Dra. Lívia Marcela - Endocrinologista

Dra. Lívia Marcela - Endocrinologista Médica endocrinoligista com atuação em doenças de tiroide, metabolismo ósseo e diabetes Mestranda em Osteometabolismo pela UNIFESP.

Médica endocrinologista com título de especialista em endocrinologia e residencia em Endocrinologia.

Aula especial sobre Mounjaro (tirzepatida) com um grupo que admiro muito: residentes da Santa Casa e amigos da UNIFESP 🤍...
27/03/2026

Aula especial sobre Mounjaro (tirzepatida) com um grupo que admiro muito: residentes da Santa Casa e amigos da UNIFESP 🤍
Mais do que uma medicação, o Mounjaro representa uma nova forma de pensar o tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2, atuando de forma integrada nos receptores de GLP-1 e GIP, com impacto em apetite, peso e controle glicêmico.
Discutimos não só mecanismo de ação, mas principalmente prática clínica:
✔️ para quem indicar
✔️ como manejar efeitos adversos
✔️ expectativas reais de resposta
Ensinar é também aprender, e poder trocar com pessoas tão comprometidas com a medicina faz tudo ter ainda mais sentido.
EducaçãoMédica

26/03/2026

Uma nova medicação pode estar mudando o jogo no tratamento do diabetes tipo 2, e não é só sobre controle glicêmico. Os resultados chamam atenção, inclusive no impacto sobre peso. Aqui explico o que já sabemos sobre a retatrutida.

24/03/2026

A Anvisa aprovou uma nova versão do Mounjaro, e essa mudança pode impactar diretamente a forma como o tratamento é feito no dia a dia.
Mais praticidade… mas também alguns pontos importantes para entender.

23/03/2026

Gordura no fígado não é algo raro, e na maioria das vezes, não dá sinais. Mas o que pouca gente entende é quando isso deixa de ser algo “simples” e passa a ser um risco real. E mais: o nome dessa condição mudou… e isso não foi à toa. Aqui te explico o que está por trás da MASLD, e por que você deveria prestar atenção nisso.

20/03/2026

Hoje quero compartilhar um estudo muito interessante que pode impactar diretamente a forma como tratamos a osteoporose pós-menopausa. Sabemos que o romosozumabe é uma das terapias mais potentes que temos hoje, com ação dupla: estimula a formação óssea e reduz a reabsorção. Mas também sabemos que seu uso traz desafios importantes, como custo elevado, aplicações mensais e possíveis riscos cardiovasculares. Esse estudo trouxe uma pergunta prática: será que precisamos realmente de 12 meses de tratamento? Acompanhe!

18/03/2026

Participar desse tipo de discussão é sempre um alerta importante. A obesidade vai muito além da estética, ela está diretamente ligada ao aumento do risco de diversos tipos de câncer. O que mais me chama atenção é como o corpo responde ao excesso de gordura: inflamação constante, alterações hormonais e até mudanças no sistema imunológico que favorecem o desenvolvimento tumoral. Confira!

17/03/2026

Os inibidores de SGLT-2, como Empagliflozina, Dapagliflozina e Canagliflozina, trouxeram benefícios importantes no diabetes tipo 2, especialmente na proteção cardiovascular e renal. Mesmo assim, essa classe ainda é subutilizada na prática clínica, muitas vezes por preocupações relacionadas a efeitos adversos. E aqui, comento alguns pontos importantes sobre o uso seguro e eficaz dessas medicações na prática clínica.

Hoje é aniversário da Sosso, a luz mais bonita que ilumina o meu caminho.Desde que você chegou, o mundo ganhou mais cor,...
16/03/2026

Hoje é aniversário da Sosso, a luz mais bonita que ilumina o meu caminho.
Desde que você chegou, o mundo ganhou mais cor, mais alegria e mais sentido para mim.
Você é o maior amor que uma mãe poderia desejar, um presente que a vida colocou em meus braços.

Que seu caminho seja sempre cheio de sonhos, descobertas, coragem e felicidade.
Que você cresça livre, forte e rodeada de amor.

Feliz aniversário, minha Sosso.
Eu te amo mais do que as palavras conseguem dizer. 💛

14/03/2026

Quando falamos de perimenopausa, ainda existem importantes lacunas na ciência. Essa fase da transição hormonal pode ser uma das mais sintomáticas, e muitas das condutas atuais ainda se baseiam em evidências obtidas principalmente em mulheres já na pós-menopausa. Aqui comento alguns pontos importantes dessa discussão e o que a ciência ainda está tentando responder.

12/03/2026

do último sábado no Rio de Janeiro.
Que experiência bacana participar do 5º Gastro Academy! Foi um grande prazer ministrar uma aula sobre obesidade e novas terapias farmacológicas, um tema que tem evoluído muito na endocrinologia. Além da oportunidade de discutir ciência e compartilhar conhecimento, eventos como esse também são sempre muito especiais pelos encontros, pelas trocas e pela chance de rever colegas e parceiros que caminham juntos na busca por uma medicina cada vez mais baseada em evidências.
Momentos assim reforçam o quanto é importante estarmos sempre atualizados para oferecer o melhor cuidado aos nossos pacientes. Foi realmente muito bom estar lá.
AtualizaçãoMédica RJ

O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune: o próprio sistema imunológico passa a atacar as células do pâncreas que produz...
11/03/2026

O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune: o próprio sistema imunológico passa a atacar as células do pâncreas que produzem insulina. Por décadas, o tratamento só começava depois que essas células já haviam sido destruídas, quando o paciente precisava iniciar insulina. Agora, estamos entrando em uma nova fase da medicina. O teplizumabe é um anticorpo monoclonal que atua modulando os linfócitos T, responsáveis por esse ataque autoimune. Na prática, ele interfere no processo imunológico antes do surgimento dos sintomas, retardando a progressão da doença.
Um estudo publicado no New England Journal of Medicine mostrou que o medicamento praticamente dobrou o tempo até o diagnóstico clínico do diabetes tipo 1 em pessoas no estágio 2 da doença. Em média, isso significa adiar o diagnóstico em cerca de 2 anos.
Pode parecer pouco, mas não é. Hoje, muitos diagnósticos de diabetes tipo 1 ainda acontecem de forma traumática, com crianças e adolescentes chegando ao hospital com cetoacidose diabética, uma complicação grave que pode exigir internação em UTI. Quando conseguimos identificar precocemente e retardar a progressão da doença, as famílias têm tempo para se preparar, receber orientação e iniciar o cuidado de forma muito mais segura. Mas talvez o ponto mais importante seja este: pela primeira vez temos uma terapia capaz de modificar a história natural do diabetes tipo 1.
Para a Sociedade Brasileira de Diabetes, esse avanço abre caminho para um objetivo ainda maior: no futuro, prevenir completamente a doença. A medicina está caminhando, e a endocrinologia também.
Foto: Provention Bio

10/03/2026

Hoje comento um artigo recente que avaliou as mudanças de composição corporal após cirurgia bariátrica e tratamento com agonistas de GLP-1, trazendo dados importantes para além do peso na balança. Acompanhe!

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