01/04/2026
Constipação crônica não é tudo igual. Dois pacientes podem relatar evacuação infrequente, esforço excessivo e sensação de esvaziamento incompleto, mas a fisiopatologia pode ser completamente diferente. Em um caso, o problema está no trânsito lento do cólon, caracterizando a inércia colônica. No outro, o trânsito pode estar preservado, mas há falha na coordenação muscular durante a evacuação, configurando uma dissinergia evacuatória.
Diferenciar esses dois cenários é essencial porque o tratamento muda totalmente. Na inércia colônica, o foco pode ser estímulo do trânsito intestinal, ajustes dietéticos e, em casos selecionados, abordagens mais específicas. Já na dissinergia, insistir apenas em laxativos tende a frustrar médico e paciente. Nesses casos, o tratamento envolve reeducação do assoalho pélvico e biofeedback.
É aqui que entram os ColoMarks da Alacer. Por meio de marcadores radiopacos ingeridos e acompanhados por radiografias seriadas, o exame permite avaliar o tempo de trânsito colônico e a distribuição dos marcadores ao longo do intestino. Retenção difusa sugere inércia colônica. Acúmulo predominante no reto ou sigmoide pode indicar distúrbio evacuatório.
Um exame simples, acessível e extremamente esclarecedor. Quando entendemos onde está o problema, conseguimos direcionar o tratamento com muito mais precisão e eficiência.
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