Psicóloga Carla R. Olivastro

Psicóloga Carla R. Olivastro Psicóloga Clínica

2 de abril — Dia Mundial de Conscientização do Autismo 💙Ser autista não é falta, não é erro, não é algo a ser “consertad...
02/04/2026

2 de abril — Dia Mundial de Conscientização do Autismo 💙

Ser autista não é falta, não é erro, não é algo a ser “consertado”.
É um modo diferente de perceber, sentir e existir no mundo.

Cada pessoa autista carrega uma forma única de se comunicar, de se relacionar e de experienciar a vida. E isso não precisa de correção — precisa de compreensão.

A verdadeira inclusão começa quando trocamos o julgamento pela escuta, a pressa pela paciência e o rótulo pela empatia.

Não é sobre encaixar o autista no mundo…
É sobre tornar o mundo mais acessível para todas as formas de ser.

Hoje é dia de conscientizar, respeitar e, acima de tudo, considerar. 💙

8 de março – Dia das MulheresCelebramos conquistas, força e liberdade. Mas também precisamos encarar uma realidade dolor...
08/03/2026

8 de março – Dia das Mulheres

Celebramos conquistas, força e liberdade. Mas também precisamos encarar uma realidade dolorosa: nunca se falou tanto em feminicídio porque nunca tivemos números tão alarmantes.

O feminicídio não começa no crime. Ele começa no controle, no ciúme romantizado, na violência psicológica e no silenciamento da mulher.

Falar sobre isso no Dia das Mulheres não é estragar a data — é lembrar que essa luta ainda é urgente.

Que chegue o dia em que ser mulher não seja um risco. 🌹

Feliz Dia das Mulheres! 🌷Que hoje seja um dia de celebrar a força, a sensibilidade, a coragem e a potência de todas as m...
08/03/2026

Feliz Dia das Mulheres! 🌷

Que hoje seja um dia de celebrar a força, a sensibilidade, a coragem e a potência de todas as mulheres.
Que nunca nos falte voz, respeito e liberdade para sermos quem somos.

Que possamos ocupar cada vez mais espaços — com dignidade, segurança e orgulho de ser mulher. ✨

Entrando na moda da caricatura!!!!
24/02/2026

Entrando na moda da caricatura!!!!

A minissérie Ângela Diniz: Assassinada e condenada, não é apenas a reconstrução de um crime que chocou o Brasil. É um es...
23/02/2026

A minissérie Ângela Diniz: Assassinada e condenada, não é apenas a reconstrução de um crime que chocou o Brasil. É um espelho incômodo da forma como a sociedade tratava, e ainda trata, a vida das mulheres.

O assassinato de Ângela Diniz, em 1976, revelou algo maior que a violência física: revelou o julgamento moral da vítima. Na época, a defesa de Doca Street utilizou a tese da “legítima defesa da honra”, transformando o agressor em alguém “movido pela emoção” e a mulher em responsável pelo próprio destino.

Ângela foi assassinada duas vezes:
primeiro pelos tiros, depois pelo tribunal da opinião pública.
A minissérie nos obriga a encarar uma pergunta difícil: - O que realmente mudou?
Hoje, temos leis como a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio. Temos debates, campanhas, mobilizações. Mas o Brasil segue entre os países com altos índices de feminicídio.
A estrutura que sustentava a tese da “defesa da honra” talvez não esteja mais formalizada nos tribunais — mas ainda aparece em discursos cotidianos:
• “Ela não deveria ter provocado.”
• “Era um relacionamento conturbado.”
• “Foi crime passional.”

A romantização do controle, do ciúme excessivo, da posse travestida de amor ainda está presente. E enquanto a cultura continuar ensinando que o homem perde a cabeça “por amor” e que a mulher deve moderar seu comportamento para não “despertar” violência, o ciclo se mantém.

Revisitar a história de Ângela Diniz é reconhecer que o feminicídio não é um surto contemporâneo, é a continuidade de uma cultura que, por décadas, silenciou mulheres e justificou seus agressores.

A reflexão que a série provoca é urgente:
Não basta punir depois.
É preciso transformar a mentalidade antes.

Porque toda vez que uma mulher é desacreditada, diminuída ou culpabilizada, estamos alimentando o mesmo terreno que, em 1976, permitiu que uma vítima fosse colocada no banco dos réus.

E enquanto isso não mudar estruturalmente, os números continuarão gritando o que a história já nos contou.

Depois do brilho do Carnaval, a vida real continua…O som diminui, as fantasias voltam para o armário, a rotina retorna —...
20/02/2026

Depois do brilho do Carnaval, a vida real continua…

O som diminui, as fantasias voltam para o armário, a rotina retorna — e junto com ela, tudo aquilo que a gente tentou silenciar na folia.

O Carnaval é uma pausa. Mas a sua saúde emocional não pode ser.

Agora que o ano realmente começou, talvez seja o momento de se perguntar:
• O que eu quero fazer diferente este ano?
• O que eu não quero mais carregar?
• Quais padrões eu estou repetindo?
• O que tem doído em silêncio?

Buscar terapia não é sinal de fraqueza. É um ato de responsabilidade consigo mesmo. É decidir não empurrar sentimentos para depois. É escolher se escutar antes que o corpo precise gritar.

Muita gente promete:
“Esse ano vai ser diferente.”
Mas poucas pessoas fazem algo diferente de fato.

Talvez o seu primeiro passo de 2026 não precise ser uma meta estética, financeira ou profissional. Talvez seja emocional.

Cuidar da mente é começar o ano pela base.

Se o Carnaval acabou, que também termine a procrastinação do seu autocuidado.

Para mais informações e agendamentos link na bio.

Em pleno 2026, ainda é alarmante constatar que existem homens que se sentem no direito de tentar beijar uma mulher à for...
19/01/2026

Em pleno 2026, ainda é alarmante constatar que existem homens que se sentem no direito de tentar beijar uma mulher à força.

Isso não é flerte, não é mal-entendido e não é demonstração de interesse.
É violação de limites, desrespeito e violência.

O corpo de uma mulher não é convite, não é propriedade pública e não está disponível sem consentimento claro. Consentimento não se pressupõe, não se insiste e, muito menos, se força. Consentimento se pergunta e se respeita.

Naturalizar esse tipo de comportamento perpetua uma cultura que invalida o “não”, culpabiliza a vítima e protege atitudes abusivas. Nenhuma roupa, sorriso, conversa ou contexto justifica uma invasão física.

Repudiamos qualquer tentativa de minimizar, romantizar ou relativizar esse tipo de violência.
Respeito não é opcional.
Consentimento é regra.
E dignidade não se negocia.

Que essa nota não seja apenas um desabafo, mas um chamado à responsabilidade, à educação emocional e ao posicionamento firme contra qualquer forma de abuso.

Janeiro é o mês do recomeço.E nada melhor do que começar o ano olhando para dentro, acolhendo emoções e priorizando a sa...
12/01/2026

Janeiro é o mês do recomeço.
E nada melhor do que começar o ano olhando para dentro, acolhendo emoções e priorizando a saúde mental.

Assim como cuidamos do corpo, a mente também precisa de atenção, escuta e cuidado.

Objetivo da campanha:

Conscientizar sobre a importância da saúde mental, reduzir o preconceito em relação à psicoterapia e incentivar o autocuidado emocional ao longo do ano.

Que este novo ano chegue com leveza no coração, esperança nos dias difíceis e coragem para recomeçar sempre que for prec...
31/12/2025

Que este novo ano chegue com leveza no coração, esperança nos dias difíceis e coragem para recomeçar sempre que for preciso.
Que você se permita sentir, descansar, sonhar e crescer no seu próprio tempo.

Que 2026 traga mais paz, mais amor e mais verdade para a sua vida.
E que, mesmo nos dias nublados, você nunca se esqueça da força que existe dentro de você.

Feliz Ano Novo. Que seja um ano de encontros, cura e novos começos.

Com carinho
Psicóloga Carla Olivastro

Que este Natal seja um convite ao descanso, à gentileza consigo mesmo e à valorização de cada pequeno passo dado ao long...
23/12/2025

Que este Natal seja um convite ao descanso, à gentileza consigo mesmo e à valorização de cada pequeno passo dado ao longo do ano.

Que você possa acolher suas emoções com mais compreensão, respeitar seu tempo e reconhecer sua própria força. Cuidar da saúde emocional também é um gesto de amor.

Desejo um Natal com mais presença, significado e esperança, e que o novo ano traga continuidade ao seu processo de crescimento e autoconhecimento.

Com carinho,
Psicóloga Carla Olivastro

Existem alguns abusos que sempre acontecem antes do abuso partir para o físico e muitas vezes passam despercebidas porqu...
12/12/2025

Existem alguns abusos que sempre acontecem antes do abuso partir para o físico e muitas vezes passam despercebidas porque não deixam marcas visíveis. Mas todas são sérias, desgastam a autoestima e preparam terreno para a violência física.
Fiquem atentas aos padrões, pois acontecem antes do abuso físico e antes do feminicídio.

Para mais informações e agendamentos link na bio.

Dezembro chega e, junto com as luzes, também vêm as cobranças silenciosas:“O que eu fiz esse ano?”“O que faltou?”“Por qu...
10/12/2025

Dezembro chega e, junto com as luzes, também vêm as cobranças silenciosas:
“O que eu fiz esse ano?”
“O que faltou?”
“Por que estou tão cansado?”

A chamada síndrome do fim do ano não é um diagnóstico oficial, mas descreve bem esse combo de exaustão, pressão, nostalgia e comparação que muitas pessoas sentem nesta época.

É como se o corpo pedisse pausa, mas a mente exigisse performance.

Por que isso acontece?
• Sobrecarga emocional: um ano inteiro acumulado, e pouco espaço para processar.
• Pressões sociais: clima de festa, família, metas… mesmo quando você não está no clima.
• Comparação interna: expectativas não alcançadas, metas que ficaram pelo caminho.
• Cansaço físico e mental: o famoso “modo sobrevivência” dos últimos meses.

Como acolher esse momento
• Permita-se sentir sem se cobrar. Nem todo dezembro é iluminado.
• Lembre-se: fechamento de ciclo não exige perfeição, exige honestidade.
• Troque metas inalcançáveis por intencionalidade e pequenos passos.
• Coloque limites nas demandas externas. Você não precisa estar em todos os lugares.

E o mais importante
Você não precisa “terminar o ano bem” para começar o próximo com leveza.
Às vezes, o que cura é apenas reconhecer que você está cansado — e se tratar com gentileza.

Para mais informações e agendamentos link na bio.

Endereço

Endereço: R. Hussain Youssef Saab, 66/Sala 02/Vila Sofia
São Paulo, SP

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