Agência de Notícias da Aids

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O Carnaval é tempo de encontro, celebração e liberdade. Mas, para pessoas vivendo com HIV, a folia também exige atenção ...
15/02/2026

O Carnaval é tempo de encontro, celebração e liberdade. Mas, para pessoas vivendo com HIV, a folia também exige atenção redobrada com o tratamento e com a prevenção de outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Em meio à mudança de rotina, viagens, blocos e noites mais longas, manter o cuidado pode ser desafiador, mas está longe de ser impossível.

A infectologista Dra. Mafê Medeiros, em entrevista à Agência Aids, reforça que organização e informação são as principais aliadas para atravessar o período com segurança.

Medicação na rotina da folia
O primeiro ponto de atenção é o armazenamento correto dos antirretrovirais. Mesmo fora de casa, os comprimidos precisam ser mantidos em condições adequadas.

“As pessoas devem manter os comprimidos da mesma forma que eles estariam dentro da embalagem, mantendo então livre de umidade, de exposição ao sol, e não deixar também contato várias vezes com os dedos. Esses contatos podem fazer com que os remédios percam sua função.”, explica a infectologista.

Para quem vai viajar ou passar o dia nos blocos, é possível adaptar.

“É possível colocar em embalagens menores, mas sempre se atentando a essas questões.”

Já em relação à regularidade, a médica lembra que cada pessoa pode encontrar a estratégia que melhor se encaixa no próprio dia a dia.

“A regularidade vai da rotina de cada pessoa: unir a tomada a uma ação, escovar os dentes, por exemplo, ou deixar o alarme para não esquecer na bebedeira. Melhor que alarme são os aplicativos de ‘to-do’, que você precisa marcar quando concluiu a tarefa.”

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/HelDs.

Carnaval é sinônimo só de liberdade, mas também de excessos. Entre um bloco e outro, bebida na mão, a vontade de fumar c...
15/02/2026

Carnaval é sinônimo só de liberdade, mas também de excessos. Entre um bloco e outro, bebida na mão, a vontade de fumar costuma aparecer — e não é coincidência. Muitos cultivam o hábito de fumar e beber essa combinação é bastante danosa para o organismo.

O álcool facilita a absorção das substâncias cancerígenas do cigarro e potencializa os efeitos tóxicos do tabaco, especialmente na boca e na garganta.Vale dizer que ele próprio também eleva o risco de câncer.

O Brasil é um exemplo de sucesso no combate ao tabagismo, com queda da prevalência de 35% para 9,3% entre 1989 e 2023. Ainda assim, os dados mais recentes preocupam: em 2024, o número de fumantes voltou a subir, chegando a 11,6%.

Não é hora de normalizar recaídas — principalmente em períodos de festa, quando os gatilhos se multiplicam.

A combinação de álcool e cigarro pode aumentar em até 30 vezes o risco de câncer de boca,o risco de câncer de boca, garganta e esôfago. Além disso, a nicotina faz o cérebro pedir mais álcool, enquanto o álcool aumenta a vontade de fumar.1 Um alimenta o outro. É um ciclo conhecido, previsível — e evitável.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/WaBTz.

Neste Carnaval, a campanha “Ca*****ha na Folia”, da Coordenadoria de IST/Aids da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), le...
14/02/2026

Neste Carnaval, a campanha “Ca*****ha na Folia”, da Coordenadoria de IST/Aids da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), leva gratuitamente pr*********os, gel lubrif**ante, testagem rápida e acesso às profilaxias pré e pós-exposição ao HIV (PrEP e PEP, respectivamente) para foliões em regiões estratégicas da cidade.

A campanha conta com a atuação integrada dos serviços da Rede Municipal Especializada em IST/Aids (RME), com mobilização de mais de 160 profissionais, intensif**ação de atividades em todas as regiões da cidade e estimativa de distribuição de mais de 2,5 milhões de insumos no período de Carnaval.

Além de postos fixos na região central que disponibilizam serviços especializados em IST/Aids e unidades móveis como o PrEP na Rua e CTA da Cidade, equipes uniformizadas também marcarão presença nas concentrações de blocos para distribuir pr*********os aos foliões.

Vale lembrar que ca*****has internas e externas estão disponíveis de forma permanente em todos os equipamentos de saúde da capital, além de terminais de ônibus e estações de trem e metrô.

Onde encontrar a Ca*****ha na Folia:

Praça da República: sábado e domingo (14 e 15 de fevereiro), das 10h às 14h.
Rua Peixoto Gomide: segunda-feira (16 de fevereiro), das 10h às 14h.
Largo Santa Cecília: terça-feira (17 de fevereiro), das 10h às 14h.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/PCuns.

No embalo dos blocos, festas e encontros que marcam o Carnaval brasileiro, o cuidado com a saúde sexual precisa continua...
14/02/2026

No embalo dos blocos, festas e encontros que marcam o Carnaval brasileiro, o cuidado com a saúde sexual precisa continuar na agenda. Pensando nisso, o Ministério da Saúde reforça um alerta importante: quem teve relação sexual sem pr********vo ou passou por uma situação de risco pode recorrer à Profilaxia Pós-Exposição (PEP), uma estratégia de prevenção ao HIV disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS).

A PEP é uma medida de emergência que consiste no uso de medicamentos antirretrovirais capazes de impedir que o HIV se estabeleça no organismo após uma possível exposição. Para que seja ef**az, o tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível, respeitando o prazo máximo de 72 horas após a situação de risco.

O que é a PEP e como funciona

A Profilaxia Pós-Exposição ao HIV é um tratamento preventivo realizado com a combinação de medicamentos antirretrovirais durante 28 dias. Segundo orientações oficiais do Ministério da Saúde, o objetivo é bloquear a replicação do vírus no organismo antes que ele se estabeleça de forma permanente.

A estratégia é considerada segura e ef**az quando iniciada dentro do prazo recomendado e seguida corretamente até o final do tratamento. Além do uso dos medicamentos, o protocolo também inclui acompanhamento de saúde e realização de te**es para HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST).

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/RosZh.

Multidões, poucas horas de sono e alimentação improvisada quase transformam o carnaval em uma prova de resistência. E, e...
14/02/2026

Multidões, poucas horas de sono e alimentação improvisada quase transformam o carnaval em uma prova de resistência. E, em meio à euforia, é comum que sinais de alerta em relação à saúde passem despercebidos. O resultado pode aparecer em forma de mal-estar, queda de pressão, infecções e outros problemas capazes de levar os foliões para casa mais cedo.

Especialistas ouvidos pelo Estadão reforçam que atravessar a folia com segurança depende de planejamento e escolhas simples ao longo do dia. Pequenas atitudes podem evitar complicações e garantir que a festa termine apenas em boas histórias — e não no pronto-socorro de um hospital. Acompanhe, a seguir, as principais recomendações.

1- Não beba álcool além da conta

De acordo com Olivia Pazzolo, médica psiquiatra e pesquisadora do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa), o consumo de bebida alcoólica no carnaval costuma se estender por horas. Isso pode mascarar o impacto real do álcool no organismo e fazer com que o folião beba cada vez mais. “É nesse cenário que muitas pessoas acabam caindo no que chamamos de ‘beber pesado episódico’, que é o consumo de cinco ou mais doses para homens, ou quatro ou mais doses para mulheres, em um curto período de tempo”, explica.

“Mesmo quem já tem o hábito de beber não está imune, pois a perda de reflexos e a alteração do julgamento acontecem de forma gradual. Isso aumenta muito a exposição a acidentes, episódios de violência e quadros graves de desidratação, já que o corpo possui um limite físico e fixo para processar o álcool, independente da resistência da pessoa”, acrescenta a médica.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/lDMsA.

Em meio à folia, ao encontro entre corpos, desejos e afetos, falar de testagem para HIV e outras infecções sexualmente t...
14/02/2026

Em meio à folia, ao encontro entre corpos, desejos e afetos, falar de testagem para HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) ainda desperta medo em muitas pessoas. Para o médico infectologista Dr. Hilton Alves Filho, no entanto, testar não deve ser visto como punição ou desconfiança, mas como um gesto de cuidado consigo e com quem se relaciona.

“Testagem é um direito. É informação que protege, acolhe e abre caminhos”, resume.

Quando falamos em testagem dentro da mandala da prevenção combinada, estamos falando de muito mais do que um exame. Segundo o infectologista, formado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e pós-graduado em s**ologia com foco em saúde LGBTQIAPN+, HIV/aids e ISTs, a testagem é a base que sustenta todas as outras estratégias de cuidado.

“Quando falamos em testagem na mandala da prevenção combinada, estamos falando do direito de saber como está a nossa saúde sexual e usar essa informação para cuidar de si e das pessoas com quem nos relacionamos, funciona como a porta de entrada para as profilaxias e/ou tratamentos.”, explica o infectologista.

No Carnaval, esse cuidado se torna ainda mais necessário. A mudança de rotina, o aumento do número de parcerias e o consumo de álcool ou outras substâncias criam contextos em que a prevenção pode f**ar mais vulnerável. Para Hilton, reconhecer isso não é moralizar, mas lidar com a realidade de forma responsável. Dr. Hilton:

“No Carnaval isso ganha força porque muita gente muda a rotina, aumenta o número de parcerias, bebe mais, negocia menos ca*****ha, e a testagem se torna uma ferramenta concreta de autocuidado, não de julgamento.”

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/wejEw.

O que antes era ferramenta para produtividade técnica tornou-se confidente. A Inteligência Artificial (IA) está ocupando...
14/02/2026

O que antes era ferramenta para produtividade técnica tornou-se confidente. A Inteligência Artificial (IA) está ocupando um novo e sensível espaço na vida cotidiana: o da escuta emocional e da organização de conflitos afetivos. Pessoas de diversas idades já recorrem a chatbots para interpretar sentimentos, estruturar conversas difíceis e até tomar decisões amorosas.

O fenômeno é sustentado por números. Um estudo publicado no JAMA Network Open revelou que 13,1% dos jovens entre 12 e 21 anos já utilizaram IA generativa para buscar conselhos de saúde mental. Na faixa dos 18 aos 21 anos, esse índice sobe para expressivos 22,2%.

Para Lucas Scudeler, especialista em comportamento humano e dinâmicas relacionais, esse movimento é o sintoma de uma carência estrutural nos vínculos humanos. “A IA não virou terapeuta porque é profunda. Ela virou terapeuta porque organiza, acolhe e devolve coerência, algo que muitas pessoas não encontram mais nas relações reais”, analisa.

A IA como reguladora do caos

Segundo o especialista, a principal função buscada na tecnologia não é apenas o conselho, mas a regulação do caos interno. A neutralidade da máquina, livre de julgamentos ou desgaste emocional, cria uma sensação de segurança. “A inteligência artificial está ocupando o espaço que antes era de um amigo maduro ou de um diálogo interno estruturado”, explica Scudeler.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/c969g.

Quase metade (47%) das mulheres brasileiras já sofreram alguma forma de assédio sexual no carnaval e 80% delas têm medo ...
13/02/2026

Quase metade (47%) das mulheres brasileiras já sofreram alguma forma de assédio sexual no carnaval e 80% delas têm medo de passarem por alguma experiência do tipo. É o que mostra uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva e divulgada nesta quarta-feira (11). Além disso, 86% dos entrevistados concordam que o assédio ainda existe no Carnaval.

De acordo com a diretora de pesquisa do instituto, Maíra Saruê, os resultados demonstram um problema que extrapola a folia.

“A gente está falando do direito de ir e vir, mas também do direito ao lazer, e do acesso à cidade, da possibilidade de viver na cidade e de ocupar os espaços públicos. São questões super importantes. Querer ou não participar do Carnaval é uma decisão individual de cada um, mas poder ter acesso a ele é um direito muito importante”

O assédio também interfere de forma injusta na maneira como as mulheres aproveitam a festa, segundo Maíra. “Para se proteger, elas precisam adotar estratégias individuais nesse momento que deveria ser de diversão, como só andar em grupo, planejar rotas mais seguras e evitar certos horários.”

Homens x Mulheres

A pesquisa foi realizada em todo o país, com 1503 pessoas com mais de 18 anos que compõem uma amostra representativa da população brasileira. O levantamento mediu também a concordância com algumas afirmações relacionadas à violência sexual. Em todos os casos, o grau de concordância foi maior entre os homens.

O estudo identificou que 22% dos brasileiros concordam que quem está pulando Carnaval sozinho “quer f**ar com alguém” (28% entre homens e 16% entre mulheres); 18% acreditam que a roupa usada por uma mulher pode indicar intenção de beijar (23% entre homens e 13% entre mulheres); e 17% consideram que, no Carnaval, “ninguém é de ninguém” (20% entre homens e 14% entre mulheres).

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/2EbCK.

Nesta sexta-feira (13/2) já começam as festas e alguns blocos de Carnaval no Distrito Federal. Entre os itens obrigatóri...
13/02/2026

Nesta sexta-feira (13/2) já começam as festas e alguns blocos de Carnaval no Distrito Federal. Entre os itens obrigatórios, tênis confortável, roupas leves, água e protetor solar. Porém essa época do ano também exige atenção à saúde, principalmente com a transmissão de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Por isso, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) se uniu aos organizadores de blocos para distribuir pr*********os externos e internos, além de gel lubrif**ante e autote**es para os foliões.

“O Carnaval apresenta diversas situações que aumentam a vulnerabilidade e o risco de transmissão das ISTs. Pensando nisso, nós adotamos medidas de saúde pública para fornecer orientações e serviços para a população que vai comparecer aos blocos, promovendo a saúde sexual e a prevenção”, explica a gerente de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis da SES-DF, Beatriz Maciel Luz.

Mais de 90 mil insumos foram disponibilizados aos organizadores dos blocos de Carnaval do DF, que vão distribuí-los durante os quatro dias de festa no Espaço Acolher, localizado na Plataforma Monumental, próximo à Esplanada dos Ministérios. A rede pública de saúde do DF também disponibiliza profilaxias pré e pós-exposição ao HIV (PrEP e PeP) em diversas unidades de atendimento.

Prevenção combinada

A melhor forma de evitar a disseminação de ISTs, como HIV, sífilis, hepatites B e C, é a prevenção combinada, que consiste no uso integrado de diferentes abordagens. O objetivo é alcançar um impacto máximo na redução de novas infecções ao combinar estratégias biomédicas, comportamentais e estruturais, considerando o contexto social das pessoas com maior vulnerabilidade e as questões individuais de cada paciente.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://l1nq.com/WPm8c.

Foliões que pretendem acompanhar os blocos de rua em Belo Horizonte devem redobrar a atenção com a saúde para evitar int...
13/02/2026

Foliões que pretendem acompanhar os blocos de rua em Belo Horizonte devem redobrar a atenção com a saúde para evitar intercorrências médicas durante o Carnaval. A combinação de exposição solar prolongada, alimentação irregular e consumo de álcool eleva os riscos de desidratação, insolação e hipoglicemia. Segundo a coordenadora do curso de enfermagem da Estácio BH, Josei Karly Motta, o período exige cuidado preventivo para suportar as longas jornadas de festa.

Hidratação e alimentação

A desidratação é uma das ocorrências mais comuns e apresenta sinais como sede intensa, boca seca, tontura e dor de cabeça. “O mal-estar costuma melhorar com hidratação e descanso à sombra. Já a insolação é mais grave e pode causar febre alta, pele quente e avermelhada, náuseas, vômitos, tontura intensa, confusão mental e até desmaio. Diante de sinais como alteração no estado mental, vômitos persistentes ou perda de consciência, é fundamental procurar atendimento médico imediato”, é o que explica Josei.

Prevenção de ISTs

No campo da saúde sexual, o período registra um aumento histórico na transmissão de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), como HIV, sífilis e gonorreia. A infectologista e diretora clínica do Hospital Universitário Ciências Médicas de Minas Gerais (HUCM-MG), Raquel Bandeira, reforça que o uso do pr********vo é a principal forma de prevenção: “A PEP (Profilaxia Pós-Exposição) para o HIV deve ser iniciada em até 72 horas após a exposição, preferencialmente o quanto antes. Também é necessária a avaliação para outras ISTs, com testagem inicial e acompanhamento médico. A testagem rápida, antes e depois do Carnaval, ajuda a identif**ar infecções que podem ser assintomáticas, como sífilis e HIV em fase inicial.”

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/ik1fJ.

Hytalo (nome fictício), 29, não usa pr*********os. Sente que o s**o não f**a tão prazeroso. “Acaba sendo tão desconfortá...
13/02/2026

Hytalo (nome fictício), 29, não usa pr*********os. Sente que o s**o não f**a tão prazeroso. “Acaba sendo tão desconfortável que eu prefiro nem tr***ar se for com ca*****ha”, diz ele, que se identif**a como um homem cis homossexual e preferiu preservar a sua identidade.

Ele faz parte dos 17,1% da população brasileira que afirmou usar pr********vo às vezes nos 12 meses anteriores à entrevista. Outros 22,8% disseram usar em todas as relações se***is. A maior parte dos brasileiros, 59%, disse que não usa nenhuma vez.

Os dados —os mais recentes disponíveis— são da última PNS (Pesquisa Nacional de Saúde), realizada em 2019 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Apesar de antigos, os números, muito provavelmente, seguem a mesma tendência nos dias atuais, segundo Draurio Barreiro Neto, diretor do departamento de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) do Ministério da Saúde.

“Pela nossa grade de distribuição, esperávamos aumento na demanda, mas não observamos isso há dez anos. A procura nos postos de distribuição não cresce. Há estabilidade, até leve declínio. Temos percebido uma diminuição no uso, principalmente entre os mais jovens”, afirma.

Como um esforço para ampliar a adesão ao uso de pr*********os, o SUS (Sistema Único de Saúde) começou a distribuir duas novas versões em 2025, a texturizada e a ultrafina, além da versão de látex tradicional.

“Estamos tentando sensualizar o uso do pr********vo. Ele é fundamental. Protege contra todas as infecções sexualmente transmissíveis e previne gravidez. É um método super ef**az que não podemos abandonar”, diz Neto.

Nos últimos três meses, foram distribuídos 138 milhões de pr*********os pelo Ministério da Saúde para reforçar os estoques e atender a demanda de Carnaval.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/osQfu.

A prevenção do HIV e de outras infecções sexualmente transmissíveis (IST) está em risco devido à falta de financiamento ...
13/02/2026

A prevenção do HIV e de outras infecções sexualmente transmissíveis (IST) está em risco devido à falta de financiamento e do baixo acesso a pr*********os. O alerta é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e Aids (UNAIDS), que em seu relatório global 2025 aponta uma queda de 30% na compra internacional de ca*****has entre 2016 e 2022, na comparação com o período entre 2010 e 2015. Ao mesmo tempo, as iniciativas de promoção do pr********vo em países de baixa e média renda foram reduzidas em quase 50% desde 2010, enfraquecendo tanto a promoção de seu uso quanto sua disponibilidade para populações mais vulneráveis.

O UNAIDS classif**a a situação como um retrocesso e provoca a sociedade civil a agir, já que os governos compram cada vez menos pr*********os para disponibilizar à população, seja por razões financeiras ou políticas. A situação é ainda mais agravada pelos cortes de financiamento em países de baixa renda, decorrentes da drástica redução de recursos de organismos como PEPFAR e USAID, ligados ao governo dos Estados Unidos.

Isso afeta diretamente a disponibilidade de pr*********os, lubrif**antes, aconselhamento para s**o seguro e te**es para infecções sexualmente transmissíveis em países como Venezuela, Haiti, México, Cuba e Argentina. Neste último, a distribuição de pr*********os caiu 64% em apenas um ano, de acordo com a plataforma de verif**ação de dados Chequeado.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://l1nq.com/lWwxg.

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São Paulo, SP
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