Psicóloga Carla R. Olivastro

Psicóloga Carla R. Olivastro Psicóloga Clínica

Entrando na moda da caricatura!!!!
24/02/2026

Entrando na moda da caricatura!!!!

A minissérie Ângela Diniz: Assassinada e condenada, não é apenas a reconstrução de um crime que chocou o Brasil. É um es...
23/02/2026

A minissérie Ângela Diniz: Assassinada e condenada, não é apenas a reconstrução de um crime que chocou o Brasil. É um espelho incômodo da forma como a sociedade tratava, e ainda trata, a vida das mulheres.

O assassinato de Ângela Diniz, em 1976, revelou algo maior que a violência física: revelou o julgamento moral da vítima. Na época, a defesa de Doca Street utilizou a tese da “legítima defesa da honra”, transformando o agressor em alguém “movido pela emoção” e a mulher em responsável pelo próprio destino.

Ângela foi assassinada duas vezes:
primeiro pelos tiros, depois pelo tribunal da opinião pública.
A minissérie nos obriga a encarar uma pergunta difícil: - O que realmente mudou?
Hoje, temos leis como a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio. Temos debates, campanhas, mobilizações. Mas o Brasil segue entre os países com altos índices de feminicídio.
A estrutura que sustentava a tese da “defesa da honra” talvez não esteja mais formalizada nos tribunais — mas ainda aparece em discursos cotidianos:
• “Ela não deveria ter provocado.”
• “Era um relacionamento conturbado.”
• “Foi crime passional.”

A romantização do controle, do ciúme excessivo, da posse travestida de amor ainda está presente. E enquanto a cultura continuar ensinando que o homem perde a cabeça “por amor” e que a mulher deve moderar seu comportamento para não “despertar” violência, o ciclo se mantém.

Revisitar a história de Ângela Diniz é reconhecer que o feminicídio não é um surto contemporâneo, é a continuidade de uma cultura que, por décadas, silenciou mulheres e justificou seus agressores.

A reflexão que a série provoca é urgente:
Não basta punir depois.
É preciso transformar a mentalidade antes.

Porque toda vez que uma mulher é desacreditada, diminuída ou culpabilizada, estamos alimentando o mesmo terreno que, em 1976, permitiu que uma vítima fosse colocada no banco dos réus.

E enquanto isso não mudar estruturalmente, os números continuarão gritando o que a história já nos contou.

Depois do brilho do Carnaval, a vida real continua…O som diminui, as fantasias voltam para o armário, a rotina retorna —...
20/02/2026

Depois do brilho do Carnaval, a vida real continua…

O som diminui, as fantasias voltam para o armário, a rotina retorna — e junto com ela, tudo aquilo que a gente tentou silenciar na folia.

O Carnaval é uma pausa. Mas a sua saúde emocional não pode ser.

Agora que o ano realmente começou, talvez seja o momento de se perguntar:
• O que eu quero fazer diferente este ano?
• O que eu não quero mais carregar?
• Quais padrões eu estou repetindo?
• O que tem doído em silêncio?

Buscar terapia não é sinal de fraqueza. É um ato de responsabilidade consigo mesmo. É decidir não empurrar sentimentos para depois. É escolher se escutar antes que o corpo precise gritar.

Muita gente promete:
“Esse ano vai ser diferente.”
Mas poucas pessoas fazem algo diferente de fato.

Talvez o seu primeiro passo de 2026 não precise ser uma meta estética, financeira ou profissional. Talvez seja emocional.

Cuidar da mente é começar o ano pela base.

Se o Carnaval acabou, que também termine a procrastinação do seu autocuidado.

Para mais informações e agendamentos link na bio.

Em pleno 2026, ainda é alarmante constatar que existem homens que se sentem no direito de tentar beijar uma mulher à for...
19/01/2026

Em pleno 2026, ainda é alarmante constatar que existem homens que se sentem no direito de tentar beijar uma mulher à força.

Isso não é flerte, não é mal-entendido e não é demonstração de interesse.
É violação de limites, desrespeito e violência.

O corpo de uma mulher não é convite, não é propriedade pública e não está disponível sem consentimento claro. Consentimento não se pressupõe, não se insiste e, muito menos, se força. Consentimento se pergunta e se respeita.

Naturalizar esse tipo de comportamento perpetua uma cultura que invalida o “não”, culpabiliza a vítima e protege atitudes abusivas. Nenhuma roupa, sorriso, conversa ou contexto justifica uma invasão física.

Repudiamos qualquer tentativa de minimizar, romantizar ou relativizar esse tipo de violência.
Respeito não é opcional.
Consentimento é regra.
E dignidade não se negocia.

Que essa nota não seja apenas um desabafo, mas um chamado à responsabilidade, à educação emocional e ao posicionamento firme contra qualquer forma de abuso.

Janeiro é o mês do recomeço.E nada melhor do que começar o ano olhando para dentro, acolhendo emoções e priorizando a sa...
12/01/2026

Janeiro é o mês do recomeço.
E nada melhor do que começar o ano olhando para dentro, acolhendo emoções e priorizando a saúde mental.

Assim como cuidamos do corpo, a mente também precisa de atenção, escuta e cuidado.

Objetivo da campanha:

Conscientizar sobre a importância da saúde mental, reduzir o preconceito em relação à psicoterapia e incentivar o autocuidado emocional ao longo do ano.

Que este novo ano chegue com leveza no coração, esperança nos dias difíceis e coragem para recomeçar sempre que for prec...
31/12/2025

Que este novo ano chegue com leveza no coração, esperança nos dias difíceis e coragem para recomeçar sempre que for preciso.
Que você se permita sentir, descansar, sonhar e crescer no seu próprio tempo.

Que 2026 traga mais paz, mais amor e mais verdade para a sua vida.
E que, mesmo nos dias nublados, você nunca se esqueça da força que existe dentro de você.

Feliz Ano Novo. Que seja um ano de encontros, cura e novos começos.

Com carinho
Psicóloga Carla Olivastro

Que este Natal seja um convite ao descanso, à gentileza consigo mesmo e à valorização de cada pequeno passo dado ao long...
23/12/2025

Que este Natal seja um convite ao descanso, à gentileza consigo mesmo e à valorização de cada pequeno passo dado ao longo do ano.

Que você possa acolher suas emoções com mais compreensão, respeitar seu tempo e reconhecer sua própria força. Cuidar da saúde emocional também é um gesto de amor.

Desejo um Natal com mais presença, significado e esperança, e que o novo ano traga continuidade ao seu processo de crescimento e autoconhecimento.

Com carinho,
Psicóloga Carla Olivastro

Existem alguns abusos que sempre acontecem antes do abuso partir para o físico e muitas vezes passam despercebidas porqu...
12/12/2025

Existem alguns abusos que sempre acontecem antes do abuso partir para o físico e muitas vezes passam despercebidas porque não deixam marcas visíveis. Mas todas são sérias, desgastam a autoestima e preparam terreno para a violência física.
Fiquem atentas aos padrões, pois acontecem antes do abuso físico e antes do feminicídio.

Para mais informações e agendamentos link na bio.

Dezembro chega e, junto com as luzes, também vêm as cobranças silenciosas:“O que eu fiz esse ano?”“O que faltou?”“Por qu...
10/12/2025

Dezembro chega e, junto com as luzes, também vêm as cobranças silenciosas:
“O que eu fiz esse ano?”
“O que faltou?”
“Por que estou tão cansado?”

A chamada síndrome do fim do ano não é um diagnóstico oficial, mas descreve bem esse combo de exaustão, pressão, nostalgia e comparação que muitas pessoas sentem nesta época.

É como se o corpo pedisse pausa, mas a mente exigisse performance.

Por que isso acontece?
• Sobrecarga emocional: um ano inteiro acumulado, e pouco espaço para processar.
• Pressões sociais: clima de festa, família, metas… mesmo quando você não está no clima.
• Comparação interna: expectativas não alcançadas, metas que ficaram pelo caminho.
• Cansaço físico e mental: o famoso “modo sobrevivência” dos últimos meses.

Como acolher esse momento
• Permita-se sentir sem se cobrar. Nem todo dezembro é iluminado.
• Lembre-se: fechamento de ciclo não exige perfeição, exige honestidade.
• Troque metas inalcançáveis por intencionalidade e pequenos passos.
• Coloque limites nas demandas externas. Você não precisa estar em todos os lugares.

E o mais importante
Você não precisa “terminar o ano bem” para começar o próximo com leveza.
Às vezes, o que cura é apenas reconhecer que você está cansado — e se tratar com gentileza.

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A cura não acontece de um dia para o outro.Ela acontece no silêncio das pequenas escolhas, no momento em que você decide...
02/12/2025

A cura não acontece de um dia para o outro.
Ela acontece no silêncio das pequenas escolhas, no momento em que você decide olhar para dentro em vez de fugir.
A cura nasce quando você entende que sentir não é fraqueza — é caminho.

Na psicoterapia, você aprende a colocar nome no que antes era só peso.
Aprende que limite não é rejeição, é respeito.
Descobre que aquilo que te machucou não define quem você é, apenas explica de onde você veio.

Cura é quando você finalmente se permite ser honesto consigo.
Quando percebe que não precisa mais sobreviver… pode começar a viver.

A psicoterapia não apaga a história, mas te devolve o lápis.
E, pouco a pouco, você volta a escrever a própria vida — com mais consciência, mais força e mais verdade.

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6 Mitos sobre a Psicoterapia que Você Precisa Deixar Ir ✨1️⃣ “Terapia é coisa de gente fraca.”Força é ter coragem de se ...
01/12/2025

6 Mitos sobre a Psicoterapia que Você Precisa Deixar Ir ✨

1️⃣ “Terapia é coisa de gente fraca.”
Força é ter coragem de se olhar por dentro.

2️⃣ “O psicólogo vai dizer o que devo fazer.”
Na verdade, ele te ajuda a descobrir o seu próprio caminho.

3️⃣ “É só conversar.”
É conversar com intenção, técnica e transformação.

4️⃣ “Demora demais.”
Cada passo na direção certa já é avanço.

5️⃣ “Falar do que dói só piora.”
Curar exige luz — não silêncio.

6️⃣ “Se começar, nunca mais acaba.”
Terapia não prende: liberta.

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Aqui estão sinais claros de que você está “no relacionamento sozinho” — quando só uma pessoa carrega o vínculo, o esforç...
27/11/2025

Aqui estão sinais claros de que você está “no relacionamento sozinho” — quando só uma pessoa carrega o vínculo, o esforço e o cuidado:

1. Você sempre inicia tudo
• Você que manda mensagem.
• Você que marca encontro.
• Você que tenta resolver conflitos.
Se você parar, a relação estaciona.

2. Você sente que precisa “implorar” por atenção
Qualquer gesto mínimo do outro parece uma conquista, como se você estivesse sempre pedindo migalhas de afeto.

3. Conversas profundas não acontecem
Você tenta se abrir, mas o outro:
• muda de assunto,
• não demonstra interesse,
• responde de forma fria ou superficial.

4. Suas necessidades emocionais não são consideradas
Você sente tristeza, saudade, insegurança — mas o outro não faz esforço para acolher ou ajustar comportamentos.

5. Você se sente culpado por pedir o mínimo
Como se desejar carinho, presença ou respeito fosse “demais”.

6. O outro está presente só quando é conveniente
Ele aparece quando quer algo, mas não está disponível quando você precisa.

7. Suas demonstrações de amor não são retribuídas
Não precisa ser igual, mas:
• você doa muito,
• recebe pouco.

8. Você se sente emocionalmente exausto
A relação deixa de nutrir e passa a sugar.
É um desgaste silencioso.

9. Você se adapta o tempo inteiro
Você muda planos, rotina e expectativas, enquanto o outro não cede em nada.

10. Você se sente sozinho mesmo estando acompanhado

Esse é o sinal mais forte.
Não é a falta física — é a ausência emocional.

Se você quiser, posso te ajudar a identificar quais desses sinais você está vivendo e o que fazer para recuperar sua autoestima ou clarear seus próximos passos. Quer me contar um pouco do seu caso?

Para mais informações e agendamentos link na bio.

Endereço

Endereço: R. Hussain Youssef Saab, 66/Sala 02/Vila Sofia
São Paulo, SP

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