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‘A crise climática já impacta os serviços de saúde’, alerta presidente do Einstein ‘A crise climática já impacta os serv...
31/03/2026

‘A crise climática já impacta os serviços de saúde’, alerta presidente do Einstein ‘A crise climática já impacta os serviços de saúde’, alerta presidente do Einstein ‘A crise climática já impacta os serviços de saúde’, alerta presidente do Einstein

Entre o consultório, a sala de cirurgia e a gestão de um dos maiores ecossistemas de saúde do mundo, o coloproctologista Sidney Klajner ainda convive com outra preocupação em mente. Uma preocupação das grandes, mas que muitas vezes é tratada, de forma míope, como algo distante da nossa rotina. É a crise climática.

Poucos médicos e lideranças na área da saúde no Brasil levam o problema ambiental tão a sério como o presidente do Einstein Hospital Israelita, em São Paulo. Klajner, na realidade, está fazendo o dever de casa, ciente de que os centros hospitalares também participam da emissão de gases e resíduos que contribuem para os transtornos planetários.

Entusiasta da tecnologia e atento ao fato de que o aquecimento global já bateu à nossa porta, o executivo esteve na última edição do South by Southwest (SXSW), fórum de inovação realizado em Austin, nos EUA, onde participou, junto ao diretor de emergências da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Ciro Ugarte, e à editora da revista científica Nature, Sophie McClarty, do painel de debate “Clima em crise, saúde em risco: tecnologia como elemento vital”.

Em entrevista exclusiva a VEJA, o presidente do Einstein fala sobre os desafios em jogo, das iniciativas da operação que comanda voltadas ao meio ambiente e das repercussões da crise climática que já se fazem presentes nos consultórios e hospitais.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://l1nq.com/xcEG5.

A população transmasculina foi à avenida Paulista neste domingo (29) na 3ª Marcha Transmasculinas contra a invisibilidad...
31/03/2026

A população transmasculina foi à avenida Paulista neste domingo (29) na 3ª Marcha Transmasculinas contra a invisibilidade, por respeito e por futuro. “As pessoas trans estão em todos os lugares da sociedade. Então as pautas da educação, da saúde, da classe trabalhadora fazem parte da nossa pauta. Só que parte de uma população que é muito invisibilizada”, disse, ao Brasil de Fato, Lira Alli, representante sindical e organizadore da marcha.

Elu acrescenta a importância da luta conjunta entre a população LGBTQIA+ com as condições de trabalho. “A presença dos sindicatos aqui nessa marcha é fundamental porque pessoas transmasculinas, [nós] somos da classe trabalhadora. Fazemos parte da classe trabalhadora, é fundamental que os sindicatos marchem ao nosso lado e é fundamental que as pessoas transmasculinas se conscientizem da sua classe. Pelo fim da transfobia, pelo fim da escala 6×1”, disse Lira ao lado de representantes do Sindicato dos Metalúrgicos e dos Operadores de Telemarketing.

Entre as pautas da saúde está a aprovação do Programa de Atenção à Saúde da População Trans, também conhecido como Paes Pop Trans. Anunciado no final de 2024 pelo Ministério da Saúde com investimentos previstos em R$ 152 milhões até 2028, o programa ainda não saiu do papel.

A programação da marcha prevê, além da caminhada pela avenida Paulista, principal ponto de encontro da cidade aos domingos, uma programação cultural e a fala de diversos representantes da população transmasculinas.

Leia essa e mais notícias sobre Direitos Humanos e Saúde Pública em https://l1nq.com/nrI6D.

Segurança Pública, em 2025, foram registrados 1.568 assassinatos por motivos de gênero no Brasil. O sentimento de angúst...
30/03/2026

Segurança Pública, em 2025, foram registrados 1.568 assassinatos por motivos de gênero no Brasil. O sentimento de angústia e insegurança é generalizado. “No final das contas, você sabe que poderia ser você e que, em algum momento, ainda pode”, diz a psicóloga Núbia Anjos.

COMO MANTER A SAÚDE MENTAL DIANTE DESSE CENÁRIO?

O corpo responde às notícias, mesmo que de forma inconsciente. A exposição constante ao risco de violência, direta ou indireta, gera tensão física pela liberação de cortisol, o hormônio do estresse. A hipervigilância e a ansiedade são comuns e frequentes.

Karoline Oliveira, psicóloga clínica, diz: “Às vezes, situações que não pareciam oferecer risco antes passam a gerar preocupação. É um mecanismo de autoproteção. Então, uma lista de alertas [passa a fazer parte do seu cotidiano]: se você sair na rua, pode ser que passe por isso; se estiver no trabalho, aquilo pode ser uma questão; se ficar em casa com homens, pode ser que aconteça com você”.

Cada vez mais fotos, vídeos e manchetes sobre violência contra a mulher tomam conta do noticiário e das timelines. De acordo com o painel Estatísticas do Poder Judiciário, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) , em 2025 foi registrado um aumento de 17% nos julgamentos para o crime de feminicídio, somando mais de 15,4 mil decisões. O cenário segue preocupante. Em janeiro último, ingressaram 947 novos casos, número 3,49% superior ao ano anterior, que contabilizou 915. E, com o aumento das ocorrências, também cresce a cobertura sobre o assunto.

Toda mulher já deixou de viver determinadas experiências por medo. E, como os dados mostram, não é algo subjetivo. Medo de dizer, de transitar, de existir. “Talvez esse seja o sentimento mais presente desde que chegamos ao mundo. Vamos crescendo com medo da vida”, reforça Anjos.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://l1nq.com/y1VEC.

O Sistema Único de Saúde oferece um método seguro para a prevenção de vários tipos de câncer: a vacina contra o HPV. Mas...
30/03/2026

O Sistema Único de Saúde oferece um método seguro para a prevenção de vários tipos de câncer: a vacina contra o HPV. Mas, para alcançar a sua máxima eficiência, essa precaução precisa ser tomada no final da infância ou início da adolescência, o que não acontece para boa parte do público-alvo.

A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última quarta-feira (25), mostra que apenas 54,9% dos estudantes, com idades entre 13 e 17 anos, tinham certeza de que foram vacinados contra o HPV, sigla para papilomavírus humano.

Esse vírus é responsável por 99% dos casos de câncer de colo do útero e por boa parte dos tumores de â**s, p***s, boca e garganta.

PROTEÇÃO GRATUITA

A vacina que previne contra o HPV está disponível em todas as unidades de saúde do Brasil, e deve ser tomada por meninas e meninos, entre 9 e 14 anos.

Essa faixa etária foi definida porque o vírus é transmitido principalmente por via sexual, e a vacina é mais eficaz se for tomada antes da primeira relação.

Apesar disso, 10,4% dos estudantes entrevistados pelo IBGE ainda não estavam vacinados e 34,6% não sabiam se tinham recebido a vacina ou não.

Isso representa quase 1,3 milhão de adolescentes desprotegidos, e outros 4,2 milhões potencialmente vulneráveis à infecção.

A mesma pesquisa identificou que 30,4% dos estudantes de 13 a 17 anos já tinham vida sexual ativa, e que a idade média de iniciação sexual foi de 13,3 anos para os meninos e de 14,3 anos para as meninas.

Os dados foram coletados pelo IBGE em 2024 e mostram ainda que a porcentagem de estudantes que se vacinaram caiu 8 pontos percentuais na comparação com a edição anterior da pesquisa, de 2019.

Apesar de uma proporção maior de meninas ter se vacinado ─ 59,5%, contra 50,3% dos meninos ─ a queda da cobertura vacinal entre elas foi ainda mais expressiva, de 16,6 pontos.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://l1nq.com/QEEFr.

A busca por uma cura para o HIV ganhou novos contornos científicos após uma série de apresentações na Conference on Retr...
30/03/2026

A busca por uma cura para o HIV ganhou novos contornos científicos após uma série de apresentações na Conference on Retroviruses and Opportunistic Infections 2026, realizada recentemente em Denver, nos Estados Unidos. Pesquisadores relataram avanços que reforçam o papel da imunidade celular — especialmente das células CD8 — como um possível caminho para o controle duradouro ou até a eliminação do vírus.

As descobertas desafiam uma das premissas mais consolidadas da história da epidemia: a de que a infecção prolongada pelo HIV levaria inevitavelmente ao esgotamento do sistema imunológico. Durante décadas, acreditou-se que o vírus induzia um estado de “senescência imunológica”, caracterizado por envelhecimento precoce das células de defesa e inflamação crônica persistente — mesmo em pessoas sob terapia antirretroviral (TARV) por longos períodos.

Esse quadro era apontado como um dos fatores por trás da maior incidência de doenças cardiovasculares, certos tipos de câncer e distúrbios neurodegenerativos em pessoas vivendo com HIV.

Nos últimos anos, no entanto, evidências vêm sugerindo um cenário mais complexo. Estudos apresentados anteriormente na International Aids Society Conference 2025 já indicavam que parte das pessoas em tratamento prolongado abriga o DNA do HIV em regiões celulares onde sua reativação é improvável. Esses indivíduos poderiam, em alguns casos, manter o vírus sob controle mesmo após a interrupção da TARV — tornando-se os chamados controladores pós-tratamento.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://l1nq.com/nBInn.

Uma nova variante do coronavírus, identificada como BA.3.2, tem se espalhado silenciosamente pelo mundo e já foi detecta...
30/03/2026

Uma nova variante do coronavírus, identificada como BA.3.2, tem se espalhado silenciosamente pelo mundo e já foi detectada em ao menos 23 países. Embora apresente um número elevado de mutações — e maior escape imunológico dos anticorpos do que as cepas predominantes hoje no mundo e alvos das vacinas — especialistas afirmam que não há indícios, até agora, de que a cepa cause doença mais grave ou maior taxa de mortalidade.

Apelidada de “Cicada”, em referência ao inseto conhecido por emergir em grande número após longos períodos subterrâneos, a variante foi identificada pela primeira vez na África do Sul, em novembro de 2024. Desde então, passou a circular globalmente e vem sendo monitorada por autoridades de saúde.

Entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, as detecções semanais da BA.3.2 aumentaram e atingiram aproximadamente 30% das sequências relatadas em três países europeus: Dinamarca, Alemanha e Holanda. Até o último dia 11 de fevereiro, a cepa já chegou a 23 países, incluindo Austrália, Reino Unido, China e Estados Unidos, segundo uma análise dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA. O Brasil ainda não registrou a linhagem.

A COVID-19 NO BRASIL

No país norte-americano, a cepa foi detectada em amostras de swab nasal de quatro viajantes provenientes do Japão, Quênia, Holanda e Reino Unido, em três amostras de esgoto de aeronaves, em amostras clínicas de cinco pacientes, dois deles internados, e em 132 amostras de esgoto provenientes de 25 estados.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://l1nq.com/1MOan.

Em um cenário global onde desigualdades ainda determinam quem adoece, quem acessa tratamento e quem sobrevive, histórias...
29/03/2026

Em um cenário global onde desigualdades ainda determinam quem adoece, quem acessa tratamento e quem sobrevive, histórias como as de Aranaí Guarabyra e Ariadne Ribeiro revelam o papel central das mulheres na construção de respostas mais justas, eficazes e humanas ao HIV. De Brasília ao Panamá, suas trajetórias se entrelaçam na defesa da saúde pública, dos direitos humanos e da vida.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/pHAOU.

Mesmo com avanços no tratamento do HIV, a tuberculose (TB) segue como uma das principais causas de morte entre pessoas v...
29/03/2026

Mesmo com avanços no tratamento do HIV, a tuberculose (TB) segue como uma das principais causas de morte entre pessoas vivendo com o vírus, segundo avaliação de especialistas.

Classificada como uma emergência de saúde pública pela Organização Mundial da Saúde, a coinfecção HIV/TB ainda representa um desafio relevante para os sistemas de saúde. De acordo com o infectologista Dr. Hilton Luís, o cenário envolve não apenas aspectos clínicos, mas também dificuldades relacionadas ao acesso ao diagnóstico e à continuidade do cuidado.

No Brasil, cerca de 10% a 11% dos casos de tuberculose estão associados ao HIV, segundo explicação do infectologista Dr. Hilton Luís.

“A coinfecção aumenta a mortalidade por aids em até cinco vezes e eleva o risco de abandono do tratamento em três vezes”, afirma o especialista.

Segundo ele, apesar de uma tendência de queda impulsionada por novas tecnologias diagnósticas e pela ampliação da terapia antirretroviral, a tuberculose ainda se mantém como a principal causa de morte entre pessoas vivendo com HIV no mundo.

POR QUE QUEM VIVE COM HIV TEM MAIS RISCO?

De acordo com o Dr. Hilton, o aumento do risco está diretamente relacionado ao comprometimento do sistema imunológico causado pelo HIV.

O risco anual de desenvolver tuberculose ativa em pessoas com HIV pode chegar a 16%, enquanto em pessoas sem o vírus o risco ao longo da vida é de cerca de 5%. Mesmo com tratamento antirretroviral, esse risco permanece até 12 vezes maior.

“A queda das células de defesa impede que o corpo contenha a bactéria da tuberculose”, explica.

O especialista destaca que essa condição favorece a progressão da doença e dificulta o controle da infecção pelo organismo.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/xElFE.

São Paulo aparece em posição de destaque entre grandes metrópoles: a capital reduziu em cerca de 55% as novas infecções ...
29/03/2026

São Paulo aparece em posição de destaque entre grandes metrópoles: a capital reduziu em cerca de 55% as novas infecções por HIV entre 2016 e 2023, segundo dados da Prefeitura. Os resultados são devido às políticas públicas contínuas voltadas à ampliação do acesso aos métodos de prevenção. Essa equação foi discutida em live do Meet Point Estadão Think – São Paulo como case global de prevenção ao HIV: da conquista da PrEP oral ao horizonte da injetável.

Para Robinson Camargo, coordenador da Assistência da Coordenadoria de IST/Aids da capital, o primeiro diferencial é a continuidade. “A primeira coisa é uma política pública de Estado. A Aids aqui não depende de governo”, afirma. Ele lembra que o município atua desde os anos 1990 com uma rede “potente”, capaz de sustentar estratégias de longo prazo, um exemplo é a eliminação da transmissão vertical registrada em 2019.

A capital opera com testagem intensa e início rápido do tratamento. Ele reforça que “quando se testa e trata, a carga viral diminui e a transmissão cai”. Segundo ele, a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) também ganhou escala: são milhares de usuários cadastrados. A prefeitura oferece serviço gratuito de testagem e prevenção ao HIV no Metrô República.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/gSron.

O Ministério da Saúde e o Ministério das Mulheres, lançaram, nesta sexta-feira (27), em Brasília (DF), um conjunto de es...
29/03/2026

O Ministério da Saúde e o Ministério das Mulheres, lançaram, nesta sexta-feira (27), em Brasília (DF), um conjunto de estratégias voltadas ao cuidado integral e a proteção às mulheres, incluindo cursos, manuais e campanhas nacionais. Os anúncios ocorreram durante o II Fórum Nacional de Mulheres na Saúde, para debater a centralidade da saúde da mulher no enfrentamento ao feminicídio. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que o SUS tem que ser o maior aliado das mulheres brasileiras no combate à violência de gênero.

“O SUS tem que ser o porto seguro, o principal ponto de apoio, escuta, observação e vigilância em qualquer sinal de violência. Há muitas mulheres que não procuram o sistema de segurança, mas todas são amparadas no sistema de saúde; então, é lá que ela deve ser acolhida”, afirmou Padilha, em participação virtual. O ministro não pôde estar presente devido ao cumprimento de agendas no Rio de Janeiro (RJ).

Entre os destaques anunciados está o Curso Autoinstrucional do Programa Dignidade Menstrual, voltado a profissionais de saúde, assistência social, sistema prisional e lideranças comunitárias, além de pessoas interessadas na compreensão e multiplicação da pauta. A iniciativa é uma parceria com a UNA-SUS, a Associação Brasileira de Enfermagem de Família e Comunidade (Abefaco), e as Universidades Federais de Pernambuco (UFPE) e do Espírito Santo (UFES), validado pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/IllGH.

A tuberculose voltou a acender um alerta no Brasil. Mesmo sendo uma doença antiga e com tratamento disponível, os casos ...
29/03/2026

A tuberculose voltou a acender um alerta no Brasil. Mesmo sendo uma doença antiga e com tratamento disponível, os casos seguem em alta e preocupam especialistas, principalmente por um fator silencioso: nem sempre ela apresenta sintomas claros no início.

O último Boletim Epidemiológico de Tuberculose no país mostra que o Brasil registrou mais de 85 mil novos casos em 2024, com cerca de 6 mil mortes ao ano. O cenário coloca a doença entre as que mais matam por infecção no mundo — à frente, inclusive, de Covid e aids. E o problema não é só nacional.

Dados do Relatório Global da Tuberculose 2024, divulgado pela Organização Mundial da Saúde, mostram que 7,5 milhões de pessoas foram diagnosticadas com a doença em todo o planeta. Enquanto cerca de 10,6 milhões adoeceram no período. A tuberculose também foi responsável por 1,3 milhão de mortes ao redor do globo em 2024.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://l1nq.com/NradC.

A Associação Casarão Brasil anuncia a abertura das inscrições para o Programa Manuel Querino de Qualificação Social e Pr...
29/03/2026

A Associação Casarão Brasil anuncia a abertura das inscrições para o Programa Manuel Querino de Qualificação Social e Profissional. O projeto oferece 600 vagas presenciais voltadas à autonomia, empregabilidade e geração de renda para a população LGBTQIA+ e públicos em situação de vulnerabilidade na capital paulista e região metropolitana.

Com turmas distribuídas nas regiões do Centro, Lapa e Santana, a iniciativa oferece três frentes de capacitação: Panificação Solidária, Informática & Letramento Digital e Costura Ecológica & Upcycling. Todos os cursos possuem carga horária de 150 horas e incluem um módulo integrado de Empreendedorismo e Cidadania, visando uma formação completa que une competências técnicas, digitais e socioemocionais.

“O programa reafirma o compromisso do Casarão Brasil com a inclusão produtiva sustentável. Queremos oferecer ferramentas reais para que essas pessoas conquistem autonomia financeira por meio de uma metodologia inovadora e alinhada às políticas públicas de trabalho e renda”, destaca Rogério de Oliveira, presidente da OSC Casarão Brasil.

IMPACTO SOCIAL E PÚBLICO-ALVO

O projeto garante, no mínimo, 50% das vagas para grupos prioritários, com foco em pessoas trans, LGBTI+ e pessoas vivendo com HIV. O programa também é voltado para a população em geral em situação de vulnerabilidade, incluindo pessoas em situação de rua, egressos do sistema prisional, migrantes e refugiados.

Além da qualificação, a proposta promove o acesso ao mercado de trabalho via articulação com o SINE-SP e redes de apoio do SUS/SUAS, impulsionando o empreendedorismo de impacto com foco em economia solidária e marketing de causa.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/wGnLo.

Endereço

Avenida Paulista, 2073/Horsa I, Sala 822
São Paulo, SP
01311-300

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