Instituto de Hipnose e Psicanálise

Instituto de Hipnose e Psicanálise Curso de Formação em Hipnose Clínica

Seja um hipnoterapeuta, utilizando as ferramentas psíquicas da hipnoterapia para a solução das angustias emocionais.

07/03/2026
05/03/2026

Trabalhar no CAPS não é apenas exercer a Psicologia.

É sustentar histórias que chegam rasgadas.

No Centro de Atenção Psicossocial, o psicólogo não atende apenas sintomas.

Ele acolhe surtos, crises, abandono, violência, recaídas, tentativas frustradas de recomeço.

Ele é continente para dores que a família não conseguiu suportar.

Ele é ponte quando o mundo virou abismo.

E, muitas vezes, ele faz isso com equipe reduzida, estrutura precária e uma demanda que nunca termina.

A exaustão do psicólogo do CAPS não nasce da falta de vocação.

Nasce do excesso de responsabilidade emocional.

Na prática clínica institucional, o profissional se torna: – referência afetiva:

– suporte técnico
– mediador familiar
– gestor de crise
– e, às vezes, o único lugar de escuta real na vida do paciente

A Psicologia chama isso de sobrecarga empática e fadiga por compaixão.

Quando você oferece escuta profunda diariamente a sofrimentos intensos, seu sistema psíquico também paga um preço.

Não é fraqueza sentir cansaço.
É humano.

O psicólogo que cuida também precisa ser cuidado.

Porque ninguém sustenta o caos do outro indefinidamente sem organizar o próprio mundo interno.

Se você é psicólogo de CAPS e anda exausto, lembre-se:
● Você não está falhando.
● Você está sentindo o peso real de um trabalho que exige alma.

E alma também precisa de descanso.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

04/03/2026

NUNCA PEDIR AJUDA NÃO É FORÇA. É DEFESA.

A psicologia mostra que o ser humano é relacional. Desde John Bowlby, sabemos que nossa estrutura emocional é construída na base do vínculo. Quando alguém aprende que não pode depender de ninguém, geralmente não foi porque quis ser forte — foi porque precisou sobreviver.

Quem nunca pede ajuda costuma desenvolver:

🔹 Hipervigilância emocional – A sensação constante de que precisa dar conta de tudo sozinho.

🔹 Sobrecarga psíquica crônica – O acúmulo silencioso de estresse que pode evoluir para ansiedade e exaustão.

🔹 Isolamento afetivo – Dificuldade em confiar e se abrir, mesmo em relações íntimas.

🔹 Orgulho defensivo – Uma identidade construída na autossuficiência rígida.

🔹 Culpa ao demonstrar vulnerabilidade – Como se precisar fosse sinônimo de fracasso.

Na clínica, vemos com frequência que a incapacidade de pedir ajuda está ligada a esquemas de abandono, rejeição ou invalidação emocional na infância — conceitos amplamente trabalhados por Jeffrey Young na Terapia do Esquema.

》O problema?

Quem nunca pede ajuda aprende a ser forte por fora e exausto por dentro.

E o corpo cobra. A mente cobra. Os relacionamentos cobram.

Pedir ajuda não diminui ninguém. Pedir ajuda reorganiza o sistema nervoso. Reforça vínculo. Cria segurança.

A verdadeira maturidade emocional não está em carregar o mundo sozinho.

Está em saber quando dividir o peso.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

03/03/2026

A necessidade de socializar não é carência.

Nós aprendemos linguagem, valores, emoções e até a forma de pensar através do contato com o outro. Ou seja: a identidade é construída socialmente.

É biologia, é desenvolvimento, é saúde mental.

O ser humano pode até escolher momentos de solitude — e isso é saudável.

Mas viver em isolamento contínuo contraria a própria estrutura emocional da espécie.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

02/03/2026

A Psicologia entende o sentimento ou a vontade de “ver tudo se destruir” não como maldade pura, mas como um sinal emocional intenso que geralmente nasce de frustração, impotência, raiva acumulada ou desilusão profunda.

1️⃣ Pela Psicanálise – Sigmund Freud
Freud falava da pulsão de morte (Thanatos), uma tendência inconsciente voltada à destruição — que pode ser direcionada para fora (agressividade) ou para dentro (autossabotagem). Quando alguém sente vontade de “ver tudo acabar”, pode estar:
● Projetando sua dor interna no mundo externo
● Tentando aliviar tensão psíquica através da fantasia de ruptura
● Expressando raiva reprimida que não encontra outra via de descarga

A destruição imaginada, muitas vezes, simboliza o desejo de destruir o que dói.

2️⃣ Pela Psicologia Cognitiva
A mente pode entrar em um padrão chamado catastrofização — quando a pessoa passa a enxergar tudo como arruinado, sem saída ou irreparável.
Nesse estado:
● O cérebro interpreta frustrações como colapsos totais
● Surge pensamento polarizado (“já que está ruim, que piore de vez”)
● A fantasia de destruição aparece como forma de coerência interna

É uma tentativa de dar sentido ao caos emocional.

3️⃣ Pela Psicologia Humanista
Quando a pessoa sente que perdeu:
● Controle
● Reconhecimento
● Pertencimento
● Propósito

Pode surgir uma revolta existencial. A vontade de “ver tudo ruir” pode ser, na verdade, um grito psíquico por transformação radical.

Às vezes não é destruição literal.

O impulso destrutivo pode surgir como mecanismo primitivo de defesa.

Quando esse sentimento aparece com frequência ou vem acompanhado de pensamentos de machucar a si mesmo ou outras pessoas, é fundamental buscar ajuda profissional.

Psicólogo LEANDRO MOTTA

01/03/2026

A anedonia é um dos sintomas centrais da depressão. Ela acontece quando a pessoa perde a capacidade de sentir prazer em atividades que antes eram signif**ativas: conversar, ouvir música, trabalhar, ter intimidade, comer algo que gostava.

🔹 Não é frescura:
A pessoa não “escolhe” f**ar assim. O cérebro depressivo tem alterações nos sistemas de recompensa, motivação e dopamina.

🔹 Não é tristeza o tempo todo:
Muitas vezes, o maior sofrimento não é chorar, mas não sentir nada. Um vazio emocional profundo.

🔹 Impacta relações e identidade:
A pessoa começa a se afastar, perde o senso de propósito e passa a se perguntar: “O que aconteceu comigo?”

🔹 Sinal de alerta clínico:
A anedonia indica depressão moderada a grave e merece atenção profissional. Quanto mais cedo tratada, melhor o prognóstico.

》 Importante lembrar:
Depressão não é falta de força de vontade. É uma condição real, tratável e que exige cuidado psicológico — e, em alguns casos, psiquiátrico.
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www.leandromotta.com.br
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- A SETA □ Frater F.:.L.:.
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Psicólogo Leandro Motta
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relacionamento

28/02/2026

PSICOLOGIA SABOOORR conversa...

28/02/2026

A crise de ansiedade não é “frescura”, não é “fraqueza” e muito menos falta de fé.

É o seu sistema nervoso gritando que algo dentro de você está sobrecarregado.

Quando o coração dispara, o peito aperta, a respiração falha e a mente cria cenários catastróficos, o cérebro está ativando um mecanismo primitivo de sobrevivência: luta ou fuga. O problema é que, na crise de ansiedade, o perigo não está fora. Ele é interpretado dentro.

》É aqui que a Psicologia entra.

● A abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental, por exemplo, ajuda o paciente a identif**ar pensamentos automáticos distorcidos que alimentam a crise. Ela ensina a questionar a catástrofe interna antes que ela vire um colapso físico.

● Já a Psicanálise investiga conflitos inconscientes, emoções reprimidas e padrões emocionais que mantêm o corpo em estado constante de alerta.

● A Psicologia Humanista trabalha a escuta, a validação emocional e o resgate da autonomia, ajudando o indivíduo a reconectar-se consigo mesmo.

A Psicologia não “desliga” a ansiedade.

Ela ensina você a compreendê-la, regulá-la e, principalmente, não ser dominado por ela.

Porque a crise passa.

Mas o autoconhecimento f**a.

Buscar ajuda psicológica não é sinal de fraqueza.

É sinal de maturidade emocional.

Cuidar da mente é um ato de coragem.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

26/02/2026

🔎 Sintomas (relatados pela própria pessoa)

● Medo intenso ou terror súbito
● Sensação de morte iminente
● Medo de “enlouquecer” ou perder o controle
● Sensação de sufocamento ou falta de ar
● Aperto ou dor no peito
● Náusea ou desconforto abdominal
● Tontura, vertigem ou sensação de desmaio
● Formigamento (parestesias) nas mãos, pés ou rosto
● Sensação de irrealidade (desrealização)
● Sensação de estar fora do próprio corpo (despersonalização)
● Calafrios ou ondas de calor

👁️ Sinais (observáveis por outras pessoas ou avaliador)

● Taquicardia (coração acelerado)
● Sudorese intensa
● Tremores visíveis
● Respiração ofegante ou hiperventilação
● Palidez
● Agitação psicomotora
● Choro ou expressão facial de pavor
● Evitação de lugares ou situações associadas à crise (ex: supermercados, trânsito, locais fechados)

📌 Critério clínico importante

Para caracterizar o transtorno, segundo o DSM-5-TR, é necessário:

》Ataques de pânico recorrentes e inesperados
》Pelo menos 1 mês ou mais de preocupação persistente com novas crises
》Mudança comportamental signif**ativa relacionada aos ataques

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

26/02/2026

Na era da pressa, queremos que a dor tenha prazo de validade.

Mas a psique não funciona como contrato com data para terminar.

A psicoterapia não possui “tempo certo” porque cada história tem profundidades diferentes. Há feridas que nasceram na infância, padrões que se repetem há décadas, mecanismos de defesa estruturados para sobreviver. Desconstruir isso não é apertar um botão — é atravessar camadas.

Como já apontava Carl Rogers, o processo terapêutico respeita o ritmo interno do indivíduo. E Sigmund Freud já advertia que tornar consciente o inconsciente é um trabalho que exige tempo, elaboração e repetição.
Psicoterapia não é corrida.

É amadurecimento emocional.

Alguns precisam de meses.
Outros, de anos.
E isso não é fraqueza — é profundidade.
O tempo da terapia não é o do relógio.
É o tempo da alma se reorganizando.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

25/02/2026

Na prática clínica, uma das maiores contradições que encontramos é esta: a mesma família que diz querer a melhora do paciente pode, inconscientemente, dificultar o processo psicoterapêutico.

A psicologia explica isso de forma muito clara.

1️⃣ A família funciona como um sistema:
Segundo a Teoria Sistêmica Familiar, desenvolvida por autores como Murray Bowen, a família é um sistema emocional interdependente.

Isso signif**a que quando um membro começa a mudar, todo o sistema sente o impacto.

Se o paciente começa a: impor limites, questionar padrões antigos, sair do papel de “bode expiatório”,
deixar de sustentar conflitos, a família pode reagir com resistência — não porque quer o mal dele, mas porque a mudança ameaça o equilíbrio anterior, mesmo que esse equilíbrio fosse disfuncional.

2️⃣ O medo da autonomia;
Na abordagem psicanalítica de Sigmund Freud, o processo terapêutico favorece o fortalecimento do ego e maior autonomia psíquica.

Para algumas famílias, isso é vivido como:
“ele está diferente” “a terapia está colocando coisas na cabeça dele” “antes ele era mais obediente”

Na verdade, o que está acontecendo é individuação — algo essencial ao desenvolvimento saudável.

3️⃣ Lealdades invisíveis:
A psicoterapia frequentemente rompe pactos inconscientes familiares. Existem famílias onde:
sofrer é um valor, silenciar abusos é regra, não superar os pais é forma de lealdade.
Quando o paciente começa a se fortalecer, pode surgir culpa. E a família, percebendo essa ruptura, pode sabotar o processo com críticas, desqualif**ação do terapeuta ou desmotivação.

4️⃣ Resistência à mudança:
De acordo com a Psicologia Humanista, especialmente na abordagem de Carl Rogers, o crescimento pessoal envolve congruência e autenticidade.

Mas ser autêntico em uma família que exige papéis rígidos pode gerar conflitos.

Às vezes, a família prefere a versão “adaptada” do paciente do que sua versão saudável.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

24/02/2026

DESAPEGAR TAMBÉM É UM ATO DE SAÚDE MENTAL.
Na psicologia, apego não é apenas vínculo — é investimento emocional.

E todo investimento precisa gerar crescimento, não desgaste.

Quando você permanece preso ao que te faz mal — seja uma relação, um ambiente, uma dinâmica familiar ou até uma versão antiga de si mesmo — seu sistema emocional entra em estado de alerta constante. Isso ativa respostas de estresse, ansiedade e, a longo prazo, esgota sua energia psíquica.

Segundo a teoria do apego de John Bowlby, buscamos segurança nos vínculos.

Mas quando o vínculo é fonte de dor, o cérebro entra em conflito: ele deseja proximidade, mas sofre com a experiência. Esse conflito gera ambivalência, culpa e dependência emocional.

Na psicanálise de Sigmund Freud, o luto não é apenas pela morte — é também pela perda de uma expectativa. Desapegar exige elaborar o luto daquilo que você idealizou e que não se tornou real.

● Desapegar não é frieza.
● Não é ingratidão.
● Não é fraqueza.
● É maturidade emocional.
● É entender que insistir no que te adoece não é lealdade — é autossabotagem.

Na prática clínica, vemos que o sofrimento prolongado geralmente não está apenas no que aconteceu, mas na resistência em aceitar que aquilo não vai mudar.

Desapegar é escolher a própria integridade psíquica.
É trocar a fantasia pela realidade.

É parar de negociar com aquilo que te desrespeita.
Nem todo vínculo merece permanência.

Alguns vieram para ensinar — não para f**ar.

E às vezes, o maior ato de amor-próprio é soltar.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

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Rua Voluntários Da Pátria, 1733 Sala 01
São Paulo, SP
02011-300

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Segunda-feira 08:00 - 21:00
Terça-feira 08:00 - 21:00
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Sexta-feira 08:00 - 21:00
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