Simone Arrojo

Simone Arrojo Constelação Familiar, Rádio Mundial, Bert Hellinger, Curso de Formação em Constelação Familiar, Viagens à lugares Sagrados.

Constelação Familiar, Rádio Mundial, TV, Bert Hellinger, Curso de Formação em Constelação Familiar, Viagens à Lugares Sagrados

Tem mulheres que não percebem quando começaram a se afastar de si mesmas.Elas apenas foram se adaptando.Foram sendo fort...
06/04/2026

Tem mulheres que não percebem quando começaram a se afastar de si mesmas.
Elas apenas foram se adaptando.

Foram sendo fortes quando precisaram.
Foram cuidando de todos.
Foram silenciando o que sentiam para manter a paz.

E, aos poucos, sem perceber… foram se esquecendo.

Esquecendo da própria intuição.
Da própria sensibilidade.
Da própria verdade.
E então surge uma sensação difícil de explicar.
Como se algo estivesse faltando… mesmo quando tudo parece estar no lugar.

Isso acontece quando o feminino se distancia.

Quando a mulher aprende a sobreviver… mas não a se escutar.
Quando aprende a cuidar… mas não a se acolher.
Quando aprende a ser forte… mas não a ser inteira.

A Jornada do Feminino nasce exatamente desse ponto.

Um espaço criado para ajudar mulheres a se reconectarem com sua essência, compreenderem suas feridas e retomarem o contato com a própria força feminina.

Não é sobre se tornar outra pessoa.
É sobre voltar para si.

Clique no link deste post ou na minha bio e vamos juntas!

03/04/2026

Eu vejo muitas mulheres dizendo que querem viver um relacionamento leve, recíproco, verdadeiro… mas, na prática, ainda estão esperando que o outro sustente aquilo que elas não estão sustentando dentro de si.

E é aqui que começam os conflitos.

Porque não é sobre falta de amor.
É sobre excesso de expectativa em cima de alguém que nunca teve a responsabilidade de carregar tudo.

Quando eu não assumo o que é meu, eu começo a exigir.
Quando eu exijo demais, eu me frustro.
E quando eu me frustro, eu reforço a ideia de que o problema está sempre no outro.

Mas não está.

Relacionamento adulto exige consciência.
Exige maturidade emocional.
Exige sair desse lugar onde eu espero ser cuidada o tempo todo… e entrar no lugar de quem também sustenta, constrói e se responsabiliza.

Enquanto eu não faço esse movimento, eu continuo repetindo os mesmos padrões — só mudam os personagens.

E é exatamente esse tipo de consciência que eu conduzo na Jornada do Feminino.
Um espaço profundo pra mulher que está pronta pra parar de se sabotar nas relações e começar a viver vínculos mais verdadeiros, equilibrados e maduros.

Quer fazer parte desse movimento? As inscrições estão abertas!
O link está aqui nesse post e também na bio.
🎥 E a live completa está disponível aqui no Instagram

Se isso te fez pensar nas suas relações… talvez não seja coincidência.
E se quiser compartilhar aqui sua opinião ou experiência, fique a vontade… Vamos falar sobre outras situações e trocar ideias…

03/04/2026

“Deixa eu me adequar ao futuro que eu posso… não ao que eu quero.”

Percebe o que existe por trás dessa frase?
Uma vida sendo moldada pelo medo, pela limitação, pelo “até onde dá”… e não pela verdade do que pulsa dentro de você.

Quantas vezes você negociou o seu sonho pra caber no possível?
Quantas vezes se diminuiu pra sustentar um futuro que nunca foi o que a sua alma pediu?

A verdadeira co-criação não nasce do “dá pra ser”.
Ela nasce do que é inteiro, do que é alinhado, do que é verdadeiro.

E isso só acontece quando você para de se adaptar à vida que sobra…e começa a escolher a vida que te expande.

A Jornada do Feminino é esse retorno.
É onde você resgata a mulher que sabe o que quer — e para de aceitar menos do que isso.
É onde você deixa de se moldar ao possível… e começa a construir o inevitável.

O acesso já está disponível.
O link está na bio e também aqui na publicação.

Ou você continua se adequando ao que dá…
ou começa, finalmente, a viver o que nasceu pra ser.

01/04/2026

A carência não nasce na ausência do outro.
Ela nasce na desconexão com quem você é.

É quando você se abandona aos poucos… quando silencia o que sente…quando aceita menos do que merece só pra não se sentir sozinha.

Aí, sem perceber, começa a buscar fora aquilo que só poderia ser construído dentro: presença, pertencimento, amor.

Mas nada que vem de fora sustenta um vazio que é interno.

Por isso, não é sobre “parar de ser carente”.
É sobre olhar com coragem pra esse espaço dentro de você que ainda pede colo, validação, reconhecimento…
e finalmente assumir esse lugar.

Porque quando você se encontra de verdade, você para de implorar por migalhas — e passa a escolher com consciência.

A Jornada do Feminino é esse caminho de volta.
Um mergulho profundo pra resgatar sua essência, fortalecer sua autoestima e reconstruir a forma como você se relaciona — com você e com o outro.

Se você sente que está cansada de repetir padrões, de se perder em relações, de se deixar por último… talvez não seja sobre o outro nunca f**ar, talvez seja sobre você ainda não ter aprendido a f**ar.

As inscrições estão abertas.
O link está na bio e também aqui nessa publicação.

Esse não é só um curso.
É o início de um reencontro que muda tudo.

Algumas feridas não doem o tempo todo.Elas apenas vão moldando a forma como você vive.Você começa a se acostumar com rel...
30/03/2026

Algumas feridas não doem o tempo todo.
Elas apenas vão moldando a forma como você vive.

Você começa a se acostumar com relações rasas.
Com silêncios que incomodam.
Com a sensação de estar sempre se ajustando para caber.

E, aos poucos, aquilo que um dia te feriu… vai se tornando a forma como você se posiciona no mundo.

Você aprende a não esperar muito.
A não confiar tanto.
A não se mostrar por inteiro.

Não porque quer.
Mas porque, em algum momento, isso te protegeu.

E então a vida vai se organizando em volta dessa proteção.
Como se tudo, silenciosamente, confirmasse aquilo que você passou a acreditar.

Não é que a vida esteja contra você.
É que, muitas vezes, você ainda está vivendo a partir de uma parte sua que ficou ferida.

Uma parte que ainda teme perder.
Que ainda teme não ser suficiente.
Que ainda teme não ser escolhida.

E enquanto essa parte conduz… a vida continua repetindo cenários que parecem diferentes, mas despertam sempre a mesma sensação.

Até que algo dentro de você começa a cansar.
Não só das situações… mas da forma como você vem vivendo.

E talvez esse seja o momento mais importante.
O momento em que você começa a perceber que não é só sobre o que acontece com você…é sobre o que, dentro de você, ainda precisa ser visto.

Porque quando a ferida é reconhecida, ela deixa de conduzir suas escolhas.
E quando isso acontece,a vida começa a responder de outra forma.

Talvez esse texto tenha te tocado.
Talvez tenha despertado algo que você ainda não tinha colocado em palavras.

Se isso aconteceu… não ignore.

Salve esse post para reler quando sentir que está voltando para os mesmos padrões.
E compartilhe com alguém que também esteja vivendo essa sensação silenciosa de repetir… sem entender por quê.

Às vezes, uma consciência não muda só você.
Muda também a história de quem caminha ao seu lado.

29/03/2026

Você não entra em uma constelação pra ouvir o que quer.
Você entra pra ver o que nunca conseguiu enxergar sozinha.

A Constelação Familiar Sistêmica revela dinâmicas ocultas:
lealdades invisíveis, padrões que se repetem, dores que nem começaram em você… mas que continuam sendo sustentadas por você.

E é aí que o ego balança.

Porque ele precisa de culpados.
Precisa da narrativa da vítima pra continuar existindo.

Mas quando você enxerga o sistema como ele realmente é… você percebe que não é sobre culpa.
É sobre consciência.

A constelação não “te cura” magicamente.
Ela te mostra.
E quando você vê de verdade você não consegue mais voltar pro mesmo lugar.

Você sai do automático.
Sai da repetição.
Sai do papel de vítima.

E começa, finalmente, a ocupar o seu lugar com mais clareza, responsabilidade e força.

Não é leve.
Mas é transformador.
Pra quem está pronta pra se ver sem filtros.

28/03/2026

Sair do papel de vítima não é sobre ignorar a dor.
É sobre parar de se esconder atrás dela.

Enquanto você se apega à história, você continua presa nela.
Mas quando você assume a responsabilidade… tudo muda.

Não é o que fizeram com você que define sua vida.
É o que você decide fazer a partir disso.

A virada começa quando você para de perguntar “por que comigo?”
e começa a sustentar “o que eu faço com isso agora?”

Esse é o ponto onde a sua força nasce.

27/03/2026

Durante muito tempo, eu achei que não ter filhos era apenas uma escolha da minha história.

Até perceber que o feminino não se explica só pela mente.
Ele se manifesta no corpo, nas emoções… e principalmente no que f**a não dito.

A verdade é que ser mulher envolve muito mais do que aquilo que nos ensinaram.

São camadas.
Histórias.
Vivências que, muitas vezes, nem chegaram a ser compreendidas e vistas — só foram sentidas.
E com o tempo, isso aparece.
Na forma como você se relaciona.
Na forma como você se enxerga.
No quanto você se sente conectada… ou distante de si mesma.

Muitas mulheres vivem assim — funcionando, seguindo, dando conta, mas com a sensação de que tem algo desalinhado por dentro.

Não é falta de força.
Não é falta de tentativa.
É, muitas vezes, falta de olhar.

E é exatamente isso que eu quero abrir com você.

Um espaço pra trazer à consciência questões profundas do universo feminino, sem rótulos, sem superficialidade, sem respostas prontas.
Só verdade.

🗓 29/03 às 17h30
Online e gratuito aqui no Instagram

Você vem comigo?

Comenta aqui embaixo, QUERO SER PARTE DA JORNADA e vamos caminhar juntas e se redescobrir!

Espero vocês!

Se algo dentro de você sabe que precisa estar lá…
confia nisso.

25/03/2026

Quando falamos de constelação familiar, muita gente imagina que é apenas uma conversa ou uma análise racional da vida.
Mas a constelação acontece em um outro nível.

Quando entramos em uma constelação, acessamos o campo mórfico.
Um campo de informações onde estão registradas memórias, emoções, padrões e histórias do sistema familiar.

Não é algo que vem da mente.
É algo que se revela.

É como se, ao entrar nesse campo, começássemos a perceber movimentos invisíveis que influenciam a vida, os relacionamentos e as escolhas.

Foi isso que compartilhei com a Claudete Troiano.
Porque quando entramos nesse campo, também entendemos que a vida não acontece em linha reta.
Ela acontece em espiral.
Os padrões retornam.
As histórias se repetem.
As dores reaparecem…
Não para punir. Mas para serem vistas.
E quando algo é visto com consciência, o movimento muda.
A desordem começa a se reorganizar.
E aquilo que parecia destino revela sua origem.
A constelação não é sobre adivinhar.
É sobre acessar.
Não é sobre controle.
É sobre consciência.
E quando você entende isso, você começa a olhar para sua própria história com outros olhos.
Porque muitas vezes… o que você está vivendo hoje não começou em você.

21/03/2026

Yoga, bem-estar e equilíbrio emocional começam com uma pergunta simples: o que você faz de manhã para se encontrar?

A forma como você começa o dia muda tudo.
Não é só sobre acordar e sair fazendo.
É sobre como você se conecta com você antes de se conectar com o mundo.

E é aí que práticas simples, como esses movimentos, entram.

O yoga não é sobre perfeição.
É sobre presença.
Sobre acordar o corpo, alinhar a respiração e organizar a mente.

Poucos minutos já mudam seu estado.
Seu corpo responde.
Sua mente desacelera.
Seu dia ganha outra qualidade.

Porque quando você começa o dia em você… você não se perde tão fácil no resto.

Não precisa ser complicado.
Mas precisa ser verdadeiro.

Agora me conta: o que você tem feito pelas suas manhãs…
ou você só levanta e já sai se atropelando?

12/03/2026

Constelação familiar, relação com os pais e autoconhecimento começam quando paramos de julgar e passamos a nos reconhecer na nossa própria origem.

Muitas vezes olhamos para nossos pais e pensamos:
“Minha mãe é assim…”
“Meu pai faz isso…”
“Eles erraram nisso…”

Mas existe um movimento muito profundo quando trocamos o julgamento por uma frase simples:
“Eu também.”

Minha mãe é controladora…
eu também.

Meu pai é duro…
eu também.

Minha mãe tem medo…
eu também.

Quando dizemos “eu também”, algo muda dentro do campo.
Saímos do lugar de acusação e entramos no lugar de consciência.
Porque aquilo que mais criticamos nos nossos pais, muitas vezes também vive em nós.
E quando reconhecemos isso, deixamos de lutar contra a nossa própria origem.
Na constelação familiar, esse movimento abre espaço para algo muito profundo:
humildade, maturidade e reconciliação com a própria história.

Não é sobre culpa.
É sobre reconhecer que somos parte do mesmo sistema.
Se isso fez sentido para você, comenta aqui:

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