15/02/2026
O Carnaval é tempo de encontro, celebração e liberdade. Mas, para pessoas vivendo com HIV, a folia também exige atenção redobrada com o tratamento e com a prevenção de outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Em meio à mudança de rotina, viagens, blocos e noites mais longas, manter o cuidado pode ser desafiador, mas está longe de ser impossível.
A infectologista Dra. Mafê Medeiros, em entrevista à Agência Aids, reforça que organização e informação são as principais aliadas para atravessar o período com segurança.
Medicação na rotina da folia
O primeiro ponto de atenção é o armazenamento correto dos antirretrovirais. Mesmo fora de casa, os comprimidos precisam ser mantidos em condições adequadas.
“As pessoas devem manter os comprimidos da mesma forma que eles estariam dentro da embalagem, mantendo então livre de umidade, de exposição ao sol, e não deixar também contato várias vezes com os dedos. Esses contatos podem fazer com que os remédios percam sua função.”, explica a infectologista.
Para quem vai viajar ou passar o dia nos blocos, é possível adaptar.
“É possível colocar em embalagens menores, mas sempre se atentando a essas questões.”
Já em relação à regularidade, a médica lembra que cada pessoa pode encontrar a estratégia que melhor se encaixa no próprio dia a dia.
“A regularidade vai da rotina de cada pessoa: unir a tomada a uma ação, escovar os dentes, por exemplo, ou deixar o alarme para não esquecer na bebedeira. Melhor que alarme são os aplicativos de ‘to-do’, que você precisa marcar quando concluiu a tarefa.”
Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/HelDs.