Psicóloga Laís Pimentel

Psicóloga Laís Pimentel CRP 04/40840
Saúde Mental da Mulher
Atendimento Presencial e Online
Consultoria e Assessoria Empres

05/02/2026

Vem fazer esse exercício comigo e depois me conta, mudou alguma aí dentro nesse último ano?

02/02/2026

Nem todo cansaço é físico.
E é por isso que, às vezes, você dorme… e acorda igual.

Quando a gente tenta tratar todos os cansaços com o mesmo remédio, o corpo até pausa, mas a mente, o emocional e os vínculos continuam drenando.

Por isso eu deixo aqui um exercício simples, direto e possível de fazer hoje.

O mapa do seu cansaço

Pegue uma folha e divida em duas partes.
De um lado, escreva: O que está me drenando agora?
Do outro: O que posso ajustar neste momento?

Liste tudo o que tem pesado na sua semana.
Pensamentos repetitivos.
Relações cansativas.
Excesso de estímulo.
Demandas que não acabam.
Depois, para cada item, escolha um ajuste pequeno. Só um.

Exemplos práticos:
Mente acelerada → 10 minutos sem tela antes de dormir
Relação desgastante → diminuir contato por alguns dias
Tensão no corpo → 5 minutos de alongamento ao acordar
Emoção acumulada → escrever por 3 minutos sem filtro

A lógica não é mudar a vida inteira.
É parar de ignorar o tipo certo de cansaço.
Alívio vem quando você ajusta o que drena, não quando se cobra mais descanso.

Salva esse post.
Refaz quando precisar.

01/02/2026

Perto dos 40, algumas coisas mudam de camada.

O espelho pesa às vezes.
O sono não é o mesmo.
A paciência encurta.

E você percebe que saúde mental não é “estado”: é manutenção.

Aos 30, a crise é de identidade.
Aos 40, a crise é de propósito: eu vou viver no automático por mais quantos anos?

E aí o autocuidado vira outra coisa: menos estética, mais sustentação.
Menos agradar, mais escolher.
Menos quantidade, mais qualidade emocional.

Se você tá nessa fase, me conta: qual foi a mudança mais nítida pra você?

26/01/2026

O que sustenta o comportamento não é a força de vontade. É o ambiente, os vínculos, o ritmo, os acordos silenciosos que você mantém todos os dias.

A mente não muda no discurso.
Muda quando o contexto começa a oferecer segurança suficiente para algo novo existir.
Por isso, voltar para padrões antigos não é falta de caráter nem preguiça emocional.
É o cérebro escolhendo o que é previsível, mesmo que isso custe caro.

Consciência é o ponto de virada.
Quando você reconhece o que sente, o que repete e o que evita, algo começa a se reorganizar por dentro.
E não, você não precisa virar outra pessoa.

Precisa criar novos caminhos, pequenas decisões sustentadas no tempo, até que o novo deixe de ser esforço e vire estrutura.

Mudança real é menos sobre intensidade
e muito mais sobre repetição consciente.

Se esse vídeo te fez entender algo sobre você, salva ele.

25/01/2026

A maior confusão emocional que a gente aprende é essa: achar que amar é aguentar.

Aguentar ausência.
Aguentar migalhas.
Aguentar relações onde só um sustenta, insiste e se adapta.

Mas amor não se mede pela sua capacidade de suportar dor.
Se mede pela existência de troca, responsabilidade emocional e realidade compartilhada.

Quando você permanece onde não há reciprocidade, não está sendo leal ao vínculo.
Está sendo leal ao medo de perder.

Soltar não é frieza.
É maturidade emocional suficiente para aceitar o que é, em vez de insistir no que poderia ser.

Às vezes, o gesto mais amoroso não é ficar.
É parar de se violentar emocionalmente para manter alguém por perto.

Porque vínculo que só existe à custa do seu apagamento não é amor. É dependência.

E relações saudáveis não sobrevivem à força.
Elas existem porque ambos escolhem estar.

Se esse conteúdo te tocou, salva.
Às vezes, a clareza vem quando a gente para de insistir.

22/01/2026

Crescer não é adicionar coisas à vida.
É aprender a retirar.

Retirar explicações excessivas.
Retirar convivências que drenam.
Retirar a ideia de que você precisa ultrapassar seus próprios limites para ser válida.

A maturidade emocional começa quando você entende que nem tudo merece resposta, acesso ou permanência.
E que preservar a própria mente não é egoísmo.
É responsabilidade.

Grande parte do nosso cansaço não vem do que acontece fora. Vem do que continuamos permitindo por dentro.

A pergunta não é mais “por que isso ainda acontece comigo?”. É “por que eu ainda deixo isso ficar?”.

18/01/2026

Você não é o que você pensa.
Você é o que você repete.
O seu cérebro não diferencia fato de interpretação.
Ele registra tudo que você repete como verdade.
Inclusive sobre você mesma.

Se você passa os dias dizendo "eu não consigo", "nada funciona", "nunca vai dar certo", o seu corpo responde como se isso fosse real. Porque para ele, é.

Todo pensamento é químico.
Cada um deles reorganiza o seu corpo, altera o seu estado, muda a forma como você age.

E não, você não enxerga o mundo com os olhos. Você enxerga com a mente.
Por isso duas mulheres vivem a mesma situação e sentem coisas completamente diferentes.

A experiência não nasce só do fato.
Nasce do significado que você dá ao fato.

O seu cérebro adora atalhos emocionais.
Ele repete interpretações antigas, respostas automáticas, jeitos conhecidos de reagir.
Não porque são bons para você, mas porque são fáceis.

Mudar não é sobre força de vontade.
É sobre disciplina.
É fazer o que precisa ser feito, mesmo quando a sua mente tenta adiar.

Salva esse post.
Relê quando a sua cabeça estiver pesada.

12/01/2026

Nem todo cansaço nas relações vem de excesso de problemas.

Muitas vezes vem de excesso de responsabilidade emocional. Você escuta, acolhe, pensa, sugere, se envolve… enquanto o outro só está tentando aguentar mais um dia.

Quando você entende que nem toda dor quer mudança imediata, você para de se frustrar, de se culpar e de tentar carregar o que não é seu.

Aprender a perguntar “você quer desabafar ou quer resolver?” não afasta. Organiza.

E relações organizadas doem menos.

No meio da correria de uma quarta-feira, entre atendimentos e comemorações, eu completei 38 anos.E foi justamente nesse ...
11/01/2026

No meio da correria de uma quarta-feira, entre atendimentos e comemorações, eu completei 38 anos.
E foi justamente nesse ritmo real da vida que algo se destacou com força: o afeto que recebi.

Mensagens, abraços, lembranças, pessoas que seguem comigo.

Perceber quantas relações construí ao longo de quase quatro décadas, e quantas permanecem, me lembrou do que realmente sustenta tudo o que faço e construo.
Depois de um 2025 tão desafiador, celebrar mais um 07/01 teve um tom diferente.

É sobre agradecer a Deus pela minha vida, pela minha família, pelos meus amigos, pelas oportunidades que surgiram, pelos desafios que me fortaleceram e pela coragem que me trouxe até aqui.

É honrar o que foi vivido e abrir espaço para o que ainda quero viver.

Desse ciclo eu levo uma certeza: A vida muda e testa a gente, mas são as relações e a presença que nos mantêm no caminho.

Obrigada por cada mensagem de carinho.
Vocês fizeram esse dia ainda mais especial.

Agora é seguir em 2026.
Ainda há muito para viver e construir.

Quem tá animado? Porque eu tô! 🚀

Nunca estamos verdadeiramente prontos.O que a vida costuma pedir não é certeza, é coragem.Coragem para fazer escolhas se...
07/01/2026

Nunca estamos verdadeiramente prontos.
O que a vida costuma pedir não é certeza, é coragem.

Coragem para fazer escolhas sem garantias.
Para sustentar decisões que ainda não estão confortáveis.
Para mudar de rota quando algo deixa de fazer sentido.
Para seguir mesmo sem ter tudo claro.

Esperar estar pronta, muitas vezes, é só uma forma mais bonita de adiar a própria vida.
Porque maturidade não nasce da segurança.
Nasce do movimento feito com consciência, mesmo quando dá medo.

A vida não se organiza antes da ação.
Ela se organiza enquanto a gente caminha.

Faz sentido para você?

06/01/2026

Mulheres adultas não adoecem por fragilidade.
Adoecem por excesso.

De expectativas, de papéis, de responsabilidade emocional, de cobrança silenciosa para funcionar o tempo todo.

Quando você começa a entender a própria mente, algo muda.
Você para de normalizar o cansaço constante.
Para de achar que precisa se adaptar a tudo.
E começa a construir uma vida que respeita quem você é hoje, não quem esperam que você seja.

Esse espaço existe para isso.
Para clareza emocional.
Para organização interna.
Para conversas honestas sobre ansiedade, autocobrança, limites, relações e escolhas reais da vida adulta.

Se esse tipo de reflexão faz sentido pra você, bem-vinda!

Aqui a gente fala de saúde mental com profundidade, sem romantizar e sem atalhos.
E talvez esse seja o começo de você se tratar com mais presença.

Despedindo do   transbordando amor...Você também tem um lugar especial nesse mundo onde você se (re)conecta com o que há...
21/09/2025

Despedindo do transbordando amor...

Você também tem um lugar especial nesse mundo onde você se (re)conecta com o que há de mais especial em você?

Esse é o nosso.

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