30/01/2026
Não existe um único olhar possível em saúde mental.
Toda prática clínica carrega, consciente ou não, uma visão de mundo. Não há neutralidade absoluta — há modos de compreender o sofrimento, o sujeito e sua existência.
Por isso, reduzir as chamadas “doenças mentais” a disfunções do cérebro é uma leitura limitada. Um mito ainda presente, mas insuficiente para dar conta da complexidade da experiência humana.
Ao mesmo tempo, a clínica é atravessada por uma exigência constante: oferecer respostas, tratamentos, resultados. Espera-se eficácia. Espera-se solução.
É justamente nessa tensão que a clínica se sustenta — e se torna profundamente necessária.
Uma complexidade que exige rigor, aprofundamento teórico e sensibilidade clínica. Exige formação.
É a partir desse compromisso que se estrutura a Pós-Graduação Lato Sensu em Psicopatologia Fenomenológica, coordenada pelo Prof. Dr. Guilherme Messas.
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