Instituto Dr. Barakat

Instituto Dr. Barakat O Instituto Dr. Barakat de Medicina Integrativa, criado pelo Dr. Barakat em 2013, possui 12 núcleos

O Instituto Dr. Barakat de Medicina Integrativa foi criado pelo Dr. Mohamad Barakat em 2013. Atualmente possui 12 núcleos: qualidade de vida e performance humana; nutrição; fisiologia do exercício; pediatria; medicina chinesa; psicologia; estudos de alergias e renite; saúde mental; terapia da dor; estética corporal; ginecologia e dermatológico capilar. Cada um dos núcleos tem como eixo norteador a medicina integrativa, prática pela qual o foco sai da doença e passa a ser centrado na pessoa. O conceito do Instituto está fundamentado na definição de saúde da OMS “um estado de bem-estar físico, mental e social completo e não meramente a ausência de doença ou enfermidade”. Uma prática que enfatiza o respeito pela capacidade humana de cura, pela importância do vínculo de confiança entre o profissional e o paciente por meio de uma abordagem colaborativa do cuidado por meio de práticas convencionais, complementares e alternativas, baseados em evidências. É por meio desta união, com seus diferentes olhares e aptidões, que se pode alcançar êxito na busca por saúde e qualidade de vida – para a família: desde antes do nascimento até a velhice. Contato com o nosso Encarregado de Proteção de Dados (DPO):
dpo@drbarakat.com.br

27/02/2026

Quando a pele inflama repetidamente, ela pode estar apenas mostrando um desequilíbrio mais profundo.

A dermatite atópica envolve intestino, sistema imunológico e inflamação crônica.
Tratar apenas a superfície alivia por um tempo, mas não resolve a causa.

O corpo sempre dá sinais.
A questão é saber escutar antes que eles se tornem crises recorrentes.

👉 Sabia que nós temos um núcleo especializado em imunologia e alergologia?
Se você tem interesse em tratamento integrativo da dermatite atópica, agende sua consulta no Instituto Dr. Barakat.

A obesidade infantil é uma doença crônica, multifatorial e recidivante.Algumas crianças nascem com maior predisposição b...
26/02/2026

A obesidade infantil é uma doença crônica, multifatorial e recidivante.

Algumas crianças nascem com maior predisposição biológica ao ganho de peso, à resistência à insulina e a alterações no controle da saciedade.

A obesidade infantil não surge de uma única causa. Ela é resultado da interação entre fatores biológicos, comportamentais, familiares, sociais e ambientais. Alimentação disponível, rotina da casa, estímulos de tela, nível de atividade física, acesso a alimentos saudáveis e contexto socioeconômico moldam diariamente o comportamento metabólico da criança.

Por isso, embora a obesidade tenha base genética, é o ambiente obesogênico que funciona como gatilho para a expressão da doença — especialmente na infância, quando a criança não escolhe o que come, não define sua rotina e não controla o contexto em que vive.

É justamente por isso que o enfrentamento da obesidade infantil exige respostas integradas e abrangentes. As evidências mostram que as estratégias mais ef**azes combinam educação nutricional, incentivo ao esporte, promoção da atividade física, regulamentação adequada e melhoria no acesso a alimentos saudáveis. Intervenções isoladas tendem a falhar.

Mais do que corrigir o peso, é preciso transformar o ambiente — em casa, na escola e na sociedade. É nesse contexto que a predisposição genética deixa de ser sentença e passa a ser apenas um fator de risco controlável.

👉 Cuidar da obesidade infantil é tratar uma doença, mas começando pelo ambiente.
Se você busca orientação adequada para promover hábitos mais saudáveis desde cedo aos seus filhos, agende uma avaliação no Instituto Dr. Barakat.

Ref: https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n11p3500-3510

Você não precisa de horas de treino para gerar benefícios reais à saúde.Um estudo mostrou que apenas 20 minutos de exerc...
25/02/2026

Você não precisa de horas de treino para gerar benefícios reais à saúde.

Um estudo mostrou que apenas 20 minutos de exercício moderado já são capazes de reduzir a resposta inflamatória do corpo, atuando como um verdadeiro anti-inflamatório natural.

Durante uma sessão de exercício em intensidade moderada (cerca de 65–70% do VO₂ máximo), ocorre um aumento da liberação de catecolaminas, especialmente a epinefrina (adrenalina). Essa resposta ativa receptores específicos (β2-adrenérgicos) nos monócitos — células importantes do sistema imunológico — reduzindo a produção de TNF-alfa, uma das principais citocinas pró-inflamatórias envolvidas em dor, inflamação crônica e diversas doenças metabólicas.

O mais interessante é que esse efeito acontece sem alterar os níveis plasmáticos de TNF, ou seja, o exercício não “mascara” a inflamação: ele modula a resposta inflamatória celular, de forma fisiológica.

Na prática, isso ajuda a explicar por que o exercício regular — e até mesmo sessões únicas — pode melhorar:

- dores crônicas
- inflamação de baixo grau
- doenças metabólicas
- condições associadas ao envelhecimento

Movimento é tratamento.
E muitas vezes, o corpo precisa de menos do que você imagina para começar a responder.

👉 Se você quer entender qual tipo, intensidade e frequência de exercício fazem sentido para o seu contexto de saúde, podemos te ajudar.
Agende sua avaliação no Instituto Dr. Barakat.

Ref: DOI: 10.1016/j.bbi.2016.12.017

O estresse não é apenas emocional.Ele é um fenômeno biológico e sistêmico, capaz de alterar metabolismo, imunidade, inte...
24/02/2026

O estresse não é apenas emocional.
Ele é um fenômeno biológico e sistêmico, capaz de alterar metabolismo, imunidade, intestino e equilíbrio hormonal.

No estresse crônico, o corpo mantém o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA) constantemente ativado, levando a níveis elevados e desregulados de cortisol. Em curto prazo, essa resposta é adaptativa. O problema surge quando o organismo perde a capacidade de modular e encerrar esse estímulo.

A fisiologia mostra que o excesso de cortisol interfere diretamente no funcionamento hormonal, especialmente na produção, conversão e metabolização do estrogênio. Além disso, o estresse prolongado altera o ritmo circadiano do cortisol, resultando em fadiga matinal, dificuldade para dormir, aumento de inflamação e pior adaptação metabólica.

Outro ponto central é o papel da microbiota intestinal. O estresse crônico aumenta a permeabilidade intestinal, favorece disbiose e compromete a comunicação entre intestino e cérebro. Esse desequilíbrio amplif**a a inflamação sistêmica e reduz a eficiência dos mecanismos que regulam o eixo HPA, perpetuando sintomas hormonais, metabólicos e emocionais.

Na prática clínica, esse cenário pode se manifestar como:
– ciclos menstruais irregulares
– sintomas de dominância estrogênica
– piora de TPM
– alterações de humor e sono
– dificuldade de emagrecimento
– inflamação persistente

Por isso, tratar apenas o hormônio isolado raramente resolve.
Hormônios respondem ao contexto fisiológico: estresse, intestino, inflamação, sono e ritmo biológico.

Regular o cortisol não é apenas “relaxar”.
É restaurar o equilíbrio entre cérebro, intestino, sistema nervoso autônomo e eixo hormonal.

👉 Se você sente que o estresse está impactando seus hormônios, uma avaliação individualizada faz toda a diferença.
Agende sua consulta no Instituto Dr. Barakat e entenda o que está desregulando o seu eixo mente-corpo.

Ref: https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n12p1535-1550

Na saúde integrativa, não esperamos o corpo adoecer para investigar.Observamos os sinais antes dos sintomas aparecerem.A...
23/02/2026

Na saúde integrativa, não esperamos o corpo adoecer para investigar.
Observamos os sinais antes dos sintomas aparecerem.

Alguns exames revelam desequilíbrios:

1- Insulina de jejum + HOMA-IR - Identif**a resistência à insulina mesmo com glicose “normal” — um dos principais bloqueios para emagrecimento e energia.

2- PCR-ultrassensível (PCR-us) - Detecta inflamação crônica de baixo grau, base de doenças metabólicas, cardiovasculares e do envelhecimento precoce.

3- Ferritina: Avalia reservas de ferro e inflamação. Alterações podem explicar fadiga, queda de cabelo, baixa imunidade e pior performance.

4- Vitamina D (25-OH) - Funciona como um hormônio regulador da imunidade, metabolismo, ossos, músculos e humor. Valor “normal” nem sempre é ideal.

5- IGF-1 - Investiga à qualidade do sono, recuperação muscular, metabolismo e envelhecimento saudável. Níveis baixos indicam falhas na recuperação do organismo.

Prevenção não é excesso.
É estratégia para viver com mais energia, clareza e longevidade.

👉 Se você tem interesse em prevenção, performance e saúde integrativa, agende sua consulta no Instituto Dr. Barakat e receba uma avaliação completa com foco em diagnóstico precoce e cuidado de longo prazo.

O ciclo menstrual não é apenas um marcador de datas.Ele representa uma variação hormonal contínua que influencia metabol...
20/02/2026

O ciclo menstrual não é apenas um marcador de datas.
Ele representa uma variação hormonal contínua que influencia metabolismo, inflamação, apetite, humor e demanda nutricional ao longo do mês.

Durante o ciclo, oscilações de estrogênio e progesterona modif**am a forma como o corpo utiliza energia, responde ao estresse e lida com processos inflamatórios. Por isso, ajustar a alimentação de forma estratégica pode ajudar a reduzir sintomas, melhorar a disposição e apoiar o equilíbrio hormonal — sem radicalismos.

Na fase menstrual, por exemplo, o corpo lida com maior inflamação e perda de minerais. Alimentos ricos em ferro, magnésio e ômega-3 ajudam a apoiar a recuperação e podem aliviar sintomas como cólicas e fadiga.

Já na fase folicular, com o estrogênio em ascensão, há maior tolerância ao treino e melhor resposta metabólica. Nutrientes que sustentam energia, estabilidade glicêmica e saúde ovariana tornam-se aliados importantes.

No período ovulatório, quando o estrogênio atinge seu pico, o organismo aumenta a demanda por fibras e por uma digestão mais eficiente. Uma alimentação mais leve, rica em vegetais e sementes, contribui para o metabolismo hormonal adequado e para o equilíbrio inflamatório.

Na fase lútea, com maior predominância da progesterona, é comum observar aumento do apetite, maior sensibilidade emocional e desejo por doces. Nessa etapa, alimentos que fornecem magnésio, vitamina B6 e proteína de boa qualidade ajudam a modular o humor, a ansiedade e a compulsão alimentar.

Esses ajustes não configuram uma “dieta do ciclo”, mas sim uma abordagem fisiológica e individualizada, alinhada ao funcionamento natural do corpo feminino. A literatura científ**a reconhece que respeitar essas variações hormonais pode melhorar sintomas e qualidade de vida — desde que as estratégias sejam personalizadas.

👉 Cada mulher responde de forma diferente ao próprio ciclo.

Se você quer entender como alinhar alimentação, rotina e saúde hormonal de maneira segura e baseada em evidência, podemos te ajudar.
Agende sua avaliação no Instituto Dr. Barakat.

19/02/2026

Nenhuma medicação substitui uma estratégia que envolve: alimentação, sono, intestino e massa muscular.

O Dr. Marcial Pereira (CRM-SP 125617), médico do Instituto Dr. Barakat, alerta que só o uso do Mounjaro não faz milagre, o peso até pode cair, mas o uso sem estratégia aumenta o risco de perda muscular, deficiências nutricionais e efeito rebote.

Resultado duradouro não vem de atalhos.
Vem de acompanhamento, mudanças de hábitos e visão de longo prazo.

👉 Se você tem interesse em emagrecimento com segurança e responsabilidade, agende sua consulta no Instituto Dr. Barakat e receba uma avaliação completa para definir se essa ferramenta faz sentido para você.

Agende sua consulta através do telefone (11) 3057-3047. Estamos te esperando!

Durante muito tempo, músculo foi tratado como algo estético. Algo opcional, ligado a aparência.A ciência mostra outra co...
18/02/2026

Durante muito tempo, músculo foi tratado como algo estético. Algo opcional, ligado a aparência.

A ciência mostra outra coisa.

Estudos recentes mostram que a massa muscular é um dos principais marcadores de saúde, funcionalidade e longevidade ao longo da vida. Pessoas com baixa massa e força muscular apresentam maior risco de doenças, perda de autonomia e mortalidade precoce, mesmo quando o peso “parece normal”.

Isso acontece porque músculo não serve só para movimento.
Ele é um órgão metabólico ativo.

É o músculo que ajuda a:
– controlar a glicemia
– reduzir inflamação
– manter o metabolismo ativo
– proteger ossos e articulações
– sustentar equilíbrio e autonomia

Quando essa reserva começa a cair — o que chama-se de sarcopenia — o corpo entra em desvantagem biológica. A recuperação f**a pior quando se trata de doenças, perde-se independência mais rápido e se envelhece com mais fragilidade.

E aqui está um ponto que quase ninguém fala:

👉 o envelhecimento não começa aos 60.

Aos 60 anos, quem manda no seu corpo é a massa muscular que você conseguiu construir e preservar aos 30 e 40.
É essa reserva que define se o envelhecimento será ativo ou limitado.

Por isso, treino de força, ingestão adequada de proteína, sono de qualidade e controle inflamatório não são vaidade.
São estratégias de prevenção em saúde.

Ref: PMID: 37209044 | 37285331 | 28605657
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37209044/
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37209044/

17/02/2026

Nem todo desconforto com leite é intolerância.
E confundir isso pode atrasar o tratamento correto por anos.

A Dra. Juliana Lima é alergologista e imunologista do Instituto Dr. Barakat e traz a informação de que a alergia, por envolver o sistema imunológico, mantém inflamação ativa e pode afetar intestino, pele, respiração e crescimento — especialmente em crianças.

Diagnóstico certo não é excesso de cuidado.
É prevenção de problemas maiores no futuro.

👉 Sabia que nós temos um núcleo especializado em imunologia e alergologia?

Se você tem interesse em diagnóstico preciso de alergias alimentares, agende sua consulta no Instituto Dr. Barakat e receba uma avaliação individualizada.

O erro não é o álcool. É a ausência de estratégia.Do ponto de vista fisiológico, o álcool não afeta apenas “o dia seguin...
16/02/2026

O erro não é o álcool. É a ausência de estratégia.

Do ponto de vista fisiológico, o álcool não afeta apenas “o dia seguinte”.
Ele impacta múltiplos sistemas do organismo. Segundo revisão publicada no Brazilian Journal of Health Review (2024), o fígado é o principal órgão responsável pela metabolização do álcool. Quando o consumo é excessivo ou repetido, ele se torna sobrecarregado, aumentando a produção de metabólitos tóxicos, como o acetaldeído, que induz estresse oxidativo, inflamação e dano celular. Esse processo está associado a quadros como esteatose hepática, hepatite alcoólica e, em casos crônicos, cirrose.

Mas o impacto não se limita ao fígado.

O consumo excessivo de álcool também compromete a mucosa intestinal, favorecendo inflamação, disbiose e pior absorção de nutrientes. Esse desequilíbrio intestinal afeta diretamente o sistema imunológico, aumentando inflamação sistêmica e o risco de sintomas gastrointestinais e metabólicos.

Além disso, o álcool interfere:
– no equilíbrio hormonal (eixo HPA e HPG)
– na função muscular e recuperação pós-exercício
– no sistema cardiovascular
– na neurotransmissão e função cerebral

Ou seja: não é apenas “ressaca”. É impacto sistêmico.

Por isso, em períodos como o Carnaval, a discussão não deveria ser proibição, mas estratégia.
Intercalar água entre os drinks, manter alimentação estruturada, preservar o sono e não abandonar completamente a rotina de movimento reduzem signif**ativamente a carga inflamatória imposta ao organismo.

Se você já utiliza estratégias como o jejum intermitente no dia a dia, mantê-las de forma consciente pode ajudar na organização metabólica — desde que isso faça sentido para o seu corpo e sua rotina.

A ciência é clara:
👉 o problema não é o álcool isoladamente
👉 é o excesso, a frequência e a falta de planejamento

Ref: Brazilian Journal of Health Review, v. 7, n. 1, p. 7660–7684, 2024_

O cuidado com a saúde começa de dentro para fora e é construído ao longo do tempo.No Instituto, o foco está no que realm...
13/02/2026

O cuidado com a saúde começa de dentro para fora e é construído ao longo do tempo.

No Instituto, o foco está no que realmente sustenta o funcionamento do organismo: sono, níveis de estresse, funcionamento intestinal, metabolismo e processos inflamatórios.

Quando esses pilares são tratados de forma integrada e individualizada, o corpo passa a responder melhor.
E qualquer mudança que possa ser percebida ao longo do caminho é consequência desse equilíbrio interno, nunca o ponto de partida.

Aqui, os resultados não são imediatos nem padronizados.
Eles são fruto de acompanhamento médico, estratégia e respeito à história clínica de cada paciente, aliados à prática consistente de atividade física e a um planejamento alimentar individualizado.

📲 Consultas podem ser agendadas diretamente pelo WhatsApp.

(Imagens autorizadas por paciente do Instituto Dr. Barakat)

O desempenho físico não depende apenas de treino e descanso.Ele também é influenciado pelo ambiente metabólico e pelo co...
12/02/2026

O desempenho físico não depende apenas de treino e descanso.

Ele também é influenciado pelo ambiente metabólico e pelo controle do estresse oxidativo gerado durante o exercício.

Estudos mostram que o exercício intenso aumenta a produção de radicais livres, contribuindo para a fadiga muscular e a queda de rendimento. Nesse contexto, a glutationa — principal antioxidante intracelular — exerce papel central na proteção muscular. Sua síntese depende da disponibilidade de cisteína, um aminoácido presente em alta concentração no whey protein.

Em um estudo com adultos jovens, a suplementação diária de 20 g de whey protein concentrado (WPC) por três meses levou a um aumento de 35,5% nos níveis de glutationa, além de melhora na potência e na capacidade de trabalho em te**es de velocidade. Esses achados sugerem melhor rendimento físico associado à redução da disfunção muscular induzida pelo estresse oxidativo.

👉 Ou seja: o whey protein pode ir além da recuperação muscular, atuando como suporte metabólico para o desempenho, especialmente quando bem indicado.

Ainda assim, os próprios autores reforçam que novos estudos são necessários — e, na prática clínica, isso signif**a avaliar quem realmente se beneficia, em qual contexto e com qual objetivo.

📍 Quer saber se a suplementação com whey protein faz sentido para o seu treino, desempenho e saúde?

Agende sua consulta com a nossa equipe de nutricionistas aqui do Instituto Dr. Barakat e receba um direcionamento individualizado.

Ref: [https://www.scielo.br/j/rn/a/PRpChxDqt3YYYvkN8KFRDmS/?format=pdf&lang=pt]

Endereço

Avenida Brasil, 239
São Paulo, SP
01431-000

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