois de terem sido expostos a alta dose de andrógeno ? Isso seria o caso, pelo menos temporariamente, se acontecesse regulação alta. A resposta é sim, há tal evidência, como piada. Se um ciclo breve (2 semanas) de alta dose de AAS com o uso de ester de acetato de curta atividade, pode ser aumentada a atividade androgênica, relativo à linha base, nas semanas 3 e 4 embora o andrógeno exogenamente aplicado esteja há muito tempo fora do sistema. Isto é o que seria esperado se a regulação alta acontecesse. Não pôde ser o caso se signif**ativa regulação baixa acontecesse.

"Mais duradouro o tratamento, mais os usuários são obrigados a tomar dr**as para compensar a perda da potência".

Isto é simplesmente falso. Não conheço nenhum caso de usuários de esteróides que tenham achado ter perdido massa muscular enquanto permaneciam na mesma dose. O ilógico da afirmação está na confusão entre cessação ou redução de ganhos com cessação dos efeitos. Dever-se-ia olhar para "Que peso muscular o corpo está adquirindo com este estímulo hormonal e com exercícios?"

Com dose mais alta de AAS, aquele ponto de contagem é mais alto. Uma vez que quase é alcançado ou por alcançar, certamente os ganhos se tornam mais lentos ou param. E além disto, se o corpo não alcançou completamente a massa mais alta que seria possível com um determinado nível de AAS, é mais difícil, por muitas razões, para o corpo crescer depois de crescimento razoável recente. Há necessidade de tempo antes de estar novamente pronto para crescer novamente um pouco mais. Isto é observado mesmo se esteróides estiverem presentes ou não.

É ilógico e hilariante relacionar taxa de ganhos com AR. Eu suponho que pensem que o AR faz regulação baixa depois dos primeiros 6 meses do treinamento natural. Afinal de contas, os ganhos diminuem no caso.

"A regulação alta de andrógeno ocorreria em cada músculo, não somente nos músculos exercitados. Conseqüentemente, um usuário de anabólicos, cujo treinamento fosse apenas seus braços, deveria ter crescimento de panturrilha. Este não é o caso, nem para profissionais. Eu desejaria que isto fosse verdade, pois eles não pareceriam tão idiotas com os braços enormes panturrilhas fracas. Não preciso continuar demonstrando que a teoria está redondamente errada. É refutada diáriamente pelas experiências dos fisiculturistas que usam anabólicos, como pela pesquisa ".

Novamente, ninguém reclama que o treinamento não é necessário para os músculos. Ninguém jamais disse que o uso exclusivo do AAS é suficiente para induzir ao crescimento muscular depois de passado o estado de não treinamento. Esta mesma lógica usada acima poderia ser utilizada para afirmar que os esteróides não têm qualquer atividade. Se tivessem, então não seria necessário o treinamento de panturrilhas, você simplesmente treinaria seus braços.

A afirmativa de que a regulação alta é refutada diariamente pela experiência de fisiculturistas, ou pela pesquisa, é somente isto: uma afirmativa.

"O fato é que níveis de andrógeno excessivos induzem à perda rápida de receptores de testosterona muscular".

O fato é, que o autor teve que citar alguns diários totalmente obscuros no idioma polonês para apoiar a sua afirmação. Eu duvido bastante que se eu fosse capaz de ler em polonês, que pudesse encontrar tal artigo para fundamentar sua afirmação.

"Não há absolutamente nenhum aumento. O músculo luta contra o excesso e se imuniza contra os andrógenos, sendo a razão pela qual os esteróides se tornam menos potentes com o decurso do tempo".

A declaração que o corpo se imuniza contra os andrógenos está medicalmente incorreta. A declaração está totalmente equivocada, de modo que nos leva a duvidar da competência profissional do autor para discutir assuntos médicos ou fisiológicos, e nos leva a sérias dúvidas do seu julgamento nestes aspectos. Assim suas declarações não podem ser aceitas por sua própria autoridade: ele não tem nenhuma. Nem as afirmações não são apoiadas por qualquer fato.

Passemos a argumentos sérios encontrados na literatura científ**a:

------------------------------------------------------------------------------

Evidência científ**a que aparentemente favorece a regulação baixa

Enquanto não houver nenhum estudo sobre regulação baixa de musculatura do esqueleto humano resultante do uso de doses altas de AAS, há alguns estudos sobre culturas celulares, e algumas vezes, in vivo, parecendo indicar que a regulação baixa pode ocorrer, não como resultado do aumento de andrógeno do normal para o suprafisiológico.

Vê-se pela medida de mRNA de AR que é um indicador da taxa de produção de AR, e a medida do número de receptores.

Porém, todos estes estudos são desconsiderados pela ótica do fisiculturista, que deseja saber se regulação baixa do AR alguma vez foi observada em qualquer célula como resposta ao aumento dos andrógenos dos níveis normais para os supranormais.

Espectro de medição

Primeiro, a pergunta deve ser: regulação baixa de que? Que tipo de controle existe?

Infelizmente, o controle para estudos in vivo é a castração, não o estado normal. O fisiculturista não se preocupa se os níveis de testosterona normais podem resultar em menos ARs para algumas células do que seria observado na castração. Eu não desejaria ser castrado apenas para ter mais ARs do que o normal, se por alguma outra razão de diminuição do nível de andrógenos seria mais signif**ativo do que qualquer provável aumento do número de ARs.

Os estudos in vitro geralmente tem sido realizados com zero de andrógenos como controle, não com andrógenos normais.

Não é possível projetar se o número de ARs diminui à media que o nível de testosterona aumenta de zero ao normal, ele continuaria a diminuir, mesmo se o nível aumentasse ainda mais. Por exemplo, a causa disto poderia ser a existência de um mecanismo de promoção de produção AR crescente em mRNA à medida que o testosterona cai a zero. Isso não signif**aria que haveria qualquer perda à medida em que os níveis de testosterona aumentem além do normal. Ou há um mecanismo de repressão que entra em ação quando os níveis de testosterona subam acima de zero, aquele mecanismo poderia ser completamente saturado até que os níveis alcancem o normal, e nenhuma repressão adicional poderia acontecer se os níveis forem além do normal.

Na realidade, documentos que relatam regulação baixa, até mesmo nos seus títulos, mostram freqüentemente nos dados atuais que o espectro de regulação baixa estava entre zero e o normal, ou até mesmo zero e um nível subnormal. Assim, não fornecem prova alguma de ocorrência de regulação baixa com níveis suprafisiológicos de andrógenos relativamente aos níveis normais.

Estrógenos

Testosterona pode aromatizar para estrógeno, que sozinho pode levar à regulação baixa de AR. Assim, se um estudo usasse testosterona mas não verif**asse que os mesmos resultados se dão com andrógeno de não aromatizante, ou não verif**assem que o uso de um inibidor de aromatase não altera resultados, não há forma em saber se a regulação baixa observada é devida ao andrógeno ou não. Poderia ser devido ao estrógeno.

TestesM

Infelizmente, as concentrações de AR são muito baixas em células, e o mRNA não é mensurável tão facilmente. É possível que existam medidas enganosas.

Na publicação Comunicações de Pesquisas Bioquímicas e Biofísicas (1991) 177-488, Takeda, Nakamoto, Chang et al declararam "Nossa verif**ação de imunidade [para quantidades de ARs] e em dados de hibridação in situ [para quantidade de AR em mRNA] indicou que na próstata de ratos e camundongos, a retirada de andrógeno diminuiu o conteúdo do nivel do receptor de andrógeno em mRNA, e que a injeção de andrógeno restabeleceu os níveis normais, um processo a termo de regulação baixa''… No entanto, dados de anotações da publicação Northern de autoria de Quarmby et al. em próstata de rato mostrou um resultado diferente, regulação baixa: a quantidade de receptor de andrógeno em mRNA aumentou pela retirada de andrógeno e diminuiu abaixo do nível de controle após estimulação por andrógenos. Nossos dados de anotações preliminares da publicação Northern (dados ainda inéditos) também mostraram a mesma tendência de regulação baixa". [ênfase nossa]

Os autores seguem explicando em detalhes, além do objetivo deste artigo, por que a análise das anotações do Northern pode conduzir a falsos resultados. O método de hibridação in situ é indiscutivelmente o melhor e mais preciso.

Muitos dos estudos que afirmam regulação baixa dependem de dados das anotações do Northern como a única 'prova'. Este estudo, porém, afirma que suas medições podem estar totalmente erradas . Em qualquer casso, a regulação se refere propriamente ao control3e do número de receptores.. A produção de mRNA é um dos fatores que contribuem, mas no final das contas o que deve ser medido para determinar a pesquisa é o número de receptores. Isto foi realizado em algumas experiências.

Documentos específicos citados freqüentemente para apoiar a regulação baixa do AR

Endocrinologia (1981) 104-4-1431. Este estudo compara o estado normal do rato ao estado de castração, e as concentrações de citosol de AR no músculo do rato feminino permaneceram intatas (fraude-operada) no rato masculino.

Objeções a este estudo dizem que o efeito de níveis suprafisiológicos de andrógenos não foram estudados; que as medidas de citosolíticas de AR são incertas desde que porcentagens varáveis de ARs podem concemtrar-se na região nuclear, e isto é mais um indicativo de atividade; e a castração de ratos é notória para produzir falsas conclusões. As células, e realmente o sistema inteiro do animal, sofrem mudanças qualitativas (por exemplo, cessação de crescimento) relativo à castração dos animais operados por experimento. Os níveis de testosterona não são a única coisa que muda; e a outra objeção é que o nível de estrógeno não foi controlado e que os efeitos do estrógeno não foram controlados ou determinados. Os níveis de testosterona não são a única coisa que muda com a castração. Outra objeção é que os estrógenos não foram controlados e não foram determinados. Os níveis de estrógenos certamente não foram constantes nesta experiência. Endocrinologia Molecular (1990) 4 22.O nível de AR em mRNA, in vitro, foi constatado que aumentava à medida que os níveis de andrógeno se reduziam abaixo do normal.. Não foram testados níveis suprafisiológicos. Análise de rascunho Northern foi usada. Os níveis de AR não foram medidos.

Endocrinologia Molecular e Celular (1991) 76 79. Em células humanas de carcinoma de próstata, in vitro, o andrógeno resultou em regulação baixa de AR de mRNA relativo a nível zero de andrógeno. Porém, os níveis de receptores de andrógeno aumentaram, em relação à quantidade do nível de andrógeno zero, para um fator de dois. Os pesquisadores notaram que "a 49 horas, as proteínas dos receptores de andrógeno aumentaram 30% na análise de imunoblots e 79% na análise de ligação ligand " [o segundo é o mais seguro e indicativo do efeito biológico] .

Endocrinologia Molecular (1993) 7 924. In vitro, foi encontrado, por análise registrada nas anotações Northern, que os níveis de mRNA decresceram quando os níveis suprafisiológicos de andrógeno foram comparados a zero andrógeno em células cancerígenas. Os níveis de ARs foram mensurados, e não foi observado decréscimo apesar do decréscimo no nível do mRNA (como foi medido e registrado nas anotações Northern).

Endocrinologia Molecular e Celular (1995) 115 177. células COS 1 foram transfectadas com Ar DNA humano, com o promotor CMV. Os autores notam que a seqüência DNA responsável pela regulação baixa do AR é codif**ada dentro do AR DNA, não na região do promotor. Dexametasona [uma droga de glucocorticoide semelhante a cortisol] foi observada ao resultar em regulação baixa de AR em mRNA relativamente ao nível zero de dexametasona. Andrógeno também teve o mesmo efeito, mas não resultou em mais baixos níveis de receptores de andrógeno. Isto foi atribuído ao aumento da meia vida dos receptores de andrógenos causado pela administração de andrógeno. O observado efeito de regulação baixa de andrógeno relativamente a zero andrógeno terminou numa concentração de 0.1 nanomolar de andrógeno (metiltrienolona) - e doses mais altas, para 100 nanomolar, resultaram em nenhuma regulação baixada produção adicional de AR em mRNA.

Enquanto esta lista não estiver completa, eu não omito qualquer estudo que aparece para dar melhor prova - ou qualquer evidência - que os níveis suprafisiológicos de andrógenos resultam na regulação baixa do AR relativamente a níveis normais de andrógenos. O dito acima é um quadro razoavelmente completo da evidência da pesquisa que poderia ser usada para apoiar a teoria dos fisiculturistas da regulação baixa de AR. Quando analisados de perto, nenhum estudo científico provê apoio a essa teoria.

Evidência científ**a indicativa da existência de mecanismo bioquímico para regulação alta

Até mesmo na evidência anterior que aparentemente (na visão apriorística) poderia parecer a favor da regulação baixa, às vezes tem sido constatado que os níveis atuais do AR aumentaram, até mesmo de zero para normal (em lugar de normal a suprafisiológico). Isto é regulação alta do receptor, recordamo-nos, regulação é o controle do número de receptores, e este controle pode ser alcançado através de mudança na meia vida dos receptores. Aumentando-se a meia vida do receptor, tudo o mais f**ando igual, ou talvez com alguma alteração na meia-vida que supere outros fatores, pode render maiores quantidades de receptores. Kemppainen et al. (J Biol Chem 267 968) demonstrou que o andrógeno aumenta a meia vida do AR que é um efeito de regulação alta.

Endocrinologia (1990) 126 1165. Em nódulos fibrosos cultivados da pele ge***al humana que continha baixas quantidades de reductase de 5-alfa, 2 nanomolar de testosterona rotulado tritium [que é suficiente para saturar ARs] produziu um aumento de 34% nos receptores de andrógeno como medido pela ligação específ**a de AR, o melhor método de ensaio conhecido, e 20 nanomolar de testosterona rotulado tritium produziu um aumento de 64% no número de ARs.

Nota: 20 nanomolar de testosterona livre é aproximadamente 400 vezeso nível fisiológico (o nível normal em humanos é de aproximadamente 0.05 nanomolar).

J Steroid Bioquímica e Biologia Molecular (1990) 37 553. Em cultura de adipocitos, metiltrienolona e testosterona demonstraram regulação alta no conteúdo de AR após administração de andrógeno. 10 nanomolar de metiltrienolona aumentaram o conteúdo de AR (como medido ligando-se a andrógeno radio rotulado) por mais de cinco vezes, relativamente a zero andrógeno.

J Steroid Bioquímica e Biologia Molecular (1993) 45 333. Em células musculares lisas cultivadas do p***s do rato, houve produção de mRNA com regulação alta através de testosterona de dose alta (100 nanomolar) ou DHT. Quando o reducatase de 5-alfa foi inibido através de finasteride, enquanto bloqueava o metabolismo ao DHT, a produção de AR em mRNA estava com regulação baixa em resposta à testosterona.O bloqueio do caminho de aromatização do estrógeno pelo fadrozola eliminou estes efeitos de regulação baixa. O estradiol foi encontrado para a regulação baixa de produção de AR em mRNA nestes células.

Endocrinologia Japão (1992) 39 235. Um nanomolar DHT foi provado que aumentava a proteína de AR para mais de 100% dentro de 24 horas, relativamente a nível zero de andrógeno. A meia vida do AR demonstrou aumentar de 3,3 hs para 7,5 hs como resultado da administração de andrógeno.

Endocrinologia (1996) 137 1385. 100 nanomolar de testosterona aumentava os níveis de AR in vitro em células de músculo satélite, miotubos, e nódulos fibrosos derivados de músculo.

------------------------------------------------------------------------------

Conclusões da Pesquisa Científ**a

Com a diminuição dos níveis de andrógeno de normal a zero, a produção de AR de mRNA pode aumentar em alguns tecidos. Porém, o número de ARs não aumenta, porque a meia vida dos ARs decresce com as menores concentrações de andrógeno.

À medida que os níveis crescem do normal para suprafisiológicos, os números de ARs em alguns tecidos também crescem. Tal aumento é regulação alta. Este crescimento pode ser devido inicialmente ou inteiramente ao aumento da meia vida de ARs resultante do nível mais alto de andrógenos.

Não há provas cientif**as para apoiar o ponto de vista popular que o uso de AAS pode resultar em regulação baixa de AR, relativamente aos níveis de receptores associados com os níveis normais de andrógenos.

Conclusões derivadas das observações fisiculturistas

Não se pode pensar que os atletas que usam altas doses de AAS durante anos, e que têm mais massa muscular do que teriam naturalmente, e que a tem mantido e até ganhando um pouco mais de modo lento, poderiam ter menor atividade de receptores de andrógenos do que os atletas naturais ou os consumidores de baixa dose de esteróides.

Hipoteticamente, poderia ser possível que sua atividade de AR seja a mesma e o seu tamanho maior, devido aos esteróides é conseqüência das atividade não mediadas de AR dos andrógenos. Porém, não há provas disso, e parece inverossímil.

Creio que é mais lógico é que esses atletam estejam passando por atividade mais alta dos seus receptores de andrógenos em comparação aos atletas naturais, ou os usuários de baixa dose de esteróides. A maioria dos receptores de andrógenos está ocupada em níveis moderados de AAS, mas a explicação não é simples a uma ocupação de alta percentagem de receptores, sendo o número de recptores o mesmo. Isto não permitiria aumento algum. Em contraste a regulação alta permitiria melhoria substancial, o que é aparentemente o caso (a menos que as atividades não mediadas de AR sejam na maior parte ou totalmente responsáveis pelo anabolismo aumentado, que é uma hipótese sem comprovação).

A regulação alta no tecido muscular humano, in vivo, não é diretamente comprovada, mas parece se encaixar na evidência e que provê a explicação plausível para os resultados que foram observados.

Deixo o assunto, no entanto, para o leitor. Faça um balanço das provas e decida se a regulação baixa como popularmente advogada é apoiada pela ciência ou apenas pelo que é experimentado pelos fisiculturistas.

Endereço

Rua Nello Sbragia 302
São Paulo, SP
18570000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Ciclismo e Musculação posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Nutrição

Como é boa a sensação de estar contribuindo com o crescimento profissional e pessoal de alguém! Uma das minhas maiores alegrias é saber que alguém separou seu precioso tempo para dedicar a leitura de umas das minhas postagens... 📷🙏🏻📷🙏🏻📷🙏🏻